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Ex-governador de MT fala pela primeira vez sobre esquema de grampos ilegais e se diz inocente

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Por Ricardo Melo, TV Centro América

O ex-governador Pedro Taques (PSDB) falou pela primeira vez após deixar o governo sobre o esquema de interceptações telefônicas ilegais registrado em Mato Grosso. Um relatório feito pela Polícia Federal não deixa claro se Taques participou ou não do esquema.

Na entrevista, Taques diz que quer ser ouvido no caso, com imparcialidade.

“Os meus advogados vão protocolar um documento para que eu possa ser ouvido. Eu quero ser ouvido a respeito disso, mas com imparcialidade, com aqueles que desejam chegar no resultado da verdade”, disse ele.

Ele garante que o fato de ter sido citado no esquema se deve ao ônus do cargo que ocupava.

“Eu não atribuo [minha inclusão] a armação política. É o ônus do cargo. Não tenho medo do cargo ou das instituições. Eu vou exerceu meu direito de defesa”, afirmou.

Taques faz questão de salientar que é acusado e sequer pode ter acesso à acusação.

“Ninguém pode ter mais interesse que o caso seja resolvido ou desvendado do que eu. Primeiro que quando eu tomei conhecimento pedi para documentar isso e imediatamente eu mandei para o Gaeco, para que investigasse. Esse foi o primeiro ponto. O sGaeco arquivou e esse é o segundo ponto. O segundo documento tinha sido protocolado e não chegou a mim. E eu sou acusado, ao que consta, sem ver a acusação, a de ter fraudado o protocolo, sendo que eu determinei a investigação sobre esta fraude no protocolo”, disse.

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O ex-governador disse que não quer acusar ninguém, mas que “este documento que em tese teria sido protocolado no segundo momento foi encaminhado a Brasília, que o Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio da Polícia Federal (PF), investigou. O relatório da PF diz que, com base desses documentos não tem nenhuma participação minha, a única participação é que eu sou próximo de outros que estão sendo investigados”,

Sobre a escolha de três novos delegados para conduzir o caso, Taqwues comemora. São eles: Rafael Mendes Scatalon, que atua como delegado regional em Pontes e Lacerda; Jannira Laranjeira Siqueira, atual delegada da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, e Luciana Batista Canaverde, delegada regional de Água Boa.

“Eu desejo ser investigado, e que bom que delegados isentos possam investigar o caso”.

Ele salienta que os relatórios não chegaram em que fraudou o protocolo.

Grampos

Os telefones foram interceptados com autorização judicial. Os documentos pedindo à Justiça autorização para isso foram assinados pelo cabo da PM, Gerson Luiz Ferreira Correia Júnior, numa suposta investigação de crimes cometidos por PMs.

No entanto, foram juntados os telefones de quem não era suspeito de crime algum, numa manobra chamada “barriga de aluguel”.

O caso foi denunciado pelo promotor de Justiça Mauro Zaque, à época secretário de Segurança Pública. Em depoimento encaminhado à Procuradoria-Geral da República, ele afirmou que, naquele ano, ouviu o coronel Zaqueu Barbosa, comandante da PM à época, dizer que as interceptações telefônicas eram feitas por determinação de Pedro Taques (PSDB).

Zaque alega ainda que levou o assunto ao governador, que ficou constrangido, mas não fez nenhum comentário. Depois, Taques acusou Zaque de fraudar um protocolo da denúncia no governo.

Recentemente, Orlando Perri determinou investigação contra Taques por denunciação caluniosa contra Mauro Zaque.

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De janeiro a junho, 181 mulheres são vítimas de estupro em MT

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Dados fazem parte de um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT). São contabilizados os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

De janeiro a junho deste ano, 181 mulheres foram vítimas de estupro em Mato Grosso, segundo um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT), nesta terça-feira (16). São contabilizados na listagem os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

Em comparação do mesmo período do ano passado, quando foram registrados 196 casos, o número de registros diminuiu 8%.

De acordo com o levantamento, o número de vítimas meninas menores de 18 anos de idade diminuiu. Esse ano foram registrados 93 casos. Em contrapartida, 143 registros foram feitos no ano passado.

Essa classificação de faixa etária engloba os sexos feminino e masculino.

No primeiro semestre, Mato Grosso registrou 659 casos. No mesmo período do ano passado, 683 registros foram feitos.

Por G1 MT

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Cachorros salvam homem atacado por onça

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Um homem de 58 anos foi salvo por 5 cachorros de estimação ao ser atacado por uma onça-pintada em uma fazenda de Porto Murtinho, a 440 km de Campo Grande.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque foi no último domingo (14) e a vítima precisou de atendimento médico por conta dos ferimentos. Conforme a ocorrência, o homem levou uma mordida e um tapa do animal na região das costas, o que causou vários arranhões.

Segundo a corporação, o homem foi verificar um mau cheiro em uma mata, acompanhado de seus cães. Ao chegar ao local, constatou que tratava-se de um animal morto, e neste momento, foi atacado pela onça. Os cães começaram a latir e partiram para cima da onça, assustando-a, e ela fugiu.

Segundo o coronel Queiroz da Polícia Militar Ambiental (PMA), em duas outras ocasiões, funcionários de fazenda foram verificar mau cheiro e foram atacados por onças também, porque especialmente a onça pintada costuma defender seu alimento.

“Ela mata a presa, depois fica se alimentando e vigiando essa carne. Essa é uma das formas em que ela pode atacar o ser humano. A onça não encara um ser humano adulto como presa, ela tende a se afastar, mas para defender seu alimento ou seus filhotes ela ataca”, explica.

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De acordo com os bombeiros, o homem foi levado para o hospital da cidade. Ele foi atendido e liberado no mesmo dia. O G1 tentou contato com a vítima, mas até a publicação desta reportagem as ligações não foram atendidas.

fonte: G1

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