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Jeep Renegade x VW T-Cross:  novato chega ditando novos paradigmas

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VW T-Cross é bem mais baixo que o rival Jeep Renegade, o que lhe confere uma pegada de hatch ao dirigir
Caue Lira/iG

VW T-Cross é bem mais baixo que o rival Jeep Renegade, o que lhe confere uma pegada de hatch ao dirigir

O novo VW T-Cross ainda está em pré-venda, mas já enfrenta o primeiro rival que apareceu na redação de iG Carros, o Jeep Renegade. Nesse primeiro momento, não tivemos como escolher as versões do comparativo. Mas, por coincidência, nos deparamos com duas que têm quase o mesmo preço: a Highline, com todos os opcionais, do T-Cross (R$ 126.490) e a Longitude, a diesel ,do Renegade (R$ 125.4900).

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Mais uma vez, ficou claro que é importante saber bem qual versão escolher na hora de levar um carro para casa. O VW T-Cross demonstrou ter várias qualidades, mas a totalmente equipada não é a que mais vale a pena. Vem com som de alta-fidelidade da Beats, sistema que faz baliza sozinho na hora de estacionar, teto solar panorâmico, entre outros itens que encarecem o preço e não fazem parte do que realmente chama atenção no carro.

O que se destaca mesmo no VW é o bom acerto não apenas da parte estrutural, mas também do conjunto mecânico. Não é à toa que a marca alemã resolveu deixar de produzir as versões 1.0 e 1.4 turbo do Golf, que agora terá apenas o esportivo GTI. O T-Cross consegue manter a mesma pegada de um hatch médio tanto nas curvas quanto em retas, sempre transmitindo segurança.

 No Renegade Longitude a diesel o ajuste não favorece tanto quem gosta de dirigir, uma vez que tem centro de gravidade mais alto e maior área frontal corrigida (0,95 m2 ante 0,84 m2 do T-Cross). Em contrapartida, o motor turbodiesel garante um ganho de força mais linear, partindo das primeiras marcações do contagiros. São nada despresíveis 35,7 kgfm a 1.750 rpm, ante 25,5 a 1.500 rpm do T-Cross.

Boa tocada no VW T-Cross


VW T-Cross  tem boa  dinâmica em qualquer situação e sem prejudicar o conforto e a valentia ao passar por obstáculos
Divulgação

VW T-Cross tem boa dinâmica em qualquer situação e sem prejudicar o conforto e a valentia ao passar por obstáculos

 Entretanto, o Volkswagen consegue acelerar de 0 a 100 km/h mais rápido (8,7 segundos contra 9,9 s do Renegade) e ganhar mais velocidade (198 km/h ante 190 km/h do Jeep). Outra vantagem do T-Cross é que conseguiram aliar boa estabilidade com valentia em enfrentar obstáculos urbanos pelo caminho, como valetas e lombadas. Portanto, atingiram o melhor de dois mundos no VW, que pode vir com rodas de aro 17 montadas em pneus 205/55R 17 ante 225/55R 18 do Jeep.

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Claro que o nível de conforto no VW T-Cross também é maior por uma série de fatores. Já começa com o ruído menor do motor 1.4 turbo flex na comparação com o 2.0 turbodiesel. Depois, por causa da suspensão do VW, que consegue absorver as irregularidades do piso um pouco melhor que o Jeep, que sempre foi conhecido por ter um bom ajuste mas que agora é superado pelo T-Cross.

Com motor turbodiesel e tanque maior (60 l ante 52 l do VW), o Renegade poderia ter a vantagem de ter mais autonomia na estrada, mas ambos se equivalem. O Jeep pode chegar a 690 km, teoricamente, levando em conta os 11,5 km/l divulgados pelo Inmetro. No VW T-Cross, com gasolina, chega-se a 686 km, considerando os 13,2 km/l de consumo rodoviário. Na cidade, se for usar o derivado do petróleo, o T-Cross gasta menos (11 km/l, ante 9,4 km/l do Renegade).


Entre os opcionais do VW T-Cross 2019, destaque para a tela touchscreen de oito polegadas
Divulgação

Entre os opcionais do VW T-Cross 2019, destaque para a tela touchscreen de oito polegadas

No quesito ergonomia, o VW T-Cross passa a dar outra prova de que veio para estabelecer novos padrões no segmento de SUVs compactos .  Na versão avaliada, o carro veio com cluster digital e configurável, central multimídia de última geração com tela de alta resolução e fácil de ser usada, alavanca de câmbio em que as marchas aparecem no topo, facilitando a visualização, mesmo à noite. O que destoa do conjunto é a alavanca do freio de estacionamento convencional no lugar do botão eletrônico, como no Renegade. 

