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Discussões entre Túlio e Francis sinalizam para antecipação das eleições de 2020, afirma Adriano

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Professor, ex-reitor da Unemat, o suplente de deputado federal Adriano Silva (DEM) condenou a atitude do ex-prefeito Túlio Fontes (PV) e do atual prefeito Francis Maris Cruz (PSDB), em trocar acusações públicas, através da imprensa. Atual presidente da Fapemat, Adriano diz que as acusações mútuas travadas entre o ex e o atual prefeito, não leva a nada. E, que, na verdade estão sinalizando para antecipação das eleições de 2020.

O desentendimento entre o ex e o atual prefeito ocorreu na semana passada. Em entrevista a Rádio Difusora e, posteriormente, ao Jornal Expressão, o ex-prefeito Túlio Fontes, responsabilizou, diretamente, a cúpula do PSDB, liderada pelo prefeito e pela vice-prefeita Eliene Liberato Dias, por o município não eleger deputados, nas eleições de 2018. Além disso, afirmou que a administração “tira o couro da população com altas taxas tributárias”.

No mesmo espaço Francis, enumerou uma serie de supostas  irregularidades praticadas na administração Fontes. Lembrou que, herdou do ex-prefeito uma dívida de mais de R$ 20 milhões. E, que Túlio foi um prefeito “relapso” porque, segundo Francis, ele sabia dos desvios em sua administração, mas não tomou nenhuma providência.

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“Ficar discutindo quem tapou um buraco aqui ou outro ali, não resolve. Se a administração de Túlio não foi boa, o modelo implantado por Francis, já provou que é ultrapassado e que não funciona. A cidade está cada vez mais pobre. Cáceres destoa das demais cidades polos do Estado. Ao invés de ficarem com essa briguinha que não leva a nada, temos que encontrar uma matriz econômica que gere emprego e renda para a população” afirmou Adriano.

A situação do desemprego em Cáceres é preocupante, afirmou Adriano, revelando que diariamente recebe pedidos de empregos de cacerenses em Cuiabá, o que comprova, segundo ele, a necessidade urgente de uma nova matriz econômica que contemple a população com novos postos de trabalho.

Disse que, na verdade as acusações mútuas entre Túlio e Francis, sinalizam para antecipação das eleições municipais em 2020. Indagado se será candidato, ele disse que “é prematuro falar sobre eleição a mais de um ano. Agora é hora de trabalhar”. Porém, diz que estará participando do pleito. “O partido defende que tenhamos candidatos, nas cidades polos. E falando do DEM o meu nome vem à tona. Mas isso só será decidido no momento certo”.

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A possível candidatura do ex-reitor foi defendida, recentemente, pelo ex-governador Júlio Campos, uma das maiores lideranças do partido no Estado. “Em Cáceres o nome mais forte é do suplente de deputado federal e ex-deputado estadual Adriano Silva. As pesquisas lá indicam boca perspectiva de ele ser eleito no ano que vem. É um nome a altura de governar” disse em uma entrevista ao site Folhamax.

Em relação a sua possível saída da Fapemat para assumir a Secretaria de Educação, no momento, conforme Adriano está descartada. O nome de Adriano foi cogitado para assumir a pasta em razão dos rumores da saída de Marioneide Kliemaschewsk. A confirmação foi dada pelo ex-governador Júlio Campos, uma das lideranças do DEM. “Eu permaneço na Fapemat. Surgiram esses comentários, mas não existe nada confirmado sobre isso” disse Adriano.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Liminar determina que Estado instale 15 novos leitos de UTI em Cáceres

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Da assessoria

A 4ª Vara Cível de Cáceres julgou procedentes os requerimentos em caráter de liminar do Ministério Público de Mato Grosso e da Defensoria Pública do Estado, em Ação Civil Pública (ACP) proposta para ampliação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados ao tratamento da Covid-19 nos hospitais da cidade.

Conforme a decisão judicial de 3 de maio, o Estado de Mato Grosso deve providenciar a instalação de 15 leitos de UTI adulto, bem como de 20 leitos de enfermaria, todos devidamente estruturados, com equipes especializadas e protegidas com os equipamentos de proteção individuais (EPIs) pertinentes.

