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Estadual

Mato-grossenses trocam quase 300 mil lâmpadas gratuitamente em 2018

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Mais de 60 mil mato-grossenses trocaram lâmpadas incandescentes e fluorescentes por outras de LED em 2018 gratuitamente durante o projeto Nossa Energia, realizado pela Energisa Mato Grosso. No total, 294.226 lâmpadas foram substituídas entre janeiro e dezembro. Além de geraram mais economia de energia elétrica para quem as utiliza, todas são encaminhadas para um descarte ecologicamente correto, evitando uma possível poluição do meio ambiente.

De todas as lâmpadas recolhidas pela Energisa, cerca de 140 mil foram enviadas para uma empresa especializada uma empresa recicladora de lâmpadas em Santa Catarina, que destina e dispõe os resíduos delas conforme estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos. No fim deste processo, a empresa entrega um laudo de reciclagem confirmando que os materiais foram corretamente descartados. As lâmpadas que ainda não foram enviadas terão a destinação feita no início de 2019.

O projeto percorreu 88 cidades, em todas as regiões do Estado, durante os 12 meses deste ano. Atualmente, está parado para recesso. As atividades voltam já em janeiro de 2019, mantendo os serviços de troca de lâmpadas e palestras sobre uso seguro e consciente de energia elétrica. Essa também trouxe números positivos para o Estado.

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“Temos viajado pelo estado com as três unidades móveis (caminhões) procurando por clientes que tenham perfil e queiram se cadastrar na Tarifa Social. Em 2018 tivemos 13.353 cadastrados que se beneficiaram com o desconto na conta de luz. É por resultados como esses, que tragam mais tranquilidade e conforto para nossos clientes, que o projeto Nossa Energia foi criado. É gratificante ver a resposta dos nossos clientes”, avalia Alex Fabiano Souza Silva, analista de Inovação da Energisa Mato Grosso, que acompanha os projetos de Eficiência Energética.

Nossa Energia – O projeto percorre Mato Grosso com três caminhões climatizados e completamente adaptados para se transformarem em uma espécie de laboratório, equipados com tecnologia de ponta, incluindo projeções interativas e a realização de experiências. A lateral do baú do caminhão se expande e se transforma em uma sala de aula/laboratório, com um projetor multimídia, um comparador de lâmpadas incandescente, fluorescente compacta e LED.

O veículo também pode se transformar em um palco, que será usado para as apresentações teatrais. Nestes caminhões acontecem palestras sobre uso econômico e seguro de energia elétrica. Do lado de fora, a equipe do projeto faz a troca de lâmpadas e o cadastro de clientes interessados em ter o benefício dado pelo Governo Federal da Tarifa Social de Energia Elétrica.

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O projeto Nossa Energisa faz parte do Programa Energia Eficiente, da Energisa, seguindo as normas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE).

Assessoria

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Destaque

MPF aciona IPHAN, governo do Estado e prefeitura para tomar providências sobre prédios tombados abandonados em Cáceres

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Ministério Público Federal em Cáceres (MPF/MT) ingressou com Ação Civil Pública (ACP) na Justiça Federal contra o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Estado de Mato Grosso e o Município de Cáceres. A ação objetiva a imposição aos réus da obrigação de planejar e executar uma política pública dirigida ao conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico tombado de Cáceres.

De acordo com a ACP, conforme constata qualquer pessoa que transita pelas ruas centrais de Cáceres, o estado de abandono de inúmeros imóveis localizados na poligonal tombada pelo Iphan e o Estado de Mato Grosso revela a inexistência de uma política pública, isolada ou integrada, de gestão do patrimônio material cacerense. Inclusive a administração municipal de Cáceres tem exposto uma intenção latente de destombar a região central, fomentando na comunidade local a tese de que tombamento seria um atraso para a cidade.

O descaso com o patrimônio cultural cacerense é tão profundo que a administração municipal conseguiu permitir que o prédio do antigo governo municipal fosse atingido por um grave incêndio na manhã do dia 07/10/2015, dia seguinte ao aniversário de 237 anos de fundação de Cáceres. O edifício é uma das obras de maior vulto da região central, e com importância histórica para a sociedade local indiscutível.

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Além disso, o Iphan, estado e município, não conseguem dialogar e estabelecer uma política pública coordenada e integrada de proteção e promoção do conjunto tombado. As atividades de fiscalização realizadas são insuficientes e colocam o bem tombado em risco.

A intervenção urbana se faz necessária, na qual é importante a implementação de um projeto-piloto de recuperação de fachadas, que pudesse ter início em curto espaço de tempo, com o objetivo de incentivar a comunidade a zelar pelo patrimônio edificado.

Há de se reconhecer que diversas ações no campo patrimonial dependem de recursos. No entanto, não se pode admitir que a inexistência de recursos infindáveis possa comprometer a elaboração e implementação de uma política pública no campo da preservação.

Diante disso, o MPF requer que o Iphan, Estado de Mato Grosso e Município de Cáceres instituam um grupo de trabalho integrado e definam uma política pública coordenada de proteção e promoção do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico tombado de Cáceres, contendo as ações de curto, médio longo prazo, pelo menos pelos próximos cinco anos e os meios de formalização da gestão tripartite.

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Por Assessoria/MPF

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Destaque

MPE-MT acompanha investigações para descobrir motivo de mortandade de peixes no Rio Paraguai

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Pescadores encontraram diversos peixes mortos nesse domingo (17) no Rio Paraguai. Os peixes mortos estavam tanto dentro quanto fora do rio.

O Ministério Público Estadual (MPE) monitora a coleta e análise de amostras do Rio Paraguai, na região da APA Nascentes do Rio Paraguai, em Alto Paraguai, a 219 km de Cuiabá, para verificar as causas da mortandade de peixes divulgada nas redes sociais desde esse domingo (17).

Os próprios moradores coletaram água do rio suspeitando que houve contaminação no local e o material deve ser analisado. De acordo com a prefeitura, o abastecimento de água em Alto Paraguai foi suspenso no mesmo dia por conta da contaminação da água.

O que se especula é que a contaminação tenha ocorrido no interior da referida unidade de conservação.

Na ocasião, foram detectados princípios ativos de substâncias para os quais não há limites de segurança previstos no Brasil, tanto para água potável quanto para água superficial, como o Clomazone, Imidacloprido, Propoxur e Tiametoxam.

De acordo com informações da 2ª Promotoria de Justiça de Diamantino, a 229 km de Cuiabá, o relatório técnico foi anexado aos autos das ações civis públicas já propostas, bem como nos recursos interpostos pelo MPE. Atualmente, existem 19 processos em tramitação na 1ª Vara Cível do município sobre o assunto.

Por G1 MT

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