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Política

Faissal pede reformas em escolas de Itiquira

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV) fez uma indicação (nº1593/2021) encaminhada à Secretaria de Estado de Educação (Seduc) pedindo reformas em duas escolas do município de Itiquira. O requerimento é uma de uma série de ações do parlamentar após visitar a cidade na segunda-feira (1). Uma das principais demandas da população é justamente a climatização das salas de aula das duas unidades de ensino.

Faissal destacou que oferecer uma estrutura adequada aos alunos é de extrema importância para que isso se reflita na qualidade de ensino ofertada pelo Estado. O deputado destacou na tribuna do plenário da Assembleia Legislativa (ALMT), que Mato Grosso é conhecido por suas altas temperaturas e que a falta de climatização nas salas de aula compromete bastante o rendimento escolar das crianças que estudam na rede pública. 

“O governador Mauro Mendes (DEM) já vai para seu terceiro ano de mandato e nossas escolas continuam sucateadas. Estas duas escolas, particularmente, não tem climatização e isso não é uma questão de confortabilidade, mas sim de necessidade. Temos que dar dignidade a essas crianças. Aqui no plenário da ALMT, por exemplo, temos ar-condicionado e, sem ele, a Casa não funciona”, apontou.

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Na indicação, Faissal aponta à Seduc a necessidade de reforma nas escolas estaduais Dom Aquino Correa e Bonifácio Sachetti, ambas localizadas no município de Itiquira. O deputado pede, entre outras demandas, a instalação de ponto de transformação elétrica e ar-condicionado em todas as salas de aula. Para o parlamentar, estas ações são importantes para evitar o sucateamento da educação na cidade.

“A proposta é decorrente de pedidos feitos pela população, já que os dois prédios onde estão localizadas estas escolas atualmente não passam por reformas em sua estrutura há bastante tempo. É urgente que o governo do estado execute melhorias nestas unidades de ensino, dando mais conforto e segurança a pais, alunos e toda a sociedade de Itiquira. O governador Mauro Mendes precisa imediatamente tomar uma providência”, disse.

Barra do Garças – Faissal questionou em plenário, na última semana, o fechamento de escolas no interior do estado. Somente em Barra do Garças, segundo o parlamentar, são três as unidades que o governo do estado quer fechar o que, para ele, compromete significativamente a qualidade do ensino no município. Em 2019, o parlamentar visitou naquela cidade a Escola Maria Nazareth Miranda Noleto e, na ocasião, destinou emendas para a unidade de ensino que até então funcionava em uma boate desativada. 

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Na esquina da mesma rua onde ela ficava, havia uma obra inacabada, oriunda da gestão do ex-governador Pedro Taques. Também foi visitada a Escola José Ângelo dos Santos, que recebeu posteriormente recursos para sua climatização. Na última semana, Faissal tomou conhecimento que a Escola Dom José Selva está sendo fechada, assim como as outras duas citadas anteriormente.

“O governo do estado, através da Seduc, está acabando com a educação em Barra do Garças. São três escolas desativadas e a pergunta que fica é: para onde vão os alunos? Onde trabalharão os professores? Como vai ficar o ensino na cidade com esses cortes? É preciso fazer algo porque nossos alunos não estão sendo tratados da forma como merecem. Não há uma prestação justa e eficiente do Executivo em relação ao que arrecada. Só vemos obras sendo lançadas e unidades de ensino sendo fechadas”, destacou.

Fonte: ALMT

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Deputado Claudinei lamenta vetos de emendas na LOA que beneficiariam a segurança pública

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) lamentou a manutenção dos vetos do governo de Mato Grosso às emendas de nº 256 e 307, propostas pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de nº 913/2020, em sessão ordinária, nesta tarde de segunda-feira (19). Por conta disso, não será possível a realização de melhorias nas estruturas físicas das unidades da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o lançamento de concursos públicos das forças de segurança que carecem de efetivo. 

“Nós visitamos 13 polos regionais da Risp (Região Integrada de Segurança Pública) de Mato Grosso, ano passado, vendo os problemas da Politec, onde pudemos constatar a falta de IML (Instituto Médico Legal). Em Alta Floresta, por exemplo, familiares esperam até três dias para a liberação de corpos para fazer o sepultamento. Tem outras cidades, pela falta de IML, quando se localiza um cadáver em estado de putrefação – popular podrão -, os médicos legistas tem que examinar este corpo em um terreno ao lado da delegacia ou de uma unidade da Politec”, discursa Claudinei.

