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Força-tarefa leva água e comida aos animais no Pantanal

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Doações de frutas e ovos são recolhidas todos dos dias pela ONG É o Bicho MT

A força-tarefa que atua no resgate e assistência aos animais silvestres vítimas de incêndios florestais no Pantanal luta para evitar que os bichos enfrentem a chamada fome cinzenta. Após a passagem do fogo que devastou a flora em diversas regiões pantaneiras, os animais não estão encontrando comida ou água.

No sábado (26), foram distribuídas 10 toneladas de alimentos doados pela população, arrecadados pela ONG É O Bicho MT. Para levar todos os mantimentos foram usados um caminhão de 9 metros de carroceria, outro de 6 metros e mais cinco veículos carregados. Parte dos alimentos foram descarregados no Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres (PAEAS) do Pantanal, parte seguiu direto para a pousada Jaguar e o restante foi distribuído pelos próprios voluntários ao longo de 60 quilômetros.

Enquanto as equipes atuam ao longo da rodovia, a médica veterinária Karen Ramos, responsável técnica pelo PAEAS Pantanal, e o Grupo de Resgate de Animais em Desastres (GRAD) sobrevoaram, com apoio da Marinha do Brasil, o Parque Estadual Encontro das Águas e outros locais mais afastados do eixo da rodovia para georreferenciar pontos estratégicos de distribuição de alimentos. Nesses locais, que são de difícil acesso, serão realizados lançamentos aéreo das frutas. O GRAD também atua na distribuição de alimentos ao longo das margens dos rios.

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Já para evitar a desidratação dos animais, a força tarefa conta com apoio de caminhões pipas para distribuição de água nos cochos e nas lagoas ao longo da Transpantaneira. De acordo com o coordenador do PAEAS Pantanal, coronel Bombeiro Militar Paulo André Barroso, são distribuídos 185 mil litros de água todos os dias ao longo da rodovia.

Como ajudar

As frutas e ovos são recolhidos todos os dias pela ONG É O Bicho em diversos pontos, como a Integral Pet e IFMT Campus Bela Vista, em Cuiabá, e Hard Training Academia em Várzea Grande.A preferência é por frutas, já que contém mais água e auxiliam a manter os animais hidratados por mais tempo, já os ovos alimentam os animais que necessitam de proteína em sua dieta.

Os alimentos que têm surtido melhor efeito são banana, laranja, mamão, melancia, melão, abacaxi, maçã, goiaba, manga, caju, milho (in natura) e chuchu.  Os alimentos doados devem estar em bom estado, já que os animais não podem receber alimentos estragados.

Mais informações podem ser obtidas no Instagram @eobichomt.

Toda vida importa

O PAEAS Pantanal é um dos instrumentos de resposta aos incêndios florestais e integra as ações do Centro Integrado Multiagências (Ciman). A força tarefa para atendimento aos animais reúne esforços de órgãos do Governo de Mato Grosso, Governo Federal, entidades de classe, terceiro setor e instituições privadas.

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O grupo é coordenado pelo Comitê Estadual de Gestão do Fogo e é formado pelas secretarias de Meio Ambiente e Segurança Pública, BPMPA,  Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar, Programa REM-MT, Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e Marinha do Brasil.

Assembleia Legislativa, Prefeitura de Poconé, Juizado Volante Ambiental e Ibama também estão presentes. A UFMT atua por meio do Hospital Veterinário, Centro Acadêmico de Medicina Veterinária e Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Silvestres. O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) também apoia as ações.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária e a Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso  compõem o grupo. Do terceiro setor, a Ampara Silvestre, Associação de Defesa do Pantanal (Adepan), Instituto Mata Ciliar, Ecotrópica, É o Bicho MT, Instituto Luísa Mell, Grupo de Resgate de Animais em Desastres (GRAD), Reprocon e SOS Pantanal somam esforços. Já da iniciativa privada apoiam a ação a Integral Pet, laboratório VET Vida, Vivet, Clínica Anjo da Guarda e Pantaneiro Clínica Veterinária.

Juliana Carvalho | Sema-MT

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Paulo Donizete afirma que maioria dos eleitores quer asfalto nas ruas centrais de Cáceres

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O candidato a prefeito de Cáceres, Paulo Donizete, afirma que a maioria das pessoas e eleitores com quem tem falado nesta campanha eleitoral pede o asfaltamento das ruas centrais da cidade, muitas, calçadas com bloquetes.

