conecte-se conosco


Artigos

HIGH SCHOOL: Jovens cuiabanos fazem intercâmbio pelo mundo

Publicado

Melissa foi para o Canadá e Kenui para os Estados Unidos. Eles têm em comum o relato da uma experiência inesquecível de ensino médio (high school), viagens e amigos.

Melissa Assunção Ribeiro, 18 anos, tinha um sonho de morar em outro país e vivenciar uma nova cultura. Com apoio da família, ela viajou para British Columbia, no Canadá, para passar 10 meses estudando em uma escola de período integral e morando com uma família canadense. A experiência foi tão positiva que a jovem se emociona e diz que deixou uma nova família do outro lado do mundo.

“Apesar das diferenças culturais, morei em uma cidade muito tranquila, organizada, com pessoas extremamente educadas e receptivas, fiz amigos de vários lugares do mundo e acabamos ficando muito próximos, o intercâmbio foi a melhor experiência da minha vida e não vejo a hora de voltar ao Canadá”, afirma a estudante, que participou de um programa de high school.

Ela conta que entre os desafios de morar no novo país, inicialmente, pegar ônibus foi algo bem difícil, pois nunca fez uso de transporte público no Brasil e não sabia como funcionava. Ter que fazer isso em outra língua e em uma cidade desconhecida exigiu bastante atenção e paciência. A segunda coisa mais complicada: a alimentação, que é quase que toda artificial e de micro-ondas. “Confesso que não aguentava mais e até preferia comer fora, em restaurantes”.

Melissa conta que por ser um lugar muito frio, é comum haver secadora de roupas no Canadá, além disso, as casas diferentemente do Brasil não são equipadas com tanque de lavar, algo que a incomodou. “Não tinha como lavar nada à mão, nem roupa, nem sapato, confesso que estranhei muito, mas se deparar com uma nova cultura é assim, um convite a respirar fundo e não julgar. A gente precisa ir bem aberto, sem expectativas e preparado para o novo”.

Com embarque previsto para meses de janeiro e agosto de 2020, o programa de intercâmbio high school é uma oportunidade para estudantes do ensino médio de Mato Grosso, nas faixas etárias de 13 a 18 anos e que tenham conhecimento intermediário da língua inglesa. Anualmente, mais de 300 mil brasileiros têm buscado oportunidades de estudo no exterior, dos quais a maioria para Estados Unidos e Canadá, conforme a Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association).

A diretora da Experimento Intercâmbio, Magali Oliveira, organizadora do programa no Estado, explica que essa é uma forma de aprofundar novos conhecimentos, turbinar o currículo e desenvolver habilidades sociais e emocionais, como resiliência, independência, senso de responsabilidade, empatia e respeito. Além de uma oportunidade de viajar e fazer novos amigos.

“Este é um investimento que vale muito a pena, pois as escolas norte-americanas e canadenses, principalmente, são referência em educação no mundo. Os estudantes brasileiros têm acesso aos melhores currículos, com aulas extras em artes, esportes e até robótica, é uma formação que oferece passaporte para universidades de alto nível”, frisa a especialista na área.

Para o estudante Kenui Pereira Yamashita, 18 anos, que participou do programa em Wilmington, na Carolina do Norte, entre agosto do ano passado e julho deste ano, a experiência foi absolutamente perfeita. O mais difícil, segundo ele, no começo é a saudade da família, que realmente dói muito, e em seguida a barreira linguística.

“Quando a gente se adapta tudo flui e é uma oportunidade incrível para viajar, fazer amigos e estar com uma família diferente da nossa, mas que faz de tudo para a gente se sentir bem e feliz, o que mais adorei foram as viagens, conheci muitas cidades, praias, fui a Nova Iorque e passei momentos inesquecíveis”.

Segurança é palavra-chave

Mais que escolher a escola, Magali acrescenta que este pacote inclui algo inédito em Mato Grosso, que é a preparação e o acompanhamento da família e do aluno no processo que antecede a viagem, o que inclui palestras e workshops. A consultoria tem continuidade durante a viagem, com uma unidade local atendendo o jovem, além da preparação dos pais para receberem de volta o filho.

“Temos um encontro que chamamos de ‘E se fosse com seu filho?’ e outro que é ‘preparando o ninho’, que ajudam as famílias a lidar com as duas situações que são diversas, quando ficam sozinhos e o filho vai para o intercâmbio, e quando o jovem retorna diferente, com novos hábitos e mais maduro e independente, para alguns pais isso é um choque”, explica.

