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Força Nacional envia bombeiros para reforçar combate a incêndios no Pantanal em MT

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Maike toscano/ Governo Mt

Por Carolina Cruz, G1 DF 

O Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou, nesta quarta-feira (23), 40 bombeiros da Força Nacional para auxiliar no combate aos incêndios florestais no Mato Grosso. O estado abriga parte do Pantanal, que registra recorde histórico de queimadas neste ano. As equipes partem do DF, Goiás, Paraná e Pará.

A autorização do emprego da Força Nacional foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23), assinada pelo ministro André Mendonça. O reforço atende a um pedido do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM).

‘Nossos bombeiros já estão no limite’, diz secretário de Segurança de MT sobre reforço das Forças Armadas no combate ao fogo no Pantanal.

A equipe se reuniu na base da Força Nacional, no Gama (DF), por volta das 6h30. O grupo vai atuar no Mato Grosso por 30 dias, a partir de quinta-feira (24). O prazo pode ser prorrogado.

De acordo o diretor da Força Nacional de Segurança Pública, Antônio Aginaldo de Oliveira, os bombeiros enviados possuem “vasta experiência em catástrofes, desastres e incêndios florestais”.

“Vamos ficar sob o comando do governo do Mato Grosso, que vai fazer um briefing [apresentação de informações] para a equipe dos locais com adversidades mais críticas no Pantanal.”

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Os incêndios na região já contam com o reforço de militares da Marinha. Agora, além dos bombeiros da Força Nacional, o Ministério da Justiça envia ainda 12 viaturas, dois micro-ônibus e um helicóptero ao Mato Grosso.

De acordo com o Ministério da Justiça, a Secretaria de Segurança Pública do DF foi acionada para colaborar com o envio de mais militares. O G1 questionou a pasta se serão enviadas outras equipes, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os incêndios florestais no Mato Grosso em 2020 são os maiores já registrados desde que o monitoramento começou a ser feito, em 1998. Neste ano, foram identificados 15.756 focos de calor no Pantanal. Antes disso, o maior número tinha sido registrado em 2005, 12.536 focos.

O fogo teve início na região de Poconé e já são mais de 1.740.000 hectares queimados em Mato Grosso até o dia 13 de setembro. O Pantanal já registrou o maior número de focos de incêndio, desde então. Foram 5.603 queimadas até o dia 16 de setembro.

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Dados do Prevfogo, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos incêndios florestais do Ibama, mostram que a área queimada no Pantanal, em 2020, já passou de 2,3 milhões de hectares, sendo 1,2 milhão em Mato Grosso e mais de 1 milhão em Mato Grosso do Sul.

Essa área de mais de 2 milhões de hectares representa quase 10 vezes o tamanho das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro juntas.

Situação de emergência

O secretário de Segurança Pública do Mato Grosso, Alexandre Bustamante, afirmou, nesta terça, que o reforço das Forças Armadas no combate ao fogo no Pantanal é necessário, pois as equipes de bombeiros que atuam na região até o momento, já “trabalham no limite”.

O governo decretou situação de emergência no estado por causa dos incêndios florestais no dia 14 de setembro. O decreto vale por 90 dias, podendo ser prorrogado.

Com o documento, as autoridades poderão adotar as medidas necessárias à prevenção e combate das queimadas, podendo comprar materiais sem precisar de licitação e suspender os prazos para retorno de gastos com pessoal e dívida.

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Paulo Donizete diz que vai fazer do turismo uma atividade de desenvolvimento econômico

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O Turismo representa hoje uma das atividades mais expressivas na economia de municípios que investem na modalidade e transformam potenciais em pontos turísticos. Fazer do turismo uma ferramenta de desenvolvimento econômico e oportunidades é um dos desafios propostos por Paulo Donizete e Anelise na gestão municipal.

Segundo Paulo Donizete, o turismo é uma vocação econômica do município de Cáceres, afinal são 242 anos de uma rica história, uma cultura singular, atrativos naturais e construídos riquíssimos, o pantanal mato-grossense, fauna e flora exuberantes, gastronomia que dá água na boca, um folclore inigualável e o grande diferencial, sua gente, o povo de Cáceres.

“Com tantos atrativos precisamos organizar a cidade e segmentar o turismo. Criar uma economia alternativa na indústria que não polui, sempre, é claro, respeitando os impactos, elaborando e executando políticas públicas integradas com o trade turístico e as entidades como o Conselho Municipal de Turismo, a Associação de Guias Turísticos, universidades, artesãos e produtores culturais”, discursou.

