conecte-se conosco


Destaque

Índice de homicídio em Cáceres está abaixo da média nacional

Publicado

A taxa de homicídios registrado em Cáceres, nos primeiros cinco meses de 2019, sinaliza para uma redução nessa modalidade de crime. Um levantamento realizado pela Coordenadoria da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres (1ª DPC), solicitado pelo Jornal Expressão e site Expressão Noticias, mostra uma retração do número de mortes, em relação ao mesmo período de 2018. De 1 de janeiro a 31 de maio do ano passado foram registrados cinco homicídio consumados, contra três deste ano. Ao todo, em 2018 foram 13 homicídios consumados.

Embora, o índice ainda seja alto, está abaixo da média nacional de 30 mortes por grupo de 100 mil habitantes, levando em conta que Cáceres possui uma população estimada de 94 mil habitantes. O volume, de acordo com a 1ª DPC é equivalente a 13,85 homicídios por 100 mil moradores. Por outro lado, o estudo aponta para o crescimento de homicídios tentados. Nesse mesmo período, ou seja: de janeiro a maio, foram registrados pela 1ª DPC 16 casos dessa natureza em 2018 contra 27 em 2019.

Leia mais:   Setasc promove encontros para esclarecer diretrizes do Pró-Família

A estatística, de acordo com o titular da 1ª DPC, delegado Wilson Souza Santos, aponta para aumento de 68% do número de homicídios tentados, ao passo que em relação aos homicídios consumados verifica-se uma diminuição em 40%. Outro detalhe importante é o índice de crimes solucionados. De acordo com a equipe da 1ª DPC, liderada pelo delegado Wilson Santos, em 2018 foram solucionados 85,71% dos crimes, contra 76,67% nos registrados de janeiro a maio deste ano.

“O ideal seria solucionar todos os assassinatos. Porém, esclarecer e prender os assassinos de 85,71% dos casos consideramos um bom desempenho” afirma o delegado acrescentando que “o êxito no trabalho se deve a determinação de toda a equipe que, apesar dos poucos recursos, se empenha nas investigações até localizar e prender os acusados”.

O estudo revela ainda que, na maioria dos casos, a arma de fogo tem sido o instrumento mais empregado para execução dos crimes, em Cáceres. Em 2018, 71,42% dos 13 homicídios, os autores utilizaram revolveres ou espingardas para a consumação. Já nos três homicídios registrados nos primeiros cinco meses de 2019, a arma de fogo foi usada em 33,33% dos casos, estando em igualdade com o emprego de facas e demais armas brancas.  Veja o gráfico ao lado.

Leia mais:   Ações buscam conscientizar população sobre trânsito seguro

Estatística de homicídio

Editoria – Sinézio Alcântara

Comentários Facebook

Destaque

Após revisão processual, força-tarefa da Defensoria Pública atende 130 presos

Publicado

O trabalho começou na segunda-feira e seguirá até o dia 4 de outubro, com três equipes de defensores se revezando na analise, formalização de petição e visitas aos presos da PCE

O mutirão carcerário da Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT) atendeu os primeiros 130 presos da Penitenciária Central do Estado (PCE), na manhã desta quinta-feira (19/9). Os detentos receberam informações sobre o andamento de seus processos, tomaram conhecimento do total de suas penas, fizeram relatos de problemas e pedidos. Os principais na área de saúde, alimentação e de condições estruturais.

Eles foram atendidos por sete defensores públicos, integrantes da primeira equipe da força-tarefa criada pela Instituição, para atender em regime especial os presos do local. Essa foi uma das várias medidas tomadas pela DPMT para garantir a integridade psicológica e física dos presos, desde o início da operação de intervenção da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), na unidade.

Regime de Exceção – No final da primeira quinzena de agosto os presos tiveram as visitas de familiares suspensas por 30 dias; as instalações elétricas das celas retiradas, assim como ventiladores e equipamentos eletrônicos, o banho de sol deixou de ocorrer e uma reforma estrutural foi iniciada. Paralelo a isso, familiares relataram à Defensoria situações de maus tratos e tortura.

Atuação – Para acompanhar de perto a intervenção policial, os defensores públicos que atuam no Núcleo de Execução Penal (NEP) passaram a visitar o local; uma comissão foi criada pela Administração Superior da DPMT para inspecionar a PCE e ouvir servidores e presos sobre as denúncias dos familiares e a força-tarefa foi estabelecida para analisar a situação processual do maior número de presos.

Leia mais:   Consumidores de MT devem ficar atentos às faturas de energia que chegam por e-mail

A coordenadora da força-tarefa, segunda defensora pública-geral, Gisele Berna, explica que o regime especial foi proposto para analisar, revisar e fazer petições que corrijam injustiças, ilegalidades e distorções administrativas nos processos dos 722 presos dos raios 1 e 2 da PCE.

