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Mato Grosso registrou em média 17 pedidos de medidas protetivas por dia

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Mato Grosso registrou em média 17 pedidos diários de medidas protetivas. A ferramenta é utilizada para proteção das mulheres vítimas de violência. Dados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso revelam que em 2019 foram concedidas 6,3 mil medidas protetivas em todo o Estado. Comparado com ano de 2018, quando foram 5,6 mil pedidos, foi registrado crescimento de 11% nas medidas protetivas. Em 2017 foram 5,4 mil pedidos.

As medidas protetivas foram instituídas em 2016 com a Lei Maria da Penha e visam principalmente proteger mulheres, vítimas de violência familiar e doméstica de serem agredidas novamente. Ela obriga determinadas condutas por parte do agressor, sendo a prin cipal delas a proibição do acusado de aproximar-se da vítima. É nesta ferramenta que muitas mulheres encontram mais segurança para uma nova vida.

P.A.S, 32, é mãe de 3 filhas e conta que num relacionamento de 13 anos as agressões eram rotineiras. No começo afirma que não entendia os xingamentos e menosprezos como agressão. Em seguida começaram os empurrões, espancamento e ameaças de morte. Ela frisa que continuar no ciclo de violência era motivado pela dependência financeira e até mesmo pelos “arrependimentos” do ex-companheiro. O basta foi quando apanhou ao ponto de desmaiar e decidiu denunciar. “Acordei para realidade e vi que minha vida estava em risco, assim como a das minhas filhas. Hoje vejo a medida protetiva como minha garantia de segurança e não abriria mão por nada”, diz.

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Apesar da superação de P.A.S a realidade de muitas mulheres ainda não é de basta, o ciclo da violência continua em muitos lares. Promotora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, que atua na 16ª Promotoria Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Cuiabá diz que, a maior dificuldade é que muitas mulheres ainda não se reconhecem como vítimas. As denúncias não ocorrem por fatores como medo, dependência financeira, mas a promotora reforça que o maior empecilho ainda é não reconhecer o ciclo de violência. Tanto que, segundo Elisamara, há casos de que as mulheres acabam voltando para o agressor, a violência continua e resultam até em casos de feminicídio.

“Temos dificuldade de que as mulheres entendam a gravidade da situação vivenciada. Mas é só reconhecendo como uma vítima é que ela consegue sair do ciclo da violência”, ressalta Elisamara Portela.

Coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria Pública, Rosana Leite afirma que Mato Grosso está caminhando positivamente com ações e políticas públicas no enfrentamento à violência contra as mulheres. Ela frisa que os registros de ocorrências estão estagnados, sem aumento ou diminuição. “Mas, precisamos de muito mais. O combate para que a violência venha a diminuir merece mais ações efetivas”, ressalta.

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GD

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Ministro critica Pedro Taques por embargo à obra de hidrovia

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O ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, criticou o ex-governador Pedro Taques (PSDB), que segundo ele, como membro do Ministério Público Federal (MPF) de ter ajuízado uma ação para bloquear a realização de obra que beneficiaria a hidrovia Paraguai/Paraná, e depois como governador de Mato Grosso ter cobrado da União a realização da obra.

Em sua defesa, Taques diz que a ação já tem 16 anos e que não foi contra a obras, mas que buscou a realização cumprindo todos os deveres que regem a legislação ambiental. Taques disse que o ministro está mal informado ou mentindo ao fazer as afirmações.

O vídeo com a crítica do ministro está disponível na página Bolsonaro Apoiadores MT (@BolsonarooMT). A postagem não tem a data da gravação do vídeo.

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“A Hidrovia do Paraguai também é outra coisa interessante do Brasil. Você sabe que o Eveteia (Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) da hidrovia foi barrado por uma ação do Ministério Público lá atrás, depois o procurador que entrou com a ação virou governador do estado e daí queria fazer uma intervenção na hidrovia. Mas, disseram que você não poderia nem fazer o estudo, porque o Ministério Público entrou com uma ação e conseguiu na Justiça o bloqueio”, lembrou da conversa com o governador.

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Taques então teria perguntado quem entrou com a ação e ouviu que ele mesmo, como procurador, foi o autor. “Você não estudar hidrovia que é um transporte super eficiente do ponto de vista energético, isso não faz sentido. É aquele negócio de que nada pode, rodovia não pode, hidrovia não pode. O cara era procurar e entrou com a ação, barrou todo o estudo, depois virou governador e quis saber da hidrovia”, disse

A deputada Janaina Riva (MDB), que fez oposição ao governo Taques, curtiu a publicação e comentou “Grande Pedro Taques”.

