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Gallo diz que há “chance real” de salário ser escalonado de novo

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Secretário de Estado de Fazenda diz que acúmulo do 13º vai afetar as contas do Governo

O secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo afirmou, nesta terça-feira (1º), durante a solenidade de posse do governador Mauro Mendes (DEM), que existe “chance real” de escalonamento dos salários de dezembro, que devem ser pagos no dia 10 de janeiro.

A medida já foi adotada em dezembro pelo ex-governador Pedro Taques, que pagou por etapas os salários referentes ao mês de novembro.

Segundo Gallo – que foi secretário de Taques e permanece à frente da Pasta na atual gestão -, o montante não quitado do 13º saláro de servidores que fazem aniversário em novembro e dezembro “estrangulou” ainda mais a receita com folha.

“Tendo sobrado o 13º sem pagar, há uma chance também real de escalonamento. Isso a gente não pode descartar, assim como aconteceu em dezembro. Mas vamos esperar os próximos dias para soltarmos um calendário, objetivo e transparente”, afirmou Gallo.

Ainda na entrevista, Gallo demonstrou ter perdido a paciência em esperar pelo pagamento do FEX (o fundo que compensa os Estados exportadores de commodities, que são isentas do ICMS).

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Neste ano, a União não repassou o fundo para os Estados. Assim, Mato Grosso deixou de contar com cerca de R$ 300 milhões nos últimos dias da gestão Taques. Dinheiro que fez falta para o pagamento do 13º de parte dos servidores, que totaliza cerca de R$ 150 milhões.

“Nós tivemos [isso] no passado, a ex-presidente Dilma não pagou o Fex em 2013 e foi pagar só no final de 2015… Então eu não trabalho com a previsão de receber dois FEX esse ano, mesmo porque pode ser que a atual equipe econômica [de Jair Bolsonaro] nem pague o FEX de 2019, como aconteceu em 2018. O Estado não pode mais ficar dependente dessa esmola que é dada pela União quando e se eles quiserem”, criticou.

“Nós vamos trabalhar com a regulamentação da Lei Kandir. Não vamos mais trabalhar com essa perspectiva do voluntarismo da União. Nosso objetivo é a regulamentação e que o FEX passe a ser obrigatório. Nossa proposta é que não sejam os R$ 39 bilhões [de isenção total das commodities] para todos os Estados, porque a gente sabe que a União também está em recuperação fiscal. O nosso objetivo é que seja algo em torno de R$ 9 bilhões para todos os Estados exportadores, o que daria a Mato Grosso algo em torno de R$ 100 milhões por mês”, afirmou.

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Para Gallo, não é possível ficar contando com o FEX todos os anos. “Quando você não recebe, tem o estrangulamento das contas. É o mesmo que você contar com uma receita na sua economia doméstica e ela não entrar e você tem uma parcela do carro ou casa. Você vai colapsar na sua economia doméstica. O mesmo acontece ao Estado e não é só Mato Grosso. O governador do Mato Grosso do Sul revelou a mesma coisa”, relatou.

 JAD LARANJEIRA E CAMILA RIBEIRO

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Eliene diz que não esperava que Francis lançasse outra candidatura.

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Assessoria

Na condição de vice-prefeita por dois mandatos consecutivos, confesso que não esperava que fosse lançado uma outra pessoa do mesmo grupo político. Na condição de parceira fiel (vice) da administração, a minha pré-candidatura surgiu de forma natural, assim como foi natural o meu nome aparecer bem nas pesquisas ou sondagens realizadas pelo próprio grupo e outros também.

O prefeito sempre disse, desde 2017, que, quem estivesse (do grupo) melhor nas pesquisas, seria o seu candidato(a). Dessa forma, o meu nome sempre apareceu em melhores condições para a sucessão, superando, inclusive o secretário de turismo, quem era o preferido do prefeito. Assim ele próprio se manifestou recentemente que eu seria a candidata dele.

