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Cáceres e Região

DNIT aprova estudo de pavimentação da estrada que liga Cáceres a Santo Antônio das Lendas

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

Uma das obras estruturais mais importantes para o modal hidroviário Paraguai/Paraná, a pavimenta asfáltica da rodovia BR-174, em Mato Grosso, que liga Cáceres a localidade de Santo Antônio das Lendas, deverá ser iniciada, nos próximos meses. Será pavimentado um trecho de 68 quilômetros da rodovia.

O governo federal, através do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (DNIT) aprovou, no mês de junho, o Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental – EVTEA para execução do projeto.

A obra que deverá ser licitada, nos próximos dias, irá atender, diretamente, os futuros terminais portuários de Paratudal e Barranco Vermelho. Ambos, no rio Paraguai, em Cáceres. A pavimentação é considerada de fundamental importância, para alimentar o transporte de cargas pela hidrovia do Rio Paraguai.

Além de se constituir como a principal ferramenta para o transporte de cargas, através da hidrovia, em operação os terminais serão de fundamental importância para o funcionamento e operacionalização da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres.

Dos três terminais em execução na região, o de Cáceres, sob a responsabilidade da Associação Pró Hidrovia – APH está em estágio mais avançado. Porém, de acordo com o engenheiro e consultor técnico Adilson Reis ainda aguarda a conclusão de alguns licenciamentos, entre eles, de Alfandegamento e da Marinha do Brasil.

Outros, como o de Paratudal, do Grupo Investidor do Centro-Oeste aguarda vistoria da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA).

Após análise do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto do Meio Ambiente (EIA/RIMA), assim como a liberação de audiências públicas para a Licença Prévia-LP e posteriormente a Licença de Implantação (LI) e Licença de Operação (LO), está previsto para entrar em operação 2021;

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O terminal de Barranco Vermelho, sob a responsabilidade do grupo paraguaio Panchita, conforme o consultor Adilson Reis, é o mais atrasado. Encontra-se ainda em fase de encaminhamento dos processos e licenciamentos ambientais e fazendo manutenção em seus acessos e na própria área.

Promessa não cumprida

Embora a exportação brasileira, principalmente, de soja, mesmo com a pandemia do Covid-19, volte a se destacar, com 9,37 milhões de toneladas, nas três primeiras semanas de junho, já superando o volume embarcado em todo de junho de 2019, quando somou 8,5 milhões de toneladas, conforme dados do governo federal, no terminal de Cáceres, não foi transportado um único grão.

A inatividade do porto frustra a promessa feita pelo governador Mauro Mendes (DEM), em janeiro, deste ano, quando garantiu que até meado do ano, o terminal estaria em operação. No entanto, nem mesmo as licenças correspondentes para o funcionamento do porto foram concluídas.

A reportagem procurou o empresário Reck Júnior, mas ele não retornou as ligações e as mensagens via whatsapp. No último contato feito no mês de abril, ele afirmou que, devido a pandemia, várias empresas que atuavam no projeto paralisaram e as tratativas comerciais internacionais também forma comprometidas.

Relatou também dificuldades com empresas terceirizadas que trabalhavam no terminal. Disse que umas paralisaram 100% as atividades. “Essa pandemia é um problema que afeta todos os países. As tratativas comerciais internacionais, que já havia iniciadas, estão sendo prejudicadas. Mas, temos esperança que tudo volte a normalidade o mais rápido possível para que possamos voltar a planejar os nossos próximos passos”.

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Acordo

O acordo de cooperação entre a Companhia Mato-grossense de Mineração e a Associação Pró Hidrovia do Rio Paraguai para a retomada das atividades do porto foi celebrado no dia 14 de janeiro. O cronograma apresentado pela APH previu que em 6 meses aconteceria a reativação do porto. Foi aportado investimento de R$ 1,5 milhão para recuperação da estrutura física, equipamentos, e demais adequações necessárias.

O porto está há praticamente 10 anos sem funcionamento, já que desde 2009 o fluxo diminuiu drasticamente, até a paralização completa, em 2012.  O objetivo da Associação é que, após o início da atividade, aconteça a continuidade das melhorias, como a ampliação do embarque e desembarque, estruturação física e administrativa, e investimento em guindaste para operar com contêineres.

O porto

O Porto Fluvial de Cáceres é delegado pela União para a administração pela Metamat desde 1998. Por meio da hidrovia Paraguai-Paraná, o porto beneficiará municípios das regiões oeste e sudoeste do estado. Dos 3.442 quilômetros da rota aquaviária, 890 quilômetros ficam dentro do Brasil, passando por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A hidrovia passa ainda pela Bolívia, Paraguai, e Argentina.