Em sua defesa, Taques disse respeitar o ministro, destacou que ele é sério e tecnicamente compete. No entanto, no caso em particular, disse que o auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) mente ou está mal informado. “Creio que mal informado, pois a ação é antiga, ajuizada ha mais de 16 anos, não tenho vergonha dela, pois não tenho medo do meu passado, por isso não temo o meu futuro”, destacou.

Destacou que a ação mesmo dizia que o MPF não era contra a construção, mas que pedia respeito a lesgislação ambiental e que isso foi reconhecido pela Justiça Federal. “A ação diz, textualmente, que o MPF e MPE não eram contra a hidrovia, modal de transporte que defendo, e sim que a Constituição e as leis precisavam ser cumpridas. Aliás, foi julgada procedente, em primeiro e segundo graus do Judiciário Federal. Como procurador da República, cumpri o meu dever; como senador, igualmente, busquei resolver a situação dentro do Ibama, Dnit, que tratava de navegação de águas interiores e Ministério dos Transportes”, argumentou.

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Taques disse que como governador de Mato Grosso tratou do caso pedindo o cumprimento das decisões e adequação do projeto pela União. “Tenho o vício de cumprir a lei por onde passo, onde estou, e pra onde me encaminho”, finalizou o ex-governador.

GD

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Energisa: solicitar alteração de carga de energia diminui riscos de acidentes

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Cliente deve informar à concessionária sempre que for demandar mais carga pois assim evita sobrecarga na rede de energia

Alguns cuidados com a rede elétrica são fundamentais para garantir segurança e a qualidade no fornecimento de energia. Uma causa comum para faltas de energia, curtos-circuitos e até incêndios em residências, comércios e outras estruturas é a sobrecarga. Para evitar esses transtornos e garantir não só a segurança da população, mas também que não falte energia em sua região, é importante que os clientes informem à Energisa sempre que forem ampliar o consumo de energia.

“O cliente declara uma carga para a concessionária quando pede a ligação de energia e a Energisa disponibiliza a energia conforme a necessidade relatada pelo cliente, de forma a assegurar a qualidade necessária para que os equipamentos listados pelo cliente funcionem. Quando o cliente amplia o seu consumo, comprando mais aparelhos eletroeletrônicos (ar-condicionado, geladeira, etc) é preciso informar a Energisa”, orienta Paulo Teixeira, coordenador de Operação da Energisa Mato Grosso.

Paulo explica que a declaração de carga não tem impacto no valor cobrado na conta de luz. “Informar quais os equipamentos tem em casa não vai aumentar a conta de luz, pois o valor da conta está ligado a quantidade de energia consumida, e a leitura do consumo é feita mensalmente. Portanto, declarar a carga só beneficia o cliente, que terá energia de qualidade em casa.”

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Quando a declaração de carga é realizada de forma parcial ou incorreta, a concessionária não consegue dimensionar a rede de distribuição necessária para o fornecimento de energia, ou seja, não saberá quando o transformador ou a rede estarão sobrecarregados. “É comum, quando há sobrecarga em um transformador, o cliente reclamar do nível de tensão, oscilação ou até provocar a queima do transformador em alguns casos. Enfim, são problemas que podem ser evitados quando a carga está dimensionada corretamente.”

O principal problema causado por uma sobrecarga é colocar em risco as instalações elétricas e consequentemente, as pessoas que estão no local onde há a sobrecarga. “É um risco para a segurança de todos, pois se os cabos e disjuntores estiveram mal dimensionados, podem sofrer aquecimento acarretando em queima ou até incêndio na edificação”, enfatiza Teixeira.

Quando a declaração de carga é feita de forma correta, a Energisa pode fazer o dimensionamento da rede de distribuição (dos transformadores e dos cabos) necessária para atender adequadamente a unidade consumidora, mantendo assim a qualidade da energia recebida e a segurança. “Com a informação correta podemos planejar obras de melhorias e ampliação da rede para adequação. Assim, evitamos que o cliente tenha problema com seus equipamentos ou até mesmo causar um incêndio”, orienta.

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Confira as dicas:

• Sempre que for solicitar uma ligação nova faça a declaração da carga a ser atendida (quantidade de lâmpadas, equipamentos eletrodomésticos, tomadas, etc.), assim a Energisa irá definir a categoria do padrão de entrada. É importante que o cliente informe corretamente todas as cargas, principalmente as que causam perturbações e oscilações no sistema elétrico, como freezers, aparelhos de solda, ar-condicionado, são alguns exemplos;

• No pedido de ligação também é importante o cliente informar se sua solicitação será para atendimento definitivo ou provisório;

• Contrate profissionais habilitados para projetar e construir as instalações elétricas de suas edificações.

Canais de atendimento ao cliente:

• Aplicativo para celular Energisa On (disponível para iOS, Android e Windows Phone) • www.energisa.com.br www.facebook.com/energisa

• Agências de atendimento presencial

• Ouvidoria – 0800 651 111

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