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Cáceres e Região

Grupo Juba reconhece importância de trabalhadores em serviços essenciais e destaca colaboradores

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Em todo o Brasil, durante a quarentena necessária, para o enfrentamento e proteção ao Corona Vírus –COVID 19, muitos profissionais e setores da economia não pararam.

É o caso de supermercados, como os da Rede Juba de Supermercados com seis lojas na região e um atacado, que mantiveram suas portas abertas para abastecer a população em tempo de isolamento social.

Profissionais ligados a saúde e prestadores de serviços essenciais como caminhoneiros, continuam em plena atividade.

Segundo o Diretor administrativo do Grupo Juba, Mirko Ribeiro, o país parou, mas estes seguimentos seguem servindo a nação.

“Nós do Grupo Juba, sabemos que a situação é preocupante e que as medidas de isolamento social devem ser respeitadas para a prevenção, mas como nosso ramo é essencial para alimentar as famílias e proporcionar a higiene necessária a elas, queremos reconhecer e agradecer nossos colaboradores pelos serviços prestados às cidades onde temos lojas, sobretudo neste momento de enfrentamento do Corona Vírus. Eles e nós, temos adotado todas as medidas imperativas de proteção e precaução para atendermos as famílias e não deixar que falte o essencial nas suas casas”, reconhece Mirko.

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O gerente de loja, Alexandre Vieira, comunga com seu diretor, destacando que o Juba está seguindo à risca a portaria do Ministério Público Estadual e da Prefeitura de Cáceres para garantir a integridade física de seus colaboradores e clientes. “Diversas medidas de higienização e prevenção foram adotadas nas nossas lojas. Estamos fazendo nossa parte faça você também a sua. Prevenção é o melhor remédio”, destaca Alexandre.

O diretor Mirko, ainda reverenciou os profissionais da saúde, médicos, enfermeiros, auxiliares, motoristas de ambulâncias, que estão tendo jornadas estafantes para salvar vidas, farmácias, trabalhadores da indústria e fornecedores que não param de produzir para abastecer os supermercados.

Já Marcelo Ribeiro, Diretor Financeiro, pontua outro setor que tem uma ligação direta com o Juba Supermercados e Atacado Pantanal, que é o transporte. “São os caminhoneiros, que transportam todos os tipos de produtos, entre eles alimentos, higiene, remédios para as farmácias, materiais hospitalares e combustíveis. Todas estas funções e outras que também são essenciais, devem receber homenagens”, destaca Marcelo. E complementa. “Nós do Grupo Juba, não só valorizamos, como rendemos nossas homenagens este trabalhadores essenciais em um momento difícil como este e estamos fazendo nossa parte para apoiá-los. Todos são fundamentais neste momento crítico que passa a humanidade. Parabéns a todos,” finaliza Ribeiro.

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Por: Esdras Crepaldi/Assessoria

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Meu filho estava na hora errada e no lugar errado, diz mãe de soldado que dirigia o veículo envolvido no acidente

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A comerciante Alessandra Ribeiro do Prado, mãe de um dos soldados do Exército que se envolveu no acidente que destruiu totalmente o veículo HB-20 e, parcialmente, uma casa na Avenida dos Bandeirantes, bairro Santos Dumont, diz que o seu filho é um jovem direito e que “estava na hora errada e no lugar”.

“Não que eu esteja passando a mão na cabeça dele. Meu filho não estava bêbado, meu filho é um jovem direito. Ele só estava na hora errada e no lugar errado” garante. Alessandra é mãe do soldado que dirigia o carro. O acidente envolvendo três soldados ocorreu na noite de segunda-feira por volta das 22h.

Na tentativa de escapar da Polícia Militar, os soldados colidiram, destruindo parcialmente a casa. Consta no Boletim de Ocorrência, que além de o condutor do veículo não portar habilitação, havia no interior do veículo, carne e algumas latas de cerveja. O que sugere que estivessem fazendo uma festa.

E, ainda duas garotas, supostamente, menor de idade. Sem contar que eles, desobedeceram a ordem de parada do veículo, orientada pela guarnição policial, resultando em perseguição e o acidente. As duas garotas feridas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Regional, pelo Corpo de Bombeiros.

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“No meu entendimento foi uma fatalidade” diz Alessandra contando que, os soldados estariam indo a uma confraternização. “Havia saído dinheiro do quartel e eles se reuniram para fazer uma confraternização entre os colegas. Meu filho saiu para buscar uma garota que era namorada de um colega dele”.

