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Mato Grosso

Estudantes da Escola Técnica de Poxoréu assistem palestra sobre valorização da vida

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Cinquenta alunos dos cursos técnicos de Enfermagem e Balconista de Farmácia, da Escola Técnica de Poxoréu, participaram na terça-feira (10.09) de uma palestra sobre a prevenção ao suicídio.  

A palestra faz parte das ações do Setembro Amarelo, uma campanha mundial de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, com o objetivo de alertar a população a respeito desta realidade.  O tema da campanha deste ano é ‘Falar é a melhor solução’.

Durante a palestra, a psicóloga Ana Kelly Rodrigues comentou sobre diversos assuntos relacionados ao suicídio, como mitos, fatores de risco, fatores de proteção, sinais e formas de ajuda.

A professora da ETE de Tangará e responsável pelas turmas, Lindsay Pereira, disse que os alunos destacaram as formas de prevenção e a importância de valorização da vida.

“Precisamos quebrar esse tabu, por isso, devemos mostrar aos nossos jovens que a melhor forma é falar sobre o assunto. Não podemos nos calar diante disso e para mudar o mundo, muitas vezes, é preciso ir até onde as pessoas estão”.

A estudante do curso técnico em Enfermagem, Jackeline Alves disse que esse tema deveria deixar de ser tabu e ser mais discutido entre as pessoas. “É importante falar sobre este assunto e mostrar que ele pode ser prevenido. Muitas pessoas acabam cometendo o suicídio por não saberem que podem procurar ajuda antes que o pior aconteça”.

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Lindsay explicou que a palestra foi muito esclarecedora e diferenciada, pois geralmente as pessoas falam muito superficialmente sobre o tema.

“Foi uma verdadeira lição de vida para todos. Os alunos tiraram dúvidas e tornaram-se disseminadores do projeto de valorização da vida. Queremos agradecer a equipe de Saúde Mental do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), Ida Araújo e Ana Kelly Rodrigues por ter escolhido a nossa Escola para ministrar a palestra”.

Fonte: GOV MT
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MT inicia fase ostensiva de enfrentamento a incêndios florestais

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O Governo de Mato Grosso, por meio do Corpo de Bombeiro Militar (CBMMT), lançou na manhã desta quarta-feira (01.07) ação de resposta aos incêndios florestais de 2020. Hoje também tem início o período proibitivo de uso do fogo para manejo e limpeza de áreas na zona rural. Em área urbana, o uso do fogo é proibido o ano todo.

Para atender todo o Estado durante o período crítico de incêndios florestais em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiro Militar, por meio do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), irá colocar em campo, inicialmente, 39 instrumentos de respostas temporários, entre Bases Descentralizadas de Bombeiro Militar, Brigadas Municipais Mistas, equipes de intervenção e apoio operacional, além de contar com o suporte do Centro Integrado de Operações Aéreas.

“Nossas equipes vão a campo para fazer o enfrentamento de possíveis incêndios que ocorram além de continuar o trabalho de fiscalização. A partir de primeiro de julho qualquer uso do fogo é uma infração ambiental e nossas equipes vão estar em campo realizando a lavratura dos autos e também o combate aos incêndios”, destaca o Tenente Coronel BM Flávio Gledson, comandante do BEA, lembrando que desde o final do ano passado foram realizadas alterações na legislação mato-grossense para permitir que esses profissionais também tenham poder de fiscalização.

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O secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), coronel BM Paulo Barroso, explica que a fase resposta integra o grande planejamento feito pelo Governo de Mato Grosso para o enfrentamento aos incêndios florestais.

“Então, a temporada de incêndios florestais engloba as fases de preparação, prevenção, resposta e responsabilização e hoje, todos os comandos estão realizando o lançamento da etapa de resposta”, explica o coronel.

Para este ano, o Governo de Mato Grosso vai investir R$ 22 milhões para combate ao desmatamento e exploração florestal ilegais, além dos incêndios florestais, por meio de recursos próprios e do programa REM Mato Grosso (REDD+ para Pioneiros).

“Este é o maior investimento já feito nos últimos dez anos para repressão dos crimes contra flora e combate aos incêndios florestais. Todos os órgãos envolvidos em ações da defesa do meio ambiente estão indo a campo com a orientação de tolerância zero às infrações”, enfatiza o secretário adjunto Executivo da Sema, Alex Marega.

