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Interditados Geraldão e Didi Profeta serão reformados pela prefeitura

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Interditados pelo Tribunal de Justiça Desportiva e Defesa Civil do Estado, os dois maiores palcos do esporte cacerense: o ginásio de Esporte Didi Profeta e o estádio Luiz Geraldo da Silva, O “Geraldão” respectivamente, serão reformados pela prefeitura. A ordem de serviço foi assinada, no dia 11 de junho, pelo prefeito Francis Maris Cruz e o secretário municipal de Esportes, Marcos Nascimento, o “Marcão”. As obras estão orçadas em R$ 156 mil. A previsão de entrega é de 60 dias.

As reformas, conforme o secretário Marcão, terão início nesta semana. O maior volume de recursos, R$ 92.945,78 é destinado ao Geraldão. O trabalho estará a cargo da empreiteira Eireli-ME. A reforma do ginásio Didi Profeta, irá custar R$ 63.156,22. A Construtora Providência será encarregada pela obra. Nos dois casos, além de recursos de emenda parlamentar do ex-deputado Wancley, as reformas tem a contrapartida da prefeitura. No reforma do estádio Geraldão, a prefeitura entra com R$ 21 mil e do Didi Profeta R$ 37 mil.

“Estamos honrando mais um compromisso assumido com a população, investindo no esporte, melhorando a estrutura física do estádio e do ginásio de esportes, dando mais conforto e segurança para os esportistas e torcedores” diz o prefeito lembrando que “a contrapartida só é possível, graças aos recursos de ITBI, alvarás e IPTU”. Marcão afirmou que “estamos sanando irregularidades tanto do estádio quanto do ginásio de esportes. Mas isso faz parte e vamos continuar trabalhando cada vez mais em defesa dos nossos desportistas”.

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O ginásio de esportes Didi Profeta foi interditado em 2009. Um laudo técnico expedido pela Defesa Civil apontou inúmeras irregularidades, entre elas, de ordem estrutural. A época o então comandante da 2ª Companhia de Bombeiros, major Ramão Barbosa, falou inclusive, em risco de desabamento. “A estrutura do ginásio está condenada. Corre o risco de desabamento”. O estádio Geraldão foi interditado em outubro de 2017, pelo Tribunal de Justiça Desportiva. Um laudo técnico apontou irregularidades no sistema elétrico e péssimas condições do gramado.

O que será feito no Didi Profeta!

No ginásio “Didi Profeta será realizada reforma no Sistema de proteção e combate a incêndio: Instalação de extintores, placas de sinalização e iluminação de emergência, Sistema de proteção contra descargas atmosféricas- SPDA: Instalação de SPDA e aterramento, Esquadrias: Troca de porta do banheiro, vestiários, bilheteria e portão em tela, Instalações hidros sanitárias: Instalação de assentos, chuveiros, registros, torneiras e caixas sanfonadas.  Instalações elétricas: instalação de tomadas,  troca de lâmpadas, interruptores e cabeamento para iluminação de emergência. Arquibancadas: Instalação de corrimão, degraus intermediários.

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No Geraldão?

Sistema de proteção e combate a incêndio: Instalação de extintores,  placas de sinalização e iluminação de emergência,  Esquadrias: Troca de porta do banheiro e portão em tela.  Instalações elétricas: instalação de tomadas,  troca de lâmpadas dos refletores, interruptores e cabeamento para iluminação de emergência, instalação de disjuntor, instalação de contadora para iluminação,  Arquibancadas: degraus intermediários.

Histórico

O estádio Luiz Geraldo da Silva, o Geraldão, foi inaugurado há 44 anos. A partida inaugural aconteceu no dia 6 de outubro de 1974. Com capacidade de abrigar 6.500 pessoas, o estádio teve como jogo inaugural a partida entre a seleção de Cáceres e Comercial de Poconé.

O melhor momento vivido no estádio foi a disputa do título do Campeonato Mato-grossense de 2007, partida realizada no dia 27 de maio, onde o Cacerense sagrou-se campeão em uma vitória sobre o Grêmio de Jaciara pelo placar de 2 a 0.

O nome do estádio foi uma homenagem feita pelo prefeito de Cáceres na época, José Souto Farias, ao sargento do Exército brasileiro Luiz Geraldo da Silva. Ele treinou equipes de várias modalidades esportivas, como o vôlei, futebol, futsal, entre outras. O homenageado foi voluntário da Segunda Guerra Mundial, e faleceu nesta missão.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Francis e Eliene vão a Bolívia e Rubens Macedo assume prefeitura por 10 dias

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Prefeito e vice acompanham comitiva de produtores que pretendem comprar uréia daquele país. Rubens Macedo (PTB) fica no cargo.

