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Entrevista da Semana: Francis diz que adversários estão desesperados porque ele superou crise

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Hostilizado pela oposição e vítima de fake news o prefeito Francis Maris Cruz (PSDB) faz um balanço atual da situação. Em entrevista ao Jornal Expressão e o site Expressão Noticias ele diz que os adversários estão desesperados porque ele superou a crise, adquiriu equipamentos e realizou obras. Afirma que o seu grupo político tem bons nomes para sua sucessão; que mantém ótimo relacionamento com lideranças do PSL e informa que fará uma viagem com empresários à Bolívia para tratar do comércio bilateral.

Jornal Expressão (J-E). Apesar de a maioria da população já ter demonstrado que aprova sua administração, o senhor tem sido bastante criticado. Inclusive, vítima de fake news, o que o levou a registrar Ocorrência Policial para apuração do fato. Por que e como o senhor está lidando com essa situação?

R- Francis. É o desespero da oposição. Eles não têm o que me criticar por isso, ficam fazendo Fake News. A maioria absoluta da população aprova a nossa gestão. Prova disto é que fomos reeleitos com mais de 70% dos votos enquanto inúmeros prefeitos não foram reeleitos. Os anos de 2014 a 2018 foram anos da pior crise financeira do Brasil, fruto da corrupção do PT. Nunca na história do Brasil vivemos uma crise desta. Mesmo assim, conseguimos fazer muito, muito mais que todos os ex-prefeitos. Compare, o nosso antecessor, pegou o Brasil em crescimento em todas as áreas, o Brasil em bonança, mesmo assim não fez nada, nenhuma praça, nenhum posto de saúde, nenhuma creche, não comprou nenhuma patrol, caminhão etc. Nós fizemos muito, informatizamos a prefeitura, implantamos gestão, compramos veículos, ônibus, ambulâncias, caminhonetes, máquinas, construímos postos de saúde, creches, centro de convenções, praças, asfaltos, pontes, etc. Ai a oposição se desespera e fica criando estes Fake News. Como denegriram a minha imagem, caluniaram, mentiram, tomamos as medidas jurídicas cabíveis, registramos Boletim de Ocorrência, e esperamos e confiamos na Justiça, e que os vagabundos sejam presos, sejam punidos.

J-R. Um órgão divulgou que o senhor e a vice-prefeita Eliene Liberato Dias, teriam sido rejeitados pelo PSL por estarem “desgastados politicamente”. O que o senhor diz sobre isso?

R- Francis – O Pinóquio, dono deste site, não tem moral nenhuma, pois o que ele sabe fazer, se não der dinheiro para ele, é criticar, caluniar, mentir, colocar comentários seus com pseudônimos, faltar com a verdade. Infelizmente ele mentiu mais uma vez, colocando que fomos rejeitados pelo PSL. Não é verdade, o presidente do diretório municipal já desmentiu ele. Temos ótimo relacionamento com o diretor do PSL Municipal, Estadual, com seus deputados estaduais e federais. Eles têm ajudado Cáceres com apoio aos projetos de desenvolvimento para nossa cidade.

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J-E. Embora estejamos a mais de um ano das eleições já se cogita, principalmente, nos bastidores, o lançamento de vários nomes para a sucessão municipal. Sabe-se que existem três nomes do seu grupo. Como o senhor está administrando essa situação?

R- Francis – Quando assumimos a prefeitura em 2013, herdamos uma dívida de mais de 33 milhões. Energia, a Rede CEMAT querendo cortar o fornecimento por falta de pagamento, mais de 20 milhões das administrações passadas. Empréstimos consignados, que descontaram dos salários dos funcionários da prefeitura e não pagaram aos bancos. Isto é apropriação indébita. É caso de cadeia ao ex-gestor, Art.168 do Código Penal. Dívidas em todos os impostos, sindicatos, fornecedores etc etc. Primeiro ato meu em 2013 foi comprar um computador central, um servidor, com meu dinheiro particular e doar para a prefeitura. Hoje a gestão está 90% informatizada, todos os órgãos, todo COC, Secretaria de Saúde, Educação, Sematur etc. Ai a casa arrumada, informatizada, com gestão, dinheiro em caixa, pagamento dos fornecedores em dias, leis, códigos, enfim tudo organizado, arrumado, o que não falta é candidato. Hoje temos mais de 10 pré-candidatos a nossa sucessão. Do nosso grupo temos três pré-candidatos, sendo eles Valdeci – Torpresa, excelente nome, prestou grande serviço na Secretaria de Obras. O povo cacerense deve muito a ele por sua colaboração, doação, dedicação e trabalho prestado. Junior Trindade, excelente secretário, dinâmico, arrojado, resolve tudo, tem iniciativa, liderança, grande trabalho prestado ao turismo de Cáceres, quer seja no FIPe, Natal de Luzes, Pascoa, Paixão de Cristo, etc. Eliene dispensa comentários: simpática, amiga de todos, gestora revolucionou a Educação. Dinâmica, tem iniciativa, liderança. Todos os atributos para ser uma excelente gestora, dar continuidade em nossas obras, nossa gestão, conduzir com seriedade e honestidade o nosso município.

