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Energisa facilita o pagamento de contas atrasadas

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A Energisa Mato Grosso preparou um conjunto de medidas que facilitam o pagamento de contas atrasadas para os clientes. Os consumidores atendidos em baixa tensão, como as residências e pequenos comércios, poderão dividir novamente seus débitos já negociados com entradas facilitadas e mais opções de parcelamento. “Os cortes dos clientes residenciais e essenciais foram temporariamente suspensos devido à pandemia do Covid-19, mas as contas seguem normalmente. Estamos sensíveis a este momento difícil e queremos ajudar os nossos clientes a manterem o equilíbrio financeiro, evitando atrasos e acúmulo de contas a pagar. As medidas serão customizadas de acordo com o perfil de dívida de cada cliente”, afirma Murilo Galvão Marigo, gerente de Serviços Comerciais da Energisa Mato Grosso.

Os clientes podem solicitar a negociação sem sair de casa, por tempo indeterminado, utilizando os canais digitais de atendimento: WhatsApp (Gisa) 65 9999 7974, aplicativo Energisa On (disponível nas lojas virtuais), site energisa.com.br e call center (0800 646 4196). As agências de atendimento estão temporariamente fechadas, seguindo a determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para evitar a propagação do novo coronavírus.

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Os clientes podem quitar suas contas nos canais tradicionais, como aplicativo do banco, agências bancárias, banco 24h e os outros agentes arrecadadores, como farmácias e lotéricas, que seguem abertos. A lista e os endereços desses agentes estão disponíveis no site: https://www.energisa.com.br/Paginas/informacoes/sua-conta/onde-pagar-sua-conta.aspx

Pagamento por débito automático também evita aglomerações

Murilo Galvão Marigo recomenda que o cliente use os canais digitais de pagamento ou solicite a Energisa a inclusão do pagamento por débito automático, a fim de evitar aglomerações nos canais de pagamento presenciais e uma possível contaminação pelo coronavírus. “Além dos canais de pagamento virtuais, o cliente ainda pode recorrer ao débito em conta pelo site. Basta que ele tenha conta em um dos bancos conveniados* e aceite os termos da adesão. Mas caso seja realmente necessário realizar o pagamento pessoalmente, incentivamos que tome todas as medidas de prevenção, como manter a distância de pelo menos 1 m e usar álcool em gel após tocar os dispositivos”.

 

Bancos conveniados a Energisa: Caixa Econômica, Sicredi, Santander, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Sicoob.

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Meu filho estava na hora errada e no lugar errado, diz mãe de soldado que dirigia o veículo envolvido no acidente

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A comerciante Alessandra Ribeiro do Prado, mãe de um dos soldados do Exército que se envolveu no acidente que destruiu totalmente o veículo HB-20 e, parcialmente, uma casa na Avenida dos Bandeirantes, bairro Santos Dumont, diz que o seu filho é um jovem direito e que “estava na hora errada e no lugar”.

“Não que eu esteja passando a mão na cabeça dele. Meu filho não estava bêbado, meu filho é um jovem direito. Ele só estava na hora errada e no lugar errado” garante. Alessandra é mãe do soldado que dirigia o carro. O acidente envolvendo três soldados ocorreu na noite de segunda-feira por volta das 22h.

Na tentativa de escapar da Polícia Militar, os soldados colidiram, destruindo parcialmente a casa. Consta no Boletim de Ocorrência, que além de o condutor do veículo não portar habilitação, havia no interior do veículo, carne e algumas latas de cerveja. O que sugere que estivessem fazendo uma festa.

E, ainda duas garotas, supostamente, menor de idade. Sem contar que eles, desobedeceram a ordem de parada do veículo, orientada pela guarnição policial, resultando em perseguição e o acidente. As duas garotas feridas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Regional, pelo Corpo de Bombeiros.

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“No meu entendimento foi uma fatalidade” diz Alessandra contando que, os soldados estariam indo a uma confraternização. “Havia saído dinheiro do quartel e eles se reuniram para fazer uma confraternização entre os colegas. Meu filho saiu para buscar uma garota que era namorada de um colega dele”.

Diz que, ele havia tomado apenas uma lata de cerveja até porque, segundo ela, ele estava restabelecendo de uma doença.

“Ele ficou internado no mês passado com um problema nos rins. Tomou apenas uma latinha de cerveja. Foi uma fatalidade” afirma assegurando que “ele não parou o carro porque ficou com medo e se apavorou não ter habilitação” diz confessando que “eu errei por ter dado chave do carro a ele”.

