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Dia Nacional de Prevenção da Morte súbita é celebrada no dia 12 de novembro

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No dia 12 de novembro é o Dia Nacional da Morte Súbita. Em todo o Brasil a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) realiza a campanha ‘Coração na Batida Certa’ que tem como missão divulgar e alertar a população leiga e profissional sobre os principais sintomas de uma arritmia cardíaca, doença que acomete mais de 20 milhões de brasileiros e é responsável pela morte súbita de mais de 320 mil pessoas todos os anos.

Aqui em Cuiabá a data será celebrada pela Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) no Hospital Geral Universitário(HGU) com estudantes e residentes de cardiologia que estarão passando informações para a população como alerta para se evitar mortes súbitas causadas por doenças cardiológicas.

Este ano o ‘garoto propaganda’ da campanha é o cantor sertanejo Sérgio Reis que lembra a arritimia pode acontecer com todas as idades e alerta que qualquer alteração como ‘batedeira’ no ritmo do coração deve-se procurar o cardiologista imediatamente para evitar mortes por paradas cardíacas.

“A morte súbita é definida como a que  ocorre seguida a uma parada cardíaca súbita em pacientes com previamente conhecida doença cardíaca ou não detectada, cujo modo e o tempo da morte são inesperados”, explica o cardiologia da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) Júlio César Oliveira.

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Geralmente a definição temporal seria de até 01 hora entre o início dos sintomas e a perda da consciência. Cerca de 50% das mortes de causa cardiovasculares são súbitas.

A incidência, ou seja, o número de casos de morte súbita anual, são estimados, e geralmente derivados de estatísticas americanas, cuja,  idade é de importância fundamental.

A presença de doenças cardíacas principalmente de caráter hereditário pode na população de 0-30 anos elevar a incidência para 0,1% ao ano. E na população adulta acima de 30 anos com doença cardíaca a incidência pode variar 5-25% ao ano.

Uma das maneiras de se prevenir a morte súbita é adquirir hábitos de vida saudáveis como:

a)    Alimentação balanceada, rica em fibras, frutas e redução de gorduras e carboidratos;

b) atividade física orientada;

c) não ingerir ou exceder no consumo de bebidas alcoólicas;

d) não fumar;

e) melhorar o controle da saúde emocional.

Os mais pré-dispostos a riscos são os que têm histórico de morte súbita em familiar de primeiro grau, jovem, abaixo de 30 anos com doenças arritmogênicas congênitas e pessoas que tenham obesidade, diabetes, hipertensão arterial, colesterol elevado. O controle adequado destes fatores de riscos cardiovasculares é fundamental para preveni-la, por isso é importante um acompanhamento com cardiologistas.

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O QUE? DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO A MORTE SÚBITA

ONDE? HOSPITAL GERAL UNIVERSITÁRIO

QUANDO? DIAS 12 DAS 8 ÀS 12H

Assessoria de Imprensa

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Destaque

2020: um ano diferente também para o Dia dos Pais

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Pandemia faz da distância demonstração do amor entre pais e filhos

Ser pai em 2020 é diferente. O Dia dos Pais também. Em meio ao isolamento causado pela pandemia do novo coronavírus, o amor pelo pai agora implica distância ou, no mínimo, cuidados máximos. Afinal, são esses cuidados que garantirão muitos dias dos pais a serem comemorados.

A distância da filha Natássia Miranda – hoje, uma médica veterinária de 31 anos – não é novidade para Todor Jorge de Oliveira, 49 anos. “Já passamos seis anos separados por causa de eu ter ido estudar na Bulgária”, lembra o analista de projetos de Tecnologia da Informação (TI).

Amor juvenil

O retorno ao Brasil era uma certeza, mesmo com a possibilidade de desenvolver uma vida profissional na Europa, já que Todor tem também cidadania búlgara. “Eu não queria que minha filha crescesse com um pai fantasma, presente apenas na certidão. Ela foi fruto de um amor juvenil. Eu e a mãe dela tínhamos entre 16 e 17 anos quando veio a notícia da gravidez. Acabei sendo o primeiro dos meus amigos a ser pai”, acrescenta.

Encarar a distância da filha agora, por causa da covid-19, “tem sido até fácil” para ele. “De fato, estamos nos vendo muito pouco este ano, depois que essa doença chegou. Mas temos nos falado por meio das redes sociais. Os contatos têm sido pelas vias virtuais mesmo. A gente até se encontrou em alguns aniversários da família. Mas estamos evitando. Ainda mais porque visito muito os meus pais, e eles são grupo de risco”.

