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Política

Dr. Leonardo lamenta tragédia em Suzano e levanta discussão sobre saúde mental

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O deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT)
lamentou o atentado da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), na manhã desta quarta-feira (13), que resultou no assassinato de alunos, ex-alunos e um funcionário da instituição. Para o parlamentar que é médico psiquiatra, é preciso entender o ocorrido
e pensar em políticas públicas preventivas e repressivas.

“Toda vez que uma criança, um jovem morre,
é o rompimento de um futuro. Quando a morte é por violência, a responsabilidade do Estado aumenta. Agora, se o ambiente da tragédia é escolar, tudo fica ainda mais triste. Meus sentimentos aos amigos e familiares das vítimas de Suzano. Que Deus conforte o
coração de todos.”, afirmou Dr. Leonardo.

Na avaliação do deputado federal, o atentado
da Escola Estadual em Suzano (SP) mostra que Segurança e Educação falharam. Mas, Leonardo levanta também a questão das políticas de saúde mental para jovens, que podem ter sido negligenciadas.

“São inúmeras as hipóteses que podem ter
levado à tragédia, que nos deixou muito tristes. Mas, todos têm responsabilidade. Que façamos desse episódio motivo para impedir que novos casos aconteçam. Não deixemos de discutir, dialogar, as circunstâncias que resultaram no dia de hoje para buscar políticas
públicas”, concluiu.

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Combate ao suicídio –
Em Mato Grosso, desde 2017, um projeto que se tornou a Lei Estadual 10.598, de autoria do então deputado estadual Dr. Leonardo, institui o Plano Estadual de Prevenção ao Suicídio.

A iniciativa do deputado prevê uma política
para diagnosticar sintomas e tratar o transtorno mental ou psicológico, que pode incluir depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas.

Leonardo ressalta a importância da implantação
de um plano de ação que ajude identificar indivíduos que apresentem perfil suicida e estabeleça medidas de prevenção. “O suicídio está ficando cada vez mais comum, e a cada ano aumenta o número de casos de morte auto infligida em todo mundo. Essa é uma situação
preocupante que atinge pessoas de diversas idades, inclusive crianças, e pode ser evitada se houver intervenção médica, psiquiatra, familiar, terapêutica e de outros órgãos de apoio emocional, como é o caso do CVV”, alertou Dr. Leonardo.

Jardel P. Arruda
Assessoria de Imprensa
Deputado Dr. Leonardo
(65) 99267 9309

Jean Campos
Assessoria de Imprensa
Deputado Dr. Leonardo
(61) 99967-1232

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Júnior Trindade deve assumir Águas do Pantanal em substituição a Paulo Donizete

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O secretário Júnior César Trindade deve assumir a direção da Águas do Pantanal. Um dos mais influentes da administração municipal, Trindade é a opção mais provável do prefeito Francis Maris Cruz, para dirigir a autarquia em substituição ao engenheiro químico Paulo Donizete da Costa que irá sair para disputar as eleições à prefeitura do município.

O nome vem sendo cogitado há vários dias. Contudo, não está, oficialmente, decidido porque antes, o atual mega-secretário, que já acumula três secretárias: Turismo e Cultura; Meio Ambiente e Saneamento; e Agricultura e Desenvolvimento, terá que ser sabatinado pela Câmara. E, há informações de resistência por parte de alguns vereadores da base aliada no legislativo.

Além de secretário, Júnior é considerado “homem de confiança” do prefeito. Ao longo dos seis anos na administração ele já passou por várias pastas. Entre elas, a Secretaria de Fazenda, de Obras e de Planejamento. Contudo, melhor se identificou na Secretaria de Turismo e Cultura, responsável pela realização do Festival Internacional de Pesca.

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A sabatina na Câmara deverá ser realizada na sessão de segunda-feira. Caso seja aprovado, com está previsto, Júnior Trindade assume a autarquia na próxima quinta-feira. É, que o prazo para que Paulo Donizete se descompatibilize para oficializar sua pré-candidatura a prefeito encerra na quarta-feira.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Destaque

PSDB penaliza Cláudio Henrique por infidelidade; vereador diz que decisão foi “totalmente arbitrária”

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O diretório municipal do PSDB decidiu, por maioria, penalizar o vereador Cláudio Henrique Donatoni, com o não uso da legenda do partido, para as próximas eleições, inviabilizando a sua possibilidade de reeleição. Cláudio Henrique é acusado de infidelidade partidária. Contudo, na opinião do vereador a decisão foi “totalmente arbitrária”.

A penalidade foi aplicada na noite de sexta-feira (29/5) durante reunião do partido que lançou a pré-candidatura do executivo Paulo Donizete da Costa, a prefeitura do município. Dos 24 filiados presentes, apenas o empresário Tato Giraldelli se manifestou contrário a decisão da Comissão de Ética.

Entre os atos de infidelidade apontados para justificar a decisão estão o fato de Cláudio Henrique ter votado contra o projeto do novo Código Tributário; o financiamento de R$ 129 milhões para execução do projeto de saneamento básico do município; a extinção de cargos de servidores da prefeitura e por ter se ausentado da sessão em que autorizava o prefeito a viajar para o exterior.

Cláudio Henrique diz ter sido injustiçado e que a penalidade foi “totalmente arbitrária”. Assinala que foi cerceado o seu direito de defesa e que não teve acesso as provas que levaram a Comissão de Ética à embasar o parecer. Cláudio Henrique afirma que só teve conhecimento dos atos que o classificaram como infiel durante a reunião e por ato verbal do presidente do partido.

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“Desde o mês de fevereiro, quando fui notificado pela primeira vez, pelo Conselho de Ética, solicitei quais seriam os atos de infidelidade partidária. Mas, nunca obtive as respostas” diz acrescentando que “somente na manhã do dia 29, portanto, no mesmo dia da reunião, recebi uma notificação, para comparecer no auditório da Cometa Motocenter, às 18h para tomar conhecimento”.

O vereador reclama ainda que, durante a reunião não teve acesso ao relatório da comissão e tampouco a ata da reunião. Diz que “os advogados Bruno Cordova e Jeferson Flores informaram que a ata seria publicada e assim eu teria conhecimentos para que eu pudesse contestar no prazo de cinco dias. No meu entendimento uma grande arbitrariedade”.

Cláudio Henrique diz que irá buscar acesso ao relatório da Comissão de Ética e da Ata da reunião, na tentativa de reverter a situação.

“Vou defender os meus direitos. Poderia, muito bem, ter saído no partido na “janela” (período autorizado pela Legislação Eleitoral, para saída do partido, sem a perda do mandato), porém, decidi permanecer devido a minha identidade com o PSDB. O caminho mais fácil seria a minha saída. Mas nem sempre é o mais acertado para a vitória”.

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Editoria – Sinézio Alcântara

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