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Mato Grosso

Governo de Mato Grosso cria Delegacia Especializada de Combate à Corrupção

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O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Polícia Judiciária Civil, tem a partir de agora uma unidade que atuará exclusivamente com investigações de fraudes ou modalidades de corrupção praticadas na administração pública e ações de agentes que atuem de forma isolada ou em grupo na lavagem ou ocultação de bens. O decreto criando a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção foi publicado nesta sexta-feira (18.10), no Diário Oficial do Estado. 

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante dos Santos, destaca o alinhamento de Mato Grosso com as diretrizes do Ministério da Justiça e Segurança Pública que tem como um das prioridades o reforço nas ações de combate à corrupção. “Em consonância com a orientação do MJSP para que os Estados reforcem as atividades investigativas criamos essa estrutura que trabalhará nesse foco específico, com as atividades centralizadas nessa nova estrutura, que atuará em parceria com órgãos de controle externo”, reforçou Bustamante. 

Em julho deste ano, o Ministério da Justiça publicou os critérios para rateio entre os Estados dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. O fortalecimento da Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos, a Proteção das Fronteiras e a Criação de Unidades Especializadas das Polícias Civis específicas para o combate à corrupção são alguns dos indicadores definidos por serem considerados estratégicos e de ganhos substanciais na produção de provas e no enfrentamento às organizações criminosas.

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O delegado-geral da PJC-MT, Mário Dermeval Aravéchia de Resende, pontua que a  criação da nova Delegacia, permite à Polícia Civil atuar numa linha de trabalho investigativo nos moldes da força-tarefa da Operação Lava Jato, seguindo uma tendência de todos os Estados, conforme as premissas adotadas pelo Ministério da Justiça. “A Polícia Civil, mesmo com a crise de efetivo e escassez de recursos conta com apoio do governo para ter uma estrutura que possa atuar de maneira bastante rigorosa no combate aos crimes de corrupção e que as ações investigativas permitam ao Estado ter de volta recursos que porventura sejam desviados”, afirma o delegado-geral. 

Mário Dermeval acrescenta ainda que o trabalho da DECCOR será em conjunto com órgãos de controle. “Nossa prioridade nessa estrutura é atuar com base em uma boa relação com o Ministério Público, pois são todos engrenagem de um mesmo sistema que tem como resultado o zelo com recursos públicos”. 

Estrutura 

Conforme estabelece o Decreto 267/2019, a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção ficará subordinada à Diretoria de Atividades Especiais e terá atuação em todo o Estado de Mato Grosso. 

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O diretor de Atividades Especiais, delegado Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, explica que a nova Delegacia ocupará, por enquanto, o mesmo prédio da Delegacia Fazendária, e que no futuro passará para outro local. “O próximo passo agora, a partir da criação é estruturar as equipes que atuarão na DECCOR, em conformidade com o que estabelece o Decreto”. 

O coordenador-geral do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional do MJSP, Duílio Cardoso, pontua que a criação das Delegacias nos Estados demostra o comprometimento dos governos em fortalecer o trabalho policial investigativo no combate à corrupção para que no futuro, as Polícias Civis sejam os principais atores nesse processo. “A criação e estruturação das DECCOR fortalecem internamente as instituições e o processo de maturação para conquistar resultados efetivos nas investigações. Com essa resposta por parte dos estados está sendo criado um cenário que não permitirá retrocessos nas ações de combate à corrupção e o ganho é para toda a sociedade”, atesta Duílio Cardoso.

Fonte: GOV MT
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Escola de VG aposta em feira cultural com a temática voltada para a Amazônia

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A Escola Estadual Dom Bosco, de Várzea Grande, realizará a sua 1ª Feira Cultural na próxima quarta-feira (20.11). Intitulada “Um Olhar Para a Amazônia”, a mostra terá a participação de 620 alunos, que mostrarão trabalhos relacionados ao desmatamento, culinária, índice populacional, além dos rios da região. Os estudantes apresentarão atividades relativas a mortandade dos animais a destruição da fauna e flora. Na parte cultural, serão abordados o folclore com suas lendas, danças e músicas típicas da Amazônia. 

Todas as atividades apresentadas na feira cultural serão construídas pelos alunos e professores. A ideia é que os jovens se sintam protagonistas de seu próprio conhecimento, participando ativamente no processo.

Segundo a diretora Suzan Kelly de Souza Campos de Paula, a ideia nasceu de uma conversa informal, em sala de aula, sobre o desmatamento e as queimadas que vêm atingindo nossas florestas. “Os professores observaram que o assunto estava em foco nas mídias, e devido a esse problema mundialmente discutido a equipe gestora juntamente com os professores e alunos decidiram realizar um projeto”, assinala. No entendimento da diretora, os alunos necessitam saber da grande importância da Amazônia para a humanidade, passando assim a valorizá-la.

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“Sem dúvida o nosso foco com esse projeto é fazer com que o aluno conheça melhor, para valorizar e aprender a preservar um bem que é de toda a humanidade, modificando as relações que o homem estabelece com a natureza e a forma de utilização de seus recursos” falo a professora de história Eliane Maria.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Segunda etapa da vacinação contra sarampo começa nesta segunda-feira (18)

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A segunda etapa da vacinação contra o sarampo começa nesta segunda-feira (18.11) e imunizará, até 30 de novembro, adultos de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia. Para garantir mais efetividade à campanha, além da dose de rotina, Mato Grosso recebeu 35 mil doses extras como forma de facilitar o acesso da população à imunização.

Ciente de que a vacina tríplice viral é a forma mais segura de prevenir o sarampo, protegendo também contra a rubéola e a caxumba, o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, reforça o pedido à população mato-grossense para que procurem o posto de saúde mais próximo para vacinar.

“Essa é uma força-tarefa nacional de imunização contra o sarampo. Até o momento, Mato Grosso não tem casos confirmados de sarampo e não queremos que a doença, que chegou a ser erradicada no Brasil, volte a circular no Estado”, disse o secretário.

Conforme dados do Ministério da Saúde, um total de 68.814 mil mato-grossenses, entre 20 e 29 anos, não estão imunizados contra a doença. A proposta da campanha é diminuir esse número. Para isso, o Ministério deve enviar para o Estado, na próxima semana, novas doses da vacina.

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A coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Alessandra Moraes, explica que, diferentemente dos anos anteriores, essa faixa-etária foi selecionada porque apresentou, em outros estados com casos confirmados de sarampo, uma gravidade no acometimento da doença, evoluindo, muita das vezes, para internações.

“Esse grupo precisa ter duas doses da vacina para ser considerado imunizado. É importante buscar uma unidade de saúde e levar o cartão vacinal para que possa ser vacinado. Se não puder comprovar que já recebeu alguma dose da vacinação, a pessoa vai tomar a primeira dose da vacina normalmente e 30 dias depois irá tomar a segunda dose”, informa.

Além da participação espontânea das pessoas, Alessandra destaca a importância de os munícipios estarem ativos na campanha. “É importante também que os municípios não percam a oportunidade de vacinar esse público. Então, é imprescindível ficar atento aos espaços onde os jovens estão e buscar levar as  informações sobre vacinação a esses meios. Essas são estratégias que os municípios podem utilizar para acessar este público”, avalia a coordenadora.

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Sobre o sarampo

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, que pode evoluir para complicações graves e óbitos. A doença é transmitida por meio das secreções expelidas pelo doente ao falar, tossir e espirrar. O comportamento endêmico/epidêmico do sarampo varia de um local para outro e depende basicamente da relação entre o grau de imunidade e a suscetibilidade da população, bem como da circulação do vírus na área.

Fonte: GOV MT
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