Diz que, ele havia tomado apenas uma lata de cerveja até porque, segundo ela, ele estava restabelecendo de uma doença.

“Ele ficou internado no mês passado com um problema nos rins. Tomou apenas uma latinha de cerveja. Foi uma fatalidade” afirma assegurando que “ele não parou o carro porque ficou com medo e se apavorou não ter habilitação” diz confessando que “eu errei por ter dado chave do carro a ele”.

A comerciante reafirma que seu filho é um rapaz direito que nunca fez nada de grave que pudesse comprometer sua idoneidade. “Ele é um rapaz direito. Mas, agora ele vai ter que pagar pelo erro que praticou” diz assinalando que está procurando as famílias das garotas que saíram feridas do acidente para ajudar no que for necessário.

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Alessandra Prado afirma que, além da comoção com a “fatalidade” a família também terá prejuízos financeiros porque o veiculo não estava no seguro.

Coronel Ricardo Vieira Coelho, do Comando de Fronteira do Jauru, antigo 2º Batalhão de Fronteira, informou a pouco que os três militares envolvidos no acidente estão presos à disposição da Justiça. Disse ainda que o comando instaurou um procedimento disciplinar para apurar o caso. E, que se comprovado que eles foram responsáveis pelo acidente podem ser excluídos do Exército.

“Eles já estão presos no batalhão à disposição da Justiça. São jovens de 19 anos. Mas, nada justifica o que fizeram. Inicialmente serão punidos. E, caso o procedimento militar conclua que eles cometeram crimes podem ser excluídos à bem da disciplina do Exército. O processo disciplinar terá prazo de 8 dias. Só após o resultado desse trabalho e que se saberá o grau de punição aos acusados.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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Soldados do Exército destroem carro e casa durante perseguição policial

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

Uma perseguição policial por pouco não acaba em tragédia, na noite de segunda-feira, em Cáceres. Na tentativa de escapar da polícia, três soldados (recrutas) do Exército, conduzindo um HB-20 branco, placas OBD – 1502 colidiram, frontalmente, destruindo totalmente o veículo, e, parcialmente, uma casa na Avenida dos Bandeirantes, bairro Santos Dumont.

O acidente aconteceu por volta das 22h. Além dos militares, no veículo, conforme informações do proprietário da casa, encontravam-se duas garotas, supostamente, menores de idade. Com o impacto da colisão, peças do carro, ficaram espalhadas pelo chão. A bateria foi arremessada há 5 metros do local.

Há suspeita é de que o grupo planejava fazer uma festa. No interior do veículo, conforme as testemunhas, havia carne e duas caixas de cerveja, que foram recolhidas pela polícia, no momento do registro da ocorrência. As garotas foram socorridas pela guarnição do Corpo de Bombeiros que as conduziram para o Hospital Regional.

O estado de saúde, principalmente, das meninas inspira cuidados. Há informações de que uma está internada em estado grave, com fraturas em várias partes do corpo. A outra estaria recebendo atendimentos médicos, mas não corre risco de morte. Os militares, conforme informações, na manhã de hoje, foram submetidos a exames médicos no batalhão.

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Policiais militares que atenderam a ocorrência, conforme os familiares, informaram que a perseguição começou na Avenida 7 de Setembro. Os soldados estariam conduzindo o veículo com os faróis apagados. A polícia diz que, ao sinalizarem para que parassem, eles saíram em alta velocidade. E, em dado momento perderam a direção vindo a chocar com a casa.

Proprietário do imóvel, o comerciante, Alexandre dos Santos e Silva, diz que foi um “momento de horror” vivido pela família.

“Eu havia acabado de chegar. Quanto escutei o estrondo sai do quarto e vi a frente da minha casa destruída. Foi um momento de horror” conta lembrando que ainda foi atingido por estilhaços do vidro da porta. Alexandre diz que, sua filha que, nesta terça-feira, completa um ano, renasceu. “A minha filha renasceu. Ela estava no berço e uma parede caiu junto dela. Foi um milagre”.

O comerciante ainda não avaliou o valor da reconstrução da parte da casa destruída. Mas, afirma que irá responsabilizar os militares pelo prejuízo. A reportagem entrou em contato com o Exército que ainda não se manifestou sobre o acidente.

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