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Inquérito eletrônico coloca tecnologia a serviço das investigações policiais

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Assessoria | PJC-MT

 

Em reunião na última semana com equipes das 15 regionais da Polícia Judiciária Civil, a diretoria da instituição fez um balanço do ano e apresentou as metas para 2020. Dois projetos são destaques nos trabalhos desenvolvidos para a instituição: o desenvolvimento do Inquérito Policial Eletrônico e a nova sede da Polícia Civil que será erguida no Centro Politico Administrativo. 

O delegado-geral da PJC, Mário Dermeval Aravéchia de Resende, destacou os avanços da polícia neste ano e, mesmo diante das dificuldades financeiras, a instituição conquistou avanços importantes para modernização das atividades, melhoria na estrutura das unidades policiais e parcerias que contribuíram na qualificação de pessoal e, consequentemente, na prestação de serviços à sociedade. 
 

“O Inquérito Eletrônico será uma plataforma importante para a Polícia Civil, pois além de produzir todo o Inquérito dentro do sistema, com transmissão eletrônica ao Judiciário, vai possibilitar a integração da base de dados com outras instituições”, destacou Mário Resende ao falar do módulo que faz parte do Sistema Geia e foi totalmente desenvolvido por profissionais da Fábrica de Software da instituição, que passará agora a funcionar em novas instalações no prédio da diretoria e reunindo no mesmo local toda a área de tecnologia da Polícia Civil. 

Segurança, agilidade e economia são algumas das vantagens que o Inquérito Eletrônico trará às atividades policiais, como a padronização dos procedimentos e o levantamento de estatísticas. 

Centro Tecnológico 

Um dos investimentos promovidos pela Polícia Civil para dar suporte à implantação do Inquérito Eletrônico foi a instalação do novo Centro Tecnológico da instituição, que reunirá em um mesmo espaço todas as áreas de tecnologia da informação. O investimento inicial para reforma do espaço no prédio da diretoria e a aquisição de equipamentos modernos e servidores com maior capacidade de armazenamento de informações foi de R$ 4,550 milhões. O sistema terá cadastro de digitais, reconhecimento facial, central de intimações e gravação de oitivas. 

“A economia anual com o IPE será de mais de R$ 2 milhões somente com impressão de papel, com estimativa geral de economia de até 20 milhões ao ano, com armazenamento, entrega de processos, entrega de intimações, entre outros”, acrescenta o delegado-geral. 

Delegado regional de Guarantã do Norte, Geraldo Gezoni Filho vê no inquérito policial eletrônico um grande avanço para que a Polícia Civil esteja entre as melhores do País na prestação de serviços.  “As tecnologias existentes podem auxiliar as investigações, facilitar diligências, melhorar o serviço prestado. Todos sabem que sistemas informatizados trazem agilidade na elaboração de documentos, consultas em bancos de dados, pesquisa de antecedentes de suspeitos. Enfim, devemos sair da era do papel e evoluir para uma polícia mais rápida e eficaz, utilizando cada vez mais recursos tecnológicos para melhorar nossos serviços”.

O inquérito eletrônico integrará a base de dados do sistema Geia da Polícia Civil com o Processo Judicial Eletrônico do Tribunal de Justiça. “Estamos buscando ferramentas que possam nos assegurar uma polícia mais forte. E com o inquérito eletrônico em funcionamento teremos ainda economia de tempo e de insumos administrativos, facilitando assim a atividade-fim policial, pois a parte burocrática, o sistema fará”, reforça o delegado Gianmarco Paccola. 

A Resolução de 18/12/2013 do Conselho Nacional de Justiça instituiu em todos os tribunais do país o processo judicial eletrônico. Em Mato Grosso, os processos na esfera cível já tramitam todos em versão eletrônica. Com a implantação do inquérito eletrônico, há a possibilidade de comunicação com os demais sistemas da justiça e Ministério Público, por exemplo.

“Acredito q o inquérito eletrônico trará uma maior celeridade aos atos policiais e, consequentemente, uma resposta mais rápida do judiciário, desburocratizando um pouco o sistema criminal e gerando também economia de material de expediente”, opina o delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá. 

Atualmente, cinco unidades da federação trabalham com inquérito eletrônico – Goiás, Ceará, São Paulo, Paraná e Distrito Federal – e a criação da ferramenta para a PJC de Mato Grosso teve como inspiração o modelo criado em São Paulo.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil apreende 17 quilos de maconha e prende um suspeito em Várzea Grande   

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Assessoria/PJC-MT

Durante diligências na manhã deste sábado, equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) apreenderam 17 quilos de maconha tipo skank e prendeu uma pessoa em flagrante suspeita pelo comércio de entorpecentes . A apreensão foi realizada em uma casa no Jardim Eldorado, em Várzea Grande.

Além da maconha, os policiais apreenderam substâncias utilizadas para mistura ao entorpecente, embalagens e apetrechos para a distribuição de drogas, celulares e uma motocicleta.

A equipe da delegacia localizou a residência após investigações que apontavam a casa como um provável ponto utilizado para o tráfico de entorpecentes. Durante a ação foi constatado que a residência é um ponto de armazenagem, empacotamento e distribuição de entorpecentes.

A droga e os materiais apreendidos foram encaminhados à DRE. O delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira autuou o suspeito em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. O suspeito confessou que estava sendo pago para cuidar da droga. Ele foi encaminhado para audiência de custódia na justiça.

As diligências continuam para apurar se há envolvimento de outras pessoas com o comércio de drogas na região.

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Denúncia

A Polícia Civil tem o serviço de denúncia pelo número 197 e também um canal exclusivo via WhatsApp para recebimento de informações referentes ao tráfico de drogas: (65) 9 9989-0071. O sigilo é absoluto.

Fonte: PJC MT
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Policiais civis recebem orientações sobre Nova Lei de Abuso de Autoridade

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Assessoria/PJC-MT

Policiais da Gerência de Operações Especiais da Polícia Judiciária Civil participaram nesta sexta-feira (24.01) de uma palestra sobre a Lei 13.964/2019 – Nova Lei de Abuso de Autoridade. As orientações foram repassadas pelo delegado Marcel Gomes Oliveira, que atua na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá.

O objetivo foi orientar os policiais quanto aos novos tipos penais, e suas consequências, proporcionando conhecimento necessário para a atuação policial e evitando que incorrer em crime previsto na nova lei.

Fonte: PJC MT
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