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Energisa: solicitar alteração de carga de energia diminui riscos de acidentes

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Cliente deve informar à concessionária sempre que for demandar mais carga pois assim evita sobrecarga na rede de energia

Alguns cuidados com a rede elétrica são fundamentais para garantir segurança e a qualidade no fornecimento de energia. Uma causa comum para faltas de energia, curtos-circuitos e até incêndios em residências, comércios e outras estruturas é a sobrecarga. Para evitar esses transtornos e garantir não só a segurança da população, mas também que não falte energia em sua região, é importante que os clientes informem à Energisa sempre que forem ampliar o consumo de energia.

“O cliente declara uma carga para a concessionária quando pede a ligação de energia e a Energisa disponibiliza a energia conforme a necessidade relatada pelo cliente, de forma a assegurar a qualidade necessária para que os equipamentos listados pelo cliente funcionem. Quando o cliente amplia o seu consumo, comprando mais aparelhos eletroeletrônicos (ar-condicionado, geladeira, etc) é preciso informar a Energisa”, orienta Paulo Teixeira, coordenador de Operação da Energisa Mato Grosso.

Paulo explica que a declaração de carga não tem impacto no valor cobrado na conta de luz. “Informar quais os equipamentos tem em casa não vai aumentar a conta de luz, pois o valor da conta está ligado a quantidade de energia consumida, e a leitura do consumo é feita mensalmente. Portanto, declarar a carga só beneficia o cliente, que terá energia de qualidade em casa.”

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Quando a declaração de carga é realizada de forma parcial ou incorreta, a concessionária não consegue dimensionar a rede de distribuição necessária para o fornecimento de energia, ou seja, não saberá quando o transformador ou a rede estarão sobrecarregados. “É comum, quando há sobrecarga em um transformador, o cliente reclamar do nível de tensão, oscilação ou até provocar a queima do transformador em alguns casos. Enfim, são problemas que podem ser evitados quando a carga está dimensionada corretamente.”

O principal problema causado por uma sobrecarga é colocar em risco as instalações elétricas e consequentemente, as pessoas que estão no local onde há a sobrecarga. “É um risco para a segurança de todos, pois se os cabos e disjuntores estiveram mal dimensionados, podem sofrer aquecimento acarretando em queima ou até incêndio na edificação”, enfatiza Teixeira.

Quando a declaração de carga é feita de forma correta, a Energisa pode fazer o dimensionamento da rede de distribuição (dos transformadores e dos cabos) necessária para atender adequadamente a unidade consumidora, mantendo assim a qualidade da energia recebida e a segurança. “Com a informação correta podemos planejar obras de melhorias e ampliação da rede para adequação. Assim, evitamos que o cliente tenha problema com seus equipamentos ou até mesmo causar um incêndio”, orienta.

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Confira as dicas:

• Sempre que for solicitar uma ligação nova faça a declaração da carga a ser atendida (quantidade de lâmpadas, equipamentos eletrodomésticos, tomadas, etc.), assim a Energisa irá definir a categoria do padrão de entrada. É importante que o cliente informe corretamente todas as cargas, principalmente as que causam perturbações e oscilações no sistema elétrico, como freezers, aparelhos de solda, ar-condicionado, são alguns exemplos;

• No pedido de ligação também é importante o cliente informar se sua solicitação será para atendimento definitivo ou provisório;

• Contrate profissionais habilitados para projetar e construir as instalações elétricas de suas edificações.

Canais de atendimento ao cliente:

• Aplicativo para celular Energisa On (disponível para iOS, Android e Windows Phone) • www.energisa.com.br www.facebook.com/energisa

• Agências de atendimento presencial

• Ouvidoria – 0800 651 111

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Ministro critica Pedro Taques por embargo à obra de hidrovia

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O ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, criticou o ex-governador Pedro Taques (PSDB), que segundo ele, como membro do Ministério Público Federal (MPF) de ter ajuízado uma ação para bloquear a realização de obra que beneficiaria a hidrovia Paraguai/Paraná, e depois como governador de Mato Grosso ter cobrado da União a realização da obra.

Em sua defesa, Taques diz que a ação já tem 16 anos e que não foi contra a obras, mas que buscou a realização cumprindo todos os deveres que regem a legislação ambiental. Taques disse que o ministro está mal informado ou mentindo ao fazer as afirmações.

O vídeo com a crítica do ministro está disponível na página Bolsonaro Apoiadores MT (@BolsonarooMT). A postagem não tem a data da gravação do vídeo.