No Jeep foi mantido o mesmo volante com 18 botões, inclusive atrás do aro, o que o torna um pouco confuso de ser usado. Além disso, a central multimídia não é tão intuitiva de ser usada quando a do T-Cross e o do Renegade interior continua quase o mesmo desde o lançamento, há quatro anos.  Contudo, há pontos interessantes, como o porta-objetos debaixo do assento dianteiro do passageiro e os easter eggs no cantos do para-brisa.

Quando o assunto é espaço interno, há algumas ressalvas em ambos os SUVs. No VW T-Cross, quem vai sentado no centro do banco traseiro fica incomodado pelo assento um pouco mais alto e pela parte do console central que pode esbarrar nos joelhos. No Renegade, há um pouco mais de conforto para quem vai atrás. E falta área de carga no porta-malas nos dois:  320 litros no Jeep e 373 no VW, ligeiramente maior, mas abaixo do ideal.

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Jeep Renegade mantém o mesmo padrão há 4 anos e passa a ter a central multimídia do Compass
Divulgação

Jeep Renegade mantém o mesmo padrão há 4 anos e passa a ter a central multimídia do Compass

E no capítulo equipamentos dos dois utilitários esportivos vale destacar que os dois contam com ancoratem ISOFIX para cadeiras infantis, ar-condicionado digital, revestimento de couro no interior, conexão USB na frente e atrás, retrovisor fotocrômico, câmera de ré, sensores nos para-choques para ajudar nas manobras, entre outros itens. O VW T-Cross se diferencia pelos itens ligados à parte dinâmica, como a vetorização de torque, que ajuda na estabilidade nas curvas, além de equipamentos sofisticados oferecidos como opcional.




Conclusão

Eficiente, moderno e com dirigibilidade de hatch médio, o VW T-Cross ainda se destaca pelos itens sofisticados com os quais pode vir equipado.  Demorou para chegar ao segmento de SUVs compactos, mas é a referência a ser seguida daqui  em diante. E o Renegade se destaca por ser único a poder ter a combinação de motor a diesel com tração integral, indicado para quem vai mesmo pegar trechos de terra e precisar de bastante força no dia a dia.

Ficha Técnica – Jeep Renegade Longitude 4×4

Preço: a partir de R$ 125.490

Motor:  2.0, quatro cilindros, flex

Potência:  170 cv  a 3.750 rpm

Torque:  35,7 a 1.750 rpm

Transmissão:  Automático, nove marchas , tração integral

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / sólidos (traseiros)

Pneus:  225/55 R18

Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,70 m (largura) / 1,72 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 60 litros

Porta-malas: 320 litros 

Consumo gasolina: 9,4 km/l (cidade) / 11,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 9,9 segundos 

Velocidade máxima: 190 km/h 

Ficha Técnica –  VW T-Cross Highline 1.4 turbo

Preço: a partir de R$ 109.990 (R$ 126.490 com todos os opcionais) 

Motor:  1.4, quatro cilindros, flex, turbo

Potência:  150 cv  a 4.500 rpm

Torque:  25,5 kgfm a 1.500 rpm

Transmissão:  Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / sólido (traseiros)

Pneus:  205/55 R17

Dimensões: 4,20 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,57 m (altura), 2,65 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 373 litros 

Consumo gasolina: 7,7 km/l (cidade) / 9,3 km/l (estrada), com etanol e 11,2 cidade e 13,2 km/l na estrada, com gasolina

0 a 100 km/h: 8,7 segundos

Velocidade máxima:  198 km/h    

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Atacado Pantanal lança campanha humanitária e doa alimentos para bolivianos

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O Atacado pantanal, uma empresa de responsabilidade social, com diversas ações em Cáceres, sensibilizado com o incêndio que destruiu o Pantanal Boliviano e diversas propriedades rurais, lançou a campanha “Vamos ajudar os irmão bolivianos” .

As queimadas atingiram mais de 160 mil hectares de terra, imóveis construídos e deixou quase duas mil pessoas em total vulnerabilidade, após perderem bens materiais.

