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Investigação da Polícia Civil leva a operação e descobre crimes ligados a grupo de extermínio

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), cumpriu três mandados de prisão preventiva contra um dos alvos da operação Coverage, realizada na manhã desta quarta-feira (21), pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, Promotoria Militar e DHPP.

Os mandados foram cumpridos concomitantes as prisões efetuadas pelo Gaeco, contra o tenente da Polícia Militar, Cleber de Souza Ferreira, por crimes de homicídios praticados em atividades típicas de grupo de extermínios, vinculados a inquéritos policiais da operação Mercenários, realizada em abril de 2016 pela Polícia Civil de Mato Grosso, que desarticulou uma organização criminosa responsável por homicídios sob encomenda, com fins financeiros, no município de Várzea Grande.

O tenente foi alvo também da operação Assepsia, deflagrada no dia 18 de junho de 2019, pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, para cumprimento de sete  mandados de prisão e 8 ordens de busca e apreensão, relacionadas a investigação sobre a entrada de aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado (GCCO).

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Recentemente, a descoberta de uma pistola 9mm levou a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), a investigar a participação do tenente Cleber de Souza Ferreira, em crimes de homicídios ligados aos inquéritos da operação Mercenários.

A arma foi encaminhada à Perícia Técnica e Identificação Oficial (Politec) pela Polícia Militar, para exame de balística por conta de o tenente ter, em tese, efetuado um disparo de arma durante uma festa junina da Rotam, em 2018. Depois, em 2019, a DHPP pediu perícia em todas as armas calibre 9 mm, que tinham passado pela Politec, nos últimos dois anos, para conexão a eventuais crimes de homicídios.

A  Politec constatou em laudos periciais de balística a utilização da pistola em três homicídios consumados e quatro tentativas de homicídios, ocorridos entre os anos de 2015 e 2016.  

Nessa fase da investigação, a DHPP apurou que a arma pertencia ao tenente Cleber de Souza Ferreira, com registro no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma) na data dos crimes. No entanto, a apuração constatou dificuldade grande de conseguir documentações da procedência da arma.

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Quando da prisão do tenente na operação Assepsia, a GCCO verificou que havia diversas fraudes praticadas pelo tenente com objetivo de dar legalidade a uma arma 9mm, a mesma que foi descoberta recentemente vinculada aos inquéritos da operação Mercenário.

Um dos homicídios ligados a pistola foi contra Elias Venâncio de Farias, morto a tiros no bairro José Carlos Guimarães, em junho de 2015. Os demais crimes, entre tentados e consumados, ocorreram em janeiro de 2016, e todos com apontamentos para uso da pistola.

Diante da descoberta das fraudes, a Polícia Civil comunicou o Ministério Público Militar para as providências cabíveis relacionadas aos militares.

Além do Cleber, a DHPP também cumpriu mandados de prisão contra Claudiomar Garcia de Carvalho e José Edimilson Pires dos Santos, ambos presos desde a primeira fase da operação Mercenários, em 2016.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil inicia treinamento para formação de 21 operadores táticos

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Assessoria | PJC-MT

“Muitos querem, poucos tentam e uma minoria consegue”. A frase é uma referência aos profissionais de segurança que atuam em operações especiais, em razão do grande esforço físico, psicológico e, sobretudo, perseverança, que exige do policial quando se candidata a cursos na área operacional, como o primeiro Curso de Operações Táticas Especiais (COTE), que pela primeira vez é realizado em Mato Grosso.

A capacitação inicia nesta segunda-feira (16.09), para treinamento e formação de 21 policiais dos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia e Minas Gerais.

O curso é uma iniciativa da Polícia Civil, por meio da Gerência de Operações Especiais (GOE) e a Academia da Polícia Civil (Acadepol), com duração de  aproximadamente 60 dias e carga horária de 800 horas/aulas. O certificado será expedido pela Acadepol.

Durante abertura da aula inaugural, ocorrida no Auditório da Polícia Civil, o delegado Marcos Aurélio Veloso e Silva, que é o coordenador geral do Cote, destacou que o curso é resultado de planejamento e espera ao longo de 21 anos, que se materializa neste ano.

“Hoje a Acadepol materializa o último ciclo no campo da instituição. Temos cursos em diversas áreas, de inteligência, investigação e outros operacionais. Realizamos dois Cot (Curso de Operações Táticas) e hoje entramos para o rol dos estados que formam operadores táticos”, disse o delegado, fazendo referência aos 12 estados da federação que já realizaram o curso.

