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Política

Deputado Claudinei cobra regularização de repasses para Santa Casa de Rondonópolis

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Com o avanço da pandemia de Covid-19 e do aumento da taxa de ocupação dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Rondonópolis enfrenta atrasos de repasses financeiros pelos serviços prestados, cujo valor é de cerca de R$ 5 milhões. Em caráter de urgência, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) encaminhou ofícios para o secretário de Saúde de Mato Grosso (SES), Gilberto Figueiredo, e ao prefeito municipal, José Carlos do Pátio (SD), em que solicita a regularização dessa situação.

Os valores pendentes para pagamento se encontram disponibilizados no Fundo Municipal de Saúde. “Desde o início do meu mandato, em 2019, me mantenho atento à situação da Santa Casa que realiza atendimentos de média e alta complexidades. É preocupante ver, mais uma vez, a retenção de valores por parte do governo estadual e prefeitura municipal para esse hospital filantrópico sem fins lucrativos. Sem contar que 80% dos atendimentos são pelo SUS (Sistema Único de Saúde)”, explica Claudinei.

Ele considera que é uma situação crítica que a instituição enfrenta já que gera novos empréstimos e juros bancários para honrar os compromissos com os colaboradores e outras despesas para não suspender o atendimento à população. “Isso é um absurdo, a prefeitura municipal segurar estes valores. Já basta não ter contratualizado novos leitos de UTIs Covid-19 junto ao Estado. A consequência é grave, pois vai gerar ainda mais impactos no sistema de saúde e danos para a população de Rondonópolis e região”, destaca o parlamentar.

 

Situação

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Ferreira, encaminhou no dia 25 de fevereiro, ofício ao diretor presidente da Santa Casa de Rondonópolis, José Osiris Grama Hoeppener, para informar que a gestão do município não dispõe de recursos financeiros para custear os procedimentos de incentivo referentes às duas tabelas do SUS.

Devido à instituição filantrópica ser referência no atendimento de 19 municípios das regiões sul e sudeste de Mato Grosso, o secretário alega que Rondonópolis não deva arcar sozinho com os custos, já que envolvem outras cidades que são atendidas pela Unidade de Saúde.

De acordo com a superintendente da Santa Casa de Rondonópolis, Bianca Talita Franco, é uma situação grave os constantes atrasos nos repasses financeiros. “Não é só da prefeitura de Rondonópolis, também do Estado. A Santa Casa vinha negociando com o prefeito uma contribuição, um complemento nas tabelas do SUS para os pacientes de Rondonópolis. Não de outras cidades. Entrou em março, enviou um documento que não vai complementar, sendo que a Santa Casa só pediu para os pacientes daqui. A maior negociação era com ele (prefeito), 70% é Rondonópolis”, esclarece.

Solicitação Judicial – A Santa Casa de Rondonópolis formalizou uma representação junto a 1ª Promotoria de Justiça Cível na Comarca do município, para que seja instaurada uma investigação para apurar o atraso indevido pelo gestor da Prefeitura Municipal em relação aos recursos estaduais já disponíveis no Fundo Municipal de Saúde.

Neste documento também é dado ênfase que o prefeito é o responsável pelos contratos e convênios, gestão dos recursos financeiros do SUS – a nível estadual e federal, cujos valores são depositados em conta especial para o pagamento dos serviços prestados pela instituição.

Fonte: ALMT

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Política

Projeto de lei visa suporte psicológico aos servidores públicos durante a pandemia

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O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) é o autor do projeto de lei (PL 215/2021) que institui um programa de suporte psiquiátrico e psicológico aos servidores públicos estaduais que atuam na linha de frente de atendimento aos pacientes diagnosticados com coronavírus (Covid-19).

Para garantir a plena execução do projeto, o governo do Estado poderá firmar convênios ou parcerias com as Prefeituras e o governo federal bem como empresas privadas, cooperativas, associações e outras entidades voltadas a saúde pública.

O parlamentar cita a alteração drástica gerada pela pandemia da Covid-19 no convívio social, o que leva a necessidade de acompanhamento psicológico dos profissionais.

“Os cuidados de prevenção aumentaram a atenção dos servidores nas medidas de higiene e uso de equipamento de proteção individual, sem contar o medo cotidiano no contato com pacientes. Isto devasta, sem dúvidas, o psicológico desses servidores.

Uma pesquisa aponta que sintomas de ansiedade e depressão afetam 47,3% dos trabalhadores de serviços essenciais durante a pandemia de Covid-19, no Brasil e na Espanha. Mais da metade deles — e 27,4% do total de entrevistados — sofre de ansiedade e depressão ao mesmo tempo. Além disso, 44,3% têm abusado de bebidas alcoólicas; 42,9% sofreram mudanças nos hábitos de sono; e 30,9% foram diagnosticados ou se trataram de doenças mentais no ano anterior a uma pesquisa coordenada pela Fiocruz, e feita em parceria com outras instituições.