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“A Hidrovia do Paraguai também é outra coisa interessante do Brasil. Você sabe que o Eveteia (Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) da hidrovia foi barrado por uma ação do Ministério Público lá atrás, depois o procurador que entrou com a ação virou governador do estado e daí queria fazer uma intervenção na hidrovia. Mas, disseram que você não poderia nem fazer o estudo, porque o Ministério Público entrou com uma ação e conseguiu na Justiça o bloqueio”, lembrou da conversa com o governador.

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Taques então teria perguntado quem entrou com a ação e ouviu que ele mesmo, como procurador, foi o autor. “Você não estudar hidrovia que é um transporte super eficiente do ponto de vista energético, isso não faz sentido. É aquele negócio de que nada pode, rodovia não pode, hidrovia não pode. O cara era procurar e entrou com a ação, barrou todo o estudo, depois virou governador e quis saber da hidrovia”, disse

A deputada Janaina Riva (MDB), que fez oposição ao governo Taques, curtiu a publicação e comentou “Grande Pedro Taques”.

Em sua defesa, Taques disse respeitar o ministro, destacou que ele é sério e tecnicamente compete. No entanto, no caso em particular, disse que o auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) mente ou está mal informado. “Creio que mal informado, pois a ação é antiga, ajuizada ha mais de 16 anos, não tenho vergonha dela, pois não tenho medo do meu passado, por isso não temo o meu futuro”, destacou.

Destacou que a ação mesmo dizia que o MPF não era contra a construção, mas que pedia respeito a lesgislação ambiental e que isso foi reconhecido pela Justiça Federal. “A ação diz, textualmente, que o MPF e MPE não eram contra a hidrovia, modal de transporte que defendo, e sim que a Constituição e as leis precisavam ser cumpridas. Aliás, foi julgada procedente, em primeiro e segundo graus do Judiciário Federal. Como procurador da República, cumpri o meu dever; como senador, igualmente, busquei resolver a situação dentro do Ibama, Dnit, que tratava de navegação de águas interiores e Ministério dos Transportes”, argumentou.

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Taques disse que como governador de Mato Grosso tratou do caso pedindo o cumprimento das decisões e adequação do projeto pela União. “Tenho o vício de cumprir a lei por onde passo, onde estou, e pra onde me encaminho”, finalizou o ex-governador.

GD

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Após mais de uma década, Governo retoma transplante de rins em Mato Grosso

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O serviço, que estava paralisado há uma mais de 10 anos, volta a funcionar esta semana. A gestão do Governador Mauro Mendes, junto à primeira-dama Virginia Mendes, madrinha da causa, se empenhou em todas as tratativas para a retomada desse importante procedimento disponível para os pacientes de Mato Grosso

Pacientes que realizam tratamento renal e precisam receber uma doação de rim poderão fazer todo o processo de transplante em Mato Grosso. A oferta do serviço, paralisado há 10 anos, foi restabelecida nesta terça-feira (14), após a realização do primeiro procedimento cirúrgico que transplantou o órgão entre duas irmãs.

A cirurgia, que durou aproximadamente sete horas, sem nenhum tipo de complicação, foi realizada pela equipe do Centro Cirúrgico do Hospital Santa Rosa, unidade credenciada pelo Ministério da Saúde para realizar a operação de transplante renal no Estado.

O governador Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes, comemorou o resultado do retorno deste importante serviço de saúde no Estado. Ele destacou que os pacientes que aguardam pelo procedimento poderão realizar a cirurgia que será ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Hoje é um dia muito especial para a saúde pública do Estado de Mato Grosso, pois temos a alegria de anunciar que foi feito o primeiro transplante de rim aqui no Estado de Mato Grosso. Após 10 anos, depois que nós perdemos a habilitação para fazer transplante renal aqui nos hospitais do Estado, estamos reativando o serviço. Mato Grosso era um dos poucos estados brasileiros que não realizava essa cirurgia. Depois de muito trabalho da equipe da Secretária Estadual de Saúde, do Hospital Santa Rosa – que foi habilitado para realizar os procedimentos 100% pelo SUS – os pacientes poderão fazer a cirurgia sem precisar pagar nenhum centavo por esse procedimento”, ressaltou o governador.

Além disso, o chefe do Poder Executivo disse que a reativação do serviço irá proporcionar um “alivio” aos pacientes, pois com essa oferta de transplante renal, todos poderão realizar a cirurgia sem precisar sair de Mato Grosso.