A comerciante reafirma que seu filho é um rapaz direito que nunca fez nada de grave que pudesse comprometer sua idoneidade. “Ele é um rapaz direito. Mas, agora ele vai ter que pagar pelo erro que praticou” diz assinalando que está procurando as famílias das garotas que saíram feridas do acidente para ajudar no que for necessário.

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Alessandra Prado afirma que, além da comoção com a “fatalidade” a família também terá prejuízos financeiros porque o veiculo não estava no seguro.

Coronel Ricardo Vieira Coelho, do Comando de Fronteira do Jauru, antigo 2º Batalhão de Fronteira, informou a pouco que os três militares envolvidos no acidente estão presos à disposição da Justiça. Disse ainda que o comando instaurou um procedimento disciplinar para apurar o caso. E, que se comprovado que eles foram responsáveis pelo acidente podem ser excluídos do Exército.

“Eles já estão presos no batalhão à disposição da Justiça. São jovens de 19 anos. Mas, nada justifica o que fizeram. Inicialmente serão punidos. E, caso o procedimento militar conclua que eles cometeram crimes podem ser excluídos à bem da disciplina do Exército. O processo disciplinar terá prazo de 8 dias. Só após o resultado desse trabalho e que se saberá o grau de punição aos acusados.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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Soldados envolvidos em acidente podem ser excluídos do Exército, afirma coronel

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Os soldados envolvidos no acidente que destruiu o veiculo e parcialmente uma casa na Avenida dos Bandeirantes, bairro Santos Dumont, deixando duas garotas, menores de idade, feridas, estão presos e podem ser excluídos à bem da disciplina do Exército. A afirmação é do coronel Ricardo Vieira Coelho, do Comando de Fronteira de Jauru, antigo 2º Batalhão de Fronteira.

“Eles já estão presos no batalhão à disposição da Justiça” afirmou o oficial assinalando que será instaurado um procedimento disciplinar militar para apurar o caso. “São jovens de 19 anos. Mas, nada justifica o que fizeram. Inicialmente serão punidos. E, caso o procedimento militar conclua que eles cometeram crimes podem ser excluídos à bem da disciplina do Exército”.

O procedimento disciplinar a que se refere o coronel Vieira já foi instaurado pelo comando. A comissão disciplinar terá prazo de 8 dias para concluí-lo. Só após o resultado desse trabalho e que se saberá o grau de punição aos acusados.

O acidente no qual envolveram três soldados do Comando de Fronteira Jauru ocorreu na noite de segunda-feira (1/6). Na tentativa de escapar da polícia militar, conduzindo um HB-20 branco, placas OBD – 1502, os soldados colidiram, destruindo parcialmente uma casa.

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A situação é desfavorável aos militares. Consta no Boletim de Ocorrência confeccionado pela Polícia Militar, que além de não portar habilitação, havia no interior do veículo, algumas latas de cerveja. E, ainda duas garotas, supostamente, menores de idade. Sem contar que eles, desobedeceram a ordem de parada orientada pela guarnição policial, resultando em perseguição.

Com o impacto da colisão, peças do carro, ficaram espalhadas pelo chão. A bateria foi arremessada há 5 metros do local. Feridas, as garotas foram socorridas pela guarnição do Corpo de Bombeiros que as conduziram para o Hospital Regional. Os militares foram submetidos a exames médicos no batalhão.

Policiais militares que atenderam a ocorrência, conforme os familiares, informaram que a perseguição começou na Avenida 7 de Setembro. Os soldados estariam conduzindo o veículo com os faróis apagados. A polícia diz que, ao sinalizarem para que parassem, eles saíram em alta velocidade. E, em dado momento perderam a direção vindo a chocar com a casa.

Proprietário do imóvel, o comerciante, Alexandre dos Santos e Silva, diz que foi um “momento de horror” vivido pela família.

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“Eu havia acabado de chegar. Quanto escutei o estrondo sai do quarto e vi a frente da minha casa destruída. Foi um momento de horror” conta lembrando que ainda foi atingido por estilhaços do vidro da porta. Alexandre diz que, sua filha que, nesta terça-feira, completa um ano, renasceu. “A minha filha renasceu. Ela estava no berço e uma parede caiu junto dela. Foi um milagre”.

O comerciante ainda não avaliou o valor da reconstrução da parte da casa destruída. Mas, afirma que irá responsabilizar os militares pelo prejuízo.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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