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Hospital São Luiz realizará ações durante o mês de agosto para abordar a importância da amamentação

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Programação faz parte da campanha “Agosto Dourado”, que incentiva ações de saúde e segurança por meio do aleitamento materno

No decorrer do mês de agosto, o Hospital São Luiz (HSL), unidade própria da Pró-Saúde em Cáceres (MT), realizará diversas ações voltadas para gestantes, mães e familiares, com o intuito de orientar e incentivar o aleitamento materno, fundamental para a saúde dos bebês.

O HSL é referência no atendimento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, Ginecologia e Pediatria, para 22 municípios da região Oeste do estado, e alguns municípios do país vizinho, a Bolívia, atendendo gestantes de alto risco encaminhadas pelos serviços municipais.

As ações integram a campanha “Agosto Dourado”, mês dedicado à promoção, proteção e apoio à amamentação. Acompanhando o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) deste ano, “Apoiar a amamentação para um planeta mais saudável”, a unidade abordará o impacto positivo do aleitamento no meio ambiente, além de detalhar seu o papel no desenvolvimento saudável do bebê e a relação com os laços familiares.

As atividades tiveram início no dia 3 de agosto, com a realização de rodas de conversa com pais dos bebês internados na UTI Neonatal e nas alas de ginecologia e obstetrícia da maternidade, que seguirão acontecendo até o fim do mês. As atividades previstas seguirão as orientações de segurança necessárias neste momento, como distanciamento social e o uso de máscaras. Além disso, a equipe de enfermagem do HSL fará, diariamente, orientações sobre armazenamento e doação de leite materno.

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A pediatra neonatologista da unidade, Patrícia Grassani, ressalta a importância de manter a amamentação como alimento exclusivo do bebê até os seis meses de idade, e complementar até os dois anos. “O leite materno é o alimento mais completo que temos, tanto do ponto de vista nutricional como emocional. Ele é fundamental para prevenir alergias e doenças infecciosas no bebê. Também pode prevenir o câncer de mama e ovário na mãe e diminuir os riscos de diabetes”, explica a profissional.

Para garantir todos esses benefícios, a pediatra ressalta que a mãe deve contar com o apoio de toda sociedade, principalmente durante este período de pandemia. “Não há indícios de que o coronavírus seja transmitido por meio do leite materno. Portanto, não contraindicamos a amamentação em casos suspeitos ou confirmados da Covid-19”, complementa.

Ao fim das rodas de conversa, as mães receberão o selo “Mamãe de Ouro”, na caderneta de vacinação do recém-nascido, como forma de valorizar sua dedicação ao aleitamento materno.

Programação

Neste ano, as equipes de assistência e humanização da unidade dividiram as ações em três blocos, cada um com um tema diferente. Ação em defesa da saúde, da vida e do planeta desde o nascimento, será um deles, com o objetivo de reforçar a pauta da SMAM 2020.

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Outro bloco abordará a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e orientações sobre como mantê-lo após a alta hospitalar. E por fim, a segurança alimentar que a amamentação traz para as crianças pequenas, particularmente em momentos de crise e emergências.

Da assessoria

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Efeito Pandemia: Estudantes não terão mais aulas presenciais neste ano em Cáceres, afirma prefeito

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O ano letivo para milhares de alunos das redes públicas, municipal e estadual, pode estar comprometido, em Cáceres. Para evitar aglomeração, uma das principais recomendações da Organização Mundial de Saúde – OMS e Ministério da Saúde – MS, para conter a disseminação do coronavirus, eles não terão mais aulas presenciais, neste ano.

A decisão foi anunciada, na manhã desta quinta-feira, pelo prefeito Francis Maris Cruz (PSDB), após reunião “online”, com autoridades e representes de entidades e clubes de serviços, integrantes da comissão que delibera medidas de prevenção e combate a pandemia do novo coronavirus, em Cáceres e na região.

“Estamos mantendo contatos com representantes de empresas do setor de informática, viabilizando a aquisição de equipamentos para ministração de ensino a distância (EAD) porque, neste ano, para precaver da pandemia, não teremos mais aulas presenciais” explicou afirmando que os equipamentos serão adquiridos, principalmente, para professores da zona rural.

A decisão do prefeito cacerense diverge de sua colega de Sinop, a prefeita Rosana Martinelli (PR). Apesar de ser um dos municípios do interior do Estado com maior número de infectados pelo coronavirus– ontem de acordo a SES Sinop contava com 2.171 pacientes e 62 óbitos – Rosana disse que as escolas do município já estão em condições de retomar as atividades.

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Em Cáceres, conforme o boletim epidemiológico, expedido diariamente, pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), na quarta-feira, havia 548 casos confirmados com 39 óbitos. Ao todo, conforme o boletim foram recuperados, no município, 223 pacientes.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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