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Entrevista da Semana: Eliene diz que fica feliz com o título de mãezona e que repudia os comentários de que traiu Túlio

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Há mais de 20 anos na vida pública, a atual vice-prefeita Eliene Liberato Dias, um dos nomes mais cotados para sucessão municipal, afirma que optou-se pelo PSB porque precisa concluir os projetos por Cáceres. No quadro Entrevista da Semana, ela afirma que dará continuidade as boas ações da atual administração. E, que não pode obrigar o prefeito Francis a apoiá-la. Diz que espera contar com a vereadora Valdeníria para estarem juntas por Cáceres. E, que repudia os comentários de que ela tenha traído o ex-prefeito Tulio Fontes.

Jornal Expressão (J-E).  A senhora vinha sendo “sondada” por vários partidos. O que a levou optar-se pelo PSB?

R- Eliene

Agradeço todos os convites recebidos, fiquei lisonjeada. Escolhi o PSB  por duas razões: pelo acolhimento e a empatia com o deputado Max Russi e seu projeto. O outro motivo é que em Cáceres precisamos contar com apoio na Assembleia para concluirmos os nossos projetos e o deputado, sendo da base do governo, possui um bom relacionamento com o Executivo Estadual e outros parlamentares. Precisamos unir forças e parcerias, pois temos a Escola Técnica para ser concluída, o aeroporto, o porto, a estrada que liga Cáceres a Barra do Bugres e outras necessidades.

J-E.  A senhora participou das duas gestões do prefeito Francis Maris a ideia seria dar continuidade nas ações da administração ou terá um projeto novo de governo?

R- Eliene

Com certeza, dar continuidade nas boas ações da atual gestão e implementar aquilo que for necessário visando a melhoria de renda para nossa população. Quero aqui parabenizar o prefeito Francis por ter deixado suas empresas para dedicar seu tempo à gestão pública. Uma gestão que avançou, investiu na estrutura, equipou a prefeitura, implantou eficiência e controle, realizou inúmeras obras importantes. Tem meu reconhecimento.

J-E. O prefeito Francis já afirmou, publicamente, que desejaria ser sucedido pelo secretário Júnior Trindade por ele ter seu perfil. Porém, garante que irá apoiar o candidato que estiver melhor aceitação da opinião pública. A senhora acredita que terá o apoio dele?

R- Eliene

Quem decidirá sobre a condução do futuro da cidade, será aquele que sair vitorioso na próxima eleição. Não trata-se de escolha pessoal. Não posso obrigar o prefeito a apoiar-me. É democrático. Estamos praticamente há oito anos juntos, são duas gestões. Sempre estive ao seu lado, buscando o melhor para a cidade. Por algumas vezes, discordei quando assim entendia, mas sem perder o respeito. Caso seja escolhida pelos membros do partido a ter que disputar a eleição, espero apoio de todos que gostam de Cáceres, inclusive do atual prefeito.

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J-E. Na avaliação de Francis a senhora seria uma “prefeita mãezona” que não sabe dizer não a ninguém e que isso não funciona na administração. Como a senhora avalia esse pensamento do prefeito? 

R- Eliene

(Risos) Se me foi dado esse título de “mãezona” fico feliz, pois todos os lares tem uma mãezona, que agrada, mas que principalmente ensina e corrige cada qual a seu modo. Na minha história de vida sempre existiu trabalho, luta, honestidade, comprometimento, coragem, sensibilidade, engajamento e muito estudo. Jamais daria o peixe ao invés de ensinar a pescar. Acho que existe uma confusão de adjetivação nesse termo. Não tenho dificuldades nenhuma para dizer “não”. No entanto cada um tem uma maneira de dizer NÃO! Sou sempre firme nas minhas decisões e sempre pensando nos munícipes. E mais, hoje na gestão pública o gestor que não tiver conhecimento do verdadeiro papel do funcionamento da máquina pública, das leis vigentes, para a tomada de decisões com responsabilidade e eficiência, sem dúvidas, poderá responder processo. Uma gestão pública se pauta no conhecimento das políticas públicas, planejamento, projetos, liderança, tomada de decisões e o mais importante a formação da equipe. Sou humana sim, aguerrida, forte, corajosa e decidida. Já provei isso na minha caminhada de luta. Como disse acima, ajudei muito a atual gestão. Num momento difícil, assumi a Secretaria de Educação, a maior pasta e, mesmo com as dificuldades e a falta de recursos, busquei parcerias e apoio para conseguimos avançar. Exerci sempre o meu papel de vice pensando em Cáceres, com foco nas melhorias e parceira de todos os setores possíveis.

