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Justiça afasta tabeliães na Baixada e nomeia interventor judicial

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O dono do cartório, envolvido em fraudes documentais, tendo sido preso em 2003, pode perder a concessão e a justiça abrirá concurso para serviços notariais na cidade

Após diversas denúncias contra o tabelião do 1º e 2º ofícios de Poconè, Aloysio Rodrigues do Prado, e seu representante, o cartorário Odinarte Maciel de Oliveira,  o juízo da comarca de Poconé , com orientação da Corregedoria Geral de Justiça, determinou afastamento, por meio de duas liminares, do tabelião e sua filha , a substituta  Elisângela do Prado Amaral , por 90 dias podendo ser prorrogado por mais 30 dias .

Os dois cartórios, um cuidando de registros imobiliários, escrituras, averbações, hipotecas, e o outro trabalhando com protestos, lavratura de partilhas, paternidades – estão envolvidos desde 2003 com denúncias de fraudes e falsificação de documentos, o que levou a Corregedoria abrir sindicâncias desde 2014 e última agora em 2019, simples comprovação em consulta no sítio do TJ/MT.

Em 2003 a polícia civil prendeu Aloysio Prado e mais cinco pessoas, sob a acusação de formação de quadrilha, falsidade ideológica e esbulho possessório (invasão de terras). Todas as prisões foram determinadas pelo juiz João Mena Barreto, da comarca de Diamantino, em setembro. A partir daí, como as prisões e a atuação criminosa dos cartórios foram consideradas graves a ponto do juízo de Poconé defeito duas liminares e nomear a intervenção judicial , determinando auditoria judicial trabalham para reunir ainda mais documentos para afastar os dois dos serviços notariais e abrir  oportunidades em concursos para que as atividades continuem.

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No ano retrasado chegaram à Corregedoria a denúncia de que o os cartórios atestavam e reconheciam cópias de documentos e outras documentos sem os originais, sendo o próprio promotor de justiça da cidade o declarante que constatou a Fraude.

A Caixa Econômica Federal (CEF) também interpelou judicialmente o dono dos cartórios e seu tabelião pois os mesmos liberaram hipotecas e deram encaminhamento a processos sem os trâmites, documentos e autorização documental da instituição bancárias. Esse procedimentos vinha acontecendo normalmente, mas a justiça determinou nova intervenção.

Nos final da intervenção, o juízo decidirá pela substituição definitiva do tabelionato ou não, mas a projeção é q de que Aloysio perderá a concessão, até porque outras denúncias tramitam na justiça e o interventor que trabalha atualmente ainda fará seu relatório e encaminhará ao juiz diretor do foro com cópia para Corregedoria . Ainda em 2018 houve correção extraordinária determinada pelo CNJ no qual foi constatado ainda várias omissões. Na liminares o juízo manda recolher todas as senhas , bloqueio de contas bancárias e profunda análise na documentação apontada como possível fraude documental.

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Por Jorge Maciel

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De janeiro a junho, 181 mulheres são vítimas de estupro em MT

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Dados fazem parte de um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT). São contabilizados os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

De janeiro a junho deste ano, 181 mulheres foram vítimas de estupro em Mato Grosso, segundo um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT), nesta terça-feira (16). São contabilizados na listagem os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

Em comparação do mesmo período do ano passado, quando foram registrados 196 casos, o número de registros diminuiu 8%.

De acordo com o levantamento, o número de vítimas meninas menores de 18 anos de idade diminuiu. Esse ano foram registrados 93 casos. Em contrapartida, 143 registros foram feitos no ano passado.

Essa classificação de faixa etária engloba os sexos feminino e masculino.

No primeiro semestre, Mato Grosso registrou 659 casos. No mesmo período do ano passado, 683 registros foram feitos.

Por G1 MT

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Cachorros salvam homem atacado por onça

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Um homem de 58 anos foi salvo por 5 cachorros de estimação ao ser atacado por uma onça-pintada em uma fazenda de Porto Murtinho, a 440 km de Campo Grande.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque foi no último domingo (14) e a vítima precisou de atendimento médico por conta dos ferimentos. Conforme a ocorrência, o homem levou uma mordida e um tapa do animal na região das costas, o que causou vários arranhões.

Segundo a corporação, o homem foi verificar um mau cheiro em uma mata, acompanhado de seus cães. Ao chegar ao local, constatou que tratava-se de um animal morto, e neste momento, foi atacado pela onça. Os cães começaram a latir e partiram para cima da onça, assustando-a, e ela fugiu.

Segundo o coronel Queiroz da Polícia Militar Ambiental (PMA), em duas outras ocasiões, funcionários de fazenda foram verificar mau cheiro e foram atacados por onças também, porque especialmente a onça pintada costuma defender seu alimento.

“Ela mata a presa, depois fica se alimentando e vigiando essa carne. Essa é uma das formas em que ela pode atacar o ser humano. A onça não encara um ser humano adulto como presa, ela tende a se afastar, mas para defender seu alimento ou seus filhotes ela ataca”, explica.

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De acordo com os bombeiros, o homem foi levado para o hospital da cidade. Ele foi atendido e liberado no mesmo dia. O G1 tentou contato com a vítima, mas até a publicação desta reportagem as ligações não foram atendidas.

fonte: G1

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