O candidato observa que não podemos fazer do turismo de pesca a única opção para atrair turistas. “Temos uma gama de possibilidades atrativas, turismo de eventos, turismo religioso, turismo de contemplação, turismo rural, turismo educacional, de observação de pássaros e animais, são muitos potenciais, precisamos fortalecer e criar possibilidades de consolidar essas alternativas”, refletiu Paulo.

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Para Paulo, o Turismo deve ser sustentável e responsável, para isso estudos de impactos ambientais devem ser implantados para que as gerações futuras também possam usufruir desse manancial.

Paulo anuncia que seu Plano de Governo prevê muitas ações para a modalidade, entre elas estão: Elaborar o Plano Municipal de Turismo de Cáceres para que se torne um instrumento de contribuição na elevação crescente do desempenho do turismo; Consolidar Cáceres como polo na prestação de serviços na área do turismo e meio ambiente; Buscar nas instituições públicas parcerias que possibilitem estudos de viabilidade turística e de valorização da produção do artesanato local.

E ainda, divulgar as potencialidades turísticas de Cáceres, nacional e internacionalmente, buscando difundir o potencial turístico do município e do Pantanal e Investir em ações no marketing e promoção do trade turístico de Cáceres; Dar prioridade no fortalecimento dos indicadores que foram diagnosticados como deficitários do município indutor, através de programas governamentais e projetos municipais, são apenas algumas propostas de Paulo Donizete e Anelise para este setor tão importante na economia do município.

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Assessoria

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Cáceres e Região

Turismo é um dos pilares de geração de renda

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Um dos pilares de geração de renda é o Turismo. Esta é uma das constatações registradas no plano de governo do candidato à Prefeitura pelo PSC, José Eduardo Torres (Zé Eduardo). Para ele, turismo, agricultura familiar e atrair as empresas de fora para estabelecer-se no município – por meio de incentivos fiscais – transformarão Cáceres em uma cidade economicamente autossustentável.

“Temos de valorizar nossa mão de obra local e promover meios que fomentem esta geração de renda em nosso município”, ressalta o candidato.

Em sua gestão, Zé Eduardo vai estabelecer o Plano Municipal de Turismo, como uma construção coletiva que envolva toda a sociedade. O objetivo é garantir o planejamento e gestão que definirão os programas e ações do turismo local para os próximos anos.

“Temos a orla do Rio Paraguai, somos rodeados pelo Pantanal, temos diversos pontos turísticos naturais. Só precisamos nos preparar corretamente para atrair os turistas até Cáceres”, comenta.

Para isso, é necessário capacitar, tanto mão de obra, como os estabelecimentos que devem recepcionar este viajante. “Um bom atendimento atrai cada vez mais turistas”, diz. Além disso, está nos planos do Zé Eduardo garantir a infraestrutura necessária ao ramo turístico, inclusive com a implementação de um projeto de orla.

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 “Há muito se promete uma orla mais atrativa tanto para os moradores como para os viajantes e eu pretendo concluir esta obra na minha gestão.”

A beleza natural alia-se a um patrimônio histórico que revela a beleza de Cáceres no passado. Há diversos estabelecimentos tombados pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que precisam de atração de investimentos para serem recuperados. “Vamos buscar estas parcerias, pois esta iniciativa também irá valorizar os imóveis da região”, ressalta.

CULTURA REGIONAL 

Promover a política cultural com o turismo é uma das ações que, na opinião de Zé Eduardo, vão atrair ainda mais interesse turístico para a região e, consequentemente, mais renda. “Nossa cultura é riquíssima e precisa ser valorizada.

” Por isso, ele pretende criar o programa de articulação, fomento e estímulo ao desenvolvimento das cadeias produtivas criativas em Cáceres, em parceria com instituições e também com as universidades locais. “Não existe política cultural sem a implementação do Sistema Municipal de Cultura. Quando consolidado, ele atrai verba de âmbito federal para este fim”, ressalta.

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Um dos eventos culturais que mais atraem turistas é o Festival Internacional de Pesca (Fipe).

“Queremos valorizar cada vez mais o cacerense em eventos como este, evidenciando suas habilidades, sua história, sua raiz”, ressalta Zé Eduardo, que pretende desenvolver mais ações regionais que preservem a cultura do povo e atraiam cada vez mais interessados em conhecer a cidade e, dessa forma, propagar a identidade cacerense para além destas fronteiras .

Assessoria 

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