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Esses são os principais resultados apresentados no artigo Depressão e Ansiedade entre trabalhadores essenciais do Brasil e da Espanha durante a Pandemia de Covid-19: uma pesquisa pela Web (Depression and Anxiety Among Essential Workers From Brazil And Spain During The Covid-19 Pandemic:a websurvey), aceito na revista cientifica Journal of Medical Internet Research.

Os resultados referem-se a pesquisa feita pela web no início da pandemia na Espanha (entre 15 de abril e 15 de maio) e no Brasil (entre 20 de abril e 20 de maio), contabilizando 22.876 questionários preenchidos. Da amostra total, pouco mais de 16% (3.745) eram trabalhadores em serviços essenciais (principal foco do estudo), sendo 2.842 (76%) brasileiros e 903 (24%) espanhóis. Esses 3.745 responderam “sim” à pergunta: “Você está atualmente trabalhando como profissional de saúde ou de outros serviços essenciais (transportes, alimentação, limpeza)?”.

Fonte: ALMT

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Botelho confirma emendas para projeto “Marcos Urbanos para Várzea Grande”

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Os 154 anos de Várzea Grande, no próximo dia 15, serão comemorados com a destinação de mais emendas parlamentares. Dessa vez, os recursos serão liberados para a execução do projeto ‘Marcos Urbanos para Várzea Grande’, apresentado nesta terça-feira (20), ao primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), que confirmou a articulação junto aos demais deputados para beneficiar a população da cidade industrial.

Botelho recebeu em seu gabinete os representantes da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, Fernando Baracat e Izaura Ribeiro, para conhecer detalhes das obras que serão executadas. Num total de investimentos na ordem de R$ 1,2 milhão com a implantação de marcos e obras de arte feitos pelos artistas e artesãos locais, valorizando a cultura da cidade.

“É um projeto que vai destacar a cultura local, bem como o trabalho dos nossos artistas e artesãos. Várzea Grande merece investimentos. Por isso, vamos articular junto com os colegas deputados para unirmos forças e viabilizar os recursos através de emendas parlamentares”, disse Botelho, ao citar o apoio dos deputados Wilson Santos (PSDB), Paulo Araújo (PP), Janaina Riva (MDB), Carlos Avallone (PSDB) e do presidente da ALMT, Max Russi (PSB).

“Trouxemos o projeto para o deputado Botelho conhecer. A intenção é a de comemorar o aniversário de Várzea Grande através de vídeos e eventos sem a presença de público nesse momento de pandemia. Mas, sim, com a movimentação cultural e histórica da nossa cidade. Recebemos a adesão 100% do deputado Botelho que vai recorrer aos seus colegas para nos ajudar a executar esse projeto”, explicou Baracat.

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PROJETO – No projeto, a Prefeitura Municipal de Várzea Grande assegura o trabalho pela valorização cultural e histórica com o desenvolvimento de projetos urbanísticos de praças, parques e rotatórias, onde nesses espaços constam com ‘Marcos Urbanos’, que além da urbanização e paisagismo destacam monumentos, estátuas e marcos, com referência à história e a cultura local. Objetivo é garantir que o município ganhe pontos de referência com simbologia histórica e cultural, transformando os espaços urbanos, antes sem relevância, em espaços destinados a reverberar para a atual e futura geração sua origem, datas, fatos e personalidades que foram importantes para a história e construção de Várzea Grande.

Dessa forma, dentre os pontos que receberão os investimentos estão:

Rotatória Manga – Avenida Dom Orlando Chaves – a proposta é criar uma árvore solar que durante o dia absorva a luz solar e a noite luzes se acendam com a energia carregada durante o dia;

Rotatória da Ponte Sergio Motta – Avenida Dr. Paraná – a proposta é criar um pórtico de entrada para quem acessa a cidade pela ponte Sergio Motta – Cuiabá, em formato de uma rede. Mais dois bustos de concreto ou bronze, em homenagem ao ministro Sergio Motta e ao médico Dr. Paraná.

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Rotatória de entrada UNIVAG – na Avenida Doutor Paraná – confecção de monumento que simbolize o conhecimento do povo de Várzea Grande: Ensino, Pesquisa e Extensão;

Canteiro Central da Avenida Mario Andreazza, cruzamento com a Avenida Aleixo Ramos da Conceição (Estrada da Guarita) – materialização da lenda “Minhocão do Pari”;

– Trevo do Lagarto – instalação de um grande pórtico na entrada da BR-070 (Cuiabá – Cáceres), em formato de uma peça em rede com um V, monumento denominado “Chicote da Fronteira”;

Aeroporto – cruzamento das Avenidas Governador João Ponce de Arruda, Avenida Senador Filinto Muller e Avenida Presidente Arthur Bernardes – instalação do “Monumento Cidade Industrial”;

Rotatória 0km – entroncamento das Avenidas da FEB, Avenida Ulisses Pompeu de Campos, Avenida 31 de Março, Avenida Gov. João Ponce de Arruda – implantação de três monumentos como pontos turísticos.

Fonte: ALMT

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