J-E. Projetos antigos, como por exemplo, da reforma e ampliação do aeroporto municipal, estão vindo à tona. Já existe algo mais concreto para execução desse projeto?

R- Francis – Temos trabalhado muito em todos os projetos: Praça Barão do Rio Branco, UBS Santa Isabel, PSF Caramujo, COHAB Nova, Postão CER – Centro especializado Reabilitação, UPA – Unidade de Pronto Atendimento etc. Centro de Convenções, Asfalto, troca de canos amiantos, 15 milhões Bomba de Captação de Agua, ETA’s – Estação Tratamento de Água. O Aeroporto, nosso projeto foi elaborado pela Infraero, agora está na SAC – Secretaria de Aviação Civil, R$ 5 milhões, assim que a SAC aprovar vamos assinar convenio com Exército para fazer obras.

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J-E. Outro projeto que também tem sido muito comentado é o da reativação da hidrovia através do porto de Cáceres. O que o senhor tem sobre isso?

R – FrancisTemos três projetos de novos portos para Cáceres: Barranco Vermelho, Morrinho, Santo Antônio das Lendas, Paratodal, todos de  iniciativas privadas. O porto de Cáceres, estamos em negociação, solicitamos sua transferência para o município, já oficializamos para o Governo do estado e União. Temos empresas interessadas em colocar Moinho de Trigo ao lado do Porto Paratodal, importando trigo da Argentina, isto ajudará na exportação da soja, milho, algodão, etc. Em breve nosso porto estará operando, exportando.

J-E. O governo federal oficializou o projeto de cidades gêmeas Cáceres (Brasil) e San Matias (Bolívia). O que isso significa para o comercio regional/estadual?

R – Francis – O governador Mauro Mendes pediu um estudo de viabilidade da ZPE para continuar as obras. A FIEMT está elaborando este estudo para entregar ao governador, e mostrar que a ZPE é a solução das Indústrias mato-grossenses para competir com as indústrias chinesas, indianas, etc. A Zona franca comércio, vem consagrar um trabalho que fizemos juntos com a UNEMAT através da professora Maria do Socorro que criou através da Portaria  nº 1080 de 24/04/2019,  das Cidades Gêmeas com  San Mathias. Isto vai ajudar muito a fortalecer o comércio, turismo, artesanato, bares, restaurantes, hotéis e lojas serão fortalecidas com turistas que virão para compras de produtos importados.

J-E. No final do mês o senhor deve deixar a administração por um curto período para uma viagem internacional. Irá a Bolívia com um grupo de empresários estaduais. Qual a finalidade e o que de positivo trará essa viagem para nossa cidade?

R- Francis – O objetivo das viagens é fortalecer o comércio bilateral com a Bolívia, precisamos ajudar o nosso país vizinho, comprando e importando os seus produtos. A ureia é um deles, talvez mais importante.

O gás natural, o gás de cozinha, o adubo, sal, madeira, tudo isso faz com que aumentamos nossas relações fortalecendo o comércio. É bem provável que no futuro a Bolívia venha a fazer parte do Mercosul.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Cáceres e Região

Responsabilidade Social: Rede Juba de Supermercados vai doar 29 toneladas de alimentos  

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O Grupo Juba, composto por empresas de responsabilidade social, de forma voluntária, adota posturas e comportamentos que promovem de o bem-estar dos seus colaboradores, fornecedores, clientes e comunidades onde se instala.  

Em meio às notícias preocupantes sobre a pandemia da Covid-19 (Coronavírus), o Juba não ficou alheio e nem de braços cruzados. Medidas de proteção à saúde e ações sociais foram implantas.   

Nesta sexta-feira (14), começa mais uma grande ação do Grupo Juba, a Rede Juba de Supermercados vai doar 29 toneladas de alimentos, sendo duas mil cestas básicas e quatro mil quilos de carne para famílias e instituições em Cáceres e nas cidades da região.   

Segundo o Diretor Financeiro do Juba Supermercados, Marcelo Ribeiro, toda esta doação tem um custo de 200 mil reais. “O Grupo Juba sempre se caracterizou por sua responsabilidade social. Em um momento tão difícil que passa a humanidade, uma ação humanitária como esta, vai atender pessoas que estão em vulnerabilidade e sofrendo com os efeitos da pandemia”, observa Marcelo  

Para a Coordenadora de Projetos do Grupo Juba, Eloá Ribeiro, a sensibilidade da diretoria  e o engajamento dos colaboradores na montagem das cestas e cortes e embalagens das carnes, demonstra o comprometimento de todos com o próximo. “Sem dúvidas é um projeto de alcance humanitário e fizemos de tudo para que estes alimentos cheguem até as pessoas que realmente estão precisando” avalia Eloá.  Ela também reconhece que o apoio dos gerentes de loja, que foram fundamentais no contato com instituições parceiras e na triagem das famílias, contribuiu no sucesso do evento. 