Segundo Paulo, grande parte das ruas do centro urbano ainda não foi asfaltada pela atual administração porque foram tombadas pelo IPHAN, mas se compromete ao assumir a prefeitura, como primeira ação da sua gestão, fazer audiências públicas para ouvir, dialogar e decidir junto com a população essa questão, com estudo mais apurado dessas ruas.

“Quero firmar um compromisso com o povo de Cáceres. Se a maioria for a favor desse asfaltamento, vou respeitar a opinião pública e asfaltar todo centro da cidade. Se uma população quer uma obra para substituir outra que traz transtornos, não podemos ser impedidos, pois nós moramos aqui”, discursou.

O candidato, que foi diretor Executivo da Autarquia Águas do Pantanal, conta que todas as vezes que tem que ser feito um serviço de reparos ou substituição de redes na área central da cidade, mesmo com toda a engenharia e o empenho feito pelas equipes de manutenção, acaba ficando alguma peça deslocada ou o chão com variáveis.

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 “Qualquer pessoa que transite pelas ruas centrais nota que não existe um padrão de calçamento e nem estético. São ruas com asfalto, outras com blocos de concreto e outras com asfalto sobre os bloquetes. As pessoas que conduzem carros, motos, bicicletas e outros veículos percebem isso, principalmente no calçamento dos bloquetes, onde após qualquer reparo os blocos ao serem recolocados e assentados não se encaixam mais perfeitamente trazendo transtorno à população, riscos de acidentes e prejuízos aos proprietários de automóveis e ao município. Sabemos que os bloquetes foram úteis no projeto de calçamento iniciado pelo prefeito Ernani Martins, mas já se passaram quase cinquenta anos e podemos melhorar e embelezar as vias urbanas da cidade com o asfalto” observou Paulo Donizete.

Paulo alega que o asfalto é um material com bom custo benefício e que vai oportunizar a regularidade das vias públicas da cidade.  “Me lembro quando o então prefeito Walter Fidélis, na sua gestão de 89 a 92, iniciou a cobertura de asfalto em várias ruas centrais revestidas com os blocos de concreto, melhorou muito, depois veio o tombamento e nada pudemos fazer para continuar este projeto”, avaliou Paulo

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Finalizando, Paulo Donizete disse que ele e Anelise, sua vice, estão empenhados em avançar cada vez mais e continuar melhorando a qualidade de vida da população e esta obra remete a isso.

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Violência contra mulher: Mato Grosso registra 45 feminicídios de janeiro a setembro

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Mato Grosso registrou 45 feminicídios entre janeiro e setembro deste ano. O número é 36% maior do que o mesmo período do ano passado, quando 33 mulheres foram mortas. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio da Superintendência do Observatório de Segurança Pública.

Paralelo a este dado, houve uma diminuição de 26% no número de homicídios dolosos praticados contra mulheres, já que este ano foram 25 registrados contra 34 do ano passado. No entanto, se somados os dados de feminicídios e homicídios dolosos, 70 mulheres foram assassinadas no estado, número 4% maior do que em 2019, quando houve 67 mortes.

As tentativas de homicídios de mulheres também apresentaram redução de 20%. Este ano houve 174 casos e em 2019 este número chegou a 218 ocorrências registradas.

Entre os principais crimes praticados contra vítimas femininas entre 18 e 59 anos, constam a ameaça, com 13.277 ocorrências; lesão corporal, com 6.974 registros; injúria, com 3.703; difamação, com 1.878 e calúnia, com 1.111 casos. Todos estes índices apresentaram redução, variando de 9% no caso de lesão corporal até 25%, no caso de difamação.

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O número de estupros teve pouca alteração no comparativo com o mesmo período do ano anterior. Neste ano, 292 estupros foram registrados no estado, índice 1% maior do que 2019, quando tiveram 288 ocorrências desta natureza.

Denuncie 

Para registrar qualquer denúncia de violência contra a mulher basta ligar para o 190, 197, 180 e 181. Vale lembrar que todas as denúncias são sigilosas. Além disso, as denúncias também podem ser registradas presencialmente nas delegacias (PJC-MT) de Mato Grosso.

Da assessoria

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