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Fazenda Rio Bonito e convidados leiloam 3 mil animais em leilão virtual

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A Fazenda Rio Bonito, localizada em Água Boa (MT), realiza no dia 20 de janeiro o Leilão Virtual Agropecuária Rio Bonito & Convidados com 3.000 cabeças de gado Nelore e Cruzamento Industrial para cria, recria e engorda. O remate será comandado pela Estância Bahia Leilões e terá transmissão ao vivo a partir das 14h (horário de Brasília) através do Canal Terraviva, do aplicativo da leiloeira EBL Web e do site www.estanciabahia.com.br.

Planejamento, gestão, pastagem de qualidade, sistema rotacionado, manejo nutricional, tecnologia e animais de alto padrão genético com desempenho adequado para a fase de acabamento a pasto ou confinamento são algumas das características que fazem da Fazenda Rio Bonito ser destaque em Mato Grosso.

Para o leilão do dia 20 de janeiro um dos destaques será um lote com 200 garrotes com idade entre 12 e 15 meses pesando aproximadamente 250 quilos. “Este é apenas um dos lotes que será colocado no mercado, entre outros lotes e um pouco de fêmeas”, comenta Antônio Medeiros, proprietário da Fazenda Rio Bonito.

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Além do lote de garrotes, o Leilão Virtual Agropecuária Rio Bonito & Convidados contará ainda com lotes de fêmeas, novilhas para terminação e para fazer plantel.

Segundo Antônio Medeiros, o leilão é composto por animais de procedência. Um gado, frisa ele, para pecuarista e criatórios “exigentes”. “São animais Nelore e Cruzamento Industrial com qualidade e uniformidade. Um gado padrão”.

Clique aqui para assistir o vídeo sobre o leilão.

Informações sobre cadastros e lances no telefone (65) 2121-6700

Assessoria

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Destaque

MPF aciona IPHAN, governo do Estado e prefeitura para tomar providências sobre prédios tombados abandonados em Cáceres

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Ministério Público Federal em Cáceres (MPF/MT) ingressou com Ação Civil Pública (ACP) na Justiça Federal contra o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Estado de Mato Grosso e o Município de Cáceres. A ação objetiva a imposição aos réus da obrigação de planejar e executar uma política pública dirigida ao conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico tombado de Cáceres.

De acordo com a ACP, conforme constata qualquer pessoa que transita pelas ruas centrais de Cáceres, o estado de abandono de inúmeros imóveis localizados na poligonal tombada pelo Iphan e o Estado de Mato Grosso revela a inexistência de uma política pública, isolada ou integrada, de gestão do patrimônio material cacerense. Inclusive a administração municipal de Cáceres tem exposto uma intenção latente de destombar a região central, fomentando na comunidade local a tese de que tombamento seria um atraso para a cidade.

O descaso com o patrimônio cultural cacerense é tão profundo que a administração municipal conseguiu permitir que o prédio do antigo governo municipal fosse atingido por um grave incêndio na manhã do dia 07/10/2015, dia seguinte ao aniversário de 237 anos de fundação de Cáceres. O edifício é uma das obras de maior vulto da região central, e com importância histórica para a sociedade local indiscutível.

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Além disso, o Iphan, estado e município, não conseguem dialogar e estabelecer uma política pública coordenada e integrada de proteção e promoção do conjunto tombado. As atividades de fiscalização realizadas são insuficientes e colocam o bem tombado em risco.

A intervenção urbana se faz necessária, na qual é importante a implementação de um projeto-piloto de recuperação de fachadas, que pudesse ter início em curto espaço de tempo, com o objetivo de incentivar a comunidade a zelar pelo patrimônio edificado.

Há de se reconhecer que diversas ações no campo patrimonial dependem de recursos. No entanto, não se pode admitir que a inexistência de recursos infindáveis possa comprometer a elaboração e implementação de uma política pública no campo da preservação.

Diante disso, o MPF requer que o Iphan, Estado de Mato Grosso e Município de Cáceres instituam um grupo de trabalho integrado e definam uma política pública coordenada de proteção e promoção do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico tombado de Cáceres, contendo as ações de curto, médio longo prazo, pelo menos pelos próximos cinco anos e os meios de formalização da gestão tripartite.

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Por Assessoria/MPF

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Destaque

MPE-MT acompanha investigações para descobrir motivo de mortandade de peixes no Rio Paraguai

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Pescadores encontraram diversos peixes mortos nesse domingo (17) no Rio Paraguai. Os peixes mortos estavam tanto dentro quanto fora do rio.

O Ministério Público Estadual (MPE) monitora a coleta e análise de amostras do Rio Paraguai, na região da APA Nascentes do Rio Paraguai, em Alto Paraguai, a 219 km de Cuiabá, para verificar as causas da mortandade de peixes divulgada nas redes sociais desde esse domingo (17).

Os próprios moradores coletaram água do rio suspeitando que houve contaminação no local e o material deve ser analisado. De acordo com a prefeitura, o abastecimento de água em Alto Paraguai foi suspenso no mesmo dia por conta da contaminação da água.

O que se especula é que a contaminação tenha ocorrido no interior da referida unidade de conservação.

Na ocasião, foram detectados princípios ativos de substâncias para os quais não há limites de segurança previstos no Brasil, tanto para água potável quanto para água superficial, como o Clomazone, Imidacloprido, Propoxur e Tiametoxam.

De acordo com informações da 2ª Promotoria de Justiça de Diamantino, a 229 km de Cuiabá, o relatório técnico foi anexado aos autos das ações civis públicas já propostas, bem como nos recursos interpostos pelo MPE. Atualmente, existem 19 processos em tramitação na 1ª Vara Cível do município sobre o assunto.

Por G1 MT

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