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Brasileirão Série A

Jayme reclama muito da arbitragem: "Hoje ele interferiu no resultado"

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O técnico Jayme de Almeida evitou críticas ao time do Flamengo após o empate por 2 a 2 com a Chapecoense, nesta quarta-feira, em Volta Redonda. O substituto de Muricy Ramalho – afastado desde o último dia 17 – lamentou o controverso pênalti assinalado para a Chape e uma ótima chance desperdiçada por Marcelo Cirino. A expulsão de Everton também foi muito questionada pelo treinador. Em contrapartida, teve humildade ao dizer que também não considerou justa a marcação de uma penalidade favorável ao Fla, nos acréscimos do jogo. Enfim, não engoliu a arbitragem de Diego Almeida Real (RS).

– Fizemos 1 a 0 e aí veio a infelicidade da arbitragem. Antes não marcou falta e depois marcou um pênalti em que o Juan nem encostou no rapaz. E na hora o Juan se machucou. Aí o time realmente sentiu, tinha acabado de fazer o gol e no final ficou aquele jogo. Tentávamos, tentávamos, mas tivemos dificuldades. Virávamos a bola e
tentávamos entrar… Tivemos boa chance com Cirino e podíamos ter virado
o primeiro tempo com 2 a 1, mas infelizmente a bola foi para fora. Era
um jogo complicado, e a gente sabia disso. Não iam aparecer um monte de
oportunidades, mas nas que apareceram uma nós aproveitamos e a outra nós
perdemos. Sofremos um gol que, sinceramente… Têm certas coisas que
não dão para entender… Não vou ficar falando nisso, mas esse pênalti
não existe. Hoje com certeza ele interferiu no resultado da partida – afirmou.

Jayme de Almeida, Flamengo, Flamengo x Chapecoense (Foto: Raphael Zarko/GloboEsporte.com)Jayme de Almeida evitou grandes críticas após o resultado ruim no Raulino (Foto: Raphael Zarko/GloboEsporte.com)

Jayme também explicou por que tirou Vizeu, autor do gol rubro-negro e jogador de muita movimentação no início do duelo. Ao ir esclarecendo suas decisões, chegou à expulsão de Everton, outro erro grave de Diego Real, segundo o treinador.

– Viemos para o segundo tempo tentando trabalhar a bola, o Vizeu estava há muito tempo sem jogar. No intervalo, ele estava falando: “professor, estou me sentindo um pouco cansado”. Aí a gente trocou o Vizeu, trocou também o Emerson, que tava voltando depois de muito tempo. Depois teve a expulsão do Everton. Uma expulsão que também não sei, cara… Não é dizer que a pessoa veio aqui para prejudicar, mas erra muito. E acaba prejudicando a gente, não tem jeito.

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Adversário fechado

A formatação do adversário, que todos nós sabíamos que viria fechado, no
contra-ataque, eles têm jogadores rápidos na frente. Todos sabíamos
disso. Enfim, tínhamos que controlar o jogo, evitar os contra-ataques em
velocidade, e acho que fizemos isso bem no primeiro tempo. Fizemos 1 a 0 e aí veio a infelicidade da arbitragem.

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Erro ao se lançar pela vitória com um a menos

O Paulo salvou duas nossas lá, eles são rápidos no contra-ataque. Com um a menos, acho que bobeamos de querer fazer o segundo gol e abrir um pouco atrás. Aí numa saída de bola errada nossa, o cara bateu uma falta linda, 2 a 1. Aí a pressão fica em cima.

Poupa a equipe pela arbitragem

A gente começou um jogo jogando bem e terminou com a torcida reclamando. É normal, mas esse jogo, do jeito que foi a coisa, não sei se dá para falar muito mal do que aconteceu porque a parte importante da arbitragem. Hoje com certeza ele interferiu no resultado da partida.

Pênalti para o Fla mal marcado

Eu, para te ser bem honesto, também não achei pênalti. Eu sou muito honesto. De onde eu vi, a bola bateu aqui, bateu ali… Isso para mim também não é pênalti, e nós acabamos empatando o jogo.

Mudanças no time e novas queixas

Acho que nosso início foi bom. Tínhamos proposta de ter formação com mais força ofensiva, sabíamos que precisávamos entrar para jogar em cima deles. A troca não foi porque o Gabriel foi mal (contra o Grêmio), mas preferi mexer. Não ia ter Guerrero e Cuéllar. Começamos bem montados. Com 1 a 0 era para dar mais tranquilidade, até pelo momento do Flamengo, com os nervos à flor da pele. Parecia que ali íamos andar, aí veio o pênalti, depois a expulsão, ficou difícil. No final, alguém resolveu nos ajudar depois da sequência de injustiça com a gente.

Chance de virar 2 a 1

Começamos bem e depois tivemos a chance no primeiro tempo. Num jogo desse não aparecem 10 chances. O Felipe Vizeu foi bem, correu muito, lutou, mas no intervalo já estava reclamando, estava muito tempo sem jogar. Botei o Ederson e queria o Sheik para dar mais velocidade. Não dava para ele ficar o jogo todo, pois está há um tempo sem jogar. Mas na hora da expulsão, quebrou totalmente nossa ideia de pressionar mais. Mesmo com 11 contra 11 a ideia era não abrir lá atrás porque eles têm um contra-ataque veloz.