Já o Diretor Administrativo, Mirko Ribeiro, aponta que a Rede Juba de Supermercados é a principal abastecedora da região e está engajada nas ações solidárias durante a pandemia. “Espero que nossa iniciativa possa motivar outras pessoas e empresas para aumentarmos a rede de solidariedade e atendermos cada vez mais pessoas, que necessitam de ajuda”, assinala Mirko.  

Ribeiro finaliza dizendo que outras doações, como máscaras faciais de mergulho, entregues no PAM de Cáceres, utilizadas para gerar pressão e oxigenação para os pacientes da Covid-19 , também foram efetuadas pelo Juba.  

 

Por: Esdras Crepaldi/Assessoria  

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Sindicato patronal do comércio em Cáceres desenvolve trabalho para superar crise e conta com apoio na representação estadual e nacional

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Assim como em todo o Brasil, as cidades menos desenvolvidas sentiram fortemente o impacto da Covid-19, principalmente aquelas que usufruem das atividades turísticas para se manterem vivas. O “Segmento Representado” da Fecomércio-MT ouviu o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Cáceres (Sincovac), Sebastião “Tato” Giraldelli, que falou do impacto na economia provocado pela doença no setor que só tem crescido ano a ano no município. Além disso, as ações governamentais para solucionar tais problemas e o papel das entidades representativas na atuação dentro do município, do estado e da União, inclusive da própria Fecomércio de Mato Grosso nesta atual gestão.

Como se apresentava o setor do comércio antes do período de pandemia no município?

Com algumas dificuldades, porém, otimista e com boas expectativas, devido ao cenário nacional que tínhamos antes da pandemia.

O setor de turismo vinha crescendo no município, ajudando na atividade comercial. Qual foi o impacto da pandemia no comércio da região?

O setor vinha colaborando muito na região, mas, infelizmente, a crise acabou por prejudicar várias empresas do comércio. O principal festival na região foi cancelado – Festival Internacional de Pesca – e que acabou por prejudicar principalmente o turismo de pesca e de contemplação na região. A própria Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) afirma que o setor já acumula perdas de R$ 87,7 bilhões em todo o pais desde que teve início a pandemia e, com certeza, boa parte dos prejuízos foi nesse setor em nosso município.

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Como tem sido a atuação do sindicato nas tratativas para a melhor retomada das atividades comerciais no município?

Orientando o comércio quanto aos cuidados, métodos de prevenção e combate à Covid-19. Defendendo também a liberação das atividades comerciais de forma responsável e segura, junto ao Poder Executivo e Legislativo, e ao Comitê de Combate à Covid-19 do município.

Como o sindicato enxerga a atuação de nossos governantes nas tratativas para superar o atual momento?

Estamos todos aprendendo a lidar com essa situação. Entendemos as dificuldades encontradas pelo poder público, porém, desde o início nos colocamos à disposição para somar e contribuir. Hoje, graças a todo o trabalho, esforço e empenhado, temos voz para defender o comércio local e tentar encontrar um meio-termo nas decisões. O Poder Executivo municipal, tem se mostrado aberto ao diálogo e com empatia ao comerciante de Cáceres.

O que a entidade sindical espera para um futuro próximo?

Esperamos que sejam criados incentivos aos empresários locais, que possamos atrair mais empresas, fomentar o empreendedorismo e também qualificar nossa mão de obra. É preciso criar um plano de ação em conjunto, com as entidades representativas, o poder público, o Sistema S e a classe empresarial para pensar o futuro de nossa cidade e nossa economia local.

Com a retomada das obras da ZPE (Zona de Processamento de Exportação), prometida para 2021 no município, o que esperar desse investimento para a região?

A retomada significa que o Governo do Estado acredita na viabilidade desse projeto de desenvolvimento para o estado. As ações paralelas, como o transporte fluvial, que está a todo vapor, vai se consolidando para concretizar a tão sonhada ZPE. Com isso, a industrialização nessa região corrobora para a criação de emprego e, consequentemente, aumento do consumo e renda na cidade, beneficiando o comércio local e toda região Centro-Oeste.

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De que forma o sindicato tem atuado para representar o segmento nas demandas políticas?

Fazemos parte de uma rede, onde, a nível estadual, temos a Fecomércio-MT que vem nos representando muito bem, e a nível nacional com a nossa Confederação Nacional do Comércio (CNC). Portanto, independente de ideologia política ou partidária, sempre levamos as demandas dos empresários para aqueles que nos representam. Entendemos que em Cáceres somos a entidade que mais tem defendido e representado os interesses do empresariado local, sempre a postos para ajudar e defender os direitos de nossos associados.

Como a entidade vê a Fecomércio-MT nestes dois anos de gestão e também como a representante máxima do comércio em Mato Grosso?

A Fecomércio-MT, nestes dois anos, mostrou a responsabilidade e transparência na sua gestão. Mais forte na sua representatividade no âmbito estadual e federal, vem atuando em setores para que o nosso comércio fique cada vez mais solido, principalmente neste momento que estamos passando. Parabéns a todos envolvido direto e indiretamente e que Deus continue abençoando nesse momento que todo mundo vem passando.

Da Assessoria

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