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Cáceres e Região

Gefron apreende 2,8 toneladas de drogas no primeiro semestre deste ano

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Ainda no período, de janeiro a 30 de junho, 106 veículos produtos de roubo e furto foram recuperados.

As ações repressivas dos profissionais do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) resultaram na apreensão de mais de 2,8 toneladas de drogas no primeiro semestre de 2019. Ainda no período, foram registradas 111 ocorrências com 14 armas e 916 munições apreendidas. O Brasil possui 983 km de fronteira, seca e alagada, com a Bolívia.

De janeiro a junho deste ano foram recuperados 106 veículos produtos de roubo e furto de vários municípios de Mato Grosso, e até de outros estados, e prendeu 16 pessoas com mandados judiciais em aberto. Uma aeronave utilizada para transportar entorpecente também foi apreendida.

O tráfico de drogas ocorre na fronteira por meio fluvial, terrestre e aéreo. Automóveis, ônibus de linha regular, veículos de cargas, motocicletas, bicicletas e até mesmo pessoas, as chamadas “mulas”, são usadas para transportar as drogas.

Um dos maiores montantes de apreensão de droga aconteceu em maio deste ano, em uma ação conjunta do Gefron com a Polícia Federal de São Paulo, que apreendeu 973 quilos de substância análoga à cocaína. A droga saiu da Bolívia em uma aeronave com destino ao município de Biritiba-Mirim, interior de São Paulo. Com a troca de informações entre as polícias dos dois estados, parte da droga foi encontrada em uma caminhonete em uma propriedade rural e outra parte estava enterrada. Três pessoas, entre eles, o piloto da aeronave, foram presos.

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Outra ação, também em maio deste ano apreendeu 288 de substância análoga à pasta base de cocaína, no município de Poconé (a 104 km de Cuiabá). Por volta das 22h, os policiais realizavam patrulhamento na região do Pantanal e, ao sinalizar parada para um veículo, o condutor acelerou e fugiu. Foram realizados bloqueios na região para localizar a caminhonete, que foi encontrada abandonada. A droga estava na carroceria, separada em tabletes.

O coordenador do Gefron, tenente-coronel PM José Nildo de Oliveira, disse que a atuação dos profissionais do Grupamento consiste em realização de patrulhamentos e barreiras em toda a extensão da fronteira no intuito de promover o enfrentamento aos crimes cometidos na região.

“Nossos policiais atuam dia e noite para a repressão aos crimes na fronteira, principalmente o tráfico de drogas. Os resultados já alcançados reforçam o trabalho que é desenvolvido pelas unidades de segurança”, ressalta.

Ainda segundo o coordenador, a atuação integrada com demais forças estaduais e federais, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Indea e Receita Federal, intensifica a repressão aos crimes transfronteiriços.

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Sobre o Gefron

O Gefron passou a operar na repressão aos crimes de fronteira em 13 de março de 2002. Os 140 policiais realizam patrulhamentos pelas rodovias, estradas vicinais, operações, barreiras fixas e volantes na repressão ao tráfico de drogas, contrabando e descaminho de bens e valores, evasão de divisas e roubos de veículos.

A base operacional do Grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres), além da sede administrativa que fica na Sesp, em Cuiabá.

O Gefron conta com um canal de disque-denúncias, que é o telefone 0800.646.1402. As informações recebidas são checadas pelo Grupamento e a identidade é mantida em sigilo.

Hérica Teixeira | Sesp-MT

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Meu filho estava na hora errada e no lugar errado, diz mãe de soldado que dirigia o veículo envolvido no acidente

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A comerciante Alessandra Ribeiro do Prado, mãe de um dos soldados do Exército que se envolveu no acidente que destruiu totalmente o veículo HB-20 e, parcialmente, uma casa na Avenida dos Bandeirantes, bairro Santos Dumont, diz que o seu filho é um jovem direito e que “estava na hora errada e no lugar”.

“Não que eu esteja passando a mão na cabeça dele. Meu filho não estava bêbado, meu filho é um jovem direito. Ele só estava na hora errada e no lugar errado” garante. Alessandra é mãe do soldado que dirigia o carro. O acidente envolvendo três soldados ocorreu na noite de segunda-feira por volta das 22h.

Na tentativa de escapar da Polícia Militar, os soldados colidiram, destruindo parcialmente a casa. Consta no Boletim de Ocorrência, que além de o condutor do veículo não portar habilitação, havia no interior do veículo, carne e algumas latas de cerveja. O que sugere que estivessem fazendo uma festa.

E, ainda duas garotas, supostamente, menor de idade. Sem contar que eles, desobedeceram a ordem de parada do veículo, orientada pela guarnição policial, resultando em perseguição e o acidente. As duas garotas feridas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Regional, pelo Corpo de Bombeiros.