Satisfação à torcida

Estou dando explicação aqui, sendo bem claro. Falei uma coisa para eles no vestiário: eles têm que sair com a consciência de que fizeram o melhor. Do jeito que a coisa aconteceu hoje, não vou dizer que roubou, mas foi muito mal. Cirino sofreu falta na entrada da área, deu pênalti que não foi nada. Depois veio a expulsão do Everton. Não tem sentido, não é desculpa. Continuamos sofrendo, temos que melhorar, é possível ter mais contundência no campo do adversário. No Brasileiro não tem adversário fácil.

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Ponte Preta

Jogo difícil, sempre foi, todo jogo lá é. A Ponte está bem na tabela, e a gente precisa recuperar. Não posso, não aceito, nunca vou aceitar que vamos sair já perdendo. Respeito Ponte, Grêmio… O jogo lá foi igual. Quem joga no Flamengo, não pode ter medo de adversário nenhum. Tentar fazer jogo um pouco melhor. A Ponte não vai jogar tão fechada.

Lesão do Juan

Sentiu a sequência de jogo, foi um problema na coxa. O Dumas é um garoto que não jogava há um tempão. Fico satisfeito de ver numa responsabilidade dessa, não jogava desde o ano passado. Aqui no Flamengo era para ser o último da fila, sabe? Fez uma partida muito boa, muito bacana.

Poucos zagueiros

É um problema seríssimo. Tem Léo, Juan, não sei do César Martins (se voltará a ser relacionado para os jogos), não posso te dar essa informação, temos que procurar solução dentro do plantel, tentar improvisar ou pegar algum do júnior. Não tem muito o que fazer.

Quem pode ser improvisado?

O único que poderia fazer na emergência, pela altura, seria o Arão.

Mancuello na bronca com barração?

Não posso dizer algo que não sei. Cara educado, correto. Estávamos precisando de jogadores para tentar fazer o gol. É jogador de meio-campo, tinha muito bem controlada a marcação. Com a lesão do Juan, tive de fazer mais mudança na defesa.

Vaias para a saída de Vizeu – foi chamado de “burro”.

Ederson já tinha jogado ali, não foi tão bem. Vizeu lutou muito, não tem muita técnica, mas estava bem colocado na área. No segundo tempo, estava sentindo o tempo sem jogar. Estava perdendo força ofensiva e não tinha contundência na área. Ficou mais difícil com a expulsão do Everton.

“Qualquer um que erra é burro”

Num jogo desse qualquer um que erra é burro. Quem chuta a bola errada tem que trocar, quando saiu a expulsão tinha que trocar o Flamengo inteiro. Faz parte, é preciso ter muita calma e sangue frio.

Fonte: Globo Esporte

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Em Minas, Cuiabá perde para o líder Atlético-MG e cai invencibilidade

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A Gazeta

Após 12 jogos sem derrotas fora de casa pelo Campeonato Brasileiro, o Cuiabá perdeu a longa invencibilidade que acumulava na série A para o líder Atlético-MG neste domingo (24), em Belo Horizonte, pela 28ª rodada do Brasileirão. O galo venceu por 2 a 1 e pôs fim a longa série do auriverde sem derrotas longe de casa.

O Dourado continua com 35 pontos, em décimo lugar na tabela de classificação. O Galo, por sua vez, chegou aos 59 tentos e é mais líder do que nunca.

A mil por hora, assim começou o início do jogo entre Cuiabá e Atlético-MG no Mineirão. Logo aos 2 minutos, Nathan Silva, contra, inaugurou o marcador em recuo infeliz para Everton, que viu a bola entrar lentamente no gol. Aos 4, Hulk, dentro da pequena área, deixou tudo igual após jogada ensaiada de escanteio.

O time mineiro conseguiu a virada com Jair, que completou de cabeça para as redes após assistência de Guilherme Arana.

No início da etapa final, Hulk marcou o terceiro para o Atlético, mas o gol foi anulado após a arbitragem pegar um toque de mão do atacante. Daí em diante o Atlético continuou pressionando, mas sempre parando nas defesas seguras do goleiro Walter.

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À medida que o relógio foi passando, o Atlético deixou o Cuiabá mais a vontade para trabalhar com a bola e passou a contar com os contra-ataques. O Dourado martelou, porém não conseguiu criar chances claras de gol.

O próximo compromisso do Cuiabá no campeonato brasileiro é contra o Red Bull Bragantino no dia 1º de novembro, na Arena Pantanal, às 19h30 (de MT.

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Brasileirão Série A

Seleção Brasileira encerra preparação para amistoso contra República Tcheca

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Programa No Mundo da Bola desta segunda-feira (25) também destacou a reta final dos principais campeonatos estaduais do país; ouça na íntegra

O programa No Mundo da Bola desta segunda-feira (25) destacou o amistoso da Seleção Brasileira com a República Tcheca. Waldir Luiz, Márcio Guedes, Bruno Mendes e toda a nossa equipe também analisaram a reta final dos principais campeonatos estaduais do país e as principais notícias do esporte nacional e internacional.

Clique no player e ouça o programa na íntegra:

No Mundo da Bola é transmitido pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, de segunda a sexta-feira, a partir das 17h. Para participar das transmissões, o internauta deve ligar para (21) 2117-6918 ou (21) 2117-6919.

Fale com a equipe de esportes das Rádios EBC pelo e-mail: esporte.radios@ebc.com.br.

Agencia Brasil
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