O vereador e presidente da Câmara de Vereadores de Cáceres, Rubens Macedo (PTB), deverá assumir no próximo dia 29 o cargo de prefeito da cidade interinamente. O motivo é que o prefeito Francis Maris Cruz (PSDB) e a vice-prefeita Eliene Liberato (PSDB) estarão em viagem à Bolívia para tratar de assuntos de interesse para a região de Cáceres.

Francis pediu licença do cargo por 10 dias e volta ao posto em 08 de Julho, assim como Eliene. De acordo com o prefeito ele e a vice prefeita farão parte de uma comitiva que acompanhará o fechamento de um contrato da compra de uréia e fosfato, entre produtores rurais e o governo boliviano. A uréia é um importante insumo no meio agropecuário e pode ser usada tanto na alimentação do gado quanto na recuperação do solo para cultivos. O fosfato é um fertilizante granulado também muito utilizado por produtores rurais.

Grande parte da produção da uréia boliviana está na cidade de Bulo Bulo, localizada no Departamento Autônomo de Cochabamba, onde acontece a rodada de negócios entre os empresários brasileiros e o governo boliviano. “A intenção é que essa uréia faça o caminho por trem de Cochabamba até a cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e então de lá até Cáceres pelo Rio Paraguai. Durante essa viagem com a comitiva brasileira nós iremos conhecer essas cidades e fazer contato com as autoridades bolivianas. É muito importante pro agronegócio”, afirma o prefeito Francis Maris Cruz.

Para a vice-prefeita Eliene Liberato esse é um momento especial para Cáceres, em que o poder público precisa mostrar seu interesse no desenvolvimento da cidade e da região. “É uma viagem e uma missão importante para o nosso o município, eu não poderia deixar de estar presente. Vejo como muito positivo esse contato in loco com os empresários para avaliarmos a viabilidade de negócios futuros visando comercializar produtos entre os dois países, estreitando cada vez mais o acordo bilateral”, diz Eliene.

Enquanto Rubens Macedo assume o executivo durante dez dias quem presidirá a Câmara nesse período é o vice-presidente, vereador Wagner Barone (Podemos). A vaga aberta por Rubens na casa fará com que seu primeiro suplente, Odenir Neri, seja convocado. Caso Neri não assuma estão na sequência da suplência Beto Serrão “Beto do Banco do Brasil”, e posteriormente o produtor cultural Arimatéia.

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Por: Joner Campos

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PGR pede ao STF que proíba escalonamento de salário dos servidores de MT

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Raquel Dodge disse que os proventos e as pensões devem ser tratados como verba prioritária no orçamento estadual.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, alegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o escalonamento dos salários dos servidores públicos de Mato Grosso que “os proventos e as pensões devem ser tratados como verba prioritária no orçamento estadual, já que consistem em verbas de natureza alimentar, indispensável à subsistência do agente público e de sua família”.

Ela opinou pelo indeferimento do pedido feito por Mato Grosso para que seja suspensa a decisão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) de proibir o parcelamento do pagamento de pensões e aposentadorias dos servidores públicos estaduais.

A decisão foi em mandado de segurança impetrado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Mato Grosso (Sindepo) contra o governo estadual, que teria divulgado, em fevereiro deste ano, que faria os pagamentos por escala.

Conforme a entidade, o escalonamento vai contra decreto estadual que estabelece o pagamento a aposentados e pensionistas até o último dia útil de cada mês. Em resposta, a Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) apontou, em nota técnica, um quadro deficitário do fundo de Previdência e grave crise financeira o que, segundo a pasta, “impossibilita o pagamento dos proventos de aposentadoria e pensão em sua integralidade”.

Segundo a PGR, “a situação da economia não é suficiente para justificar a impontualidade no pagamento do funcionalismo público”. Além disso, não houve pedido de aumento ou acréscimo na remuneração, apenas a exigência de que os pagamentos sejam feitos nas datas fixadas. “A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), em conjunto com o art. 169 da Constituição, já estabelece as medidas a serem tomadas em caso de as despesas com pessoal superarem os limites previstos, não estando o inadimplemento das verbas entre essas medidas”, reforçou a procuradora-geral.

Por G1 MT

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