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Dia dos Namorados: Pequenos gestos e mudanças comportamentais podem reativar relacionamentos desgastados, segundo psicóloga

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Lizandra Arita confere algumas dicas para manter a chama da paixão acesa

Estamos nos aproximando do Dia dos Namorados e o clima de romance está no ar. No entanto, o amor, a cumplicidade e a harmonia, itens necessários para uma relação sólida e feliz, podem estar desgastados por uma série de motivos, incluindo discussões, incompatibilidades e a própria rotina.

A psicóloga Lizandra Arita garante que é possível reascender a paixão como no início do relacionamento, basta mudar alguns comportamentos como os excessos de críticas e inseguranças, além de inserir alguns sentimentos e atitudes no dia a dia como admiração, troca mútua de carinho e companheirismo. “O principal erro dos casais que já estão há um bom tempo juntos é achar que o parceiro já foi conquistado e não sentirá falta dos pequenos gestos ou, até mesmo, das demonstrações intensas de carinho que existiam lá no início da relação”, explica a terapeuta.

Lizandra garante que sair da rotina já é uma ótima oportunidade para atrair o clima de romance. Os casais que desejam manter o interesse mútuo não devem jamais deixar de usar a criatividade. “Quem tem filhos deve buscar um momento a sós para uma conversa agradável, para as trocas de carinho, além do interesse mútuo pelo universo do outro”, orienta a psicóloga.

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A admiração é deixada de lado com o passar dos anos, dando espaço aos defeitos e as queixas no relacionamento. A terapeuta afirma que o modo como encaramos a relação e enxergamos o parceiro é de suma importância para despertar não só a paixão, mas também, a suprema felicidade na vida amorosa. “Precisamos estar atentos para o fato de que não existem pessoas perfeitas. Porém, a partir do momento que há amor, a maneira como enxergamos o parceiro deve contar com altas doses de compaixão e carinho”, argumenta.

Lizandra diz que não é preciso esperar a atitude do outro, “se deseja ter um clima mais romântico no relacionamento diga ao parceiro sobre o que gosta, sem cobranças, mas por meio de atitudes e demonstrações positivas”, aconselha.

Lizandra Arita, psicóloga especialista em clínica e institucional

Especializada em Programação Neurolinguística, Hipnose e Auto-Hipnose, Rebirthing (método de respiração consciente), Psicodinâmicas e Gerenciamento de Emoções e Conflitos.  Atua, em tratamentos de depressão, ansiedade, processos emocionais ou comportamentais, fobias, pânico e Transtornos Obsessivos Compulsivos (TOC). Graduada pela Universidade Bandeirantes de São Paulo, a psicoterapeuta Lizandra Arita tem experiência em Psicologia Clínica e Institucional pelo Hospital Vera Cruz.

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Impactos da Lei Kandir na Receita dos Estados e Municípios

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Historicamente, a Lei Kandir (Lei Complementar Nº 87, de 13 de setembro de 1996), instituiu as bases para a consolidação de uma economia exportadora em nosso País. Porém, parte desse resultado apenas foi obtido pelo sacrifício fiscal dos Estados e do Distrito Federal. Para compensar esse sacrifício, a mesma lei criou uma compensação, que deveria ser regulamentada e realizada anualmente, pelo Governo Federal, de modo a minimizar os impactos da perda de receita.

Em um pequeno exercício numérico, utilizando-se como base os parâmetros emanados pela Lei Complementar Nº 115, de 26 de dezembro de 2002, corrigindo-se os valores pelo INPC e levando-se em conta a participação efetiva do Estado de Mato Grosso nas exportações totais, e  que todas as parcelas fossem pagas corretamente, a cada ano, chegamos a uma diferença positiva de R$ 4.542.869.803,28.