“São quase mil pacientes em nosso Estado que têm indicação clínica para transplante. Esses pacientes poderão procurar nossa Secretaria para realizar os procedimentos e, nos próximos meses, se Deus quiser, essas pessoas terão suas dores e sofrimentos aliviados pela possibilidade da realização desse procedimento feito em Mato Grosso”, disse Mauro Mendes.

O governador disse ainda que todos os envolvidos nesta causa que possibilitou a reativação do transplante “estão de parabéns” e que essa excelente conquista é uma ótima maneira de iniciar o ano de 2020.

Além do trabalho do governador, o resultado dessa grande conquista faz parte do esforço e dedicação da primeira-dama Virginia Mendes, sensível à causa justamente por ter um rim transplantado há quase seis anos. Madrinha oficial do transplante renal, a primeira-dama trouxe celeridade à desempenho do processo.

Virginia acompanhou todas as etapas, fortaleceu a causa e pediu para que toda a equipe de profissionais da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), sob a gestão de Gilberto Figueiredo, dedicasse empenho em todas as tratativas formais junto ao Ministério da Saúde para o retorno dos serviços.

“Estou muito feliz! Primeiramente agradeço a Deus. Agradeço também o nosso governador por estar proporcionado tudo isso e agradeço a toda a equipe médica, pois foi um procedimento realizado com muito sucesso. Eu sou transplantada, eu só tenho a agradecer”, disse Virginia Mendes.

Na oportunidade, a primeira-dama aproveitou para sensibilizar as pessoas sobre essa importante causa. Ela explicou que pessoas vivas, em caso de compatibilidade, podem realizar a doação de rim.

“Aproveito a oportunidade para falar às pessoas que não tenham medo do transplante, vocês podem ser doadores em vida Como exemplo, está aqui meu esposo, minha alma gêmea, minha vida, que me salvou e é um doador vivo. Então, às pessoas não precisam ter medo da doação, somos testemunhas que isso pode ser feito para salvar vidas. Além de mim, temos o caso dessas duas irmãs que realizaram este lindo gesto de puro amor na doação de rim entre vivos”, completou.

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Emocionada e muito feliz com essa conquista da saúde no Estado, a primeira-dama disse: “gostaria apenas de agradecer a todos, equipe médica e ao secretário de Saúde Gilberto Figueiredo por todo este belo resultado, estou muito emocionada com essa bela vitória”.

O programa de transplante renal iniciou suas atividades em 1999. Porém, a última cirurgia de transplante de rim realizada em Mato Grosso ocorreu em maio de 2009. O reflexo da desativação desse procedimento foi o acumulo de pacientes na fila de espera e que precisaram ser encaminhados para outros Estados para realizar o procedimento. De acordo com os dados da Central de Transplante da SES-MT, atualmente, 1.800 pacientes estão realizando hemodiálise. A estimativa é de que 50% dessas pessoas tenham indicação para o transplante renal.

Diante desse percentual, o secretário estadual de saúde, Gilberto Figueiredo, comemorou a reativação dos procedimentos de transplante renal no Estado e destacou que esse “é um momento histórico para o Estado de Mato Grosso, uma grande conquista não apenas para SES-MT, mas principalmente para quem necessita deste serviço interrompido há 10 anos”.

Além disso, antes do processo cirúrgico, o gestor visitou as irmãs Glacelise Bettini da Silva Medrado, de 42 anos, receptora do órgão e Carmem Regina da Silva Medrado, de 47 anos, doadora. Na ocasião, o gestor destacou que, com o retorno da oferta desse serviço, os pacientes podem realizar o tratamento em domicílio.

“Este é o primeiro transplante, um procedimento de alta complexidade no qual os pacientes precisam deixar nosso Estado, um difícil processo, mas que agora passa a ser realizado novamente aqui. Esta é apenas a primeira de uma série de outras duplas de pacientes que já foram avaliadas para fazer o transplante”, revelou o secretário de estadual de saúde, Gilberto Figueiredo.

O gestor destacou também que o Governador Mauro Mendes, que realizou a cirurgia de doação do seu rim para sua esposa, e a primeira-dama Virginia Mendes, sempre tive uma atenção especial e totalmente direcionada para reativação da cirurgia de transplante renal.