O lançamento da candidatura do diretor da Águas do Pantanal, que considero legítimo, porém me deixou desapontada. Dá a entender que o critério que o prefeito diz (quem estiver melhor na pesquisa) vai até surgir um nome que possa ser melhor do que o meu? Isso é muito estranho.

A possibilidade de continuar a mesma política de gestão e pelas condições favoráveis que o meu nome está perante o eleitorado, fez com que o partido do PSB trouxesse o presidente nacional da sigla para o ato da minha filiação, além de outras lideranças estaduais e municipais.

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O jogo jogado pelo PSDB, lançando um nome de última hora para a disputar a prefeitura, é sinal de provocação e tentativa de desestabilizar a nossa pré-candidatura. Só que isso não me faz desistir do nosso propósito de fazer o melhor para Cáceres. Nosso, porque já temos outros partidos que comungam com o mesmo pensamento e propósito, acreditando no melhor para nossa cidade.

Quero deixar bem claro que não tenho nada pessoal contra a pessoa do Paulo Donizete e quem quer que seja. Pelo contrário, sou democrática e sei que todos tem o direito legítimo de pleitear candidatura. Porém, como eu considero que faço parte desta atual administração, até pela condição de vice-prefeita, a decisão do PSDB só causa insegurança.

Vou continuar mantendo as conversas com todos os demais partidos. Vamos avançar na construção de uma proposta conjunta de políticas públicas para os próximos anos e para que isso aconteça, estamos fechando o grupo de estudos com representantes de outros partidos para formatar um Plano de Governo realista e aplicável.

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Em relação a escolha de quem seria o candidato a vice-prefeito, afirmo que os partidos que estamos conversando, nenhum tem se posicionado de forma impositiva com o nome de preferência. A escolha será definida lá na frente e de forma democrática. A imposição não faz bem para nenhum grupo político.

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Cáceres e Região

Setor de saneamento e abastecimento de água é um dos mais produtivos da administração

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O setor de saneamento básico, principalmente, o abastecimento de água em Cáceres, tem sido um dos mais produtivos da atual administração. Uma gama de ações que beneficia, diretamente, a população foi implantada e colocada em operação pela Autarquia Águas do Pantanal.

Com investimentos na ordem de R$ 432.434,44, através de recursos próprios, uma nova adutora possibilitou maior condução de água coletada do Rio Paraguai até a Estação de Tratamento (ETA), tornando assim o serviço mais eficiente.

Construída em 2018, a antiga adutora de 150 milímetros que já não atendia a demanda, foi substituída por outra de 300 milímetros, portando o dobro, de capacidade de adução.

A exemplo da nova adutora, o novo sistema de captação de água bruta, que foi construído com recursos próprios no valor de R$ 1.1 milhão, refletiu diretamente no aumento do volume de água disponibilizada para tratamento e distribuição. A vazão que antes era de 270 litros por segundo passou para 320.

A extensão da rede de abastecimento de água também foi ampliada consideravelmente nos oito anos da atual gestão. Passou de 220.929 metros em 2013, para 282.420 em 2019. Ou seja: a Autarquia Águas do Pantanal realizou 56.279 metros na área urbana e ainda 6.900 metros na zona rural (Assentamentos).

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“Conseguimos levar água tratada para todos os bairros. Os problemas frequentes de distribuição nos bairros Jardim Padre Paulo, Vista Alegre, Vila Real, Vitória Régia, Jardim das Oliveiras, entre outros, que antes constituíam como maior desafio para a administração, hoje não existem mais” afirma o diretor da autarquia Paulo Donizete da Costa, assinalando que, apesar da melhoria o sistema continuará sendo inovado para garantir o abastecimento de água com qualidade e eficiência para toda a população.

Todo trabalho, no entanto, só foi possível devido a visão e empreendimento da administração, através do prefeito Francis Maris Cruz, que desde o início de sua primeira gestão, colocou o setor de Saneamento Básico como prioridade, para solucionar de vez o grave problema tanto da falta, como da qualidade da água distribuída nos bairros da cidade.

Assessoria

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