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Governador inaugura base do Gefron na primeira visita à região de Cáceres após as eleições

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O governador Mauro Mendes (DEM) inaugura na manhã de quarta-feira (18) a nova base do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), no município de Porto Esperidião, Oeste do Estado, 250 quilômetros de Cuiabá. É a primeira vez que o governador visita a região de Cáceres, após as eleições de outubro do ano passado.

A chegada da comitiva em Porto Esperidião está prevista para as 9h. O pouso acontece na pista da Fazenda Santa Helena. A solenidade de inauguração está prevista para às 9h30. Após o descerramento da placa e visita às instalações, o governador e comitiva vistoriam os equipamentos e armazenamentos do Gefron.

No momento da inauguração serão entregues, novos armamentos a guarnição. Entre eles, 45 fuzis importados (Sig Sauer).A aquisição é fruto da parceria do Ministério Público, que destinou R$ 450 mil, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Em seguida, o governador fará um sobrevoo de helicóptero na área de patrulhamento do Gefron na fronteira com a Bolívia. Enquanto ocorre o sobrevoo as demais autoridades se dirigem para Cáceres para um almoço na sede do Sindicato Rural, oferecido pelos produtores rurais, e prefeitura do município, parceiros na reforma da base.

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Posto do Limão

O prédio do “Posto do Limão” está localizado na BR-070, uma das principais vias de acesso ao país vizinho, a Bolívia. Com uma área total de 355,95 m², a obra custou cerca de R$ 820 mil e é resultado da parceria do Governo de Mato Grosso, Prefeitura de Cáceres, Poder Judiciário e demais membros da sociedade civil organizada.

Com espaço para atendimento ao público, alojamentos masculino e feminino, sala de exame, cozinha, banheiros, dentre outros cômodos, a nova sede contará também com posto de fiscalização com atendimento 24 horas.

“Estamos vivendo um momento importante do policiamento na fronteira. Vários investimentos estão sendo feitos para ampliar ainda mais a repressão à criminalidade. A nova sede do Gefron está localizada em uma região estratégica entre os dois países e isso é fundamental para o desempenho do nosso trabalho. Temos obtido importantes resultados, somando esforços junto a diversas instituições, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Indea e Receita Federal”, enfatizou o coordenador do Gefron, coronel PM José Nildo de Oliveira.

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O Grupo de Fronteira passou a operar na repressão aos crimes transfronteiriços em 13 de março de 2002. Os 140 policiais realizam patrulhamentos pelas rodovias, estradas vicinais, operações, barreiras fixas e volantes na repressão ao tráfico de drogas, contrabando e descaminho de bens e valores, evasão de divisas e roubos de veículos.

A base operacional do Gefron fica no município de Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres), além da sede administrativa na Sesp, em Cuiabá.

Nos primeiros oito meses deste ano, o Gefron soma quatro toneladas de drogas apreendidas e 168 ocorrências registradas nos 983 quilômetros de fronteira entre o Brasil com a Bolívia. Ainda no período, foram apreendidas 15 armas de fogo e 916 munições. Ao todo, 159 veículos, fruto de roubo ou furto, foram recuperados na região.

O Gefron conta com o serviço de disque-denúncia, pelo número 0800.646.1402. As informações recebidas são checadas pela equipe e a identidade é mantida em sigilo.

Por: Hérica Teixeira | Sesp-MT

e Sinézio Alcântara – Jornal Expressão

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Eliene não descarta possibilidade de racha na gestão: “O jogo do PSDB é sinal de provocação”

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A vice-prefeita e pré-candidata, Eliene Liberato Dias (PSB) não descarta a possibilidade de um racha na administração. Em uma Nota encaminhada à imprensa no domingo ela se diz “desapontada” com o prefeito Francis Maris (PSDB), em lançar outro candidato pelo grupo. E, que “o jogo do PSDB é sinal de provocação na tentativa de desestabilizar a nossa pré-candidatura”.

“Estamos avaliando todas as possibilidades, inclusive, essa (rompimento). Estamos nos reunindo com outros partidos que comungam com o mesmo pensamento e propósito e vamos decidir no decorrer da semana” afirmou assinalando que “a nossa intenção e fazer o melhor para nossa cidade”.

