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Julianne Moore revela que foi demitida do filme “Poderia me Perdoar?”

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Julianne Moore provou que é gente como a gente mesmo. A atriz revelou que foi demitida do longa “Poderia me Perdoar?”, em que interpretaria o papel que ficou a cargo de Melissa McCarthy.

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Julianne Moore
Divulgação

Julianne Moore


Em entrevista ao “Watch What Happens Live”, apresentado por Andy Cohen, Julianne Moore deu detalhes do que realmente aconteceu, respondendo a uma pergunta de um fã sobre o filme, já que até outubro de 2018 estava escalada para viver Lee Israel no cinema, personagem que foi presa por forjar cartas de escritores famosos.

“Eu não deixei o filme. Eu fui demitida. Nicole (Holofcener, diretora do longa que, posteriormente entregou a função para Marielle Heller) me demitiu. Ela não estava gostando do que eu estava fazendo com o papel”, disse. Então, o apresentador perguntou se as filmagens já haviam começado.

“Nós só tínhamos ensaiado algumas coisas, estávamos na pré-produção. Eu acho que a ideia que ela tinha da personagem era bem diferente da minha”, explicou.

Melissa McCarthy acabou interpretando a personagem e foi indicada ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Atriz . “Eu não assisti ao filme ainda, porque é meio doloroso para mim. Eu amo Melissa, eu a venero e tenho certeza de que está ótima. Mas foi uma experiência ruim para mim. A única vez que eu fui demitida na vida foi em uma barraca de iogurte, quando tinha 15 anos”, confessou a ruiva.


Julianne ganhou o Oscar em 2016, quando interpretou uma professora que descobre ser portadora do Mal de Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. A estrela levou a estatueta de Melhor Atriz, desbancando nomes como Reese Whiterspoon, que concorreu por “Livre”; Felicity Jones, por “A Teoria de Tudo”; Marion Cotillard, por “Dois Dias, Uma Noite” e Rosamund Pike, por “Garota Exemplar”.

Recentemente, a artista opinou sobre o fato de o filme da Netflix, “Roma”, ter sido indicado ao Oscar 2019 . “Existem dois lados em casa história”, ponderou.

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“Por um lado, mudanças sempre acontecem e nós nos adaptamos. Por outro lado, existem maneiras válidas e lindas de se assistir um filme que estão desaparecendo. Eu acho… nós não queremos a oportunidade de fazer coisas lindas e celebrá-las?”, encerrou Julianne Moore , em entrevista à revista “Variety”.

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‘Quando parei de alisar o cabelo, entendi meu lugar como cidadã negra no Brasil’, diz a cantora Lellê

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Prestes a participar de um filme da Netflix e de série do GNT, ex-integrante do Dream Team do Passinho lança o primeiro single de sua carreira solo RIO — O black power da menina, que até os 14 anos teve o cabelo alisado pela mãe, foi crescendo junto com seu orgulho negro — à medida que entendia quem era e a importância de valorizar suas raízes, a juba aumentava. Agora, sete anos depois, ela aparece mais armada do que nunca no clipe “Mexe a raba”, primeiro single da carreira solo de Lellê, ex-Lellêzinha do Dream Team do Passinho, que será lançado nesta quinta-feira na internet, pelo selo Blacktape, de Preta Gil.

Dirigido por Lellê (em parceria com Jeff), que assina também o roteiro, o vídeo tem um elenco 100% negro, dançando como se não houvesse amanhã. Antes, ela já havia lançado a música  “Nega braba” para o filme “Correndo atrás”, de Jeferson De. Era ela essa nega braba?

— A letra é o resumo da minha vida: sou favelada, quero dançar funk e tenho orgulho das minhas raízes. Coloquei minha história ali porque as nossas histórias ( da mulher negra no B rasil) são parecidas mesmo. A partir da música, ganhei o apelido. A nega braba é foda, não aceita certas coisas. Sou a nega braba, sim, pela minha história, meu caráter.

Voltando ao cabelo, hoje cada vez mais black, Lellê diz que ele teve papel fundamental na construção da sua autoestima como mulher negra.

— Eu não conhecia meu cabelo. Quando eu era criança, o cabelo natural do negro, o volume, não era considerados legal, aceito. Sempre senti que faltava algo em mim, não me encontrava porque me anulava. — recorda. — A partir do meu cabelo, brincando com ele, comecei a entender o meu lugar como cidadã negra no Brasil. Ao abandonar a química, passei a me olhar e aquilo me deu horizonte. Nunca tinha tido aquela sensação,bom que foi bem cedo.

ascida na Praça Seca, criada pela mãe manicure (o pai morreu quando ela tinha sete anos), Alessandra Aires Landin, a Lellê, de 21 anos, aprendeu a dançar lá pelos 6, graças ao irmão de criação, que aprendia os passos nos bailes funks e os ensinava a ela. Foi descoberta numa batalha de passinho e escolhida para integrar o grupo de dança que a projetou.

Com o primeiro salário, comprou uma geladeira para a mãe e outra para a avó. Ganhou papel em “Malhação”, fez comercial com o cantor colombiano Maluma e cantou com Alicia Keys no Rock in Rio 2017. Agora, ela fará seu próprio show no Palco Sunset (é a atração de abertura). “Vou cantar ‘Proud Mary”, de Tina Turner, e homenagear artistas negros que influenciaram a minha carreira e a minha vida”, conta.

Ela também vai atuar no filme da Netflix “Ricos de amor”, de Bruno Garotti (o mesmo de “Cinderela pop”) e, em agosto, estará em “Autênticas”, série do GNT sobre os bastidores da vida de vários artistas.

Nesta entrevista, ela fala também sobre a mudança de nome e mais sobre.

Maria Fortuna/ Globo

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Bruna Marquezine celebra Dia dos Namorados em jantar dos solteiros

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A atriz reuniu amigos solteiros para um jantar nesta noite do Dia dos Namorados em São Paulo

Depois de passar o dia fotografando para uma campanha em São Paulo, Bruna Marquezine reuniu amigos para um jantar dos solteiros. A atriz e seus amigos escolheram fondue para a noite do Dia dos Namorados

Entre os integrantes do grupo está João Figueiredo, que viajou com a atriz para a África em março. “Nunca mais chamo esses solteiros pra comemorar o Dia dos Namorados”, brincou a atriz ao mostrar um vídeo do grupo cantando no restaurante. “Que vergonha”, divertiu-se (veja vídeos abaixo).

Bruna está solteira desde o fim de seu namoro com Neymar, em outubro de 2018.

Redação Marie Claire

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