Segundo o gerente do Atacado Pantanal, Thiago Monteiro, a ação visa arrecadar gêneros alimentícios, água, remédios e roupas para os bolivianos.

“Para darmos início neste projeto, entramos em contato com o Prefeito de San Matias, avisando que faríamos uma doação. Entregamos uma grande quantidade de arroz, feijão, farinha, óleo, fubá, macarrão, molhos, ovos e outros gêneros. Os Bolivianos encheram duas camionetes da prefeitura de San Matias. Fizemos a nossa parte”, observou Thiago.

Ele informou ainda que a partir desta segunda-feira o Atacado Pantanal passa a ser um ponto de coleta da campanha e que vão estimular as pessoas a contribuírem coma proposta social e quando tiver outra quantidade significativa, entregarão aos bolivianos.

“Solidariedade não tem fronteiras. Recebemos em nosso estabelecimento um grande número de bolivianos. Esta é uma atitude humanitária. Poderia ser ao contrário e nós precisarmos desta ajuda”, salientou o gerente Thiago.

O Prefeito de San Matias, Fábio Olivares, disse que este é um dos piores momentos históricos que vivem os bolivianos desta faixa de fronteira. “O povo boliviano agradece a doação destes alimentos e a ajuda do Atacado Pantanal e do povo de Cáceres. A Bolívia, através de um periódico de Santa Cruz de La Sierra, tem conhecimento dessa ajuda para San Matias. Muito obrigado”, agradeceu Olivares.

Para as pessoas que quiserem colaborar e fazer suas ofertas, o Atacado Pantanal está com uma caixa identificada no interior da loja.

Por: Esdras Crepaldi

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Nova geração do Hyundai Sonata é revelada e estará no Salão de Nova York

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A oitava geração do Hyundai Sonata foi revelada em algumas imagens, antes do Salão de Nova York, onde será apresentado. O sedã abandona as formas mais conservadoras da geração apresentada há apenas dois anos, com o objetivo de se aproximar mais de um cupê. O sedã tem caimento de teto mais acentuado e visual mais esportivo. A carroceria incorpora o conceito de design que a empresa chama de Sensuous Sportiness. Apesar da revelação, a maioria dos detalhes técnicos ainda não foram divulgados

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O novo Hyundai Sonata busca inspiração no conceito Le Fil Rouge, da edição do ano passado do Salão de Genebra . Até agora, entre as informações que já temos, sabe-se que será 3 centímetros mais baixo, 2,5 cm mais largo e 4,5 centímetros mais comprido do que o atual. Só no entre-eixos, houve um aumento de 3,5 cm. O que se espera com essa mudança nas dimensões é um maior espaço interno e consequentemente mais conforto aos ocupantes.

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Novo design do Hyundai Sonata


Hyundai Sonata agora ares de cupê, conforme a tendência de design com linhas fluidas e que transmitem velocidade
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Hyundai Sonata agora ares de cupê, conforme a tendência de design com linhas fluidas e que transmitem velocidade

A dianteira traz formas repletas de ângulos e vincos, enquanto as tomadas de ar chegam com um contorno cromado. Assim como os novos pára-lamas, que trazem um aplique metálico por toda a lateral e envolve toda a área envidraçada, a grade do radiador também ganhou novo desenho. Além disso, estreia luzes de circulação diurna embutidas nos faróis, que são full led.

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Já o seu interior, recebeu um painel com acabamento bicolor, preto e bege, e detalhes cromados. A primeira foto revelada mostra que console central é equipado com entradas USB, porta-copos, comando que aciona o freio de estacionamento elétrico, e botões para manusear o câmbio. O objetivo da marca ao projetar o ambiente foi, como sempre, de proporcionar design e conforto.

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Outro detalhe ainda não revelado é a motorização da linha 2020. Como referência, o Hyundai Sonata 2019 é vendido com dois motores a combustão: 2.4 aspirado de 185 cv ou 2.0 turbo de 245 cv. Além disso, traz variantes híbridas e híbridas plug-in, com 193 cv e 202 cv. Caso a novidade venha ao Brasil, se encaixaria em um segmento acima de Corolla , Civic e Jetta, mas abaixo de Fusion, Camry, Accord, BMW Série 3 e outros. Antes de ter saído do nosso mercado, posicionava-se abaixo do ‘irmão” maior Hyundai Azera , com o qual a novidade agora veio para dividir espaço.

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