O PSDB, presidido pelo prefeito Francis Maris, lançou a pré-candidatura do diretor da autarquia Águas do Pantanal, Paulo Donizete da Costa, durante reunião do partido, na sexta-feira (29/5). Vinte dos 24 filiados presentes aprovaram a pré-candidatura. Francis disse que apoiará o nome que melhor se despontar nas pesquisas de opinião pública.

Eliene justifica que se sentiu desapontada pela atitude do prefeito porque foi parceira fiel durante os quase dois mandatos consecutivos.

“Na condição de parceira fiel da administração, confesso que fiquei desapontada. Não esperava que fosse lançado outra pessoa do mesmo grupo político. Até mesmo porque a minha pré-candidatura surgiu de forma natural, assim como foi natural o meu nome aparecer bem em todas as pesquisas ou sondagens realizadas pelo próprio grupo e outros também”.

Ela afirmou que “o prefeito sempre disse, desde 2017 que quem do grupo, estivesse melhor nas pesquisas, seria o seu candidato. Dessa forma, o meu nome sempre apareceu em melhores condições para a sucessão, superando, inclusive o secretário de turismo, quem era o preferido do prefeito. Assim ele próprio se manifestou recentemente que eu seria a candidata dele”

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Eliene faz questão de assinalar que não tem nada contra a pré-candidatura diretor da autarquia Águas do Pantanal, Paulo Donizete. “A pré-candidatura do Paulo Donizete é legítima. Mas, dá a entender que o critério que o prefeito diz (quem estiver melhor na pesquisa) vai até surgir um nome que possa ser melhor do que o meu? Isso é muito estranho”.

Apesar do clima de racha no grupo, o prefeito diz que sua gestão tem importantes nomes para a disputa e que espera que a unidade se mantenha também nas eleições. “São ótimos nomes e estamos aguardando quem se viabilizará melhor. Acredito que é possível sim construir uma composição dentro do governo”, afirmou.

Abaixo á integra da Nota

Assessoria

Na condição de vice-prefeita por dois mandatos consecutivos, confesso que não esperava que fosse lançado uma outra pessoa do mesmo grupo político. Na condição de parceira fiel (vice) da administração, a minha pré-candidatura surgiu de forma natural, assim como foi natural o meu nome aparecer bem nas pesquisas ou sondagens realizadas pelo próprio grupo e outros também.

O prefeito sempre disse, desde 2017, que, quem estivesse (do grupo) melhor nas pesquisas, seria o seu candidato (a). Dessa forma, o meu nome sempre apareceu em melhores condições para a sucessão, superando, inclusive o secretário de turismo, quem era o preferido do prefeito. Assim ele próprio se manifestou recentemente que eu seria a candidata dele.

O lançamento da candidatura do diretor da Águas do Pantanal, que considero legítimo, porém me deixou desapontada. Dá a entender que o critério que o prefeito diz (quem estiver melhor na pesquisa) vai até surgir um nome que possa ser melhor do que o meu? Isso é muito estranho.

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A possibilidade de continuar a mesma política de gestão e pelas condições favoráveis que o meu nome está perante o eleitorado, fez com que o partido do PSB trouxesse o presidente nacional da sigla para o ato da minha filiação, além de outras lideranças estaduais e municipais.

O jogo jogado pelo PSDB, lançando um nome de última hora para a disputar a prefeitura, é sinal de provocação e tentativa de desestabilizar a nossa pré-candidatura. Só que isso não me faz desistir do nosso propósito de fazer o melhor para Cáceres. Nosso, porque já temos outros partidos que comungam com o mesmo pensamento e propósito, acreditando no melhor para nossa cidade.

Quero deixar bem claro que não tenho nada pessoal contra a pessoa do Paulo Donizete e quem quer que seja. Pelo contrário, sou democrática e sei que todos tem o direito legítimo de pleitear candidatura. Porém, como eu considero que faço parte desta atual administração, até pela condição de vice-prefeita, a decisão do PSDB só causa insegurança.

Vou continuar mantendo as conversas com todos os demais partidos. Vamos avançar na construção de uma proposta conjunta de políticas públicas para os próximos anos e para que isso aconteça, estamos fechando o grupo de estudos com representantes de outros partidos para formatar um Plano de Governo realista e aplicável.