J-E. Sabe-se que, a senhora tem uma ligação bastante grande com a vereadora Valdeníria Dutra Ferreira. Comenta-se que a senhora pretende convidá-la para ser candidata a vice na sua chapa. Isso procede? Como será escolha do seu vice?

R- Eliene

Uai, já sou candidata?! (risos) Todas as escolhas serão discutidas no partido, assim espero. Como já disse: não existe nada definido. A vereadora Valdeniria tem condições de colocar seu nome como pré-candidata a prefeita, pois possui trabalho prestado como vereadora de cinco mandatos. É uma mulher guerreira, batalhadora, que admiro e tenho respeito por seu trabalho. Somos amigas e de alguma forma espero estarmos juntas por Cáceres. Neste momento vamos trabalhar para que o partido possa ter vários nomes que possam concorrer e administrar a cidade.

J-E. Alguns comentários políticos, certamente, da oposição, dizem que a senhora já traiu o ex-prefeito Túlio Fontes e agora pode trair o prefeito Francis.  Como a senhora avalia esses comentários?

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R- Eliene

Repudio veementemente tal colocação. Inclusive acho essa pergunta interessante e ao mesmo tempo descabida. Pois quando cheguei em Cáceres, fui acolhida pela família Fontes. Sou grata pela oportunidade de trabalho e pelos ensinamentos. Ainda trabalhei na gestão do seu pai Antônio Fontes que me ensinou muito e guardo um grande carinho de toda família. Ele, o Túlio, sabe que eu não tinha como apoiá-lo. Eu era presidente do PSDB municipal. O partido disputava a última eleição ao governo com o Pedro Taques no cargo maior do estado. Nós o convidamos para que se filiasse ao PSDB. Quem decide quantos candidatos concorrerão ao cargo eletivo de deputado não é a executiva municipal e sim a executiva estadual. E mais, depois de formada as coligações, desfazem-se momentaneamente os partidos. Assim como penso que ele também não nos traiu quando não pôde declarar o apoio a nossa reeleição por estar no partido do candidato adversário.

J-E. O ex-prefeito Túlio Fontes tem demostrado que pretende ser candidato. A Senhora estaria disposta a “bater de frente” com o ex-prefeito que o lançou na vida pública?

R- Eliene

Como já disse: não sei se serei candidata. Quem decidirá será o partido e a vontade do povo. E caso venha a ser, vou dialogar com todos os partidos. O projeto será para Cáceres e não para Eliene. Não podemos personalizar as coisas.

J-E. Sabe-se que, o deputado federal doutor Leonardo terá influência direta nas eleições municipais de 2020. A senhora aceitaria ser candidata a vice-prefeita de um nome indicado pelo deputado?

R- Eliene

A legislação não permite pois já fui reeleita nesse cargo e como vice-prefeita já dei a minha contribuição para a cidade. Jamais dispensaria o  apoio de deputado. Tenho um bom relacionamento com o deputado Dr Leonardo. O mesmo tem nos ajudado e tenho certeza que continuará ajudando.  Não terei dificuldades em dialogar com o mesmo.

J-E. O que a senhora gostaria de dizer a população neste momento?

R Eliene:

Quero parabenizar seu jornal pelo trabalho realizado em Cáceres. A imprensa tem um papel fundamental em divulgar os fatos e os acontecimentos de forma verdadeira. Quem ocupa a função publica está vulnerável aos julgamentos, com aplausos e algumas calúnias. Os objetivos e interesses de divulgar inverdades não fazem parte do bem coletivo e nem a vontade da maioria. Meu foco agora é o trabalho à frente Secretaria de Educação. Quero dar minha contribuição por acreditar, com todas as forças, que só a educação pode transformar e melhorar a sociedade.

