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Max Russi homenageia voluntários de projeto social VG Mais Ação

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VG Mais Ação surgiu a partir da união de um grupo de amigos

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Voluntários do “VG Mais Ação” receberam moções de aplausos da Assembleia Legislativa nessa quinta-feira (16).  A sessão solene, aprovada por unanimidade pelos deputados, foi proposta pelo primeiro-secretário, o deputado Max Russi (PSB).

Russi é um dos grandes parceiros dessa ação social voluntária que leva serviços gratuitos de cidadania a comunidades de Várzea Grande. No total já foram realizadas cinco edições, levando atendimentos a mais de 10 mil pessoas.

Um dos homenageados por agregar aos trabalhos desenvolvidos pelo VG Mais Ação foi o comandante geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel PM Jonildo José de Assis. Ele considerou louvável o reconhecimento e parabenizou o deputado pela iniciativa das homenagens.

“Nosso representante aqui na Casa de Leis. Eu gostaria de parabenizá-lo por essa iniciativa muito positiva. Esse é um projeto grandioso, que atende a comunidade e eu fico muito contente e feliz em receber também essa homenagem”, discursou.

Conforme a gestora pública e membro da comissão organizadora Marciany Bustamante, diversos serviços são  oferecidos com a força do voluntariado, como: corte de cabelo feminino e masculino, exames oftalmológicos (com doações de óculos para os de baixa renda); limpeza de pele; atendimento médico adulto , pediátrico e ginecológico; dentistas (aplicações de flúor e limpezas); aferição de pressão arterial e glicose; massagem; apresentações culturais; maquilagem; demonstração de produtos; consultoria para cachos e penteados;  esmalteria;  assistência social; defensoria pública; encaminhamento para confecção de RG 2°, 3° e 4° via; atendimento jurídico; atendimento contábil; atendimento DAE, CAD único; CRAS Santa Maria; psicólogo; fonoaudiólogo; Zoonoses de Várzea Grande; Batalhões da Cavalaria Militar, Rotam, Banda Militar e Ambiental; Prepara Cursos, dentre outros.

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VG Mais Ação surgiu a partir da união de um grupo de amigos, junto à Rádio Estação VGFM 105,9. No decorrer das edições, foi agregando outras parcerias e aumentando a quantidade dos serviços gratuitos oferecidos.

O deputado Max Russi recordou o tempo em que foi prefeito de Jaciara e, com o auxílio de trabalhos sociais, colocou em prática o maior programa habitacional daquele município, entregando quase mil residências durante seu período de gestão. Ele recordou sua gestão, frente a Secretária de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT), onde coordenou mutirões da cidadania em municípios.

“Quando fui apresentado ao projeto, pela Marciany, já pude perceber toda a legitimidade dessa ação. Participei das primeiras edições e estarei sempre dando apoio, pois é  animador ver tantos parceiros juntos nesse belo trabalho de servir a quem mais precisa. Por isso propus essas homenagens, principalmente como forma de estimular projetos como esse. O social é uma das minhas principais bandeiras e eu sempre estarei defendendo o olhar para o próximo. “, assegurou.

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Audiência pública debaterá desigualdade salarial entre homens e mulheres

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Max Russi comemora participação da BPW Cuiabá na organização da audiência

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), propôs a Casa de Leis a realização da audiência pública “Trabalho Igual, Salário Igual”, com o intuito de promover diretrizes, visando a igualdade entre mulheres e homens no mercado de trabalho. O evento, que contará com o apoio da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais, que faz parte da rede internacional Business Profissional Women (BPW), será no dia 27 de maio, a partir das 19h, no auditório Deputado Milton Figueiredo.

Conforme o parlamentar, a intenção é estimular esse debate dentro da sociedade de forma integral e buscar soluções para o preenchimento dessa lacuna entre os gêneros.

Max Russi destaca  que, mesmo com uma queda na desigualdade de salários entre 2012 e 2018, mulheres ainda ganham 20,5% a menos que os homens, conforme o dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Diversos fatores ainda são colocados. Além disso, estudos apontam que a maternidade é considerada um fator relevante para tal desigualdade salarial”, analisou.

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Russi lembra ainda que, de acordo com o Ministério do Trabalho,  no Brasil houve crescimento da ocupação feminina, em postos formais de trabalho, de 40,8% em 2007 para 44% em 2016. Porém, essa é mais uma prova de que não houve mudanças significativas nos índices de desigualdade.

“Esses dados nos reafirmam que ainda não tempos o que comemorar, pois vemos que, mesmo com esse crescimento da ocupação feminina no mercado de trabalho, o ruído desfavorável a respeito do ganho salarial feminino continua”, reforçou.