O intercâmbio, especialmente de longa duração como o high school, que pode ser de 6 meses a um ano, envolve um grau maior de complexidade e por isso é importante haver planejamento, que conforme a organizadora, requer no mínimo três meses de antecedência. Para ser uma experiência realmente positiva, a palavra-chave é segurança.

“É importante a família buscar orientação desde como fazer a documentação que o país exige até sobre o que levar na mala, como se portar nos aeroportos, a maneira de agir na casa família, porque existem regras que devem ser seguidas para que tudo seja realmente bom. Como orientadora, mostro aos jovens e aos pais sobre todos esses detalhes “.

Sobre o high school

Esse intercâmbio é voltado para jovens de 13 a 17 anos (sob consulta para estudantes de 18 anos). Para poder se inscrever, é preciso ter boas notas e apresentar proficiência intermediária na língua do país onde irá estudar. Entre os países disponíveis estão: EUA, Canadá, Austrália, Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Suíça, Alemanha, Argentina, Chile, Espanha e França. A cartela de idiomas varia entre inglês, francês, alemão e espanhol.

Sobre o investimento, os valores com a Experimento Intercâmbio Cuiabá variam conforme país, cidade e período, mas estão entre 7.465 a 52 mil dólares. O pacote é parcelável em até 12 vezes no boleto sem juros (não inclui a passagem aérea). Esse é o intercâmbio mais tradicional que existe e a Experimento Intercâmbio tem uma experiência de 54 anos de atuação no Brasil.

Outras informações: (65) 3627-6267, das 10h às 21h; ou no e-mail cuiaba@experimento.com.br. A Experimento Intercâmbio fica em Cuiabá, no Shopping 3 Américas – piso térreo. Nas redes sociais: https://www.facebook.com/experimentocgb/ https://www.instagram.com/experimento_cuiaba/

Rose Domingues Reis
Comentários Facebook

Artigos

Home-office definitivo: Especialista dá três dicas que prometem melhorar a infraestrutura e otimizar o trabalho em casa

Publicado

Pesquisa aponta que 73,8% das empresas no Brasil pretendem instituir o home-office após a pandemia

Após semanas trabalhando em casa, 73,8% das empresas pretendem instituir o home-office como prática definitiva no Brasil após a pandemia do coronavírus, de acordo com estudo realizado pela consultoria Cushman e Wakefield, e que através da revista EXAME, ouviu 122 executivos de multinacionais que atuam no país. Isto se explica pela avaliação favorável à pratica; para 25,4% dos entrevistados a experiência do trabalho remoto é totalmente positiva, enquanto para 59% há mais pontos positivos do que negativos.

“Este fenômeno de implementação do home-office ocorreu de maneira “forçada” pelo coronavírus, mas foi positivo, porque acabou abrindo os olhos das empresas para que enxergassem os inúmeros benefícios da inserção do teletrabalho de forma permanente”, afirma Rubens Branchini, executivo, Diretor Comercial da ES Tech, e especialista em tecnologias de otimização para home-office.

Segundo o executivo, os ganhos são: diminuição das despesas, à medida que se reduz os espaços físicos de escritórios de grande porte localizados, por exemplo,  em regiões caras das metrópoles, maior produtividade, se levarmos em consideração que o tempo trabalhado por um colaborador é de 8 horas diárias e a metade deste tempo ele passa em deslocamento (duas horas para ir e duas horas para voltar aproximadamente), além do bônus do bem-estar do funcionário, que ganha mais liberdade de trabalho, maior conexão com a família, possibilidade de acompanhar o crescimento dos filhos, entre outros fatores.

Tendo em vista que o home-office já é uma realidade e os funcionários remotos precisam otimizar o espaço em que trabalham, confira abaixo três dicas preciosas de tecnologia que o especialista Rubens Branchini indica para configurar e estruturar um escritório em casa:

Tecnologia de videoconferência: 

É o principal fator que possibilita aos funcionários trabalhar em casa, por isso, a plataforma de vídeo adotada precisa oferecer interopatibilidade, ou seja,  moderna conferência em nuvem, que permite conectar diferentes tipos de tecnologias e dispositivos (celular, notebook, tablets, incluindo navegadores para ingressar em uma reunião; compartilhamento de conteúdo, em que o funcionário pode compartilhar sua tela, planilhas e apresentações; facilidade de uso; segurança, com informações protegidas por criptografia e por fim; qualidade, algo que possa funcionar com a internet que se tem em casa, sem cair a conexão.

