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Mulher

Jovem recebe vídeos pornôs do namorado para “aprender” a ser boa de cama

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O que você faria se eu parceiro dissesse que você não é boa de cama e ainda mandasse vídeos pornôs para você “aprender” como é que se faz? Uma jovem, de 21 anos, que não quis ser identificada, passou por essa delicada situação e confessa que chorou muito. Ela resolveu expor o caso de forma anônima em um fórum de discussão do Reddit e o tópico deu o que falar.

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A jovem ficou mal quando o namorado disse que ela não era boa de cama e mandou vídeos pornôs para “ensiná-la”
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A jovem ficou mal quando o namorado disse que ela não era boa de cama e mandou vídeos pornôs para “ensiná-la”


Na postagem, a mulher conta o que aconteceu: “Então, hoje nós faríamos sexo e eu fiquei em cima dele, mas ele me disse que ficaria no topo. Fiquei confusa e perguntei por que, já que ele gostava daquela posição. Ele simplesmente virou para mim e disse que, honestamente, eu não era boa de cama ”.

Confusa, a jovem pediu para que o namorado explicasse melhor o que ele estava tentando dizer. “Ele disse que sou muito devagar, que deveria ir mais rápido e que também deveria fazer um show [strip tease] para ele porque é mais divertido dessa forma. Eu apenas disse a ele que não queria mais fazer nada. E, para ser honesta, eu chorei no banheiro por uma hora.”

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Como se não bastasse, o namorado dela resolveu mandar alguns filmes pornôs para “ensiná-la” a como agir no sexo . “Ele me enviou alguns vídeos dizendo: ‘É isso o que eu quis dizer, olha como eles sacodem os cabelos e tem uma boa aparência’. Ele é um idiota e acha que está sendo legal me ‘educando’ sobre o que gosta na cama para que eu possa ser melhor da próxima vez.”

Pornô para “ajudar” a ser boa de cama gera revolta


Muitas pessoas dizem que a jovem deve terminar com esse rapaz que acha que ser boa de cama é simular um filme erótico
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Muitas pessoas dizem que a jovem deve terminar com esse rapaz que acha que ser boa de cama é simular um filme erótico


A publicação da jovem ganhou repercussão na rede social e muitas pessoas resolveram comentar o caso – sendo que a maioria insiste para que ela termine o relacionamento. Uma pessoa comenta: “Ele quer uma fantasia pornô , mas não percebe que essa m*** é tudo uma performance e não a realidade”.

Outra acrescenta: “Ninguém deve fazer você se sentir assim ou chorar por causa do sexo e eu sinto muito por isso ter acontecido”. Mais uma comenta: “Mesmo as estrelas pornô não fazem sexo assim quando estão com pessoas importantes”.

O que ficou claro é que as pessoas ficaram indignadas com o fato do rapaz ter mandado o vídeo pornô como um guia para ser boa de cama . “Eu diria a ele que se ele acha que pornografia representa ‘bom sexo’ , então talvez ele deveria se tornar uma estrela pornô”, escreve um usuário. “O fato do namorado não entender a diferença entre a atuação e a vida real mostra sua inexperiência, imaturidade e egoísmo”, acrescenta outro.

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Mato Grosso

Pediatra do Mato Grosso Saúde orienta mães sobre cuidados com a saúde dos filhos

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Mães de primeira viagem recebem orientações da pediatra do Plano, Natasha Slhessarenko, sobre dúvidas comuns nos primeiros meses de vida do bebê.

Neste domingo (12), comemora-se o Dia das Mães, e a pediatra do Mato Grosso Saúde orienta sobre cuidados com a saúde dos filhos e também das mães de primeira viagem. Para Lucineide Santos, que é atendida pelo Plano há 6 anos, o acompanhamento do obstetra durante as suas duas gestações, e agora dos pediatras aos seus filhos, é fundamental para um bom desempenho da saúde infantil. Elaé mão da Helena, de 4 anos e do Carlos, 2 anos.

“Toda a minha gestação, pré-natal, parto, tudo foi pelo Plano. E agora, o suporte dos pediatras é importante, pois a criança sempre precisa ser atendida, devido a alguma infecção que acaba contraindo, ou até mesmo os exames de rotina”,conta.

Para a pediatra credenciada ao Mato Grosso Saúde, Natasha Slhessarenko, as mães devem ficar mais atentas à saúde das crianças desde o início para evitar as doenças recorrentes da primeira infância. “É muito comum crianças pequenas desencadearem problemas respiratórios como as sinusites, mas também tem as otites, as amigdalites, os resfriados comuns, ou até mesmos as gripes”.

A médica ainda informa que as crianças que vão à creches e escolas estão mais propensas a contrair infecções respiratórias e gastrointestinais, em decorrência do contato com as outras que compartilham o mesmo ambiente.

“As vacinas auxiliam na diminuição desses casos de infecções, mas os cuidados básicos de higiene como evitar encaminhar a criança para a escola ou creche caso estiver gripada ou com febre; sempre lavar as mãos; ao tossir sempre cobrir as vias respiratória com a dobra do cotovelo e não com as mãos, para evitar maior disseminação dos vírus; e manter as vacinas sempre atualizadas”.