Ocorre que, desde a publicação da referente Lei Complementar, nosso estado já foi lesado, uma vez que, conforme dados da série histórica de exportações do Brasil, nossa participação total era de 2,99%, enquanto a Lei obrigava ao repasse de, apenas, 1,94%, ocasionando uma perda de 1,05% ao ano. Parece pouco, mas, são investimentos que deixaram de ser feitos em benefício dos cidadãos mato-grossenses.

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Fato é que, nenhum dos beneficiados pela Lei Kandir querem abrir mão dos privilégios dela oriundos. A União, que não tem perda alguma, aperta os Estados para o cumprimento das regras fiscais; os exportadores ficam felizes com o aumento da margem de lucro e melhores condições para competir externamente. Ao nosso Estado, embora experimente crescimento vigoroso, isso não se converte em melhores serviços entregues aos cidadãos, já que  isso não se converte em aumento de recursos disponíveis.

Fato sabido é que, se fosse feita a devida compensação, com um encontro de contas vigoroso e responsável, nenhum estado exportador teria dívidas para com a União, restando, ainda, um saldo considerável a ser pago aos mesmos. Como é de conhecimento, nenhum dos presidentes, até o momento, assumiu seu papel de estadista, propondo-se a realizar justiça aos entes federados.

Neste sentido, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin)por Omissão N.º 25, proposta, inicialmente pelo Governo do Pará, recebendo a adesão de mais 14 Estados. Este processo gerou a Comissão Mista Especial sobre a Lei Kandir, que identificou, por exemplo, que, desde 2006, Mato Grosso recebeu apenas 8% do total a que faria jus.

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Enquanto isso, os Estados precisam implorar, ao grande pai, que o mesmo faça o pagamento de migalhas, enquanto o grande agiota cobra-lhes juros abusivos sobre suas dívidas, bem como nega-lhes o que lhes é devido.

Outro ponto muito criticado, inclusive alvo de Comissões Parlamentares, é que a Lei Kandir tem servido de ferramenta de sonegação para operações comerciais em Mato Grosso, gerando mais perdas aos cofres públicos, que são, também, perdas para toda a sociedade.

Até quando viveremos essa relação abusiva entre o Governo Federal, que perdeu uma ação e recusa-se a cumprir suas obrigações, e os Estados e Municípios que prestam a maior parte dos serviços aos cidadãos.

Antonio Marcos Rodrigues é engenheiro ambiental e fiscal estadual de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Mato Grosso  do Indea, servidor público há 20 anos

 

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OAB-MT avalia riscos para economia do Estado após rusga diplomática entre Brasil e China

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Os desdobramentos da rusga diplomática criada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro com a Embaixada da China no Brasil estão sendo acompanhados pela Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).

Na última semana, o parlamentar atribuiu à China a responsabilidade pela pandemia do coranvírus. Ele também acusou o país de omitir informações sobre a doença (Convid-19) e comparou o caso ao desastre radioativo de Chernobyl.

Ao longos dos últimos dias as declarações foram duramente criticadas em postagens nos perfis do embaixador chinês, Yang Wanming, e da própria embaixada chinesa.

Diante da situação, o presidente da comissão, Elvis Antônio Klauk Júnior, explica que a briga pode trazer consequências econômicas ao Brasil e a Mato Grosso, uma vez que a China é maior parceira comercial do país e do Estado.

“Para Mato Grosso conflitos do tipo são extremamente prejudiciais. Só para se ter uma ideia, entre janeiro e junho de 2019 as exportações para lá corresponderam a 39% do total, considerando os principais produtos: soja, milho, carne e algodão.”

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Na manhã desta terça-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro usou sua conta em uma rede social para comunicar que conversou por telefone com o presidente chinês, Xi Jinping, reafirmando os “laços de amizade” do Brasil com a China.

“Estamos atentos aos rumos que isso pode tomar. O momento é sensível, pessoas estão morrendo e esperamos que as autoridades percebam a gravidade e ajam racionalmente e rápido. Não é hora para polêmicas, mas para união e cooperação”, finaliza Elvis Antonio Klauk Júnior.

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