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Ele considera ser uma vergonha a situação que se encontram os prédios da Politec, em Mato Grosso. “Você já imaginou o fedor de um cadáver de cinco dias que foi localizado de forma tardia? Espalha um fedor por várias quadras e metros de distância? Uma vergonha para Mato Grosso, uma falta de humanidade para a família de quem morreu, para os servidores que ali trabalham. Os prédios das Politecs não têm estrutura. Propusemos, pela Comissão de Segurança, apenas R$ 3 milhões para melhorar todas as unidades. A gente quer ajudar o governador diminuir um pouco essa vergonha, não ficar comprando um avião de quase R$ 8 milhões. Isso é um absurdo!”, revolta o parlamentar.

Em relação à emenda de n.º 307, o veto do governo estadual foi mantido pelos deputados, que iria garantir a abertura de edital para a realização de concursos públicos para atender a Polícia Judiciária Civil (PJC), Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Politec. “Mais uma vez, propusemos através da Segurança Pública, a abertura de edital de concurso público. Tem instituição que está há mais de seis ou oito anos sem concursos. Quem sofre é a população. Tivemos 16 delegacias fechadas. Já tem um estudo da diretoria geral da PJC para fechar mais delegacias por falta de efetivo”, comenta Claudinei.

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O parlamentar que presidiu a Comissão de Segurança da Casa de Leis, ano passado, conta que foi identificado durante as visitas aos polos regionais, um policial militar sozinho atendendo o destacamento que está lotado e outro servidor de sobreaviso em casa. Também, citou sobre um investigador que fica sozinho cuidando do prédio que presta serviço, sem nenhuma segurança. 

“Isso são exemplos que identificamos nas visitas dos 13 polos regionais. O relatório foi entregue ao governador em mãos, mas não temos a previsão da realização de concurso público. Como vamos colocar uma Delegacia da Mulher, em Rondonópolis, para atendimento 24 horas, sem efetivo? Não adianta ficar fazendo politicagem, fazer uma delegacia, como essa, se não tiver novos concursos públicos. A solução será o governo estadual fazer a abertura de concursos”, conclui o parlamentar. 

Os valores propostos para as emendas de n.º 256 e 307 foram de, respectivamente, R$ 3 milhões e R$ 6 milhões, que seriam alocados de recursos da propaganda institucional da Casa Civil de Mato Grosso. 

Fonte: ALMT

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Política

Russi defende parcelamento de energia: “As pessoas terão dificuldade para pagar”

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O que tem preocupado o deputado Max Russi é quanto à quitação do montante do que for acumulado durante o período em que perdurar a proibição

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Assembleia Legislativa derrubou, por maioria de votos, o veto do governo do Estado ao projeto que impedia o corte de energia das famílias de baixa renda no período de 3 meses.  Na mesma sessão plenária desta segunda-feira (19), o presidente da Casa de Leis, deputado Max Russi (PSB), também propôs o parcelamento dessas contas, com o prazo de até 60 dias, sem juros. “Uma sugestão para a gente fazer na próxima sessão, do parcelamento dessas contas, que ficarão para os próximos 3 meses”, explicou.

Para a decisão do veto, o Executivo havia argumentado vício formal, alegando que a prerrogativa para tratar de normas relativas à energia elétrica é da União. Com a derrubada do texto do governo estadual, o projeto de lei Nº 160/2021, de autoria das lideranças partidárias, que proíbe o corte no fornecimento de energia elétrica em Mato Grosso por um prazo de 90 dias, segue para a sanção. 

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No entanto, o que tem preocupado o deputado Max Russi é quanto à quitação do montante do que for acumulado durante o período em que perdurar a proibição. “Pelo menos umas 60 parcelas. Nós podemos apresentar um projeto, porque vai acumular 3 meses e as pessoas terão dificuldade para pagar essa conta”, propôs.

Ainda na Assembleia Legislativa, a CPI da Energisa encaminhou à Mesa Diretora, na semana passada, uma proposta para que fosse derrubado o veto do governador ao PL.

O documento teve por base as decisões do Supremo Tribunal Federal favoráveis aos legisladores estaduais.

No início de abril, por maioria de votos, o Plenário do STF manteve a validade de regra da Lei estadual 1.389/2020, de Roraima, que proíbe o corte de energia elétrica por falta de pagamento, enquanto perdurar o estado de emergência decorrente da pandemia de Covid-19. A matéria foi objeto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6432, julgada improcedente.

Fonte: ALMT

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