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IFMT Cáceres: Professor Everton Almeida é o novo coordenador do Curso de Engenharia Florestal

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O engenheiro florestal e professor do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo, Everton José de Almeida, mestre em Ciências Ambientais, assumiu essa semana a coordenação do Curso de bacharelado em Engenharia Florestal do campus. Com posse para um mandato de dois anos, Everton sucede o professor doutor Reginaldo Antônio Medeiros que esteve à frente da coordenação no último biênio.

“Estou feliz em assumir esse compromisso, aprofundar o aprendizado e manter o bom trabalho que a coordenação vem fazendo. Acredito muito no diálogo e, com todos os desafios que se apresentam, buscaremos sempre alternativas para os nossos problemas no diálogo constante com discentes e professores”, afirma Everton.

Com ênfase nas conquistas e avanços do curso, o novo coordenador destaca os vários projetos de ensino, pesquisa e extensão em andamento com envolvimento de professores e acadêmicos, bem como a apresentação de resultados de Trabalhos de Conclusão de Curso, com ganhos para a sociedade, inclusive na geração de produtos e tecnologias com exclusividade de invenção em registro de patente.

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 “Sei que são muitos os desafios, mas temos muitas conquistas e trabalho como vários projetos em andamento com acadêmicos envolvidos Trabalhos de Conclusão de Curso apresentando resultados, incluindo a geração de patentes”, enfatiza o coordenador .

O processo de escolha do coordenador se deu por meio de edital de consulta pública em ritos regimentais encaminhados pelo colegiado do curso.

Durante a posse prestigiada por servidores e estudantes, no início desta semana, o diretor- geral do Campus Cáceres, Professor Salmo César da Silva falou dos desafios orçamentários enfrentados pela instituição e do esforço para manter as atividades, com a definição de prioridades pautada sempre no estímulo ao aprendizado e nas condições de permanência dos estudantes.

O diretor parabenizou o trabalho desenvolvido na gestão do professor Reginaldo com a coordenação adjunta do professor mestre José Renato Maurício da Rocha e reiterou o compromisso de apoio e de engajamento coletivo de toda gestão no trabalho cooperativo com a coordenação do curso.

“Nesse momento de muitas dificuldades orçamentárias e financeiras também surgem novas possibilidades. Estamos felizes pelo compromisso assumido pelo professor Everton frente à coordenação da Engenharia. O nosso esforço será sempre em contribuir e buscarmos juntos soluções para os desafios postos”, afirma o diretor.

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Entre os presentes, além de acadêmicos e de integrantes da equipe da última coordenação do curso, participaram da solenidade de posse, o coordenador-geral de Produção do campus, professor doutor Luciano Recart Romano, o professor mestre Felipe Vieira da Cunha Neto, o vice-presidente da associação atlética da Engenharia Florestal, Alan Santiago.

A gestão do curso no biênio 2019-2020 contará com a coordenação adjunta da professora doutora Gláucia Alves e Silva.

Legenda da foto 01:

Everton Almeida (centro da foto) entre o Diretor Salmo César (esquerda) e o Prof. Reginaldo Medeiros (direita) com estudantes e docentes do curso

Legenda da foto 02: Coordenador Everton Almeida frente a arte fixada no bloco do curso com a engrenagem símbolo da Engenharia Florestal

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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Vila Bela da Santíssima Trindade preserva cultura herdada de quilombo

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O Globo

Por – Marcelo Remígio

Rio – Os atabaques vão bater mais forte neste Dia da Consciência Nega, em Via Bela da Santíssima Trindade, município distante 521 quilômetros de Cuiabá. Principal capital de Mato Grosso, a cidade de 16 mil habitantes é símbolo no país da preservação da cultura afro, herdada do antigo Quilombo do Quariterê. A comunidade de negros ficou conhecida no século 18 por ser comandada por uma mulher, Teresa de Benguela e por abrigar indígenas.

