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Governo diz que demissões voluntárias devem gerar economia de R$ 48,3 milhões em MT

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Conforme o levantamento, 375 empregados públicos demonstram interesse em aderir ao Plano de Demissão Voluntária.

O governo de Mato Grosso prevê economia de R$ 48,3 milhões nos próximos dois anos com o Plano de Demissão Voluntária (PDV).

Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), que coordena o trabalho, junto Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Empresa Mato-grossense de Mineração (Metamat).

Conforme o levantamento, 375 empregados públicos dessas três empresas demonstram interesse em aderir ao PDV, sendo 146 na MTI, 180 na Empaer e 49 na Metamat.

Somente em 2019 a economia gerada com o PDV pode chegar R$ 21,5 milhões. Em 2020 esse valor passaria para R$ 26,8 milhões. Já em 2021 para R$ 27,6 milhões e em 2022 chega a R$ 30 milhões, totalizando R$ 106 milhões nos próximos quatro anos.

O PDV do Estado foi instituído inicialmente na MTI, onde de um total de 341 empregados aptos à adesão, 146 já o fizeram e 43 já saíram. Os que ainda não se desligaram têm até 6 de maio. Na Empaer, o período de adesão vai até 25 de abril e na Metamat ainda não foi definida a data limite. A intenção do Governo é estender o PDV a outros órgãos da administração pública.

O servidor interessado precisa preencher alguns pré-requisitos como ter benefício de aposentadoria concedido pelo INSS até a data de desligamento, idade igual ou superior a 45 e no mínimo 20 anos de trabalho e não estar com seu Contrato de Trabalho suspenso ou interrompido.

O servidor não deve ainda estar de licença previdenciária, não ser detentor de estabilidade provisória, não ser reintegrado com medida liminar aguardando decisão definitiva do mérito, não ter sido considerado inapto no exame demissional, não possuir reclamação trabalhista sem trânsito em julgado, movida em desfavor da empresa, preencher o Termo de Adesão ao PDV e assinar o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho junto ao órgão empregador.

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Por G1 MT

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Cáceres e Região

Estudantes do IFMT em Cáceres debatem soluções para dilemas cotidianos em roda de conversa promovida pelo MP

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Como jovens e adolescentes podem entender e enfrentar as dificuldades de interação social? A utilização de recursos tecnológicos pode ser nociva? Como superar problemas relacionados à depressão, ansiedade, autoestima, solidão, vícios, bullying?  Esses foram alguns dos questionamentos que envolveram estudantes de cursos do ensino médio, técnico e superior do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo durante roda de conversa realizada essa semana (23.04) no campus. A atividade intitulada “a solução de nossos problemas” integra agenda de sensibilização e orientação desenvolvida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) por meio da Promotoria de Justiça da Infância e da Adolescência de Cáceres, em unidades escolares do município.

De acordo com a coordenadora do projeto, promotora Taiana Castrillon Dionello, o objetivo é despertar os jovens para aptidões da inteligência emocional como autoconhecimento, controle emocional, automotivação, além da empatia e interação social, reveladas na capacidade de ouvir e se colocar no lugar da outra pessoa e de saber lidar com os relacionamentos, em exercício diário de respeito e de perdão.

“A demanda que tem chegado pra nós é de muitos problemas de relacionamento interpessoal entre os jovens e a família e, na maioria das vezes, o espaço de revelação é a escola. Então, a gente observa que há necessidade de se trabalhar essas questões das aptidões emocionais. São ferramentas muito úteis que os jovens precisam ter para lidar com os dilemas, com os problemas diários e mostrar para eles que tudo tem uma solução na vida, têm caminhos”, destaca Taiana.

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O trabalho realizado com alunas e alunos do IFMT contou com as contribuições de equipe formada pela assistente social do MPMT Frankielle Corrêa, a psicóloga Rayanne Moreno Pereira e o professor da área de Ciência da Computação da Universidade do Estado de Mato Grosso, Unemat, Tiago Luís de Andrade.

Entre os propósitos da ação, está a difusão de informações para a comunidade estudantil sobre como buscar ajuda para problemas como depressão, vício, ansiedade, automutilação, assédio. Nesse sentido, a escola é uma das portas de entrada para a Rede de Proteção de adolescentes e jovens no contato com a direção e coordenação pedagógica bem como o Ministério Público que pode acionar a rede de atendimento psicossocial do município.

