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Mato Grosso

Governador vai encaminhar à AL projeto de lei para autorizar pagamento de plantonistas afastados por Covid

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O governador Mauro Mendes determinou a elaboração de um projeto de lei, nesta quarta-feira (08.07), no qual propõe que os profissionais contratados da Saúde que contraírem a covid-19 possam receber do Estado os valores dos plantões durante o período de recuperação.

O projeto deve ser encaminhado para a Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (09.07).

Mendes justificou que os profissionais da Saúde contratados para as unidades hospitalares do Estado recebem por plantão e não possuem vínculo empregatício, sendo chamados conforme a disponibilidade deles e necessidade do hospital.

“Se porventura esse profissional for contaminado, não seria justo ir pra casa, ficar 14 dias de recuperação e não receber nada como ocorre hoje”, registrou.

De acordo com o governador, o Estado está sensível a esta situação e o projeto de lei é uma medida que visa dar segurança para que estes profissionais possam atuar sabendo que terão respaldo financeiro caso venham a precisar.

“Esse projeto de lei que enviaremos à Assembleia prevê que ele possa receber do Estado o mesmo número de plantão que fez nos ultimos 14 dias. Ou seja, se nos últimos 14 dias antes de contrair a covid, ele fez 6 plantões, o Estado paga outros 6 plantões nos 14 dias em que ele estiver afastado”, explicou.

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Valorização dos profissionais

Outra medida do Governo do Estado para tornar mais atrativa a contratação de profissionais da Saúde foi o pagamento de um percentual por assiduidade, que é acrescido no valor dos plantões. 

O Estado também tem dado ampla publicidade ao edital para contratação de mais de 500 profissionais de Saúde. 

Porém, ainda há uma grande dificuldade de contratação em razão da falta de mão de obra disponível no mercado, e esse é um dos principais desafios para o enfrentamento do coronavírus em todo o Brasil. Somente em Mato Grosso, mais de 60 profissionais essenciais para a manutenção de UTIs estão afastados.

Fonte: GOV MT
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Procon-MT alerta sobre medidas de proteção durante compras para o Dia do Pais

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Preocupado com o avanço do coronavírus, o Procon Estadual orienta os consumidores sobre cuidados que se deve ter ao realizar compras neste final de semana, por ocasião do Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo, 09 de agosto.//

De acordo com o órgão, com o atual cenário de pandemia, a principal orientação é a manutenção das práticas de segurança para evitar disseminação do vírus, e com isso, garantir que a data seja comemorada sem riscos para a saúde.//

Com a proximidade do Dia dos Pais, é comum o aumento de fluxo no comércio de rua e também centros comerciais e shoppings centers, por isso, as medidas básicas de proteção não podem ser esquecidas./ O distanciamento social, uso de máscara, higienização constante das mãos e limpeza correta de utensílios e outros equipamentos, são fundamentais para se proteger contra o vírus.//

O Procon alerta também em relação as cuidados com as compras pela internet./ Um detalhe importante para evitar golpes e prejuízos é verificar se constam no site do vender  número do CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, endereço físico e canais de troca de mercadoria e atendimento.//

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Ao efetuar a compra, imprima ou salve em seu computador a página do site com os dados e, antes de enviar informações pessoais e do cartão de crédito, observe se a conexão é segura./ Para saber mais e ver outras informações, acesse: www.procon.mt.gov.br .//

Por Jota Passarinho / Beatriz dos Passos

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Estadual

Mato Grosso é apontado como exemplo para o país no mapeamento e combate ao desmatamento ilegal

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“A tolerância é zero com o desmatamento ilegal”, disse Mauren Lazzaretti, secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, ao Valor Econômico, em reportagem publicada nesta quarta-feira (05.08). A publicação destaca que o Estado é um dos pioneiros no mapeamento e combate ao desmatamento ilegal, apontando a redução de 20% da área de desmate irregular em junho deste ano, em relação ao mesmo mês de 2019.

“Mato Grosso também largou na frente na análise e na validação dos CAR, outro diferencial no combate ao desmatamento ilegal. Cerca de 30% dos 91 mil registros no sistema estadual, que filtrou e solucionou milhares de sobreposições de áreas, já foram analisados”, escreveu o jornalista Rafael Walendorff.

O pioneirismo de Mato Grosso para garantir que produtores legalizem a situação ambiental das propriedades também foi apontado na matéria “Produtor pede sistema ágil para mapear desmate ilegal”, uma vez que no início do próximo ano será implementado módulo de Compensação de Reserva Legal dentro do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

De acordo com a reportagem, os agropecuaristas e exportadores pedem métodos que comprovem que produtos, como soja, milho e carne bovina, não saem de áreas de desmatamentos ilegais.

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Operação Amazônia Arco Norte na região de Aripuanã – Desmatamento
Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

Para isso, o Estado investiu R$ 6 milhões, em 2019, na plataforma de monitoramento em tempo real do desmatamento, o Satélite Planet, que emite alertas visuais diários e envia relatórios semanais por email de supressão da vegetação a partir de 1 hectare, que são cruzados com dados do Governo.

O sistema é capaz de checar quem é o proprietário da área e se há aval para desmate, acelerando uma eventual autuação, até de forma remota. Dois mil alertas foram atendidos só em 2020. “Vou direto ao local, economizo dinheiro e sou mais eficiente”, destacou a secretária.

O Valor Econômico trouxe ainda que “só este ano, 255 mil hectares foram embargados em Mato Grosso. São mais de 2,2 mil autuações e R$ 2,1 bilhões em multas aplicadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Ministério Público, Ibama, Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. O ‘maior rigor’ já inibiu a ação ilegal. Um dos motivos é a apreensão de mais 600 equipamentos usados por quem desmata ilegalmente – de motosserras e armas de fogo até um helicóptero utilizado na dessecagem aérea da mata que seria derrubada. A ideia é institucionalizar o modelo para replicar o que deu certo nos outros Estados da região”.

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Operação Amazônia Arco Norte na região de Aripuanã – Desmatamento
Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

A reportagem analisou que mesmo com avanços, a área desmatada ainda cresce, porém em um ritmo muito menor que em outros Estados da Amazônia Legal. “Enquanto no Pará houve avanço de 84% entre as safras 2018/19 e 2019/20, o aumento em Mato Grosso foi de 10% – menor índice da Amazônia Legal, que na média foi de 43%. ‘Ainda não é o esperado’, relata a secretária Mauren Lazzaretti com base em dados do Imazon. Foram 873 km² de floresta derrubados no Estado entre agosto do ano passado e junho deste ano, dos quais 14% de maneira legal e autorizada”, destacou a publicação.

Confira a íntegra da reportagem em anexo.

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  • Reportagem Valor Econômico

Carol Sanford | Secom-MT

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