Para manter viva a tradição do Quariterê, escolas públicas do município mantêm na grade curricular disciplinas sobre a cultura afro. Dentro de casa são ensinadas manifestações como a dança do Chorado e, entre os meses de junho e julho, são promovidas festas religiosas do período colonial, com distribuição de alimentos e bebidas para celebrar a colheita.

Nas ruas de Vila Bela também não é difícil encontrar moradoras com roupas, lenços de cabeça e turbantes coloridos, como usavam suas antepassadas. A confecção é artesanal e respeita a tradição africana.

“Vila Bela é uma pequena África em Mato Grosso. Na cidade são preservadas tradições herdadas desde o período de Teresa de Benguela, como a sociedade matriarcal e a forte influência da mulher nas decisões locais” explica a pesquisadora e professora Silviane Ramos, que estuda a influência da cultura negra na região desde 1999. “A população tem conseguido manter sua identidade, apesar do crescimento local e da ocupação que se intensificou anos de 1960 e 1970”.

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De acordo com Silviane, que é descendente da rainha africana Teresa de Benguela, 72% da população de Vila Bela é formada por pretos e pardos. A população só não é 100% negra em função da presença indígena e da colonização recente vinda de estados da Região Sul. Mato Grosso possui pelo menos 160 áreas ou comunidades ocupadas por quilombolas. Do total 60 são reconhecidas.

Autora do livro “Perolas Negras – As mulheres de Vila Bela na luta pela afirmação da identidade”, Silviane destaca como uma das maiores expressões afros na cidade a dança do Chorado. No período colonial, os passos eram dados por mães, mulheres e irmãs de escravos fugitivos ou considerados indisciplinados que eram presos e submetidos a castigos. A dança pedia a liberdade e o perdão, nem sempre aceitos. Hoje, a manifestação simboliza a resistência da cultura negra.

O Quilombo do Quariterê foi criado em 1740 pelo líder negro José Piolho, marido de Teresa de Benguela, no Vale do Guaporé. A região mato-grossense é próxima à fronteira com a Bolívia. Com a morte de José Piolho, Teresa assumiu o comando do quilombo, que passou a ser com auxilio de um parlamento. A líder negra acabou sendo morta pela Coroa Portuguesa em 1875.

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Segundo Silviane, ao contrário do que se acreditou por muitos anos, Teresa não se matou ou fugiu louca. Por convicções religiosas, explica a pesquisadora, ao saber do ataque ao quilombo, a líder buscou o “retorno a terra” e foi rendida enquanto comia terra. Depois de assassinada, teve o corpo esquartejado e colocado em exposição em Vila Bela. Somente em 1795 o quilombo foi extinto. No Rio, além de ter sua memória preservada por grupos afros, Teresa de Benguela foi homenageada em 1995 pela Unidos do Viradouro.

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IFMT Cáceres abre vagas de transferência externa para ingresso no curso de Engenharia Florestal

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O Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo publica edital de processo seletivo para ingresso em vagas no curso superior de bacharelado em Engenharia Florestal, por meio de transferência externa. Podem inscrever-se acadêmicas e acadêmicos do IFMT e de outras  instituições de ensino superior credenciadas pelo Ministério da Educação, além de pessoas já tenham diploma em cursos superiores. Ao todo estão abertas 56 vagas.
 
Coordenado pelo Colegiado do Curso de Engenharia Florestal do campus, o processo seletivo ocorrerá por meio de análise de currículo e da ementa das disciplinas do curso ofertado.
 
As inscrições estão abertas até às 16 horas do dia 29 de novembro e podem ser realizadas na Secretaria de Registros Escolares do campus, situado na Avenida dos Ramires, s/n, bairro Distrito Industrial, Cáceres – MT. O horário de funcionamento da secretaria é das 7h às 19h, de segunda-feira à sexta-feira.
 
Confira relação de documentos necessários e outras informações no edital no site www.cas.ifmt.edu.br

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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