“Até que sejam implantados referidos leitos, deve o Estado de Mato Grosso dar imediatamente o necessário encaminhamento e tratamento aos pacientes acometidos de Covid-19, sob pena de responsabilidade”, determinou a juíza Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto Antunes.

A magistrada estabeleceu ainda que o Poder Executivo Estadual realize estudo epidemiológico/estatístico a respeito da região Oeste, com base em metodologia científica, no prazo de 10 dias úteis. O prazo estabelecido pelo juízo é de 15 dias para início das obras e 40 dias para finalização, sob pena de multa diária no valor de R$ 20 mil e configuração do crime de desobediência.

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“A região de Cáceres apresentará nos próximos 15 dias um aumento que poderá alcançar entre 80 e 110 casos. As projeções de longo prazo apresentam a probabilidade geral que engloba os municípios de toda a Região Oeste Mato-grossense para que o pico de casos ocorra entre os meses de julho e agosto de 2020, em torno de 3.000 casos leves com orientação de isolamento domiciliar e monitoramento pelos profissionais da saúde e atenção primária e vigilância, podendo chegar, de forma acumulada nos 3 meses, 500 hospitalizados predominante de casos moderados que necessitam de acompanhamento e tratamento clínico”, argumentou a juíza.

De acordo com Boletim Informativo da SES, em 2 de junho Cáceres registrava 34 casos confirmados da doença, sendo 15 casos em monitoramento (isolamento domiciliar), 16 casos recuperados e três óbitos.

“Nota-se que a doença parece estar evoluindo de maneira célere e indesejada no Município, estando nesta data os leitos de UTIs quase próximos a lotação com pacientes da região Oeste. Desse modo, no que tange às evidências dos autos, o pleito liminar há que ser deferido”, afirmou Joseane Antunes.

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Histórico – Em 9 de abril de 2020, promotores de Justiça e defensores públicos de Cáceres expediram notificação recomendatória conjunta ao secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, orientando que envidasse esforços concretos para ampliar em 15 novos leitos de UTI a capacidade dos hospitais de Cáceres.

Decorrido o prazo de 10 dias para a resposta, não houve retorno da SES. Diante disso, das mortes ocorridas na cidade, de haver transmissão comunitária e local na região e de faltarem testes rápidos para a detecção da Covid-19, o MPMT e a Defensoria Pública propuseram a ACP em 23 de abril.

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Governo vai investir quase R$ 4,9 milhões em compra de farda para Polícia Militar

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Débora Siqueira e Alecy Alves | Sesp-MT e PM/MT

Por meio do programa Tolerância Zero, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) vai investir R$ 4,88 milhões para a aquisição de fardamento operacional para quase 7,5 mil policiais militares de Mato Grosso, de soldado a coronel. Os recursos são oriundos do Tesouro Estadual.

Além da compra do uniforme operacional, os policiais lotados nas tropas especializadas como Força Tática, Bope, Rotam, Batalhão de Trânsito, Cavalaria, Batalhão Ambiental, dentre outros, também serão contemplados com as aquisições.

“Os recursos para aquisição já estão em caixa e a Polícia Militar precisa deste importante investimento que o Governo do Estado está fazendo. A segurança pública é uma prioridade do governador Mauro Mendes”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

O processo de compra se dará pelo Comando Geral da Polícia Militar. De acordo com as informações do comandante-geral da corporação, coronel PM Jonildo José de Assis, será realizado um pregão para a compra do fardamento das tropas especializadas e para a farda operacional.

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Assis destaca que a PM já fez a adesão a uma ata de registros de preços, passo fundamental, e está adotando outras medidas no sentido de agilizar a aquisição do fardamento.

O comandante diz que é prioridade e compromisso atender todos os policiais militares com fardas, armamentos e outros equipamentos de uso pessoal, assim como a infraestrutura necessária ao bom desenvolvimento das atividades policiais e prestação de serviços de qualidade à sociedade.

“O Governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública entenderam que mesmo em momento de crise, o investimento no fardamento é necessário e disponibilizaram verbas para a aquisição”.

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