Uma orientação importante feita pela Dra. Natasha Slhessarenko é que a mãe jamais ignore a imunização dos seus filhos, que deve ser iniciada o quanto antes, respeitando os períodos das doses, bem como a idade de cada vacina. Outra dúvida frequente é no momento em que a criança deixa de ser criança e passa para a fase da adolescência. E que médico as mães devem procurar? O médico continua sendo o pediatra durante a adolescência?

Natasha informa que nesta fase a criança começa a fazer um desligamento, como se fosse um novo corte do cordão umbilical, que dura até os 10 anos. Depois ele entra na fase de adolescência, que vai até os 19 anos.

“A orientação é que, nessa fase, o adolescente pode ser cuidado pelo pediatra que se sente muito à vontade em continuar atendendo, mas também têm os hebiatras, que tratam dos adolescentes, e tem o clínico da família, que pode ajudar. Então varia muito a relação que o pediatra estabeleceu com essa criança para poder atendê-la”.

O indicado para as meninas, segundo a médica pediatra, é que as meninas comecem a frequentar o ginecologista a partir da menarca, a primeira menstruação. “É extremamente importante que essa menina vá regularmente, pelo menos uma vez no ano, porque no início, assim que começa a vir a menstruação costumam ter os seus ciclos bastante irregulares e com muito sangramento, então é importante o acompanhamento do ginecologista desde essa época. Já os meninos podem ser acompanhados pelos pediatras, pelos hebiatras, médico da família, ou até mesmo o clínico geral”.

Mães de primeira viagem

O nascimento do primeiro filho é sempre um momento de celebração para a mulher e para a família, que receberá esse novo integrante. Mas muitas mães acabam ficando sem um norte e não sabendo como lidar com algumas situações com o primogênito, por ser um mundo novo e cheio de inseguranças.

A Dra. Natasha esclarece que nesse primeiro momento, a mãe deve se manter calma e sempre seguir as orientações do profissional pediatra, para evitar práticas equivocadas, que podem prejudicar a saúde da criança recém nascida.

1) Aleitamento materno 

Os cuidados mais importantes no início da vida são com a alimentação, então essa mãe deve ter muita cautela e não desprezar o aleitamento materno, por ser rico em nutrientes necessários para as crianças e conter todas as necessidades calóricas, energéticas, nutricionais e imunológicas.

“A mãe deve procurar, com todas as forças, amamentar aquela criança, exclusivamente ao seio, e para isso ela também precisa fazer a parte dela, que é a grande ingestão de líquidos, ter uma boa ‘pega’, onde a criança deve pegar todo o mamilo e toda a auréola”, explica.

A médica informa que a criança deve mamar pelo menos 10 minutos em cada seio, e a mãe deve intercalar o seio entre as mamadas. “A partir desse período a criança já começa a ingerir o leite mais nutritivo, rico em gordura, que é o que dá saciedade para a criança e nutrição”.

O aleitamento materno deve ser estimulado, evitando as fórmulas infantis ou outro tipo de leite para não gerar qualquer tipo de implicação no trato digestivo da criança. “É importante evitar esses alimentos que não sejam o leite materno, pois geralmente sua ingestão está ligada a traumas intestinais e, principalmente, alergias, devido a uma alimentação incorreta nos primeiros anos de vida de uma crianças”.

2) Outros alimentos

A introdução de alimentos mais pastosos e sólidos devem acontecer somente depois do sexto mês de vida, até lá, a médica enfatiza apenas o leite materno como única fonte de alimentação. “O ideal é que até o sexto mês se alimente exclusivamente do leite materno, não precisa dar nem água para elas, mesmo aqui em Cuiabá, que é um lugar quente, então, e somente, o leite materno substitui tudo o que a criança precisa”.

3) Hora do banho

O banho nas crianças recém-nascidas deve ser dado apenas uma vez no dia, segundo a médica. “Na hora do banho, o quarto deve estar fechado, a água não pode estar muito quente, então, é preciso testar a temperatura da água, e muito cuidado, pois a criança pode se afogar”, explica.

4) Importância do arroto da criança  

Esse cuidado vai além do que muitos pensam, já que o procedimento, somado à uma correta posição ao colocar a criança no berço para dormir, pode evitar, o que o especialistas chamam, de Síndrome da Morte Súbita – quando os bebês se afogam, principalmente, com o regurgito.

“É ideal sempre colocar a criança para arrotar, e na hora do sono do bebê, sempre deitá-lo com a barriga para cima, ou de lado, nunca de barriga para baixo, porque isso aumenta mais risco da criança vomitar e broncoaspirar esse líquido”, alertou a especialista em cuidado com a criança.

5) Visitas em casa? Melhor evitar.

Após o nascimento, os recém-nascidos não têm todos os tipos de anticorpos, então, as crianças devem evitar sair de casa, e até mesmo receber visitas dos familiares antes do início do esquema vacinal.