Equipamentos que otimizem a conferência:

Muitas pessoas têm câmera, áudio e microfone integrados ao computador para se conectar via navegador, mas aderir à uma câmera externa, ao invés da câmera integrada do PC é uma ótima opção para se obter  maior qualidade de imagem; em termos de som, obter um bom fone de ouvido para cancelar algum barulho como cães latindo ou reformas, por exemplo e por último, se possível, aderir a um sistema completo de videoconferência sem a necessidade de um computador, que oferece câmera UHD integrada ao microfone e barra de som, tecnologia de cancelamento de ruído que filtra sons do ambiente como digitação, ar condicionado, além de um campo de visão mais amplo, bem como uma configuração plug-and-play simples com um diretório online para fazer chamadas assim que o usuário for detectado em um serviço.

Acústica:

Para capturar e enviar o melhor som possível é preciso amenizar a acústica no espaço em se encontra. Uma sala vazia, por exemplo, faz eco e os microfones adoram captar estes sons. Assim, basta adicionar no seu ambiente de trabalho, plantas, cortinas, móveis ou carpetes; objetos que quebram e absorvem as ondas sonoras.

Sobre a ES Tech – Referência no segmento de Videoconferência, Comunicação Unificada e Segurança Eletrônica, a ES Tech é especialista em soluções para diferentes tecnologias e operações das empresas. Oferece produtos em parceria com as principais marcas na indústria nacional e internacional e detém um portfólio com mais de 8 mil produtos genuínos que vão desde uma simples fonte de alimentação até os mais modernos sistemas de segurança eletrônica, telefonia e telecomunicações. A ES Tech possui diversos canais de contato com seus clientes, as compras podem ser feitas pelo site através do site e-commerce ou pelos diversos meios de comunicação para atender seus clientes no mundo digital.Site: https://www.estech.com.br/

Intagram

@estechtecnologia

https://www.instagram.com/estechtecnologia/

Facebook

@estechtecnologia

https://www.facebook.com/estechtecnologia/

Comentários Facebook
Continue lendo

Artigos

Mais Perdas ao Servidor Público

Publicado

Em Mato Grosso, os servidores não recebem a compensação das inflacionárias (Revisão Geral Anual) desde 2017. Digo isso,  pois as perdas de 2017 deveriam ser compensadas em 2018, e não foram. Até este momento, os servidores públicos do poder executivo, sofreram um achatamento de salários da ordem de 13,5%, calculando-se os juros compostos. No mesmo período, os trabalhadores da iniciativa privada receberam reajustes da ordem de 15,14%, calculados sobre o salário-mínimo, em juros compostos, também.

 Se nos anos de 2020 e 2021 o INPC ficar em 3%, apenas, os servidores públicos do poder executivo do Estado de Mato Grosso vão perder quase 20% do seu poder de compra, até 31 de dezembro de 2021. Soma-se a isso, mais 3% de perdas com o aumento da alíquota previdenciária, agora em junho de 2020, as perdas acumuladas passarão para 23% de seus salários.

 Enquanto isso, com a obrigação legal do congelamento dos salários do executivo, os demais poderes receberão parcelas vultuosas de excesso de arrecadação, uma vez que os valores a serem repassados para os cofres do Tesouro do Estado de Mato Grosso, neste ano, pela compensação das perdas de receita pela Pandemia da COVID-19, será repassado ao tesouro Estadual um montante de R$ 1,3 bilhão e, destes, conforme a divisão da LOA, aproximadamente R$ 200 milhões poderão ficar com os Poderes e, aproximadamente, R$ 1,1 bilhão com o Executivo, assim como os recursos do acordo de compensação de perdas da Lei Kandir, sendo que, deste, R$ 300 milhões são repassados para os municípios, R$ 147 milhões aos poderes e, ao executivo, ficam, aproximadamente, R$ 750 milhões.

 Conforme estimativa acima, dos R$ 2,4 bilhões em recursos extraordinários que o Estado vai receber,  apenas R$ 1,86 bilhão ficam no Executivo, R$ 300 milhões vão para os municípios e R$ 347 milhões ficam com os demais poderes.

 Um esclarecimento que precisa ser feito é que, o grupo de servidores que está sem receber a RGA é o executivo, e este mesmo grupo de servidores continuará com o salário congelado até 2021. Os servidores dos demais poderes não têm perdas acumuladas, nem deverão ter os salários congelados, uma vez que o congelamento se aplica apenas ao poder executivo, respeitando-se o princípio da independência dos poderes.

 Outra informação que o povo precisa conhecer é que, de todos estes poderes, apenas os servidores do poder executivo encontram-se na linha de frente do enfrentamento da COVID-19, bem como na manutenção de serviços essenciais.

 

Antonio Marcos Rodrigues é Engenheiro Agrônomo, atuando como Fiscal Estadual de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Mato Grosso do INDEA-MT, desde 2003, e servidor público há 19 anos.

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana