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Médicos definem protocolo para tratar covid-19 em MT

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Assessoria – GD

Com o objetivo de auxiliar o profissional de saúde na abordagem e manejo de casos confirmados ou suspeitos de infecção pelo novo coronavírus, uma equipe de representantes de instituições elaboraram o protocolo de enfrentamento da covid-19.

O documento que foi finalizado na quarta-feira (15) inclui informações sobre medicamentos disponíveis na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) do Sistema Único de Saúde (SUS), instruções de teleatendimento, avaliação inicial, gravidade e notificação são itens especificados pelo protocolo.

O protocolo é composto por hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina, sulfato de zinco e dexametazona.

Um dos autores e que esteve presente em todos os processos de elaboração foi o deputado Dr. Eugênio (PSB), que também é presidente da Comissão de Saúde e Previdência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A elaboração de um protocolo foi muito debatida na Comissão.

Ainda no documento foi ressaltado como deve ser feito o manejo domiciliar, que em casos leves o paciente deverá ser visitado constantemente pelo agente de saúde ou abordado por telefone ou correio de voz. Pacientes, ainda no manejo domiciliar deverá receber um atestado de 14 dias e também praticar o isolamento social.

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O protocolo cita também sobre alguns medicamentos usados no tratamento e é claro quanto à negativa quando usado com intenção de prevenção, já que o uso preventivo não tem qualquer comprovação até o momento. Cuidados com a prevenção nas unidades de saúde também foram elencados pelo estudo.Além do deputado Dr. Eugênio, participaram da elaboração, a secretária executiva da SES, Danielle Pedroso Dias Carmona Bertucini; o médico Abdon Salam Khaled Karhawi; o médico da SES, José Alfredo Sejópoles; a coordenadora de gestão primária, Regina Paula de Oliveira Amorim Costa; a presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-MT), Hildenete Monteiro Fortes; o professor da UFMT e médico Francisco Jose Dutra Souto; o secretário-adjunto de assistência de Cuiabá, Luiz Gustavo Raboni Palma, a infectologista Eva Clarice Abdo Grigoli e o médico da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, Eduardo Andraus Filho. (Com informações da assessoria)

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Cáceres implanta atendimento às vítimas por aplicativo de mensagens

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O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Cáceres acaba de lançar um novo canal para atendimento preliminar às vítimas de violência doméstica e familiar na cidade, em parceria com a Polícia Militar.

Trata-se do número (65) 99981-5578, disponível para mensagens via WhatsApp.

A nova ferramenta atende a uma reivindicação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso e da Delegacia da Mulher do município.

Além do atendimento e acolhimento das vítimas, o WhatsApp poderá ser utilizado para denúncias de violência contra a mulher, 24 horas por dia.

A plataforma digital ganha uma importância ainda maior durante a pandemia do Novo Coronavírus. Isso porque no período de confinamento, com agressores e vítimas sob o mesmo teto em tempo integral, a busca por outros canais de denúncia tende a diminuir, uma vez que a vítima não consegue pedir ajuda reservadamente.

Outras cidades – Conforme a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), algumas Delegacias Especializadas de Defesa da Mulher também criaram canais para denúncias e atendimento psicológico pelo serviço de WhatsApp, em função do período de isolamento social. Em Cuiabá, o número disponibilizado para mensagens é (65) 99973-4796, e em Várzea Grande é o (65) 98408-7445.

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Dados – Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgado em junho deste ano aponta redução dos registros de crimes nas Delegacias de Polícia e crescimento das denúncias telefônicas no país, nos meses de março e abril de 2020, comparados ao mesmo período do ano passado. Em Mato Grosso, nesse período o número de registros de lesão corporal dolosa caiu 16,7%, enquanto o número de feminicídios aumentou 150%. Os dados da pesquisa podem ser conferidos aqui.

Por Assessoria
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Governo Federal recupera quase R$ 110 milhões de auxílio emergencial indevido

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O governo federal recuperou R$ 109,1 milhões em devoluções do auxílio emergencial, de acordo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Ministério da Cidadania.

Mais de 115 mil pessoas que receberam o benefício não se enquadravam nas regras e, por isso, devolveram os recursos. Foram registradas 89,1 mil devoluções por civis e outras 26,2 mil por militares.

Dos 65,8 milhões de beneficiários, apenas 0,44% não se encaixam nos critérios da lei. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, diz que a quantidade de devoluções é significativa.

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“O número de devoluções é muito significativo e expressivo, mas na verdade tivemos uma ação importante que resultou de um acordo com a Controladoria-Geral da União, que foi a transparência ativa, um conceito de combate à falha e à corrupção muito importante”, afirma Lorenzoni.

Como devolver o auxílio emergencial?

De acordo com a pasta, as devoluções podem ser feitas pelo site oficial. Ao entrar no site, é preciso inserir o CPF do beneficiário. Com as informações preenchidas, a plataforma vai emitir uma GRU (Guia de Recolhimento da União) e o cidadão poderá fazer o pagamento nos canais de atendimento do Banco do Brasil, como internet, terminais de autoatendimento e caixas eletrônicos.

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Como denunciar

O canal para registro de denúncias de fraudes é o sistema Fala.Br (Plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da CGU).

Para falar com a ouvidoria, você deve fazer uma manifestação de denúncia, que serve para comunicar ocorrências de ato ilícitos ou irregularidades.

Adicionalmente, o Portal da Transparência traz a relação pública de todos aqueles que receberam o auxílio emergencial, no seguinte endereço eletrônico. Há pesquisa por estado, município e mês. A ferramenta também permite busca por nome e CPF ou pelos telefones 121 ou 0800 – 707– 2003.

R7 Noticias

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