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Cáceres e Região

Depois de um ano e quatro meses 34 casas dos residencial Vila Real ainda não foram ocupadas

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Entregues há um ano e quatro meses 34 moradias do Residencial “Walter Fidelis” no bairro Vila Real, ainda não foram ocupadas pelos beneficiários. Mesmo tendo contratos, os mutuários ainda não ocuparam os imóveis. Denuncias de supostas irregularidades em várias unidades habitacionais estão sendo apuradas pelo setor de habitação da Secretaria de Ação Social. Além das casas fechadas, no Walter Fidelis, há outros tipos de denuncias, como por exemplo, de alugueis e até venda de imóveis, o que é proibido em contrato.

Os empreendimentos fazem parte do programa habitacional do governo federal “Minha Casa Minha Vida” que visa contemplar famílias de baixa renda. O programa entregou em Cáceres 2.432 moradias, em 9 residenciais. Sendo 215 no Residencial Aroldo Fanaia; 350 no Residencial Aeroporto I; 75 no Residencial Aeroporto 2; 62 no Residencial Portal das Águas; 490 do Walter Fidelis; 25 no Residencial Santa Catarina; 100 no Bom Viver; 232 no Grande Paraiso e 883 nos Residenciais Universitário I e II.

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As irregularidades constatadas nas investigações, de acordo com a Secretaria Municipal de Ação Social, já resultaram em, pelo menos, 15 reintegração de posse, em favor da Caixa Econômica Social (CEF). Foram 11 reintegrações de posse no Residencial Aeroporto, duas no Residencial Grande Paraiso e duas no Residencial Walter Fidelis.

De acordo com a secretaria, as denuncias chegam toda semana e vem de todos os residenciais, mas, principalmente, do Residencial Walter Fidelis, onde dois mutuários já perderam o direito a moradia. Explica que, após as averiguações, caso as denuncias sejam confirmadas, um relatório é encaminhado à Gerência Executiva de Habitação (GIHAB) da Caixa Econômica Federal. A CEF notifica os moradores para que comprove a ocupação. Sendo comprovada a irregularidade é feita a rescisão do contrato e a reintegração de posse.

A CEF informa que não é proibida a venda do imóvel dos beneficiários da faixa 1, desde que seja quitado o valor da dívida integral e devolvido o subsídio recebido do Programa, conforme previsto em lei e em contrato. Explica que, a venda ou aluguel de imóvel, sem a respectiva quitação, é nula e não tem valor legal. Quem vende ou aluga fica obrigado a restituir integralmente os subsídios recebidos e não participará de mais nenhum programa social com recursos federais. Já quem adquire irregularmente perderá o imóvel.

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Editoria – Sinézio Alcântara

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Homem é assassinado a golpe de faca na Praça da Feira em Cáceres

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Um homem foi morto a golpes de faca na madrugada desta quinta-feira (25) na Praça da Feira, no centro de Cáceres (MT). Conforme a Polícia Militar, o crime aconteceu por volta da 1h da madrugada.

Os policiais militares da Força Tática que estava em operação foram acionados para atender uma briga que estaria acontecendo no referido local, ao chegar foram avisados por testemunhas que a vítima Aloisio Neves da Silva (49 anos) teria sido atingida no pescoço por golpe de faca e que os suspeitos haviam fugido, e que porem uma testemunha teria seguido os mesmos.

Após conversarem com as testemunhas e saber o local onde estariam os suspeitos os policiais encontraram o casal, ao avistar a guarnição o suspeito Adriano Luiz da Silva Sacramento (18 anos) teria se defeito da arma do crime, porém a faca foi encontrada ainda com marcas de sangue, assim como o pé do suspeito. Em companhia do autor do esfaqueamento estava suspeita Regiane Barros Penha (23 anos) que também foi presa.

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Aloisio Neves da Silva (49 anos) ainda foi socorrido pela guarnição do Corpo de Bombeiros, porém não resistiu ao ferimento no pescoço e veio a óbito.

As motivações ainda são desconhecidas, porém populares contaram aos policiais que o casal estaria discutindo com a vítima, quando suspeita Regiane Barros Penha (23 anos) teria incentivado o suspeito Adriano Luiz da Silva Sacramento (18 anos) a desferir o golpe na vítima.

Após ao golpe a vítima teria caminhado e caído na frente de um ponto de taxi e mototaxi, onde teria caído ao solo, e posteriormente sido socorrido pelos bombeiros.

A Polícia Judiciária Civil investiga o caso. O corpo do homem foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML).

