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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

     Depois de se arrastar por mais de oito anos, a Justiça, em Cáceres, finalmente, conclui que a vereadora Valdeníria Dutra Ferreira (PSB) é inocente no caso em que ela teria, supostamente, beneficiado a ex-assessora Ana Paula da Costa Batista, na Câmara Municipal.

     O caso em que ficou conhecido à época como “Rachadinha” ocorreu no decorrer do ano de 2013. À denúncia foi promovida pelo Ministério Público Estadual (MPE) que sustentava a incompatibilidade de horário de trabalho da servidora, com o de assessora da Câmara.

     O MPE afirmou na ocasião que estava “evidenciado a incompatibilidade de horário para o exercício do cargo em comissão” porque a ex-assessora também era servidora do Hospital Regional – no mesmo horário – e prestava curso de Enfermagem, no período noturno, em São José dos IV Marcos

     Na decisão datada de 09 de maio, a juíza Célia Regina Vidotti, determinou a extinção do processo movido pelo MPE por concluir que não ficou comprovado que as requeridas Ana Paula (assessora) e Valdeníria Ferreira (vereadora) praticaram quaisquer ilegalidades.

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     “Considerando as provas coligidas aos autos e a situação fática demonstrada pela prova testemunhal, conclui-se que não ficou comprovado que as requeridas tinham conhecimento da ilegalidade da conduta e tenham agido, conscientemente, de forma desonesta ou com má fé”.

     Além disso, diz a magistrada na decisão: “não há prova que a requerida Valdeníria teria nomeado a requerida assessora Ana Paula Batista para o exercício do cargo com intuito de ofender os princípios da administração pública e causar danos ao erário”.

     A vereadora Valdeníria disse que já esperava por esse resultado por ter consciência de que em momento algum praticou rachadinha. “Foram momentos difíceis na minha vida, na vida da minha família. Dói muito ser acusada de uma coisa que a gente não fez. Mas, sempre confie eu Deus e na justiça. E, o resultado é esse”.

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Cáceres e Região

Prefeitura anuncia inscrições para os jogos de praia do 39º FIPE

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Por – Esdras Crepaldi

A Praia do Daveron é um lugar especial da Baia de Cáceres. Um dos cartões de visita da cidade, local de lazer muito frequentado pela população cacerense. Banhos, pescarias, atividades físicas e jogos, fazem parte do cotidiano deste maravilhoso complexo.

Todos os anos, os jogos de praia, inseridos na programação oficial do Festival Internacional de Pesca Esportiva, acontecem ali e movimentam ainda mais o FIPE. Com um colorido todo especial, atletas e banhistas se misturam e lotam as areias da praia.

Este ano, mais uma vez, a Secretaria de Esportes, parceira do Festival, preparou uma grande programação esportiva para o espaço.

O Coordenador de Esportes Cristiano Neves, anunciou que a partir desta terça-feira, 28/06, as inscrições para as modalidades de vôlei de praia, hand beach, futebol de areia e beach tênis masculino e feminino, e futevôlei masculino e misto, podem ser feitas na sede da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, na Prefeitura de Cáceres.

“Façam suas inscrições, teremos premiações em dinheiro, troféus e medalhas”, incentivou Cristiano.

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Já o secretário de Turismo, Cláudio Henrique Donatoni, disse que os jogos de areia dão vida ao FIPE, movimentam a praia do Daveron  e esquentam ainda mais as emoções do Festival de Pesca.

“O FIPE integra todas as secretarias da prefeitura e proporciona diversas atividades esportivas, culturais e ambientais. Os jogos de praia estão inseridos na programação oficial do evento. Agradeço toda equipe da Secretaria de Esportes e Lazer pela parceria e coordenação desses jogos”, reconheceu Cláudio Henrique.

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Cáceres e Região

Brasil já tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos e imunologista dá dicas de como se prevenir da doença

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Da Redação
     Depois da pandemia da COVID-19, o mundo entra em alerta mais uma vez. A Monkeypox, ou varíola dos macacos, já tem casos confirmados em mais de 30 países. Aqui no Brasil, 17 pessoas testaram positivo para a doença.     A varíola dos macacos não é uma doença nova. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com o animal, com humano infectado ou com material corporal humano com o vírus. Portanto, contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados ajudam a transmissão.      As lesões se iniciam pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo e genital, formando erupções cutâneas e bolhas com pus. A transmissão só termina quando a crosta desaparece. Além das lesões, a doença gera sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.     “Já temos vários casos confirmados no Brasil. É importante ficar atento aos sintomas e às lesões, que começam no rosto. O isolamento deve ser imediato, assim como o mapeamento das pessoas que tiveram contato com o doente. A liberação do paciente só pode acontecer após o desaparecimento das lesões”, explica Luiz Werber-Bandeira, imunologista/alergista e docente do IDOMED.

Patrícia Belarmino

(67) 9 9221-3227
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