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Política

Deputado cobra novamente melhorias na MT-175

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O deputado Dr. Gimenez (PV) fez um apelo ao governo do estado para que priorize as obras na estrada que faz vítimas semanalmente

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Após mais uma vítima fatal, o deputado estadual Dr. Gimenez (PV) cobrou do governo do estado, na sessão desta terça-feira (10), melhorias urgentes na MT-175. Ele explicou que no sábado (07), o motociclista William Afonso de Souza, 24 anos, morreu após colidir com um veículo neste trecho entre os municípios de Mirassol D’Oeste e São José dos Quatro Marcos, conhecido como “Rodovia da Morte”.

Conforme o parlamentar, desde que assumiu o mandato, no início deste ano, vem fazendo reivindicações à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) para que realize recuperação e sinalização da via que vai até a BR-174, no Trevo do Cacho, que dá acesso a Cáceres e Pontes e Lacerda. Também cobrou melhorias que incluem alargamento mediante terceira faixa ou duplicação entre os dois municípios.

“Essas obras são de extrema importância porque a estrada está em péssimas condições de trafegabilidade, com muitos buracos, não tem acostamento, o mato está invadindo a pista e a sinalização é bastante precária, tudo isso vem resultando quase que semanalmente em acidentes, muitos deles fatais, como este que vitimou um cidadão muito jovem de Mirassol D’Oeste”.

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Outra indicação do deputado inclui recuperação e sinalização da M 175, no trecho entre São José dos Quatro Marcos e Araputanga, que possui aproximadamente 29 quilômetros, também em péssimas condições, e que há muito tempo não recebe manutenção adequada por parte do Estado.  A estrada é conhecida pela população da região oeste como "Rodovia da Morte" por causa do alto índice de acidentes de trânsito

Foto: ROSE DOMINGUES

“São cerca de 60 quilômetros dessa estrada hoje, compreendendo sua extensão desde Araputanga até o entroncamento do Cacho, que precisam de atenção. Esta é uma ação da infraestrutura que visa não só dar maior conforto e segurança aos nossos motoristas, busca preservar a vidas dos cidadãos da região oeste que pagam impostos e devem ser vistos e valorizados pelo nosso Governo”.

O acidente aconteceu no início da manhã deste sábado, quando o motociclista William perdeu o controle e colidiu com um veículo Gol, onde estavam cinco ocupantes, entre eles, uma criança, que são de Indiavaí, e foram levados para atendimento no Hospital Geral e Maternidade de Araputanga. 

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Dr. Gimenez destacou que a lista de vítimas de acidentes na "Rodovia da Morte" é muito grande. No dia 2 de novembro, por exemplo, três pessoas ficaram feridas em um acidente, neste mesmo trecho, e foram atendidas pelo Hospital Samuel Greve (Mirassol D’Oeste). Já em setembro, duas mulheres morreram após serem atingidas por um veículo nesta mesma rodovia, no trecho perto de Araputanga. 

“Até quando vamos continuar vendo as pessoas morrer sem fazer nada? Quero fazer um apelo ao secretário Marcelo Oliveira, para que possa dar celeridade às obras dessa estrada e que, com isso, possamos evitar tragédias como essas. É importante destacar que a vida humana não tem preço e deve ser prioridade para o Estado”. Buracos, falta de acostamento e de sinalização são alguns problemas da MT 175 que corta os municípios de Araputanga, Quatro Marcos e Mirassol D'Oeste

Foto: ROSE DOMINGUES

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TRE define que eleição para senador por Mato Grosso na vaga de Selma será em 26 de abril

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Os desembargadores e juízes do Tribunal Regional Eleitoral acabam de decidir, em sessão plenária, que a eleição suplementar para senador, com a cassação de Selma Arruda (por caixa 2 e abuso de poder econômico), será no próximo dia 26 de abril.

Os magistrados analisaram entre os dias 2 de fevereiro, 8 de março, 26 de abril, 10 de maio, 21 de junho, 22 de novembro e 6 de dezembro e ficou definido que o pleito será dentro de 90 dias.

O presidente Gilberto Giraldelli vai anunciar os demais procedimentos que o TRE tomará quanto a datas para convenções e prazo para registro de candidaturas, período de propaganda eleitoral.

Com a definição da data, as articulações políticas vão se intensificar para os grupos definirem candidatos ao Senado.

O vice-governador Otaviano Pivetta, a empresária Margareth Buzetti (PP), o chefe do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Favaro, o deputado Jose Medeiros (Podemos) são alguns nomes que devem concorrer.

