Em entrevista exclusiva ao MPopular, o prefeito do município de Cáceres, Francis Maris revela a missão de resgatar a economia regional, os desafios na segunda gestão municipal  e a expectativa para uma futura candidatura ao Senado, pelo PSDB. O gestor aponta, que o momento crítico do País está chegando ao fim.

Francis conta, que ao ser reeleito em 2016 resolveu seguir com os trabalhos que foram aplicados em sua gestão anterior, e continuar a colocar em prática o “desenvolvimento ético”. “Fizemos a nossa lição de casa, aumentando a nossa receita  e trabalhando para que a prefeitura avançasse. Como exemplo, conseguimos informatizar toda nossa rede e escolas. Temos mais de 90%  de tudo em rede informatizado”, destaca.

Além disso, revela que sua principal missão ao assumir a prefeitura foi desmantelar a corrupção, que estava instalada no executivo. Sendo assim, foi radical e manteve o comportamento anterior, quando denunciou um dos maiores esquemas envolvendo funcionários da saúde no Estado. “ Nós tínhamos uma corrupção grande na saúde, aonde os funcionários das unidades de saúde pegavam os medicamentos e vendiam para as farmácias da cidade. Houve a operação Fidalis, que eu denunciei, e  subsidiei todas as informações. E acabamos pegando funcionários, fornecedores que participavam do esquema.Foram presos mais de 100 pessoas”, explica.

O tucano pontua, que a cidade vive do comércio e da produção agropecuária, mas a atração turística movimenta a economia local. E revela, que a quantidade de turistas tem feito acontecer o giro financeiro na cidade. Baseado nesses fatores, Francis acredita que a crise atual vai passar e a população voltará a consumir mais. Também frisa, que  tem muito  dinheiro para entrar no Brasil, e os investidores precisam voltar a confiar, por isso a necessidade de estagnar a crise.

Neste sentindo, Francis revela que um político que entra na disputa em 2018 para um cargo na majoritária tem que vim preparado para trabalhar este cenário. Mas comenta, que  muitos candidatos devem perder a chance de entrar na disputa, por responder ações judiciais. Além de ressaltar, que muita coisa pode acontecer e nem todos seguirem nos partidos que estão atualmente.

O prefeito que era do PMDB e migrou de partido alegando que a sigla o destituiu da presidência sem justificativa, disse que ficou um ano sem partido, até escolher a sigla dos tucanos. Entretanto, comenta que a política muda de acordo  com os alinhamentos partidários.

Sobre permanecer no PSDB para se lançar ao senado, assegura tranquilidade, mas não garante sua permanência, caso seja impedido de entrar na disputa. “Vai depender do grupo, eleição para o Senado tem que estar no grupo, não sozinho. Então vamos ver como vão compor os grupos, quem serão os candidatos da majoritária , se teremos só um candidato”.

Larissa Malheiros/ MPopular

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