Editoria

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Politec conclui nesta semana perícia que pode esclarecer o que causou acidente que matou quatro pessoas em Cáceres

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A Polícia Técnica deverá concluir, no decorrer desta semana, o resultado da perícia realizada no Renault/Duster, que colidiu com uma das paredes de um pontilhão na BR-174, entre Cáceres e o distrito do Caramujo, despencou no rio Paraguai, causando a morte dos quatro ocupantes do veículo. Com o resultado da perícia, de acordo com o diretor da Politec, Ataíde Malheiros, será possível saber o que teria provocado à tragédia.

O acidente aconteceu, por volta das 6h30 da última segunda-feira (12/8). O veículo, conforme pessoas próximas da família, estava sendo conduzido por Luiz da Guia. Comandante da guarnição do Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência, sargento Adilson, informou que o impacto do acidente foi tão grande que o Renault/Duster foi arremessado a uma distância de cerca de 12 metros do local, antes de cair no rio.

Pelas circunstâncias, a hipótese até agora, mais provável, é de que veículo trafegava em alta velocidade e o condutor perdeu o controle ao aproximar da ponte. Contudo, são apenas suposições que deverão ser esclarecidas pela perícia. “O levantamento pericial realizado, horas após o acidente, irá esclarecer as circunstâncias e o que ocasionou o acidente se foi falha mecânica ou humana” explica Malheiros.

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Morreram no local Luiz da Guia Cintra de Alcântara, 58 anos, Wilson André de Alcântara, popularmente conhecido como “Baixinho do Espeto”, 39 anos, e Rosenildo do Espírito Santo Bragantini, 40 anos. Alessandro Luis de Alcântara Coelho,40 anos, foi socorrido e levado às pressas pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Regional. Mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte. Luiz da Guia era tio de Baixinho e Alessandro.

Os corpos de Luiz da Guia, Baixinho do Espeto e Alessandro Luis foram velados na Paróquia Cristo Trabalhador, localizada na Avenida Talhamares, o de Rosenildo do Espirito Santo, foi levado para a localidade de Caramujo onde residem os familiares. Neste domingo, serão celebradas duas missas de 7º Dia pelas mortes. A primeira no período da manhã, às 8h na Paroquia Nossa Senhora de Aparecida e a segunda às 19 na comunidade de São Francisco, Cohab Velha.

Editoria / Sinezio Alcântara

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Alunos da Escola Onze de Março,estão sem conseguir assistir aula por falta de transporte

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De acordo com a coordenadora da Defesa Civil de Cáceres, Arineia Graciela Ardaia, duas instituições chamaram a atenção do órgão recentemente.

A Seduc diz que o estado é responsável pelo transporte dos alunos que moram na zona rural. Já os que moram na cidade devem ser levados e trazidos com recursos da prefeitura.

Alunos da Escola Estadual Onze de Março, em Cáceres, não estão conseguindo assistir aulas depois que foram transferidos para outro prédio após uma cratera ser aberta em abril deste ano no antigo local onde funcionava a unidade escolar.

Conforme a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a escola esteve sem aulas num período correspondente a 45 dias letivos, sendo 42 por conta da greve dos profissionais da educação.

Na ocasião da mudança de prédio, a Prefeitura de Cáceres se prontificou a fazer o transporte escolar levando os estudantes até o novo prédio.

O prefeito de Cáceres, Francis Maris, afirmou que tem uma reunião agendada com o governador Mauro Mendes (DEM) para esta sexta-feira (16), quando pretende tratar do assunto. Segundo ele, o município não tem condições financeiras de bancar o transporte dos alunos.

O pai de um dos alunos, Sérgio Ortiz, explica que o novo prédio fica a cerca de 4 km do antigo local e que, para chegar à escola, os alunos agora precisam atravessar a BR-070. Antes, quando os alunos tinham aula no prédio onde a cratera foi aberta, segundo Sérgio, a maioria ia de bicicleta para a unidade escolar. Agora, no entanto, precisam de um ônibus.

Já a Seduc diz que o estado é responsável pelo transporte dos alunos que moram na zona rural. Já os que moram na cidade devem ser levados e trazidos com recursos da prefeitura.

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