O PSDB também estaria avaliando de Pedro Taques, que foi senador antes de governar o Estado, concorreria. O PV cogita o deputado Faissal.

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Antes das definições, o presidente anunciou que haverá nova data para regularização de eleitores, através da biometria, considerando que são cerca de 500 mil em Mato Grosso

Por Sonoticias

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Reck Júnior diz que pretende conversar com Francis sobre a retomada das atividades do porto

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A parte da estrutura física do porto deverá estar concluída em 90 dias o que deve demorar um pouco mais são as questões burocráticas relacionadas às portarias e licenças ambientais para que o complexo portuário tenha o recomeço das operações. A afirmação é do presidente da Associação Pró – Hidrovia do Rio Paraguai, Vanderlei Reck Júnior. Citado de não possuir expertise para a atividade pelo prefeito Francis Maris Cruz, Reck diz que Francis é uma “boa pessoa” e que pretende conversar com ele sobre projeto.

“Desde o embargo jurídico da hidrovia do Rio Paraguai, em 2004, estamos trabalhando. Houve um período em 2014 que paralisaram as dragagens e articulamos para que fossem retomadas. O nosso trabalho não é político. Não ficamos noticiando tudo o que fazemos” disse. Francis afirmar que desde que o presidente da APH, assinou o Acordo de Cooperação nº 001/2016, no dia 25 de outubro de 2016, junto ao governo do Estado, nada, aparentemente, teria sido feito no terminal.

A retomada da navegação comercial pela hidrovia Paraguai-Paraná foi prometida pelo governador Mauro Mendes no final do ano passado.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, em que aparece ao lado do presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) Adriano Silva, Mendes disse que “fechamos um planejamento de trabalho com a associação dos produtores e, no máximo em seis meses, queremos o porto de Cáceres funcionando”, disse acrescentando que “temos um compromisso formado e vamos cobrar muito. Eu tenho plena convicção de que em 2020 estará funcionando a navegação no rio Paraguai”.

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Em contato com a reportagem do Jornal Expressão, Reck Júnior afirmou que a APH dispõe de recursos necessários para fazer o projeto caminhar. “100% dos investimentos aportados na recuperação do porto para a retomada das atividades serão aportados pela APH” diz informando que a previsão é de que serão absorvidos recursos na ordem de R$ 1,5 milhões nas obras físicas do terminal. E, que a APH dispõe de capacidade técnica e administrativa para execução do projeto.

Reck Júnior se diz “impressionado” com o número de empresas que tem procurado a direção da APH no sentido de ajudar no projeto. Salientou que já realizou várias contratações, outras empresas estão fazendo orçamento e acredita que o porto retome as atividades, no período de seis meses, conforme a previsão do governador.

Enfatizou que pretende conversar com o prefeito Francis para que possam entender melhor o projeto. “Até onde sei o Francis e uma pessoa boa. Devo fazer uma visita à ele nos próximos dias. Temos que conversar para entender o projeto. Cáceres é uma cidade abençoada por ter essa hidrovia. Esse projeto irá beneficiar não apenas a cidade e a região, mas todo Estado. Temos que estar de mãos dadas nesse grande empreendimento da região”.

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Novo acordo

A assinatura do novo Acordo de Cooperação entre a APH e o governo do Estado, através da Metamat, para a retomada das atividades do Porto Fluvial de Cáceres, ocorreu na terça-feira (14.01).  “É uma vontade antiga de todos que trabalham na região, que se possa voltar a usar o transporte aquaviário para escoamento da produção. Esta cooperação garante que cada etapa do cronograma seja cumprida com apoio e fiscalização do governo”, afirma o presidente da Metamat, Juliano Jorge Boraczynski.

Reck Junior assinalou que porto está há praticamente 10 anos sem funcionamento, já que desde 2009 o fluxo diminuiu drasticamente, até a paralização completa, em 2012. E reiterou a importância do escoamento da produção, e da possibilidade de facilitar a exportação, e a importação, para os produtores da região. “Estamos bastante confiantes nesse novo momento. Por parte da Associação, não estamos medindo esforços para colocar o porto em operação dentro dos seis meses”, afirma.

O porto

O Porto Fluvial de Cáceres é delegado pela União para a administração pela Metamat desde 1998. Por meio da hidrovia Paraguai-Paraná, o porto beneficiará municípios das regiões oeste e sudoeste do estado. Dos 3.442 quilômetros da rota aquaviária, 890 quilômetros ficam dentro do Brasil, passando por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A hidrovia passa ainda pela Bolívia, Paraguai, e Argentina.

Editoria – Sinézio Alcântara

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