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Ex-campeão dos meio-pesados do UFC, Jon Jones não parece ter desanimado com o fato de que não poderá mais recuperar o cinturão da categoria em sua próxima luta, no dia 23 de abril, em Las Vegas (EUA), já que o atual campeão Daniel Cormier se lesionou e acabou substituído por Ovince St. Preux.

A nova luta será válida apenas pelo cinturão interino, e “Bones” tem mostrado um desempenho impressionante durante os treinamentos, quebrando seus recordes pessoais para chegar em plena forma para o UFC 197.

O lutador postou vídeos com um pouco do treinamento em sua conta no Instagram e comemorou os resultados que vem obtendo.

“Pesando 5 libras (2,26 kg) a menos, saltando 3 polegadas (7,62 cm) a mais em 11 dias. Eu sinto que estou no auge, perfeitamente. Mente, corpo e espírito, todos em harmonia”, escreveu Jones.
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Cáceres e Região

Mês de junho encerra com recuo no valor da cesta básica; tomate baixou de preço

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A Gazeta

Apontamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) detalha que o valor da cesta básica da última semana de junho registrou um recuo de 0,14% se comparado com a semana anterior. Com isso, fechou o mês com total de R$ 694,66. Com o valor atual, os mantimentos considerados essenciais para subsistência de uma família de até 4 pessoas acumulam queda de R$ 5,48 no mês.

Segundo análise do IPF-MT, apesar de 61% dos produtos apresentarem alta no comparativo com a semana anterior, dois produtos se sobressaíram e impulsionaram a queda no valor da cesta básica essa semana, sendo eles o tomate com uma variação de -6,01% e a batata com uma variação de -18,10%.

Para o diretor de Pesquisas do IPF-MT e superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, a queda no valor dos produtos pode estár relacionada com a intensificação de suas safras. “O recuo no valor da batata, pode estar sendo influenciado pela alta oferta do produto no atacado. Já a variação semanal do tomate pode estar relacionada com o intenso ritmo da colheita, o que aumenta a oferta do produto nos mercados”, explicou.

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Já entre os produtos que registraram alta, a manteiga apresentou uma variação de 7,08% no comparativo semanal, com a alta podendo estar associada ao elevado custo da principal matéria–prima, o leite, que também teve crescimento considerável em relação a semana passada, de 5,36%.

“A cadeia de produtos derivados do leite tem apresentado uma crescente em seus preços, o que pode estar associado ao crescimento dos custos de produção”, concluiu Igor Cunha sobre a elevação do preço para produtos lácteos.

A análise do Instituto concluiu, ainda, que apesar de observar os últimos aumentos no preço dos combustíveis, a tendência é de estabilidade para o valor da cesta básica, considerando alguns alimentos que demonstraram altas taxas de queda nas últimas semanas.

 

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Cáceres e Região

Consema analisa hoje licença prévia do porto de Paratudal

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Por – Por Laís Costa
     O Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) de Mato Grosso vai analisar nesta quarta-feira, 29/6, a licença prévia que prevê a criação do porto de Paratudal, em Cáceres. A Associação Sócio Cultural Ambiental Fé e Vida, representada no conselho por Lourival Vasconcelos, pediu vista do processo para estudo dos impactos da possível implantação do que seria o segundo porto no Rio Paraguai, em Mato Grosso.
     Apesar de apresentar mais de cem irregularidades, o Consema já aprovou a licença para o porto de Barranco Vermelho, em janeiro deste ano.

De acordo com o revisor do processo no Consema, entre as diversas irregularidades identificadas, há uma divergência entre o pedido do empreendedor e a licença prévia emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema). O pedido inicial do Termo de Referência requisitava a instalação do Terminal Portuário Paratudal. Já a Sema autorizou o transporte de carga por navegação.

“Instalar não significa construir? A construção de um terminal portuário é diferente da atividade de transporte de cargas. Estas divergências são responsáveis por informações distintas e análises subdimensionadas durante todo o processo de licenciamento”, questiona Vasconcelos.

Para o conselheiro Herman Oliveira, representante do Instituto Caracol no Consema, essa divergência já seria suficiente para indeferir o processo por completo.

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     “Há uma série de estudos com fontes secundárias. Os pesquisadores contratados pela empresa não foram ao local. Também não há o estudo socioambiental, nem de impactos sinérgicos e cumulativos. Isso estava no Termo de Referência. Eles estão licenciando indiretamente a hidrovia”, afirma.

Impactos subdimensionados

Após análise do EIA-Rima relativo ao porto de Paratudal, os conselheiros destacaram a insuficiência de estudos que considerem os impactos socioambientais e culturais se os portos forem instalados na parte mato-grossense do rio Paraguai, principal afluente e mantenedor do Pantanal.

“Os estudos de impacto ambiental elaborados pela empresa apresentam uma metodologia muito frágil e superficial, as áreas diretamente impactadas, bem como a área indiretamente impactada pelo porto, estão subdimensionadas. O empreendedor só considera o impacto direto em 5 Km a partir do porto. Mas as embarcações podem percorrer 670 Km. Como a instalação e o funcionamento das duas unidades portuárias novas em conjunção com o porto de Cáceres já instalado e inoperante, impactarão a dinâmica do rio Paraguai?”, questionam.

Descumprimento da legislação ambiental e da Convenção 169 da OIT

O licenciamento do porto na cidade de Cáceres é objeto de uma Ação Civil Pública do Ministério Público Federal de Cáceres, iniciada em 2020, e foi autorizado em caráter liminar pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Para a Sociedade Fé e Vida, o licenciamento dos portos no leito do rio Paraguai implicaria no funcionamento da hidrovia, sem a devida liberação pelo Ibama.

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     O porto também contraria a recomendação nº 10/2018 do Comitê Nacional das Zonas Úmidas (CNZU), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, que indica restringir esta parte do rio Paraguai para navegação de grande porte.

A Sociedade Fé e Vida, a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras, além das demais organizações que fazem parte do Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad) também denunciam que não houve consulta aos povos que serão impactados diretamente pelos portos, caso sejam construídos.

“A empresa não cumpre o que está disposto na Convenção 169 da OIT. Essa Convenção determina que deve ser realizada a Consulta Livre, Prévia e Informada às comunidades tradicionais sempre que existirem medidas legislativas ou administrativas que as afetem de alguma forma”, explicam.

A sessão do Consema será transmitida pelo canal do YouTube da Sema (https://www.youtube.com/c/SemaMatoGrosso), nesta quarta, 29/6, a partir das 8h30, horário de Mato Grosso.

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