“Eles – governador e primeira-dama – se empenharam muito, sempre tiveram um carinho especial, desde o início, pois entendem a importância da reativação do processo. A primeira-dama torce para que tudo isso seja um grande sucesso e estava angustiada para que tudo fosse restabelecido o quanto antes. Por isso, assim como a gente, eles estão comemorando este grande momento que marca a retomada do transplante de rim em Mato Grosso”, adiantou Gilberto.

Economia na saúde

A reativação do procedimento cirúrgico de transplante renal irá gerar uma economia no orçamento do Governo de aproximadamente R$ 10 milhões por ano. De acordo com a secretária adjunta de Regulação, Controle e Avaliação da SES-MT, Fabiana Bardi, o Estado ficava responsável pelo custeio do tratamento e desembolsava valores exorbitantes para atender e garantir a prestação de saúde aos pacientes por meio Tratamento Fora de Domicilio (TFD).

“Nós últimos anos, o Estado vem gastando com o (TFD), principal órgão de encaminhamento desses pacientes para outras cidades, algo em torno de R$ 22 milhões. Deste total gasto, 50% era exclusivo para atender pacientes da nefrologia. Com a retomada do transplante dentro do Estado, é estimada uma economia de aproximadamente 10 milhões”, explicou a Fabiana Bardi.

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Outro importante benefício é a agilidade do processo para a realização da cirurgia aos pacientes de Mato Grosso. Antes da reativação do procedimento, todos eles dependiam da disponibilidade do agendamento em perspectiva nacional, gerando um maior tempo de espera. Agora, o tempo de espera é reduzido e a SES-MT garante aos pacientes toda a assistência com medicação, consultas e vigilância do processo.

História das pacientes

A paciente Glacelise Bettini da Silva Medrado, de 42 anos, receptora do órgão, explicou que, em meados de 2015, percebeu que algo não estava certo com a sua saúde. O primeiro sinal manifestado no organismo percebido por ela foi a cor da sua urina que teve uma alteração. Após a realização dos exames, o resultado apontou que o rim não estava funcionando de forma adequada.

Já com o diagnóstico de insuficiência renal, Glacelise chegou a realizar o procedimento para implantação da fístula e realizar o tratamento do rim por meio da hemodiálise. Porém, a paciente explicou que pediu ao médico outras alternativas de tratamento para resolver o seu caso de saúde.

“Eu falei ao doutor que não queria fazer a hemodiálise, fiquei desesperada, e pedi qualquer outro recurso. Ele disse que eu poderia fazer o transplante e perguntou se teria alguém para fazer a doação do órgão”, explicou.

Glacelise indicou a irmã, Carmem Regina da Silva Medrado, de 47 anos, para ser a doadora. Porém, antes informar ao médico de quem seria a doadora, ela não tinha pedido autorização e nem sabia se ela aceitaria passar pela cirurgia para doar o rim e salvar sua vida.

Carmem, a doadora, disse que ao receber o pedido de ajuda para salvar a vida da irmã aceitou imediatamente. “Foi de boa, não pensei duas vezes. Na hora falei sim e perguntei o que eu precisava fazer. Vamos realizar tudo que for preciso”, disse há época.

No quarto de internação a emoção contagiou às irmãs, confiantes de que tudo daria certo na cirurgia, elas se abraçaram e declaram que ser pacientes desta primeira cirurgia que marca o reinicio “é maravilhoso, pois depois vamos ser testemunhas que passamos pelo processo e vencemos todas as etapas”.

Serviço de Transplante

O Governo de Mato Grosso possui ativo, desde 2000, o programa de transplante de córnea. Os procedimentos para realização desta cirurgia são realizados em duas unidades de saúde credenciadas: O Hospital de Olhos de Cuiabá e Instituto da Visão – Visionare, todos ofertando os serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O processo de doação pode ser realizado de dois modos: o doador vivo e o doador cadáver. O vivo pode ser qualquer pessoa saudável que concorde com a doação e que seja compatível com o receptor. Além disso, a pessoa viva pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. De acordo com Lei n°10.211/2001, para casos de doação de transplante intervivos, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não-parentes somente com autorização judicial.

Doadores cadáveres são aqueles que tiveram o diagnóstico de morte encefálica, geralmente são vítimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral). O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, que exige a realização de exames que comprovem a morte. Para atestar a legitimação da morte, os exames precisam ser analisados por um médico intensivista e um reurologista para confirmação da morte. Após toda parte de atestado da morte, é necessário a permissão, documentada, de autorização da família.
Carlos Celestino | Secom-MT
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