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Investigados na morte de mulher há 10 anos viram réus na Justiça

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Assessoria | PJC-MT

A Justiça acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual contra seis suspeitos de participação no homicídio de Alessandra de Alcântara Polmann, 33, ocorrido há quase 10 anos, em Cuiabá. A investigação foi realizada pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que encaminhou o inquérito em 11 de setembro ao MP.

A vítima desapareceu no mês de outubro de 2009 e até hoje não teve o corpo localizado. Em minucioso trabalho investigativo, equipes da DHPP conseguiram identificar pessoas envolvidas no desaparecimento da vítima que foram indiciadas no inquérito policial.

Com base nas investigações da Delegacia de Homicídios, o Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra Josué Pires de Camargo, o “Zuel”, Rosinete de Souza, conhecida como “Rose” e Mamedes Gonçalves Pinheiro, o “Fernandinho”.

Todos estão indiciados pelos crimes de homicídio qualificado pelo recurso que impossibilitou a defesa da vítima e para assegurar a impunidade de outros crimes, associação criminosa e fraude processual.

A Justiça também aceitou a denúncia contra outros três indiciados: Delson de Souza, Rejane Catarina Gayva e Izete Botelho Xavier, pelos crimes de associação criminosa, fraude processual e falso testemunho. Os denunciados pelo homicídio e ocultação de cadáver tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas.

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Segundo o delegado que coordenou as investigações, Caio Fernando Álvares de Albuquerque, o trabalho para identificação dos envolvidos e esclarecimento do crime foi extremamente difícil e só foi possível devido ao comprometimento das equipes investigativas.

No relatório final o delegado ponderou que “se o homicida planejou o crime perfeito, escondendo o cadáver, essa ação não deve e não pode em hipótese alguma restar impune. O entendimento de que somente o corpo da vítima é prova hábil a comprovar a materialidade do delito em comento é inadmissível, ultrapassada e retrógrado”.

O delegado parabenizou as equipes dos cartórios B1 e B2, assim como o Núcleo de Inteligência, pelo comprometimento no trabalho difícil e sensível. “Mesmo sem corpo, sem testemunhas, sem confissão, conseguimos, na estrita técnica, demonstrar a responsabilização criminal de cada indiciado. Agradecemos, também, a todo apoio que tivemos das equipes de DHPP”, disse o delegado.

 

 

Fonte: PJC MT
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Policiais civis recebem orientações sobre Nova Lei de Abuso de Autoridade

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Assessoria/PJC-MT

Policiais da Gerência de Operações Especiais da Polícia Judiciária Civil participaram nesta sexta-feira (24.01) de uma palestra sobre a Lei 13.964/2019 – Nova Lei de Abuso de Autoridade. As orientações foram repassadas pelo delegado Marcel Gomes Oliveira, que atua na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá.

O objetivo foi orientar os policiais quanto aos novos tipos penais, e suas consequências, proporcionando conhecimento necessário para a atuação policial e evitando que incorrer em crime previsto na nova lei.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende mulher que tentava transferir veículo utilizando documento falso

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Assessoria | PJC-MT

Uma mulher que usava documento falso para transferir para o seu nome a motocicleta do marido já falecido foi presa em flagrante pela Polícia Judiciária Civil, na quinta-feira (23.01), em ação realizada pela equipe da Divisão Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Sorriso (442 km ao Norte de Cuiabá).

As diligências iniciaram após a equipe da DERF ser acionada pelo cartório do 2º Ofício da Comarca de Sorriso. Segundo as informações, na segunda-feira (20), a mulher compareceu no estabelecimento para fazer o reconhecimento de sua assinatura, porém ao entrarem em contato com cartório de Várzea Grande foi informado que se tratava de uma falsificação.

Também foi informado que o selo de autentificação não foi gerado pelo Cartório de Várzea Grande, como constava no documento de Certificado de Registro de Veículo, apresentado pela suspeita. Ao ser abordada pelos policiais da DERF, a suspeita disse que a motocicleta estava em nome do seu marido, que faleceu há dois anos.

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Ela disse que o veículo estava apreendido e precisava dele para trabalhar e por isso procurou o proprietário de uma autoescola em Matupá que disse que poderia ajudar na liberação do veículo, cobrando R$2,5 mil para “fazer os documentos” e reconhecer firma. Após receber os documentos, a mulher foi orientada a fazer o reconhecimento da assinatura no Cartório de Sorriso, ocasião em que foi descoberta.

Diante da situação, a suspeita foi conduzida a Delegacia de Sorriso, onde após ser interrogada foi autuada em flagrante pelo crime de uso de documento falso. As investigações continuam em andamento para localizar o suspeito de falsificar os documentos.

 

Fonte: PJC MT
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