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Economia

Entenda porque a conta de luz está mais cara; dicas para reduzir gastos

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Os cuiabanos podem se preparar para receber a conta de luz com valores mais altos. Os consumidores estão pagando, desde julho, R$ 1,50 a mais para cada 100 quilowatts-hora, referente à “bandeira vermelha”. Além disso, em abril, houve reajuste de 11,29% na tarifa.

O susto na conta se deve ao custo extra da bandeira vermelha, que é acionada em época de pouca chuva. As hidrelétricas ficam mais vazias, então a concessionária de energia elétrica de Mato Grosso passou a usar as usinas térmicas, que são mais caras.

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Entretanto, a bandeira vermelha é só um fator a mais na conta de luz. Outra condição que compromete para o aumento é o calor e a falta de umidade no estado. Dados da Energisa mostram que essa variação é histórica – nos últimos anos, as famílias mato-grossenses consumiram, em média, 19% mais energia por mês em setembro e outubro do que entre janeiro e agosto.

Somada a isso, está a forma como os eletrodomésticos consomem a energia elétrica nos dias mais quentes. Um ar-condicionado que estava ligado 6 horas nos outros meses, por exemplo, usará mais energia para deixar o ambiente fresco nos dias mais quentes mesmo que utilizado pelo mesmo período de tempo. Ou seja, mesmo que o hábito de consumo não mude, é possível que haja um aumento na conta de energia, por conta das altas temperaturas.

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“Não podemos imaginar que nossos eletrodomésticos que precisam de climatização, como geladeira e ar-condicionado, estão trabalhando da mesma forma que nos dias com temperaturas mais amenas. Com as temperaturas altas, esses equipamentos trabalham muito mais, ou seja, gastando mais energia para manter o mesmo funcionamento que nos outros meses, sem falar nos inúmeros umidificadores de ar ligados em todos os ambientes”, explica o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Riberto José Barbanera.

Os impostos e tributos também pesam na hora de pagar a conta. A maior parte da fatura é a tarifa, que serve para cobrir os custos de geração, transmissão e distribuição de energia, e encargos para manter o setor elétrico. Esta tarifa sofre reajuste todo ano.

Veja o que é possível fazer nesse período para usar a energia de forma eficiente e econômica

Ar-condicionado

Os filtros devem ser lavados no mínimo uma vez por semana, bem como manutenções regulares. Portas e janelas devem estar sempre fechadas quando o ar estiver ligado.

Ventiladores

Quanto maior a pá, maior o consumo. Portanto, os ventiladores menores tendem a gastar menos. Outro ponto importante: o ventilador refresca porque movimenta o ar, mas ele não reduz a temperatura do ambiente. Por isso, só deve permanecer ligado quando alguém estiver usando. Deixar o ventilador ligado com antecedência para tentar refrescar um ambiente só serve para desperdiçar energia.

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Geladeiras e freezers

Devem ficar, preferencialmente, o mais longe possível do fogão, fornos e outras fontes de calor. A borracha de vedação da porta precisa estar em boas condições, para o ar frio não escapar. As prateleiras devem ficar sem forros e é necessário evitar o abre e fecha. Avalie se o uso do freezer é realmente necessário neste período.

Iluminação

Quanto mais luz natural, melhor. Lâmpadas fluorescentes ou LED são as mais econômicas.

Aparelhos em stand-by

É mais econômico desligar aparelhos direto nos botões ou nas tomadas, e não apenas pelo controle remoto. Em geral, luzes indicativas acessas significam desperdício de energia. O mesmo vale para relógios que ficam piscando. Mas atenção! A geladeira deve ficar sempre ligada na tomada. O hábito de desligar a geladeira à noite pode provocar perda de alimentos e não gera economia de energia, pois o aparelho consome muito para recuperar as baixas temperaturas de manhã.

Ferro de passar roupa

Quanto mais roupa acumulada, melhor. Peças grandes, como lençóis e toalhas, podem ser esticadas por baixo das demais na hora de passar. Tente estender as roupas para secar de forma que não formem dobras. Ao retirar do varal, o ideal é dobrar peça por peça, para que não amassem. Com isso, o trabalho de passar será muito mais fácil, rápido e econômico.

Chuveiro

Priorize a posição “Verão”.

GD

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Destaque

Endividamento de famílias cresce pelo sétimo mês seguido, diz CNC

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O percentual de famílias endividadas no país cresceu de 64% em junho para 64,1% em julho deste ano. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é a sétima alta consecutiva do indicador.

O percentual de endividados, ou seja, de pessoas que têm dívidas em atraso ou não, também cresceu na comparação com julho do ano passado, quando a proporção era de 59,6% das famílias. Nesse tipo de comparação, é a sexta alta consecutiva.

Ouça na Rádio Nacional:

A pesquisa também mostrou que houve aumento no número de inadimplentes, que são os que têm contas ou dívidas em atraso: de 23,6% em junho para 23,9% em julho deste ano. Houve alta ainda na comparação com julho de 2018 (23,7%).

Já aqueles que não terão condições de pagar suas contas em atraso somaram 9,6% em julho deste ano, acima dos 9,5% de junho deste ano e dos 9,4% de julho do ano passado.

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Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 64 dias em julho deste ano, superior aos 62,9 dias de julho de 2018. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de sete meses, sendo que 32% delas estão comprometidas com dívidas por mais de um ano, de acordo com a CNC.

Edição: Maria Claudia
Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil
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Destaque

Banco da Amazônia destina R$ 4 Bi para o credito Rural por meio do plano Safra 2019/2020

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No ano em que o Banco da Amazônia comemora 77 anos, a principal instituição financeira de fomento do Governo Federal no Norte do País anuncia os recursos disponíveis para o Plano Safra 2019/2020 a serem aplicados na região, com as melhores taxas do mercado e condições de financiamento para impulsionar, ainda mais, o setor do agronegócio.

Serão R$ 4 bilhões para movimentar a economia regional de toda a Amazônia Legal, sendo R$ 500 milhões para o Programa Nacional de Agricultura Familiar – PRONAF e o restante para o setor agropecuário. Os recursos atenderão do pequeno agricultor até o grande produtor rural.

André Felipe Miranda
Estagiário de Jornalismo
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