A diretora do Departamento de Desenvolvimento Educacional do Campus Cáceres, Juçara Tinasi reforçou o papel da escola e compromisso do IFMT em fortalecer o elo dessa rede de atendimento no trabalho cotidiano desenvolvido no campus por toda equipe pedagógica e multiprofissional de atendimento aos estudantes. Tinasi parabenizou à promotoria e toda a equipe do projeto pelo trabalho realizado e agradeceu pela disponibilidade para agenda no IFMT.

Utilização de Recursos Tecnológicos: responsabilidades e consequências

No que tange à utilização de recursos tecnológicos, o professor Tiago provocou entre os estudantes à reflexão sobre problemas causados pelo uso desmedido e sem limites dos recursos, a exemplo do vício e do isolamento de quem busca interação exclusiva no universo virtual. Entre outros aspectos, o docente alertou para as consequências, incluindo responsabilização criminal, do uso inadequado dos recursos e enfatizou a existência de regras e leis que regulam a sua utilização, a exemplo da Lei n. 12.965/14, chamada “Marco Civil da Internet”- que trata de direitos, deveres e garantias do fornecimento da internet como recurso tecnológico no Brasil – e da Lei 12.737/2012 que ficou conhecida como “Lei Carolina Dieckmann” com a tipificação criminal de delitos informáticos.

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 “Nós temos várias possibilidades de utilização de forma positiva como fonte de pesquisa, comunicação, entretenimento e informação. Acontece que estamos vivenciando uma triste realidade que as pessoas estão utilizando os recursos tecnológicos também para o lado negativo, isso tem chamado mais atenção, porque o recurso tecnológico está sendo distorcido de sua objetivação”, afirma Tiago.

O docente deu exemplo de situações criminosas em que os responsáveis foram identificados por meio do rastreamento de dispositivos eletrônicos a exemplo do caso de assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Mariele Franco em que o suspeito pela execução do crime que hoje está preso foi identificado a partir de investigação dos dados de navegação de celulares. No outro exemplo, do massacre na Escola de Suzano em São Paulo, a polícia chegou ao suspeito de quem planejou a ação e de quem forneceu arma, ao investigar a utilização de recursos tecnológicos.

 “Saibam que todas as vezes que utilizamos qualquer dispositivo eletrônico nós podemos ser rastreados e monitorados, com ou sem internet. Nos dados de navegação, por exemplo, quando utilizamos os recursos enviamos metadados como dados de localização, hora, local, dispositivo, característica do aparelho, entre outros”, explica o professor.

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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Destaque

Levantamento – Mato Grosso é o 7º estado em índice de educação do Ipea

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Mato Grosso ficou em 7º lugar no ranking de educação que consta no Radar IDHM, índice divulgado na última semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisa renda, educação e longevidade no Brasil com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Mato Grosso também está entre os 11 estados brasileiros com renda alta da população, item que fica em 9º colocado no ranking.

A última edição do Radar IDHM analisou os dados de 2012 a 2017 dos 26 estados e do Distrito Federal. Mato Grosso evolui na nota da maioria dos itens que compõem o índice como na longevidade, na qual fica em 11ª colocação entre os estados.

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Outra questão analisada pelo levantamento são as desigualdades de gênero e raça. Segundo o documento, “pensar sobre desigualdades sociais no Brasil e no mundo passa, obrigatoriamente, pelo reconhecimento das reflexões produzidas no campo dos estudos sobre raça e gênero. Por esse caminho, compreende-se que a diversidade dos grupos sociais no Brasil perpassa, também, pela diferença na condição de vida desses indivíduos”.

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No índice geral, que compara renda, longevidade e educação, Mato Grosso é o 13º com a maior diferença entre brancos e negros. No entanto, é o 4º com o melhor índice de educação para negros e o 7º em renda da população negra.

Quando a comparação é feita entre homens e mulheres, o índice deles é maior, 0,773 contra 0,761 delas, mas ainda é a menor diferença no Centro-Oeste. As mulheres tem melhores índices em educação e longevidade, mas quando o assunto é renda os homens tiveram nota 0,819 e as mulheres mato-grossenses 0,630.

Thalyta Amaral / GD

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