Neste Dia dos Pais, a solução foi se reunirem na casa dos avós, onde há um grande quintal. O encontro será restrito ao núcleo familiar, mantendo a distância segura e tendo todos os cuidados possíveis.

“É difícil porque a gente sempre teve eventos em família. Sempre íamos a restaurantes. Agora, tudo está pausado. Mas o mundo inteiro está assim. Então não causa nenhum grande impacto. Aliás é até mais fácil, se comparado aos tempos de Bulgária, quando os contatos eram por cartas e a telefonia era bem mais complicada”.

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Cuidados

Pais e filhos que moram juntos também tiveram as rotinas alteradas em função do novo coronavírus. A situação fica ainda mais complicada para quem não pode fazer teletrabalho. É o caso de Daniel Barbosa – pai de Fernanda, de apenas 4 meses. Ele trabalha como vigilante no Supremo Tribunal Federal (STF).

A menina nasceu no dia 16 de março, quando o comércio começou a ser fechado em Brasília. “Desde então, tudo na minha vida mudou. Tanto com a bênção que foi a chegada da Fernanda, quanto com o início dessa pandemia”, disse ele à Agência Brasil.

“Eu penso o tempo inteiro na minha família. Fiquei uma pessoa muito mais cautelosa em tudo que faço. Minhas ações todas são pensadas e repensadas porque não posso, de forma nenhuma, ser um cara inconsequente. Além disso, me apeguei ainda mais a meus pais”, acrescentou.

Melhor momento do dia

A maior preocupação de Daniel é com o risco de se contaminar e levar a doença para casa. “De forma nenhuma quero ser um vetor dessa doença para a minha família. Por isso, nem chego perto quando venho do trabalho. É direto ao banho, depois de colocar a roupa para lavar”.

Fernanda foi uma filha muito planejada. O que não estava nos planos era a covid-19. Mas isso não tirou o brilho da paternidade. “É uma bênção para a minha vida. Chego em casa cansado e me deparo com aquele sorriso puro de quem, mesmo sendo tão novinha, já sabe quem é o pai. Ela já tem sentimento por mim, ela sorri. É amor!”, afirma o pai.

“O momento em que a pego no colo após mamar é simplesmente o melhor do dia”, acrescenta.

Instituto Pai por Inteiro

Pai de duas filhas – Ana Rafaela, de 7 anos, e Gabriela, de 1 ano – o educador parental Rodrigo Gaspar, 35 anos, explica que os tempos de covid-19 trouxeram “um novo ritmo” para as famílias. “Nós precisamos redefinir melhor esse novo modelo de viver em casa, de fazer o homeschooling (educação domiciliar) com as crianças, de fazer as atividades de forma dividida e separada, onde não tem um ajudando o outro, mas pai e mãe, os dois, com uma carga muito parecida para tudo”.

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Por meio do Instituto Pai por Inteiro, Rodrigo Gaspar ajuda famílias e empresas a obterem “ferramentas e conhecimentos” relacionados à paternidade. Segundo ele, a paternidade e a maternidade podem ensinar as pessoas a lidar melhor dentro de seus ambientes de trabalho e em seus lares.

“Os ensinamentos que vêm dessa biblioteca são únicos e muito proveitosos”, acrescenta ao afirmar que vê também na paternidade uma possibilidade de “entender que os filhos, de modo geral, sempre serão eternos mestres aprendizes”, e que esses tempos de isolamento – onde núcleos familiares acabam compartilhando de forma muito mais intensa a rotina – podem ser uma oportunidade para tirar o que há de melhor no convívio familiar.

“Eles podem representar oportunidades porque a relação com o filho enriquece na dedicação a buscar alternativas para brincadeiras novas e para novos desafios. A pandemia fez com que tudo fosse reconfigurado. Não é uma situação fácil em 100% do tempo, como não é fácil também na paternidade. Mas aqui em casa estamos vencendo bem a pandemia e tendo momentos de muita qualidade em nossas vidas”.

Para este Dia dos Pais, o educador parental pretende reunir a família na casa dos avós, que são “praticamente os únicos” com quem tem se encontrado durante os últimos meses. “Claro que tomaremos todos os cuidados. Mas vamos, sim, fazer uma grande celebração de como a paternidade pode, sempre, fazer com que cresçamos juntos”.

