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Cáceres e Região

IFMT Cáceres promove debates sobre a conservação dos solos e os impactos na segurança alimentar e para a biodiversidade

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Com o propósito de refletir sobre a necessidade da conservação dos solos e a sua conexão com a qualidade de vida no planeta, docentes do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo realizaram esta semana oficina, espaço de diálogo e intervenções sobre a temática. As atividades, desenvolvidas em conjunto com estudantes das disciplinas de Uso, Manejo e Conservação do Solo e da Água dos cursos técnicos integrados ao ensino médio, projetam a agenda de sensibilização do campus referente ao Dia Nacional da Conservação do Solo, 15 de abril, instituído pela lei 7.876 de 1989.

A utilização adequada dos solos como fator determinante para garantir a segurança alimentar, a biodiversidade, a qualidade e disponibilidade de água no planeta, e entre outros aspectos, o incremento econômico de produtividade e estabilidade da produção agrícola foram destacados na abertura das atividades (15.04) pelos coordenadores do evento, os professores agrônomos Abdala Untar, Juberto Babilônia de Sousa e Milson Evaldo Serafim.

No que tange ao aspecto básico da sobrevivência humana, o doutor em Ciência do Solo, Milson Serafim observou que a segurança alimentar no mundo depende de área agricultável e cultivável. Em meio à perspectiva crescente de taxa de natalidade em quase todos os continentes há por outro lado redução anual em torno de 3% da área agricultável no mundo ocasionada entre outros processos pela erosão, desertificação, salinização do solo. Cenário que exige, segundo o professor, ampla mobilização e reflexão coletiva da necessidade da conservação dos solos.

De acordo com relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado no ano passado, sobre o estado de segurança alimentar e nutrição no mundo, 821 milhões de pessoas passaram fome no planeta em 2017, com aumento crescente em 3 anos consecutivos. No Brasil que havia saído do mapa da fome em 2014, a fome atingiu cerca de 5,2 milhões de pessoas.

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Nesse contexto, o professor Juberto Babilônia, Agrônomo e doutor em Geografia com ênfase em estudos dos solos, falou sobre o desafio cotidiano de produzir em quantidade e qualidade e com baixo impacto ambiental. “Nós temos que utilizar das melhores técnicas e do melhor manejo para que esse impacto seja minimizado. Esse é o nosso grande desafio”, afirma Babilônia lembrando que, atualmente, 33% dos solos do mundo estão degradados ou em processo de degradação, segundo números da FAO. Entre outras fontes de degradação do solo está a contaminação por agrotóxicos, por descarte inapropriado de resíduos sólidos, compactação e manejo inadequado do solo.

De acordo com o professor Abdala Untar, mestre em extensão rural, a agenda necessária de reflexões sobre a conservação do solo exige o despertar de profissionais, estudantes, cidadãs e cidadãos para a condição de pertencimento e responsabilidade planetária. “A gente tem que viver futuristicamente, isso que se chama pró-atividade. Eu vivo hoje, mas estou pensando no meu futuro, futuro da minha geração, do país, futuro de todas as possibilidades sejam elas econômicas, sejam agrárias, sejam morais, espirituais. Então, no presente eu devo fazer com que o futuro seja diferenciado a partir das minhas ações. Como eu posso influir positivamente no lugar onde eu habito?  pensar no solo faz parte disso”, afirma.

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Intervenções

Após os espaços de diálogos, estudantes recitaram poesias autorais sobre o tema e produziram frases de alerta e reflexão sobre a necessidade de conservação do solo. As impressões registradas nas oficinas estão sendo socializadas para a comunidade interna em varais de poesias e frases que ficarão expostos durante toda a semana no saguão do prédio central da instituição.

Entre as participações artísticas, foram declamadas as poesias de título “Solo” do estudante Carlos, do 2º ano do Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio, e o título “Quando já não nascerem flores”, de autoria do estudante Joaquim Passos, do 2º ano do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino, declamada pela colega de turma, Laura Vitória.

Ainda no contexto interventivo e de comunicação, as e os estudantes participantes atenderam a proposta apresentada pela coordenação do evento do uso das suas redes sociais para difundir o alerta sobre a necessidade de conservação do solo.

“Essa realidade só deve mudar a partir da adoção de práticas de conservação. O melhor caminho para enfrentar esse cenário é a formação, daí a importância de conversar e refletir a respeito do assunto. Sejam vocês também transmissores e fonte de divulgação dessas informações. Coloquem nas redes sociais de vocês, conversem em casa, com os amigos. Tudo isso ajuda vocês a se formarem e também formarem outras pessoas”, afirma Babilônia.

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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Em mensagem de despedida, Marcinho diz que Adriano deixa um legado de idealismo e perseverança

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A partida prematura do nosso amigo e companheiro Adriano Silva irá proporcionar uma lacuna, não impossível, mas muito difícil de ser preenchida nos meios socais, familiares e políticos, em Cáceres.

Idealista, o professor e ex-reitor da nossa Unemat, Adriano deixa ao povo mato-grossense, um legado de homem público honesto e justo.

A população, as autoridades, mas principalmente, a comunidade acadêmica, certamente, reconhecerá, para sempre, a realização do seu grande sonho de tornar realidade os cursos de Direito e Medicina da instituição.

Mas, não foram só isso, Adriano será lembrado pela sua perseverança, nos meios políticos. O desejo de ajudar no desenvolvimento de sua cidade natal, fez com que ele pleiteasse galgar passos largos no cenário político.

Embora, não tenha obtido sucesso, nos pleitos que disputou, Adriano jamais desistiu em se perseverar. A sua bandeira era estar presente; era somar; era defender os interesses de Cáceres.

O povo mato-grossense, mas, em especial, o cacerense, o terá para sempre no coração e na memória como um grande homem, pai, companheiro, profissional e amigo.

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Que Deus conforte a família.

Marcinho Lacerda!

Assessoria

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OMS decide retomar pesquisas com cloroquina

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METROPOLES

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, nesta quinta-feira (04/06), que a entidade vai retomar as pesquisas com cloroquina e hidroxicloroquina contra o coronavírus. Tedros Adhanim Ghebreyesus explicou que o Comitê de Segurança e Monitoramento do ensaio clínico Solidaridade revisou os dados e decidiu manter o protocolo original do estudo.

O trabalho havia sido suspenso na semana passada depois que os resultados de uma pesquisa com 96 mil pacientes foram publicados na revista científica The Lancet. Segundo os pesquisadores, o medicamento não tinha eficácia contra a Covid-19 e aumentava o risco de arritmia cardíaca e morte.

Porém, nesta segunda (02/06), a publicação científica anunciou em editorial que os resultados passariam por auditoria e que os editores estariam “preocupados”.

Nos bastidores, governo admite que novo protocolo da cloroquina “fracassou”. Mais de 3.500 pacientes em 35 países farão parte do ensaio clínico da OMS. Segundo Soumya Swaminathan, cientista-chefe da entidade, não há evidência de que qualquer remédio diminua a mortalidade em pacientes com coronavírus.

Ela reforçou que a OMS não está fazendo uma recomendação acerca do uso da medicação, e sim autorizando investigações para descobrir se a cloroquina funciona ou não contra a doença.

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