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Nacional

Especialista fala sobre diversidade no ambiente de trabalho

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Após se tornar líder em homofobia e racismo dentro do ambiente de trabalho, empresas brasileiras começam a buscar alternativas para mudar esse quadro

Atualmente, cada vez mais empresas tem se mobilizado e discutido formas de respeito a diversidade dentro do ambiente de trabalho, porém, de acordo com o Diretor da MGN, empresa especializada em gestão de projetos para transformação social , Marcelo Nonohay, ainda é só o começo.

Para ele, existe uma necessidade urgente de que, não só as empresas busquem adotar políticas e estratégias que combatam o preconceito e valorizem as diferenças presentes em sua equipe, mas também a população faça sua parte, buscando mais informação e estando aberta e disposta a respeitar tais diferenças.

Não deixe de ouvir a entrevista completa no player abaixo para entender melhor o assunto.

O programa Tarde Nacional – Amazônia vai ao ar de segunda a sexta-feira, de 13h às 16h, na Rádio Nacional da Amazônia. A apresentação é de Juliana Maya.

Agencia Brasil
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UNEMAT FAZ PESQUISA: Nova pesquisa quantifica efeito da variação da temperatura sobre pressão arterial de pacientes em hemodiálise

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Considerada a epidemia do milênio, a doença renal crônica tem como principais causas a pressão arterial alta e a diabetes. É sabido que o descontrole da pressão arterial está presente em até 90% dos pacientes em hemodiálise, e muitos estudos apontam a influência dos fatores meteorológicos na pressão arterial. O perfil dos pacientes renais crônicos é composto, em sua maioria, por homens, idosos, hipertensos e que fazem uso de vários medicamentos para o controle da pressão alta.

Quando a enfermeira nefrologista Shaiana Vilella Hartwig fez a revisão bibliográfica para a sua tese de doutorado, “Fatores Meteorológicos e as alterações na pressão arterial e laboratorial dos pacientes em hemodiálise no Pantanal Mato-Grossense”, descobriu que não havia quantificação do efeito da temperatura sobre a pressão arterial dos pacientes em hemodiálise e, consequentemente, para pessoas em hemodiálise em clima tropical, como é o caso do Brasil. A pesquisadora constatou que outras variáveis clínicas também influenciam na pressão arterial, e esses dados serviram de ajuste para descobrir o efeito da temperatura.

O efeito encontrado por Shaiana aponta que “para o aumento de cada 1ºC na temperatura média externa, diminui em 0,73 mmHg (milímetro de mercúrio*) a pressão arterial sistólica e 0,28 mmHg a pressão diastólica e o inverso também é verdadeiro. Se a temperatura diminuir 1ºC, aumentará 0,73 mmHg de pressão arterial sistólica e 0,28 mmHg na diastólica”.

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Quer dizer, a cada 1 grau que a temperatura ambiente externa esquenta, a pressão arterial do indivíduo se torna mais baixa e a cada 1 grau que a temperatura esfria, a pressão arterial do indivíduo se torna mais alta. Segundo a pesquisadora, a determinação do efeito da temperatura ambiente em graus sobre a pressão arterial dos pacientes em hemodiálise passa a oferecer aos profissionais de saúde referência para o controle da mudança da pressão arterial em função da temperatura.

E o quadro piora quando se leva em conta que a maior dificuldade no tratamento do paciente em hemodiálise é o controle da pressão arterial, e devido às mudanças climáticas a temperatura do ar está aumentando de uma maneira jamais vista. As variações de temperatura diárias são em média de 5 a 9 ºC em países de clima tropical. Em Cáceres e nos outros municípios do bioma Pantanal a amplitude térmica é ainda maior, variando na média de 9,7ºC em um único dia, podendo chegar à máxima de 17°C de variação.

De acordo com a pesquisadora, o perigo mora nessas oscilações de temperatura. “Para pacientes em hemodiálise as alterações de pressão, tanto para alta como para baixa, são prejudiciais, por conta da sobrecarga cardíaca, o que pode levar a internações e à morte”, explicou Shaiana que também ressaltou a importância de que sejam tomadas medidas de controle climático.

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Ela aconselha atenção e cuidados junto aos pacientes renais crônicos em hemodiálise para mudanças na temperatura. “É importante controlar mudanças bruscas, manter o paciente aquecido nos dias frios e controlar a temperatura interna do ambiente nos dias de calor”, esclarece Shaiana.

*Milímetro de mercúrio: unidade de medida convencional para medir pressão

Hemodiálise

Shaiana Vilella Hartwig é egressa da Unemat, professora na Instituição no Curso de Enfermagem, em Cáceres, onde leciona disciplinas de Epidemiologia, Saúde do Trabalhador, Bioestatística e Evolução do Trabalho em Enfermagem e ainda é membro do projeto Mudanças Climáticas e Saúde Humana da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

por Hemilia Maia

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Estadual

Mato Grosso tem mais de 1 milhão de consumidores inadimplentes

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Segundo economista, muitas pessoas não saldam dívidas por estarem desempregadas — Foto: Igor Jácome/G1

Dados divulgados pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), atualmente, em Mato Grosso, há 1,118 milhão de consumidores inadimplentes. As dívidas incluem os segmentos bancários, energia elétrica, saneamento básico, telefonia e comércio.

Ainda segundo a CDL, a média de dívidas por pessoa é de R$ 1.915. Entretanto, de acordo com o economista Eder Capistrano, a que se considerar as categorias de inadimplentes.

“Nem todas as pessoas estão devendo intencionalmente. Muitos consumidores não conseguiram saldar as dívidas por estarem desempregados ou por outra ocorrência que tenha inviabilizado o pagamento. Porém, vão pagar quando for possível”, explicou ele.

A economia tem oscilado bastante nos últimos três anos, segundo ele, e isso contribui para uma certa instabilidade no pagamento de dívidas. “O que, apesar de compreensível, não deixa de atingir o comércio e ocasionar outros problemas econômicos”, argumentou.

O lado positivo é que o empresariado pode desenvolver estratégias para tentar minimizar este problema, ou evitar que ele ocorra.

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G1 MT
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