Metodologia – O trabalho será desenvolvido por 32 defensores públicos da capital e do interior, divididos em três equipes. De segunda-feira (16/9) até a tarde de quarta-feira (18/9), a primeira equipe analisou 243 processo, que originaram 76 petições. Nelas os defensores pedem a correção da data base do cálculo das penas, questionam ausência de remissão de pena, pedem unificação de pena; progressão para quem já tem o direito, celeridade no andamento processual, indulto, entre outros direitos.

“Primeiro os defensores analisaram os processos eletrônicos, a partir do nome de cada preso, verificaram possíveis erros, identificaram direitos lesados, fizeram petições e hoje, fomos até a PCE repassar essas informações, explicar a situação processual deles, confrontar essas informações com os seus relatos e ouvi-los”, explica Gisele.

A defensora informa que a força-tarefa foi o meio encontrado pela Instituição para fazer o atendimento individual dos presos do local, pois o NEP, com dois defensores públicos até o início do ano, é responsável sozinho por atender 90% dos 3,8 mil presos do presídio feminino, PCE e Centro Ressocialização de Cuiabá (CRC).

“Adotamos de forma inédita em Mato Grosso o modelo usado nacionalmente pelas Defensorias Púbicas no projeto ‘Defensoria Sem Fronteiras’, que reúne defensores públicos de todo o país para resolver situações graves e pontuais identificados em estados da federação. Aqui, vamos fazer na PCE e se a experiência se mostrar viável ao final, vamos expandi-la para outros municípios”, informa a segunda defensora pública-geral.

Leia mais:   Bombeiros realizam prisão em flagrante em Santo Antônio do Leverger

Importância – Para o defensor público que atua em Campo Novo dos Parecis, Paulo Grama, o mutirão tem importância jurídica, social e humanitária. “Esse atendimento deveria ser o procedimento corriqueiro padrão, mas é uma exceção pela escassez de profissionais. Sem ele, o simples acesso à informação é negado ao preso e para qualquer pessoa saber o motivo de sua prisão, o andamento de seu processo, contar sua versão dos fatos é o mínimo de prestação jurídica garantida em lei. A nossa presença aqui sinaliza que eles não estão abandonados”, afirma.

O defensor público que atua em Cáceres, Antônio Araújo, avalia que o sistema prisional superlotado, com condições internas inadequadas, sendo sua própria forma de organização favorável à violência, o mínimo que o Estado pode garantir à quem está detido é informação e o andamento legal dos processos. “Só em darmos conhecimento de caso de cada um deles e ouvi-los, já devolvemos um senso de cidadania, por isso, esse trabalho é de extrema importância”.

Equipe – Na primeira semana de trabalho atuam os defensores Giovanna Santos, Guilherme Rigon, João Cláudio de Sousa, Milena Bortoloto, Nelson Gonçalves Júnior, Antônio Araújo e Paulo Grama. O coordenador do NEP, André Rossignlo e José Evangelista também participaram do atendimento. Na próxima semana uma nova equipe atuará na revisão dos processos restantes e fará três visitas à PCE. O trabalho seguirá até o dia 4 de outubro, com o revezamento do grupo a cada semana.

Márcia Oliveira | Assessoria de Imprensa/DPMT

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

ExpoCáceres: mais de 10 mil assistem show de Marilia Mendonça em Cáceres

Publicado

A dupla sertaneja Hugo e Guilherme será a atração da segunda noite da 53ª edição da Exposição Agropecuária de Cáceres (ExpoCáceres), nesta quinta-feira (19). A festa iniciou na noite de ontem (18) e vai até domingo (22). De acordo com a organização, cerca de 10 mil pessoas prestigiaram o primeiro dia de evento, que começou com montarias em touros e o show da cantora Marília Mendonça.

Nesta quinta, além do show com a dupla sertaneja Hugo e Guilherme, terá o rodeio com montarias em touros. A organização espera um público de mais de 7 mil pessoas.

A ExpoCáceres é promovida pelo Sindicato do Produtores Rurais de Cáceres, e conta com o retorno dos estandes comerciais com grandes marcas nacionais e regionais e a exposição e venda de animais com os leilões. E para criançada o tradicional parque de diversões.

O Sindicato dos Produtores Rurais de Cáceres anunciou as vendas do terceiro lote dos passaportes para a ExpoCáceres 2019, os valores são de R$80 reais no dinheiro ou 90,00 no cartão de débito ou crédito em até 3 vezes.

Os passaportes poderão ser adquiridos através do site https://www.expocaceres.com.br/. Outra alternativa para a aquisição dos passaportes são os pontos de vendas, nas lojas Garbos Center de Cáceres e da Região e na Real Festas na Padre Cassemiro em Cáceres.

A 53ª ExpoCáceres terá ainda aos shows no 20/9 (Sexta) – Cleber e Cauan, 21/9 (Sábado) – Naiara Azevedo e Forro Boys, e no encerramento Marcelo Viola e Ricardo dia 22/09 (Domingo).

Assessoria

Comentários Facebook
Leia mais:   Setasc promove encontros para esclarecer diretrizes do Pró-Família
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Entretenimento

Mais Lidas da Semana