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Governo Federal promete envio das Forças Armadas ao Rio de Janeiro

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Para o especialista em Segurança, é preciso enviar recursos financeiros e aplicar medidas de Inteligência, conforme prevê o Plano Nacional de Segurança

A situação da violência no Rio de Janeiro é gravíssima. Só neste ano, 91 policiais morreram e muitos civis, incluindo crianças, foram alvejados por balas perdidas, trocadas entre criminosos e policiais. Por que o Rio de Janeiro deixou chegar a este ponto?

Como falta de alternativa e competência, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, correu para Brasília pedir ajuda ao governo federal para combater a violência que está sem controle. Novamente, o governo federal disponibilizou a Força Nacional, que também teve corte no orçamento pelo controle dos gastos públicos.

Na opinião do especialista em Segurança e Estratégia, Professor Ricardo Gennari, o governo não está aplicando as diretrizes do Plano Nacional de Segurança, que foi lançado em janeiro de 2017, e que disponibilizou novas políticas de segurança e recursos financeiros. “Com todo respeito à Força Nacional, não adianta enviar cem homens à cidade, sem pleno conhecimento das zonas de crime, locais de riscos e situações de perigos. Só a Polícia Militar do Rio de Janeiro tem, aproximadamente, 50 mil homens na ativa. Mesmo com todo esse efetivo, o combate ao crime é insuficiente. Então o problema não é o efetivo e sim, as condições de trabalho e inteligência”, cravou Gennari.

Para ele, o governo federal, por meio do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), pode fornecer inteligência para o sistema da Segurança Pública no Rio de Janeiro, além de fornecer recursos financeiros, já aprovados no Plano Nacional de Segurança Pública.

“Certamente, se os recursos financeiros e os serviços de Inteligência forem disponibilizados pelo governo federal, o sistema policial carioca poderá combater a criminalidade no mínimo em pé de igualdade, já que a criminalidade tem recursos financeiros para comprar armamento e conta com  soldados prontos. Colocar a postos as Forças Armadas no estado do Rio de Janeiro trata-se de uma medida emergencial, mas não resolverá o problema como um todo”, conclui.

Ricardo Ferreira Gennari

Graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômica de São Paulo, o professor Ricardo Gennari é especialista em Inteligência Estratégica, Cenários Prospectivos, Contra-Inteligência Empresarial, Segurança, com Pós MBA em Inteligência Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Política e Estratégia pela Universidade de São Paulo (USP). E ainda, Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; Logistics and Transportation for the Executive Manager pela School of Business Administration – University of Miami; e Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo “Lato Sensu”.

É diretor executivo da Tróia Intelligence Consultoria (www.troiaintelligence.com.br) e professor da FIA/FIPE em Pós Graduação em Contra-Inteligência Empresarial; além de coordenador do Seminário na PUC/SP – Estratégia e Inteligência para Grandes Eventos.

Tem cursos de Especialização na Brookings Executive Education – Washington D.C. – USA; na Academy of Competitive Intelligence; no Internacional Police Executive – New York; na Escola Superior de Guerra e na Escola de Governo, conveniada à Universidade de São Paulo; no Institute of Terrorism Research and Response de Israel; na Defense Academy of the United Kingdom (Inglaterra); na Academy for Advanced Security & Anti-Terror Training (Israel) e na National Intelligence Academy (Estados Unidos).

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Home-office definitivo: Especialista dá três dicas que prometem melhorar a infraestrutura e otimizar o trabalho em casa

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Pesquisa aponta que 73,8% das empresas no Brasil pretendem instituir o home-office após a pandemia

Após semanas trabalhando em casa, 73,8% das empresas pretendem instituir o home-office como prática definitiva no Brasil após a pandemia do coronavírus, de acordo com estudo realizado pela consultoria Cushman e Wakefield, e que através da revista EXAME, ouviu 122 executivos de multinacionais que atuam no país. Isto se explica pela avaliação favorável à pratica; para 25,4% dos entrevistados a experiência do trabalho remoto é totalmente positiva, enquanto para 59% há mais pontos positivos do que negativos.

“Este fenômeno de implementação do home-office ocorreu de maneira “forçada” pelo coronavírus, mas foi positivo, porque acabou abrindo os olhos das empresas para que enxergassem os inúmeros benefícios da inserção do teletrabalho de forma permanente”, afirma Rubens Branchini, executivo, Diretor Comercial da ES Tech, e especialista em tecnologias de otimização para home-office.

Segundo o executivo, os ganhos são: diminuição das despesas, à medida que se reduz os espaços físicos de escritórios de grande porte localizados, por exemplo,  em regiões caras das metrópoles, maior produtividade, se levarmos em consideração que o tempo trabalhado por um colaborador é de 8 horas diárias e a metade deste tempo ele passa em deslocamento (duas horas para ir e duas horas para voltar aproximadamente), além do bônus do bem-estar do funcionário, que ganha mais liberdade de trabalho, maior conexão com a família, possibilidade de acompanhar o crescimento dos filhos, entre outros fatores.

