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Grupo Juba promove noite do vinho com enólogo argentino

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O Grupo Juba, inovou mais uma vez ao oferecer nesta quarta-feira (17), uma noite diferente regada com alguns dos melhores vinhos da Argentina. O evento para clientes e convidados aconteceu no restaurante do Juba Supermercados (Jubão) e foi conduzido pelo produtor eenólogo Marcelo Squillario, da Vinícola Los Haroldos , de Mendoza,Argentina. O argentino Squillario está no Brasil a convite da importadora Obra Prima.

Numa interação com o público presente Marcelo explicou que o enólogo é o profissional responsável pelo processo de elaboração do vinho desde a colheita até o engarrafamento da bebida já pronta. São dele as decisões da produção de todas as etapas da bebida. Ele brindou os presentes com detalhes marcantes e características dos vinhos argentinos, em especial várias fabricações, que ele mesmo ajuda a produzir, desde a análise do terreno, as mudas, técnicas de manejo, até o momento ideal da colheita das uvas para a elaboração de cada estilo de vinho. De uma forma muito didática os presentes tiveram a oportunidade única de conhecer ainda a origem dos vinhos Los Haroldos, suas plantações de diferentes uvas, a colheita, o manuseio até a produção final.

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Durante a apresentação, os convidados puderam degustar oito tipos de vinhos, tudo isso acompanhado de uma farta mesa de frios e pães. Vinhos tintos e brancos.

A forma descontraída do enólogo Marcelo Squillario de se comunicar com o público se transformou em um bate papo e muita interação. “Nesta noite vocês vão poder apreciar e degustar bons rótulos de vinho. O Vinho tem que ser refrescante e nasceu para harmonizar principalmente a culinária”, destacou Marcelo. O palestrante ao apresentar cada rótulo de diversas uvas e tipos, sugeria a degustação e debatia sobre o paladar de cada vinho. Depois o enólogo percorreu mesa por mesa para responder as perguntas a ele dirigidas.

O Diretor Administrativo do Grupo Juba Mirko Ribeiro, comemorou o sucesso do evento e a qualidade do conteúdo e das bebidas apresentadas. “Foi o primeiro evento desse gênero no Juba Supermercados, e foi surpreendente a participação de clientes e amigos. Ter um enólogo do nível do Marcelo Squillario, a disposição para apresentar e orientar sobre os vinhos ideais para cada ocasião e paladar, foi gratificante”, reconheceu Mirko.

Já o gerente do Jubão, Alexandre Veira, avaliou como muito positiva essa relação social. “Recebemos pessoas que são apreciadores de vinhos. Foi uma atração especial para os amantes do vinho”, enalteceu Alexandre.

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O Prefeito Francis Maris Cruz e sua esposa Maria Queiroz Cruz, apreciadores de vinho, fizeram questão de prestigiar o evento, que ainda contou com a participação de diversas autoridades e da sociedade cacerense. “O Grupo Juba está de parabéns por essa iniciativa e pela belíssima organização desta noite”, brindou Francis Maris. Mário Sérgio Mirandola, representante da Obra Prima, importadora que comercializa os vinhos Los Haroldos no Brasil, observou que o objetivo principal da realização, foi o de difundir a cultura do vinho no Brasil e desmistificar muitos mitos sobre a bebida. “Esta noite mais uma vez em Cáceres foi um sucesso” vibrou Mirandola. No final do evento o Juba disponibilizou para os presentes os vinhos apresentados e degustados na noite por um preço muito abaixo do valor comercializado nas lojas.

Por: Esdras Crepaldi

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Cáceres e Região

Unemat capacita servidores da Prefeitura de Cáceres para atuarem com a Regularização Fundiária

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A capacitação dos servidores teve início nesta terça-feira (4) e segue até a amanhã (6).

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) está realizando nesta semana (04 a 06) de agosto a capacitação de servidores da Prefietura Municipal de Cáceres para atuarem com o Programa de Regularização Fundiária Urbana (Reurb). O treinamento é uma das etapas previstas no convênio firmado entre as instituições.

O professor Robson Melo, um dos coordenadores do projeto explica que o convênio firmado entre a Universidade do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura para a realização o do Programa de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) prevê além do desenvolvimento das ações administrativas, jurídicas, urbanísticas e de desenvolvimento de tecnologia para que fosse possível a emissão de escrituras dos imóveis, a transferência dessa tecnologia para que o poder público municipal possa desenvolver de forma contínua essa ação.

