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Francis pretende distribuir cloroquina para tratamento do novo coronavirus em Cáceres

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Nos próximos dias, pacientes infectados pelo novo coranavirus, em Cáceres, poderão ser tratados com cloroquina. O prefeito Francis Maris Cruz já recomendou à Secretaria Municipal de Saúde a adquirir o medicamento. “Já orientei a aquisição do medicamento à nossa secretária. O produto só ainda não foi adquirido porque está em falta no mercado”.

O uso da cloroquina para tratamento do Covid-19 é bastante polêmico. Um grupo de profissionais da saúde assegura que não há eficácia, para a doença. E, que são grandes os efeitos colaterais. Por outro lado, a maioria da população defende o tratamento com a droga. Acredita que, a questão é política, levando em conta que, o presidente Jair Bolsonaro é um defensor do uso da cloroquina.

Francis é o segundo prefeito do Estado, a incentivar o tratamento do novo coronavirus com o medicamento. Primeiro foi o prefeito de Barra do Garças, Roberto Farias. Farias anunciou que irá distribuir à população o “kits Covid” composto, basicamente, por cloroquina, para que a população possa ser medicada após prescrição médica em sua residência.

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“Se for um caso mais leve ou se for internado, automaticamente, ela estará recebendo esses medicamentos. Agora, se for aquela questão da quarentena, nesse Kit Covid-19 ele é composto por azitromicina 500 mmg, ivermectina 6 mmg a cada 30 kg um comprimido, dipirona para dor e cloroquina que é polêmico, mas a pessoa dependendo do estado que estiver será orientado por um profissional credenciado da Saúde”, explicou.

O prefeito de Cáceres, ainda não decidiu como proceder. Afirmou que irá se reunir com equipes médicas do município, para avaliar em quais circunstâncias os pacientes infectados poderão fazer uso do medicamento.  Alguns defendem o uso da droga no início da doença, outros somente, em casos mais graves.

Um dos principais defensores do medicamento, o presidente Jair Bolsonaro, divulgou na quarta-feira (20/5) orientações para médicos que tratam pacientes com a covid-19, reconhecendo a possibilidade de riscos colaterais graves e admitindo que não possui respaldo técnico sobre a utilidade da cloroquina. O documento assinado pelo Ministério da Saúde, afirma que a droga pode ser receitada até no caso de sintomas leves da doença.

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Para isso, entretanto, o paciente precisa assinar um termo de consentimento em que afirma expressamente que ele sabe que não há estudos conclusivos de que a cloroquina melhoraria seu quadro de saúde e conhece os inúmeros efeitos colaterais que o medicamento pode causar, como problemas cardíacos, disfunção do fígado e problemas de visão. Logo, só terão acesso as medicações somente quem obtiver a prescrição médica.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Cáceres e Região

PESQUISA IBGE – Violência psicológica atinge 341 mil mato-grossenses

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Assessoria-IBGE

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizada pelo IBGE, mostrou que em Mato Grosso 341 mil pessoas com 18 anos ou mais sofreram algum tipo de violência psicológica em 2019. Destes, a maioria foram mulheres.

Segundo a PNS, destas 341 mil pessoas que sofreram violência psicológica, 156 mil foram homens e 185 mulheres. Em Cuiabá, a estimativa é que 63 mil pessoas passaram por esse tipo de situação, das quais 32 mil são mulheres.

Foram classificadas como violência psicológica ofensas, humilhações, gritos, ameaças verbais, ter bens destruídos ou até mesmo a imagem exposta sem consentimento nas redes sociais.

Na maioria dos casos a violência ocorreu dentro de casa, pelo companheiro/namorado ou ex-companheiro. O principal tipo de violência sofrida foram os gritos, ofensas e exposição de vídeos e fotos em redes sociais sem autorização.

A violência psicológica relatada na pesquisa aconteceu mais com pessoas entre 18 e 29 anos – 138 mil casos – e as vítimas, em sua maioria, tinham grau de escolaridade de ensino fundamental completo ou ensino médio incompleto.

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Cáceres e Região

Lacerda apresenta projeto que reconhece educação como serviço essencial em Cáceres

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O vereador de Cáceres, Lacerda do Aki (PRTB) apresentou um projeto de lei que reconhece e permite a volta às aulas presenciais na rede privada durante a pandemia e estabelece a educação básica e superior como serviço essencial em Cáceres. Assegura-se o direito dos pais e responsáveis de optarem pela modalidade educação à distância.

A proposta do projeto de Lei nº 48/2021 proíbe a suspensão de aulas presenciais durante pandemias e calamidades públicas, exceto se houver critérios técnicos e científicos justificados pelo Poder Executivo.  O projeto também determina uma série de protocolos para retorno gradual das aulas, cumprindo plano de vacinação de professores e outras medidas de prevenção à pandemia.

“Estamos há mais de um ano sem aulas presenciais, a educação tem de ser prioridade e os pais e profissionais da educação estão nos cobrando que é necessário que algo seja feito. Nossa proposta se embasou nos estudos de autoridades internacionais que mostraram a relação entre a parada das aulas e o acúmulo de perda de habilidades e o reflexo na produtividade do país;  e o que se achou foi que nossos filhos vão sentir os problemas ao longo de décadas”, explica Lacerda.

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Também fica garantido o funcionamento dos setores referentes à atividade reconhecidas com capacidade mínima de 30%, ocorrendo o retorno gradual das atividades presenciais.

Fonte: Assessoria

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