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O delegado Marcos Veloso, assim como os diretores da Polícia Civil, Fernando Vasco, diretor de Atividades Especiais, e Welber Batista, fez referência ao delegado Ramiro Mathias, atual chefe da Gerência de Operações Especiais (Goe), pela determinação e comprometimento à frente da unidade operacional.

O diretor da Acadepol, delegado Welber Batista, também reforçou a importância da capacitação técnica e a larga experiência do delegado Marcos Veloso. “Os policiais que vão para Gerência de Operações Especiais fazem história. Ele está entre um dos melhores profissionais das forças de segurança do Brasil. Esse curso é realmente diferenciado”, afirmou.

Já o diretor de Atividades Especiais, Fernando Vasco, finalizou a aula inaugural destacando a presença dos estados da federal, assim como dos membros de outras instituições de Mato Grosso, como o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar, que participam do COTE, que ocorre em Mato Grosso. “Queremos que todos se sintam em casa e tenham o mesmo tratamento que tive quando visitei esses estados, tratamento de irmãos”, disse Vasco.

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Complexidade do Curso

Em 60 dias de intenso treinamento, os policiais deverão ser submetidos a várias atividades divididas em disciplinas teóricas e práticas em áreas diversas, visando o aperfeiçoamento técnico e tático dos servidores no âmbito da segurança pública, para emprego em missões especiais, ocorrências complexas ou de alto risco.

O delegado titular da Gerência de Operações Especiais, Ramiro Mathias, falou que antes mesmo de iniciar o curso, o policial, que precisa ter habilidade técnicas e controle psicológico, já passa por um rigoroso teste de aptidão física.

“É o curso mais completo, que temos em termos de táticas operacionais no Brasil. A complexidade já começa no ingresso, no teste de aptidão física, que exige esforço físico muito grande, que não é qualquer pessoa normal que tem. Só policiais bem treinados conseguem atingir o nível de excelência de um operador. Além disso, psicologicamente, o policial precisa estar bem centrado para terminar o curso”, disse.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil realiza mutirão para concluir inquéritos de unidades desativadas na Regional de Vila Rica

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Assessoria | PJC-MT

Um mutirão para dar andamento nos inquéritos policiais de diferentes natureza, pendentes em três municípios da circunscrição da Regional de Vila Rica, as quais tiveram as unidades policiais recentemente desativadas, é realizado pela Polícia Judiciária Civil de São Félix do Araguaia (1.200 km a Nordeste) e Alto Boa Vista (1.059 km a Nordeste).

A primeira etapa do trabalho da força tarefa, foi realizado pelos policiais civis ente os dias 02 e 06 de setembro, nas cidades de Luciara, Espigão do Leste e Novo Santo Antonio.

Ao todo, as três unidades contabilizaram 105 intimações expedidas, cumpridas 29 ordens de serviços, ouvidas 81 pessoas, realizados 3 interrogatórios, feita 1 acareação entre pessoas e tomada a termo, cumprido 2 cartas precatórias, baixadas 15 portarias, concluídos 11 procedimentos, relatados 4 inquéritos e remetidos a Justiça, feitos 142 despachos, expedidos 10 ofícios, lavrado um e concluído um 1 Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Conforme a delegada de São Félix do Araguaia, Ana Carolinne Mortoza Lacerda Terra, os policiais civis se uniram na execução dos trabalhos, que tem como objetivo a conclusão de inquéritos, cumprimento de ordens de serviço, oitivas, entre outras diligências.

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“Essa força tarefa é essencial para a finalização dos inquéritos, uma vez que esses municípios não contam mais com a presença diária da Polícia Civil, o que torna mais complicada a concretização dos procedimentos”, destacou a delegada.

A delegada também parabenizou e agradeceu a dedicação dos servidores envolvidos nos mutirões, considerados fundamentais para alcançar o resultado planejado e obter sucesso na ação. O cronograma das atividades vão até o final do mês de setembro.

O mutirão contou com apoio da Câmara Municipal das respectivas localidades, que cedeu o espaço para a realização dos trabalhos, bem como da Polícia Militar, que auxiliou na condução dos cidadãos intimados.

 

Fonte: PJC MT
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