Em relação a escolha de quem seria o candidato a vice-prefeito, afirmo que os partidos que estamos conversando, nenhum tem se posicionado de forma impositiva com o nome de preferência. A escolha será definida lá na frente e de forma democrática. A imposição não faz bem para nenhum grupo político.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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OAB, UCAM e Observatório Social são contra redução do número de vereadores proposto pela bancada do PTB

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Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Cáceres), da União Cacerense de Moradores (UCAM) e do Observatório Social do Município (OSC) se manifestam contra o Projeto de Emenda à Lei Orgânica Municipal, de autoria da bancada do PTB, propondo a alteração do número de vereadores de 15 para 11 a partir da próxima legislatura.

As entidades consideram o projeto, uma “manobra”, um “golpe de mestre” dos vereadores do PTB para permanecerem no poder, dificultando que partidos menores elejam representantes, deixando muitos bairros e distritos à mercê de sua representatividade legislativa, vindo a sofrer ainda mais para terem um desenvolvimento digno.

O projeto está na pauta para ser apresentado na sessão plenária desta segunda-feira. As entidades foram convidadas à se manifestar pela própria Câmara. Os autores – Rubens Macedo, Creude Castrillon, Elias Pereira, Wagner Barone e Dênis Maciel – argumentam que a redução trará economia aos cofres públicos de mais de 3 milhões de reais durante a legislatura 2012 a 2024.

A manifestação mais incisiva parte da OAB. Os advogados taxam o projeto de “golpe de mestre” no “apagar das luzes”. Opinam que, dá a entender que os vereadores querem apenas construir um caminho mais fácil para se reelegerem. E, contestam o argumento dos autores de que haverá economia aos cofres públicos em razão da redução do duodécimo.

“O argumento de que haverá economia pela redução do duodécimo não é verdadeiro. Isso não pode ser feito, pois é inconstitucional, que é uma fração fixa do orçamento municipal que não pode ser reduzida, ou seja, eles diminuiriam o número de vereadores e permaneceriam com o mesmo duodécimo, um verdadeiro golpe de mestre pra quem pretende continuar no Poder”.

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Na mesma linha de raciocínio – pela manutenção do mesmo número de vereadores – se manifestam os diretores do Observatório Social. E, vão mais além: “É, no mínimo, muito estranho que, um desses vereadores que encabeçam essa proposta, o Rubens Macedo, brigou e até nos ameaçou, quando defendemos a redução há algum tempo atrás. Porque será que agora ele mudou de ideia?”

“Temos que manter o mesmo número para que tenhamos mais representatividade nos bairros, nas comunidades e nos distritos. O que tem que ser feito é reduzir o subsídio dos vereadores. Colocar no mesmo valor do maior salário do servidor da Casa. E, reduzir o valor da Verba Indenizatória de R$ 4.800 para R$ 3 mil. Ai sim haverá economia” dizem.

O representante da UCAM, a exemplo dos da OAB e OSC também é de opinião de que deva ser mantido o mesmo número de vereadores. Em uma rede social Enézio Mariano se manifestou dizendo que ao invés de reduzir teria que aumentar de 15 para 17 e diminuir o salário. Hoje o vencimento chega a R$ 13.600,00 entre subsídio e Verba Indenizatória.

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Além das entidades, vários vereadores, entre eles, Cesare Pastorello (SD) e Cláudio Henrique Donatoni (PSDB) são contrários a proposta.

“Mais do que óbvio que isso é uma manobra. E, as razões estão aí para todos verem. Diminuindo o número de vagas, aumenta o quociente eleitoral, para quase 4 mil votos, o que quase partido nenhum vai conseguir. Além disso, a diminuição do número de vagas também diminui o número de candidatos que cada partido pode ter. Com 15 vereadores, cada partido pode ter 23 candidatos. Com 11 vagas, o limite cai para 17” explica Pastorello.

E, acrescenta: “Essa manobra prejudica ainda mais os partidos que não têm nenhum vereador no quadro, que são a verdadeira oxigenação da Câmara. Daí o que fizeram? Incharam o PTB com 6 vereadores, para reeleição, trouxeram o doutor Massato e pretendem eleger a maior bancada da casa se a redução for aprovada”.

Finaliza dizendo que “com isso, não só os partidos pequenos e novos como toda a sociedade ficará prejudicada pela menor representatividade. Em resumo, se o PTB do Barone e o PSB do Jerônimo se unirem e aprovarem essa redução, eles serão os dois únicos partidos na Câmara no ano que vem”. O vereador Cláudio Henrique disse que votará contra a redução.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias.

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