Tendo em vista que o home-office já é uma realidade e os funcionários remotos precisam otimizar o espaço em que trabalham, confira abaixo três dicas preciosas de tecnologia que o especialista Rubens Branchini indica para configurar e estruturar um escritório em casa:

Tecnologia de videoconferência: 

É o principal fator que possibilita aos funcionários trabalhar em casa, por isso, a plataforma de vídeo adotada precisa oferecer interopatibilidade, ou seja,  moderna conferência em nuvem, que permite conectar diferentes tipos de tecnologias e dispositivos (celular, notebook, tablets, incluindo navegadores para ingressar em uma reunião; compartilhamento de conteúdo, em que o funcionário pode compartilhar sua tela, planilhas e apresentações; facilidade de uso; segurança, com informações protegidas por criptografia e por fim; qualidade, algo que possa funcionar com a internet que se tem em casa, sem cair a conexão.

Equipamentos que otimizem a conferência:

Muitas pessoas têm câmera, áudio e microfone integrados ao computador para se conectar via navegador, mas aderir à uma câmera externa, ao invés da câmera integrada do PC é uma ótima opção para se obter  maior qualidade de imagem; em termos de som, obter um bom fone de ouvido para cancelar algum barulho como cães latindo ou reformas, por exemplo e por último, se possível, aderir a um sistema completo de videoconferência sem a necessidade de um computador, que oferece câmera UHD integrada ao microfone e barra de som, tecnologia de cancelamento de ruído que filtra sons do ambiente como digitação, ar condicionado, além de um campo de visão mais amplo, bem como uma configuração plug-and-play simples com um diretório online para fazer chamadas assim que o usuário for detectado em um serviço.

Acústica:

Para capturar e enviar o melhor som possível é preciso amenizar a acústica no espaço em se encontra. Uma sala vazia, por exemplo, faz eco e os microfones adoram captar estes sons. Assim, basta adicionar no seu ambiente de trabalho, plantas, cortinas, móveis ou carpetes; objetos que quebram e absorvem as ondas sonoras.

Sobre a ES Tech – Referência no segmento de Videoconferência, Comunicação Unificada e Segurança Eletrônica, a ES Tech é especialista em soluções para diferentes tecnologias e operações das empresas. Oferece produtos em parceria com as principais marcas na indústria nacional e internacional e detém um portfólio com mais de 8 mil produtos genuínos que vão desde uma simples fonte de alimentação até os mais modernos sistemas de segurança eletrônica, telefonia e telecomunicações. A ES Tech possui diversos canais de contato com seus clientes, as compras podem ser feitas pelo site através do site e-commerce ou pelos diversos meios de comunicação para atender seus clientes no mundo digital.Site: https://www.estech.com.br/

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Mais Perdas ao Servidor Público

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Em Mato Grosso, os servidores não recebem a compensação das inflacionárias (Revisão Geral Anual) desde 2017. Digo isso,  pois as perdas de 2017 deveriam ser compensadas em 2018, e não foram. Até este momento, os servidores públicos do poder executivo, sofreram um achatamento de salários da ordem de 13,5%, calculando-se os juros compostos. No mesmo período, os trabalhadores da iniciativa privada receberam reajustes da ordem de 15,14%, calculados sobre o salário-mínimo, em juros compostos, também.

 Se nos anos de 2020 e 2021 o INPC ficar em 3%, apenas, os servidores públicos do poder executivo do Estado de Mato Grosso vão perder quase 20% do seu poder de compra, até 31 de dezembro de 2021. Soma-se a isso, mais 3% de perdas com o aumento da alíquota previdenciária, agora em junho de 2020, as perdas acumuladas passarão para 23% de seus salários.

 Enquanto isso, com a obrigação legal do congelamento dos salários do executivo, os demais poderes receberão parcelas vultuosas de excesso de arrecadação, uma vez que os valores a serem repassados para os cofres do Tesouro do Estado de Mato Grosso, neste ano, pela compensação das perdas de receita pela Pandemia da COVID-19, será repassado ao tesouro Estadual um montante de R$ 1,3 bilhão e, destes, conforme a divisão da LOA, aproximadamente R$ 200 milhões poderão ficar com os Poderes e, aproximadamente, R$ 1,1 bilhão com o Executivo, assim como os recursos do acordo de compensação de perdas da Lei Kandir, sendo que, deste, R$ 300 milhões são repassados para os municípios, R$ 147 milhões aos poderes e, ao executivo, ficam, aproximadamente, R$ 750 milhões.

 Conforme estimativa acima, dos R$ 2,4 bilhões em recursos extraordinários que o Estado vai receber,  apenas R$ 1,86 bilhão ficam no Executivo, R$ 300 milhões vão para os municípios e R$ 347 milhões ficam com os demais poderes.

 Um esclarecimento que precisa ser feito é que, o grupo de servidores que está sem receber a RGA é o executivo, e este mesmo grupo de servidores continuará com o salário congelado até 2021. Os servidores dos demais poderes não têm perdas acumuladas, nem deverão ter os salários congelados, uma vez que o congelamento se aplica apenas ao poder executivo, respeitando-se o princípio da independência dos poderes.

 Outra informação que o povo precisa conhecer é que, de todos estes poderes, apenas os servidores do poder executivo encontram-se na linha de frente do enfrentamento da COVID-19, bem como na manutenção de serviços essenciais.

 

Antonio Marcos Rodrigues é Engenheiro Agrônomo, atuando como Fiscal Estadual de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Mato Grosso do INDEA-MT, desde 2003, e servidor público há 19 anos.

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