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Responsável pelo Comando Regional I e diretor operacional adjunto, o coronel BM Wendell, explica que a corporação trabalha em parceria com diversas instituições, como Sema, Ibama e Forças Armadas para realizar a cobertura de todo o Estado.

Início do período proibitivo de queimadas
Créditos: Christiano Antonucci

Antecipação

A decisão de antecipar o período proibitivo do uso do fogo, que segue até o dia 30 de setembro, leva em consideração fatores climáticos e riscos que a poluição do ar traz à saúde humana, especialmente em um momento que o mundo enfrenta uma pandemia de uma síndrome respiratória, a Covid-19.

Além disso, de acordo com monitoramento realizado pelo INPE, entre 01 de janeiro e 28 de maio, Mato Grosso registrou um aumento de 11,83% dos focos de calor em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o Brasil e os Estados da Amazônia legal registraram redução de 2,84% e 31,26% respectivamente.

Também foi verificado que 44% do estado de Mato Grosso apresenta a pluviosidade abaixo da média e 24% do território encontra-se na média dos últimos 30 anos para o mesmo período. A estiagem decrescente seca a vegetação mais fina tornando-a mais vulnerável ao fogo.

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Julho Amarelo alerta população sobre risco das hepatites virais

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Assessoria

O Julho Amarelo é a campanha que alerta para a conscientização e prevenção às hepatites virais. Um exame simples e gratuito pode salvar vidas; o teste é rápido e é feito em unidades de saúde municipais. A testagem é importante para identificar a doença, o tipo de hepatite e definir a forma do tratamento a ser feito.

De acordo com Regina Nascimento, técnica do Programa Estadual de Controle das Hepatites Virais da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), as hepatites virais são consideradas doenças silenciosas e que podem evoluir para o quadro crônico se não forem diagnosticadas precocemente e tratadas.

“São classificadas como um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo e se caracterizam por meio de inflamação do fígado. As doenças podem ser causadas por vírus ou pelo uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas”, esclarece.

No Brasil, existem 638.814 casos confirmados de hepatites virais, segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde. Em Mato Grosso, no ano de 2019, foram confirmados 449 novos casos de hepatite tipo B e 199 de hepatite tipo C; não houve notificação de hepatite tipo A. É importante frisar que os dados de 2019 são parciais, visto que o banco de dados só será fechado em outubro de 2020.

Sintomas

Os sintomas das hepatites são: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A B e C. Existem, ainda, os vírus D e E – este último mais frequente na África e na Ásia.

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Milhões de pessoas no Brasil são portadoras do vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina, que detectam a hepatite.

Prevenção e Tratamento

Para saber se há a necessidade de realizar exames que detectem as hepatites, é necessário observar se já houve exposição a algumas dessas situações:

– Contágio fecal-oral ou condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos;

– Transmissão sanguínea por meio da prática de sexo desprotegido ou compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam;

– Transmissão sanguínea da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação.

A melhor forma de evitar a doença é melhorando as condições de saneamento básico e de higiene. São práticas aconselhadas:

– Lavar as mãos após ir ao banheiro ou trocar fraldas, e antes de comer ou preparar alimentos;

– Lavar bem, com água tratada, clorada ou fervida, os alimentos que são consumidos crus, deixando-os de molho por 30 minutos;

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– Cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutos do mar e carne de porco;

– Lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras;

– Não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto;

– Evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios, para não comprometer o lençol d’água que alimenta o poço.

Em relação à hepatite tipo B, considerada uma doença sexualmente transmissível, existe uma vacina que previne a doença. É importante tomar as três doses, entre meninas e mulheres de 10 a 49 anos.

Para a prevenção, também é recomendável o uso de preservativos masculino e feminino, disponíveis na rede pública de saúde.

A mulher grávida precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar a hepatite, a AIDS e a Sífilis. Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão de mãe para filho. Em caso positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas, inclusive sobre o tipo de parto e amamentação.

Não existe vacina contra a hepatite C, mas evitar a doença é muito fácil, destaca Regina Nascimento: “Para prevenir, basta não compartilhar com outras pessoas nada que possa ter entrado em contato com sangue, como seringas, agulhas e objetos cortantes”.

Para mais informação sobre as hepatites virais e sobre as formas de tratamento, ligue para o Disque Saúde (136).

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