“Nós enquanto universidade temos o compromisso de fazer a transferência de toda a tecnologia e metodologia utilizada no desenvolvimento do Programa para que o município possa fazer com os seus servidores essa ação de forma continua, sem depender de outras instituições. Nesse momento, estamos capacitando as equipes administrativa, jurídica, urbanística e o setor de tecnologia da informação para que ao encerrarmos o trabalho por parte da universidade o projeto não se encerre e os servidores públicos possam continuar operando o sistema e entendendo todos os procedimentos metodológicos”, explica Robson.

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A capacitação dos servidores teve início nesta terça-feira (4) e segue até a amanhã (6).

Serviço: As pessoas que ainda não ingressaram com o requerimento para a regularização dos imóveis podem procurar o setor de atendimento na Prefeitura Municipal. A ideia é atender todos os bairros de Cáceres.

Lembramos que o atendimento está sendo organizado de modo a garantir a distância necessária para evitar a contaminação pelo Coronavírus.

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Levantamento aponta aumento da demanda por gás natural pelas indústrias do interior

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Apenas quatro empresas pesquisadas utilizariam um volume de gás natural de 40,5 milhões de m³ de gás ao mês para substituir o consumo atual de outras fontes de energia

Um estudo de demanda de gás natural em Mato Grosso revelou que apenas quatro empresas utilizariam um volume de gás natural de pouco mais de 40,5 milhões de metros cúbicos (m³) do combustível ao mês, para substituir o consumo atual de outras fontes de energia. O levantamento foi realizado pela Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás) em parceria com o Senai-MT, por meio de visitas técnicas aos empreendimentos.

Conforme o presidente da MT Gás, Rafael Reis, as empresas buscam uma matriz energética mais barata em comparação com outras fontes, como a energia elétrica. “Com base no grande interesse pelo de gás natural, estamos negociando um aumento da quantidade do combustível fornecida pela Bolívia, para poder atender a demanda interna, e fomentar o desenvolvimento de Mato Grosso”, afirma.

O levantamento aponta que a demanda ultrapassa os 1,5 milhão de m³ ao mês, previstos no contrato atual entre a estatal mato-grossense e a boliviana Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos (YPFB). A quantidade de gás pactuada atende hoje as indústrias, e o gás natural veicular (GNV), principalmente da Capital.

Estudo de viabilidade

O levantamento preliminar aponta que, as empresas pesquisadas optem por utilizar o gás natural, e façam a conversão com a instalação de equipamentos específicos para uso do gás ao invés de biomassa, ou energia elétrica, o consumo seria de cerca de 40,58 milhões de m³ ao mês.

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As empresas que receberam as equipes para visitas técnicas e levantamento de informações são: Caramuru e Safras, em Sorriso; Inpasa em Sinop; e Excelência em Nova Mutum. Conforme o consultor do Instituto Senai de Tecnologia (IST), o engenheuiro mecânico Everton Medeiros Tarouco, que participou diretamente do levantamento, foram escolhidas para o estudo algumas empresas de grande porte, que possuem um alto consumo.

Ele afirma que um dos fatores que torna o gás natural mais atrativo é a possibilidade de maior eficiência no uso industrial, mas análise sobre a implantação, ou não, é uma avaliação de cada empresa.

“Observamos que com o uso do gás natural há uma produção homogênea e controlada de calor, o que aumenta a produtividade. Se compararmos com a biomassa, por exemplo, e em determinado momento do processo produtivo for necessária uma certa quantidade de energia, a lenha tem uma resposta mais demorada até chegar ao ponto que eu preciso”, explica.

Comparado com outros combustíveis fósseis, como a gasolina, e o diesel, também utilizados para a mesma finalidade, o gás é mais vantajoso ambientalmente, e possui uma queima mais eficiente, avalia o especialista.

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Outro benefício apontado pelo consultor é com relação a economia com área de estoque, segurança pois promove um fluxo de caminhões muito menor, e pelo controle do próprio combustível. “A madeira picada, por exemplo, que pode ser utilizada para a queima, às vezes pode conter impurezas que prejudicam o poder calorífico”.

“As empresas precisam de uma alternativa eficiente de matriz energética. A ideia não é substituir totalmente, de início, mas garantir a alternativa de abastecimento. O próprio transporte de biomassa tem uma burocracia muito maior, uma certificação exigida, e sobre o gás não há essa exigência”.

O Intituto Senai de Tecnologia está concluindo um estudo sobre qual será a melhor maneira de fornecer o gás para as indústrias do interior, da forma mais vantajosa e eficiente. A modelagem do negócio e a logística fazem parte da avaliação em conjunto com a MT Gás.

Outros empreendimentos que também podem se beneficiar do consumo de gás como substituto da biomassa são frigoríficos, indústrias de alimentos em geral, cervejarias, laticínios, e até hospitais e hotéis. “Há empresas que podem avaliar um gerador de energia elétrica a gá, apenas nos horários de maior consumo, de ponta”, conta.

Da Assessoria

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