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“No meu entendimento foi uma fatalidade” diz Alessandra contando que, os soldados estariam indo a uma confraternização. “Havia saído dinheiro do quartel e eles se reuniram para fazer uma confraternização entre os colegas. Meu filho saiu para buscar uma garota que era namorada de um colega dele”.

Diz que, ele havia tomado apenas uma lata de cerveja até porque, segundo ela, ele estava restabelecendo de uma doença.

“Ele ficou internado no mês passado com um problema nos rins. Tomou apenas uma latinha de cerveja. Foi uma fatalidade” afirma assegurando que “ele não parou o carro porque ficou com medo e se apavorou não ter habilitação” diz confessando que “eu errei por ter dado chave do carro a ele”.

A comerciante reafirma que seu filho é um rapaz direito que nunca fez nada de grave que pudesse comprometer sua idoneidade. “Ele é um rapaz direito. Mas, agora ele vai ter que pagar pelo erro que praticou” diz assinalando que está procurando as famílias das garotas que saíram feridas do acidente para ajudar no que for necessário.

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Alessandra Prado afirma que, além da comoção com a “fatalidade” a família também terá prejuízos financeiros porque o veiculo não estava no seguro.

Coronel Ricardo Vieira Coelho, do Comando de Fronteira do Jauru, antigo 2º Batalhão de Fronteira, informou a pouco que os três militares envolvidos no acidente estão presos à disposição da Justiça. Disse ainda que o comando instaurou um procedimento disciplinar para apurar o caso. E, que se comprovado que eles foram responsáveis pelo acidente podem ser excluídos do Exército.

“Eles já estão presos no batalhão à disposição da Justiça. São jovens de 19 anos. Mas, nada justifica o que fizeram. Inicialmente serão punidos. E, caso o procedimento militar conclua que eles cometeram crimes podem ser excluídos à bem da disciplina do Exército. O processo disciplinar terá prazo de 8 dias. Só após o resultado desse trabalho e que se saberá o grau de punição aos acusados.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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Soldados do Exército destroem carro e casa durante perseguição policial

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

Uma perseguição policial por pouco não acaba em tragédia, na noite de segunda-feira, em Cáceres. Na tentativa de escapar da polícia, três soldados (recrutas) do Exército, conduzindo um HB-20 branco, placas OBD – 1502 colidiram, frontalmente, destruindo totalmente o veículo, e, parcialmente, uma casa na Avenida dos Bandeirantes, bairro Santos Dumont.

O acidente aconteceu por volta das 22h. Além dos militares, no veículo, conforme informações do proprietário da casa, encontravam-se duas garotas, supostamente, menores de idade. Com o impacto da colisão, peças do carro, ficaram espalhadas pelo chão. A bateria foi arremessada há 5 metros do local.

Há suspeita é de que o grupo planejava fazer uma festa. No interior do veículo, conforme as testemunhas, havia carne e duas caixas de cerveja, que foram recolhidas pela polícia, no momento do registro da ocorrência. As garotas foram socorridas pela guarnição do Corpo de Bombeiros que as conduziram para o Hospital Regional.

O estado de saúde, principalmente, das meninas inspira cuidados. Há informações de que uma está internada em estado grave, com fraturas em várias partes do corpo. A outra estaria recebendo atendimentos médicos, mas não corre risco de morte. Os militares, conforme informações, na manhã de hoje, foram submetidos a exames médicos no batalhão.

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Policiais militares que atenderam a ocorrência, conforme os familiares, informaram que a perseguição começou na Avenida 7 de Setembro. Os soldados estariam conduzindo o veículo com os faróis apagados. A polícia diz que, ao sinalizarem para que parassem, eles saíram em alta velocidade. E, em dado momento perderam a direção vindo a chocar com a casa.

Proprietário do imóvel, o comerciante, Alexandre dos Santos e Silva, diz que foi um “momento de horror” vivido pela família.

“Eu havia acabado de chegar. Quanto escutei o estrondo sai do quarto e vi a frente da minha casa destruída. Foi um momento de horror” conta lembrando que ainda foi atingido por estilhaços do vidro da porta. Alexandre diz que, sua filha que, nesta terça-feira, completa um ano, renasceu. “A minha filha renasceu. Ela estava no berço e uma parede caiu junto dela. Foi um milagre”.

O comerciante ainda não avaliou o valor da reconstrução da parte da casa destruída. Mas, afirma que irá responsabilizar os militares pelo prejuízo. A reportagem entrou em contato com o Exército que ainda não se manifestou sobre o acidente.

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