“Embora a mãe transfira grande quantidade de anticorpo para a criança, por meio da placenta, é ideal que a criança pequena fique em casa, evitando receber muita visita e saindo para locais com muita circulação de pessoas e ambientes fechados, como shoppings. Essas atitudes fazem com que as infecções transmitidas às crianças sejam minimizadas antes do início das vacinações”, orienta a Dr. Natasha.

6) Hora do médico 

O nosso contato com as rotinas médicas começam muito rápido. A Dra. Natasha orienta que, logo na primeira semana de vida da criança, a mãe procure um pediatra para os acompanhamentos da saúde do recém-nascido.

“As mães devem procurar um pediatra tão logo completem uma semana de vida, pois quando a criança nasce a criança perde de 7 a 10% do seu peso e isso se recupera a partir do décimo dia de nascimento, e isso o pediatra é quem deve acompanhar, além dos exames de rotina que, por ventura, possa necessitar”.

7) Exames importantes 

Alguns exames são obrigatórios para todas as crianças nascidas no território nacional, entre eles o mais conhecido: o exame do pezinho. “O teste do pezinho é uma triagem importante, pois faz um diagnóstico de uma série de doenças como hipotiroidismo, da fenilcetonúria, deficiência de biotinidase, hemoglobinopatias, mucoviscidose. Outros exames importantes são o da orelhinha, onde é feita a examinação da acuidade auditiva; o do coraçãozinho, para avaliação de má formação cardíaca e o teste do olhinho, para avaliar a transparência em todas as câmaras oculares deste recém-nascido”.

Sobre o Plano de Saúde

Para a presidente do Mato Grosso Saúde, Thalita Coutinho, o Plano promove grande encontro da necessidade da mulher com esses momento tão especial.

“Procuramos sempre promover o melhor para as nossas beneficiárias, em especial às nossas gestantes, pois sabemos das necessidades que elas encontram e ampará-las é fundamental. Inclusive ampliamos os nossos prestadores, agora temos um pronto atendimento (PA) 24 horas exclusivo para obstetrícia, no Hospital Santa Helena, o Hospital Complexo Hospitalar de Cuiabá e o Hospital Santa Rita também são capacitados para receber essas gestantes. As gestantes e os seus filhos podem contar com toda a nossa rede especializada, como clínicas, laboratórios e médicos especializados”.

Natasha Slhessarenko é credenciada ao Mato Grosso Saúde e atende os beneficiários do Plano na Clínica Vida Diagnóstico e Saúde, em Várzea Grande. Para conferir esse e os demais especialistas conveniados, acesse o site (www.matogrossosaude.mt.gov.br), ou o Aplicativo MT Cidadão, disponível para Android e iOS. Lá está disponível o documento completo com o Guia Médico.

Da Assessoria

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Mulher

Afinação perfeita: massagem sonora é ideal para realinhar as energias

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Baseado na musicoterapia, o Spa Pandora, do Unique Garden, desenvolveu a Terapia Sonora.

Você consegue imaginar uma massagem em que ninguém toca em você? Na verdade, a terapeuta toca “para” você! É em uma sala equipada com uma mesa lira e tubos sonoros que acontece a Terapia Sonora. O objetivo do tratamento é alinhar o corpo com a vibração dos instrumentos – que, de fato, reverberam seus sons no corpo.

A terapeuta Verena Koch Garcia, do Spa Pandora do Unique Garden, em Mariporã, lembra que a música reflete diretamente na molécula de água. E como o corpo é feito de 70% de água, o som ajuda a reorganizar todo o campo. “Quando uma pessoa chega com alguma dor, algum desequilíbrio, significa que ela saiu de sua frequência. A ideia da terapia é fazer com que o corpo – físico, mental, energético e emocional – volte para sua frequência inicial”, diz Verena.

A Terapia Sonora desenvolvida pela equipe do Unique utiliza uma afinação única. A mesa lira (monochord table) tem todas as suas cordas afinadas em ré e, quando vibra, cria um campo sonoro exatamente nesta nota. O tratamento é baseado na teoria de que o corpo saudável vibra em um som próximo ao ré – a nota do mantra ‘om’, e a pessoa recebe essa vibração direta, deitada sobre a mesa.

A sessão também conta com o toque de tubos musicais, que ressoam em notas específicas e complementam a paisagem sonora para o alinhamento. “É claro que cada um tem a sua própria afinação, sua nota. E dentro da sua própria nota, cada um está afinado à sua maneira. O principal objetivo é que, com tanta movimentação de energia na vida, você consiga sempre voltar para a sua própria nota, onde você se reconhece.E assim a terapia conta com a ajuda de instrumentos musicais por frequência.

Verena explica que a vibração, além de alinhar as frequências, ajuda na conscientização do corpo. “Como não há toque, a mente tem dificuldade de se relacionar com algo que não sente. Isso aumenta a possibilidade da pessoa se distrair, dispersar. Sentir a vibração no corpo ajuda a manter a presença”.

por PAOLA DEODORO/ Marie Claire

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