Agência Brasil

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Farmacêutica fala sobre a importância do controle do colesterol para o organismo

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Hoje (08.08), comemoramos o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, tema de fundamental importância para a saúde pública, já que as doenças cardiovasculares em decorrência do colesterol alto são as principais causas de mortes no mundo atualmente e custam a vida de 100 mil brasileiros por ano.

O colesterol é conhecido por ser responsável por obstruir artérias e causar problemas sérios no coração que podem até mesmo levar à morte. Ele é dividido em HDL, conhecido como bom colesterol e LDL, chamado de colesterol ruim.

O que muitas pessoas não imaginam é que ele também executa uma função importante no nosso organismo, pois é utilizado por nossas células para a produção das membranas celulares e dos hormônios esteroides (estrógeno e testosterona).

O colesterol é produzido em nosso corpo, principalmente no fígado, mas também é encontrado em alimentos de origem animal. Por outro lado, apesar de desenvolver funções específicas, os níveis elevados de colesterol estão vinculados a doenças cardiovasculares, tais como infarto agudo do miocárdio.  Para essas situações, recomenda-se dieta balanceada e atividades físicas regulares, e, quando for preciso, uso de medicamentos específicos.

Para contribuir com o tema, o Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso (CRF-MT) foi buscar a opinião da farmacêutica, Karina Luckmann. Ela respondeu várias questões, mostrando como é importante debater e divulgar as informações para a população de maneira séria e embasadas cientificamente.

O que é o colesterol?

É um tipo de gordura produzida em nosso organismo que tem o papel vital de manter as células funcionando, de produzir hormônios e vitamina D. Entretanto, o excesso de colesterol no sangue pode aumentar o risco de doenças do coração.

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Existem diferentes tipos de colesterol?

Não, o colesterol é um só. É uma gordura que não se mistura com a água e por isso não consegue circular sozinho pelo sangue. Para que esse transporte ocorra, e o colesterol chegue até seu destino final, que são as glândulas e as células, ele é transportado por lipoproteínas, conhecidas como LDL, HDL, VLDL – siglas estas bem mais comuns na rotina de quem está acostumado a fazer exames periódicos.

LDL (lipoproteína de baixa densidade): é o mais conhecido e também o mais temido de todos. Sua função é transportar o colesterol do fígado até as células. No entanto, esta lipoproteína tem afinidade com as artérias e pode ficar “presa” no meio do caminho, bloqueando os vasos nos quais o sangue passa. Por isso, o LDL é chamado de “colesterol ruim”, apesar de não ser um colesterol.

HDL (lipoproteína de alta densidade): é mais famoso como o “bom colesterol” porque possui a função levar para o fígado todo o LDL que encontra pelo caminho. Portanto, o HDL é considerado um “faxineiro” da corrente sanguínea e, ainda, possui ação anti-inflamatória.

VLDL (lipoproteína de muito baixa intensidade): tem como função transportar principalmente os triglicérides e o colesterol para tecidos periféricos, onde serão armazenados ou utilizados como energia. No entanto, o que pode acontecer neste transporte é que o VLDL pode perder triglicérides no meio do caminho e estes serem absorvidos pelo HDL ou LDL. Por isso, é importante consumir carboidratos e açúcares com moderação, pois esta troca pode fazer mal à saúde cardiovascular.

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Qual a Importância do Colesterol?

O Colesterol é essencial à vida. Sabe-se que a falta de colesterol pode trazer danos principalmente para o cérebro, músculos, sistema nervoso e olhos. É um componente essencial às membranas celulares dos mamíferos. É o precursor dos esteroides e da vitamina D. É um poderoso antioxidante. Protege a mucosa intestinal. Essencial na ativação sináptica cerebral.  E é sempre bom lembrar: está presente abundantemente no leite materno.

O que a pessoa com o colesterol alto sente?

O aumento do colesterol no sangue é assintomático durante muitos anos, é uma doença silenciosa. À medida que o processo progride, que o excesso de colesterol se deposita na parede das artérias, é que começam a aparecer alguns dos sintomas.

Quando as artérias coronárias começam a ser afetadas pela aterosclerose, ocorre o que chamamos de isquemia (falta de sangue em determinados locais do coração), e isso causa dor, principalmente durante os esforços (problema conhecido como angina).

Controle

Para manter o colesterol controlado e a saúde em dia, faça exames regulares, mantenha uma alimentação adequada e saudável e pratique exercícios físicos.

O controle e tratamento das DCV e seus fatores de risco envolvem, além da prescrição de medicamentos, mudanças no estilo de vida, como a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação adequada e saudável, baseada na ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados.

Assessoria

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