Fundada em 2001 pela jornalista e empresária Sueli Batista, a BPW Cuiabá, grande parceria na realização dessa audiência pública, tem trabalhado na missão de agregar mulheres de negócios e profissionais, orientando e coordenando seu desenvolvimento pleno nas esferas de poder público e de mercado. Em um olhar lançados sobre esses 12 anos de história, através de seus projetos e ações, tem estimulado cenários propícios a mulheres no ramo do empreendimento.

Para o deputado Max Russi, essa participação direta será uma força essencial para o enriquecimento do debate. “Uma parceria fundamental para essa audiência, que também propõe desmistificar esse fórum de discussões, que não interessa somente as mulheres, mais sim a toda sociedade”, assegurou.

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Deputado se reúne com Ministra Damares e presidente da Funai

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Na última quinta-feira (17), o deputado estadual delegado Claudinei (PSL) se reuniu com a ministra Damares Alves, titular da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), General Franklimberg, na sede da Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). A pauta principal do encontro foi as dificuldades enfrentadas pelos povos indígenas nas aldeias e, também, o incremento ao turismo e a viabilização para a implantação de usinas flex para a produção do etanol e batata-doce nas aldeias para geração de renda e trabalho.

Antes de iniciar a reunião, os indígenas recepcionaram os presentes com uma apresentação com música e dança, conforme tradição cultural das etnias pertencentes ao estado do Maranhão (MA). A cacique Libiana da aldeia Mainumy apontou que buscam a independência financeira, que faltam oportunidades de trabalho para ter uma vida com dignidade e que os índios não estão satisfeitos em contar apenas com bolsa família para o sustento das crianças.

Também esteve presente José Pompeu da etnia Guarajá, que fica na terra indígena Canabrava (MA). Ele conta com o apoio do Governo Federal e de todo o Poder Legislativo para solucionar os problemas enfrentados pelos índios. “Não somos miseráveis. Não aceitamos mais ser rotulados, de bandidos e de preguiçosos. Nós queremos produzir, nós temos potencial. E sabemos que esteve governo veio para mudar essa história do Brasil. Queremos essa mudança, já! Todas as esferas possam nos apoiar, tanto na usina flex do etanol, quanto no turismo e em outros potenciais que existem nas nossas áreas, pois as terras são produtivas”, esclarece o indígena.

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Uma das propostas apresentadas pelos índios ao presidente da Funai foi sobre o incremento da agricultura indígena e familiar na matriz energética que compõe a cadeia produtiva do etanol social que é considerado ecologicamente correto, que favorecerá a independência financeira para as aldeias indígenas. “Nós estamos incentivando o pequeno produtor, continuamos a incentivar qualquer projeto que venha gerar renda. Sobre a usina flex piloto e industrial, já conversamos, o empresário que quiser construir uma usina, pode construir em uma terra indígena, e isso implica que este imóvel é da União. Estamos torcendo para que produzam a batata, o etanol”, conta General Franklimberg.

O presidente da Funai acrescenta que a usina em território indígena poderá contar com financiamento de instituições bancárias como BNDES ou Fundo da Amazônia. Ele esclarece que para que essa ideia seja viabilizada é necessária uma articulação junto a Procuradoria Federal Especializada e que mesmo que haja algum fundo para investir é preciso legalizar junto à este órgão.

Para Delegado Claudinei, o encontro foi bastante relevante, principalmente por Mato Grosso ser sexto estado com a maior população indígena no Brasil, sendo mais de 40 mil índios. Em relação ao projeto de lei que o parlamentar propõe atualmente, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), sobre a criação do selo Etanol Social, ele reconhece que o sistema de usina flex beneficiará a agricultura familiar na matriz energética. “Estender essa oportunidade para os indígenas que buscam ter a sua autonomia e independência financeira é de suma importância. O presidente da Funai esclareceu todos os trâmites precisos, desde financiamento até legalização junto à procuradoria federal. Utilizar fontes alternativas como batata-doce é uma inovação tecnológica que desenvolve uma plantação ecologicamente correta com a produção do etanol”, pontua Claudinei.

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Estiveram na reunião Eliete Touta que é funcionária da Funai na Coordenação Técnica Local de Barra do Corda (MA), a assistente técnica da assessoria da Presidência da Funai Hilda Araújo Azevedo, o pesquisador e idealizador do projeto Etanol Social em Mato Grosso Aldo Marcos Silva, a advogada na área de políticas públicas Mônica Maria Holanda Vasconcelos e o empresário Paulo César Lima que foi responsável por conduzir a comitiva dos indígenas para o encontro.

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