Por: Joner Campos I Cáceres Notícias

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Estudantes do IFMT em Cáceres debatem soluções para dilemas cotidianos em roda de conversa promovida pelo MP

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Como jovens e adolescentes podem entender e enfrentar as dificuldades de interação social? A utilização de recursos tecnológicos pode ser nociva? Como superar problemas relacionados à depressão, ansiedade, autoestima, solidão, vícios, bullying?  Esses foram alguns dos questionamentos que envolveram estudantes de cursos do ensino médio, técnico e superior do Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo durante roda de conversa realizada essa semana (23.04) no campus. A atividade intitulada “a solução de nossos problemas” integra agenda de sensibilização e orientação desenvolvida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) por meio da Promotoria de Justiça da Infância e da Adolescência de Cáceres, em unidades escolares do município.

De acordo com a coordenadora do projeto, promotora Taiana Castrillon Dionello, o objetivo é despertar os jovens para aptidões da inteligência emocional como autoconhecimento, controle emocional, automotivação, além da empatia e interação social, reveladas na capacidade de ouvir e se colocar no lugar da outra pessoa e de saber lidar com os relacionamentos, em exercício diário de respeito e de perdão.

“A demanda que tem chegado pra nós é de muitos problemas de relacionamento interpessoal entre os jovens e a família e, na maioria das vezes, o espaço de revelação é a escola. Então, a gente observa que há necessidade de se trabalhar essas questões das aptidões emocionais. São ferramentas muito úteis que os jovens precisam ter para lidar com os dilemas, com os problemas diários e mostrar para eles que tudo tem uma solução na vida, têm caminhos”, destaca Taiana.

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O trabalho realizado com alunas e alunos do IFMT contou com as contribuições de equipe formada pela assistente social do MPMT Frankielle Corrêa, a psicóloga Rayanne Moreno Pereira e o professor da área de Ciência da Computação da Universidade do Estado de Mato Grosso, Unemat, Tiago Luís de Andrade.

Entre os propósitos da ação, está a difusão de informações para a comunidade estudantil sobre como buscar ajuda para problemas como depressão, vício, ansiedade, automutilação, assédio. Nesse sentido, a escola é uma das portas de entrada para a Rede de Proteção de adolescentes e jovens no contato com a direção e coordenação pedagógica bem como o Ministério Público que pode acionar a rede de atendimento psicossocial do município.

A diretora do Departamento de Desenvolvimento Educacional do Campus Cáceres, Juçara Tinasi reforçou o papel da escola e compromisso do IFMT em fortalecer o elo dessa rede de atendimento no trabalho cotidiano desenvolvido no campus por toda equipe pedagógica e multiprofissional de atendimento aos estudantes. Tinasi parabenizou à promotoria e toda a equipe do projeto pelo trabalho realizado e agradeceu pela disponibilidade para agenda no IFMT.

Utilização de Recursos Tecnológicos: responsabilidades e consequências

No que tange à utilização de recursos tecnológicos, o professor Tiago provocou entre os estudantes à reflexão sobre problemas causados pelo uso desmedido e sem limites dos recursos, a exemplo do vício e do isolamento de quem busca interação exclusiva no universo virtual. Entre outros aspectos, o docente alertou para as consequências, incluindo responsabilização criminal, do uso inadequado dos recursos e enfatizou a existência de regras e leis que regulam a sua utilização, a exemplo da Lei n. 12.965/14, chamada “Marco Civil da Internet”- que trata de direitos, deveres e garantias do fornecimento da internet como recurso tecnológico no Brasil – e da Lei 12.737/2012 que ficou conhecida como “Lei Carolina Dieckmann” com a tipificação criminal de delitos informáticos.

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 “Nós temos várias possibilidades de utilização de forma positiva como fonte de pesquisa, comunicação, entretenimento e informação. Acontece que estamos vivenciando uma triste realidade que as pessoas estão utilizando os recursos tecnológicos também para o lado negativo, isso tem chamado mais atenção, porque o recurso tecnológico está sendo distorcido de sua objetivação”, afirma Tiago.

O docente deu exemplo de situações criminosas em que os responsáveis foram identificados por meio do rastreamento de dispositivos eletrônicos a exemplo do caso de assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Mariele Franco em que o suspeito pela execução do crime que hoje está preso foi identificado a partir de investigação dos dados de navegação de celulares. No outro exemplo, do massacre na Escola de Suzano em São Paulo, a polícia chegou ao suspeito de quem planejou a ação e de quem forneceu arma, ao investigar a utilização de recursos tecnológicos.

 “Saibam que todas as vezes que utilizamos qualquer dispositivo eletrônico nós podemos ser rastreados e monitorados, com ou sem internet. Nos dados de navegação, por exemplo, quando utilizamos os recursos enviamos metadados como dados de localização, hora, local, dispositivo, característica do aparelho, entre outros”, explica o professor.

Edna Pedro  DRT RJ 5056/2001
Assessoria de Comunicação
IFMT/Campus Cáceres – Prof. Olegário Baldo
(65) 3221-2631
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